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Um pouco mais sobre Elizabeth Taylor

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Um pouco mais sobre Elizabeth Taylor

Mensagem por Mimijak em Qui Mar 24, 2011 1:48 am

Um pouco mais sobre Elizabeth Taylor
♥♥Adriana 7♥♥ | 23/03/2011 at 7:35 pm | Categories: Homenagem, Informações | URL: http://wp.me/pNPFX-1hY

Elizabeth Taylor, a última estrela inalcançável de Hollywood

Se hoje existe Angelina Jolie vendendo aura de estrela é porque o cinema americano teve, no auge da Era dos Estúdios, Elizabeth Taylor. Pena que fazia tanto tempo que não nos lembrávamos de Liz como atriz, mas como uma bizarra celebridade.

Nos anos 90, Liz Taylor deixou de ser a atriz que ganhou dois Oscar para ter maior presença pública na defesa pela expansão das pesquisas contra a AIDS e como melhor amiga de Michael Jackson. Por sinal, o Rei do Pop esmerou-se com diversas plásticas a se parecer cada vez mais com Liz.

Liz reinou, mas caiu vítima de uma indústria de magia que dá, mas tira sem dó. “Bem-vinda a Hollywood, foi o que eles disseram/ Uma jovem estrela em Hollywood, foi isso que te venderam”, cantou Jackson em Elizabeth I Love You. Mas tentemos deixar de lado o que se tornou sua imagem para nos lembrarmos do que ela foi.

Mito

O star system de Hollywood, grupo de atores e atrizes que justificavam a existência dos filmes e levava o espectador ao cinema, foi a base de sustentação da indústria na chamada Era de Ouro dos estúdios. Entre meados dos anos 1920 e dos 50, oito majors mantiveram um esquema que consolidou o fazer cinematográfico nos Estados Unidos, na produção e muitas vezes na estética.

Daí surgiram Greta Garbo, Ingrid Bergman, Montgomery Clift, Cary Grant, Rock Hudson, Katharine Hepburn e… Elizabeth Taylor. Ela chegou de mansinho, aos dez anos, na ruim comédia There’s One Born Every Minute (1942). Quando Liz explodiu, aos 19 anos, em Um Lugar ao Sol (1951), fazendo o par romântico com o galã (e gay enrustido) Montgomery Clift, a menina já havia ido embora. O mito se solidificava. A última grande estrela do star system.

Liz Taylor aos 10 anos na comédia There's One Born Every Minute (1942), sua estreia no cinema

Era de Ouro

Nos anos 50, os estúdios tentavam manter um esquema de produção que aos poucos se destruiria – principalmente porque, em 1948, foi imposta a Lei Antitruste. Os conglomerados que antes controlavam produção, distribuição e exibição tiveram de dividir fatias. Neste momento, Liz Taylor era uma linda estrela – e uma atriz mediana.

Nesse período, foram três indicações ao Oscar e uma estatueta conquistada. A diva de olhos violetas teve a sorte de contracenar com grandes atores: Paul Newman (Gata em Teto de Zinco), Montgomery Clift (seu parceiro mais constante) e Katharine Hepburn (De Repente, no Último Verão).

Como estrela, seu filme marcante é certamente Cleópatra. Em 1962, a Fox acreditou no projeto, colocou inacreditáveis US$ 35 milhões (estamos falando dos anos 60!) e deu, sem pestanejar, o exorbitante salário de US$ 1 milhão para Liz Taylor protagonizar o filme com Richard Burton.

Como atriz, considero o principal momento de Liz Quem Tem Medo de Virgina Wolf?, primeiro filme de Mike Nichols. Novamente com Burton, a estrela mostrou-se atriz capaz de compor uma personagem em franca degradação. Foi agraciada com o segundo Oscar.

A atriz no faraônico projeto da Fox: Cleópatra custou, em 1962, inacreditáveis US$ 35 milhões, mas foi fracasso de bilheteria

Vieram os anos 70, Hollywood abriu uma brecha para realizadores dispostos a acabar com um antigo fazer cinematográfico. Coppola, Ashby, Polanski, Rafelson, Friedkin e outros coadjuvantes dirigiram filmes influenciados pelos movimentos europeus e com uma cara que os Estados Unidos não estava acostumado. Já não havia mais espaço para uma estrela dos anos 50 – ou você consegue imaginar o corrosivo Martin Scorsese enquadrando Liz Taylor?
Com a maior cobertura da mídia futriqueira, os problemas pessoais de Elizabeth Taylor tornaram-se moeda corrente. O obituário diz que ela morreu em 23 de março de 2011, aos 79 anos. Para o cinema, na verdade, a atriz minguara há muito.

Fonte: Cine Click.
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Já Nasce Pronto

Mensagem por Mimijak em Qui Mar 24, 2011 1:50 am

O que é bom sempre nasce pronto, nada a fazer, só à desenvolver!!!
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