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Um Amor de Padrinho

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Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 3:56 pm

Introdução Um Amor de Padrinho

Blankie Jackson


Sinopse: Michael apadrinha uma dupla no estilo Roxette, ate ai tudo bem, natural já que ele faz isso sempre em sua carreira, mas o que ele não contava é de se apaixonar pela Hanna e vê-la se casar com Per, o cara que faz dupla com ela, Michael sobra apaixonado no vaco, mas não quer se meter no rolo deixa as coisas rolarem. Ate que ela se desentende com o marido e ele bater nela, ao saber Michael resolve sair das sombras e conquistá-la de vez, será que ele conseguirá?

Inspiração: Dupla sueca Roxette (Per Gessle e Marie Fredriksson)




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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 4:18 pm

Capitulo ISonhos





No interior do estado Indiana uma jovem garotinha cresce com um sonho, ser cantora. Não importa onde estava ou o que fazia ela estava cantando todo tipo de musica que ouvia. Jazz, Rock, pop, soul. Nada escapava dela. Conforme o tempo passava o seu talento crescia. Não era só isso, a sua beleza também. Hanna desde pequena participou de vários concursos de talentos até ginásio, ganhou todos. Quando tinha festas nos vizinhos a sua banda que ela montou com os amigos no quintal de casa sempre era chama. E sempre fazendo sucesso com a sua suave e bela voz marcante. Mas a menina talentosa alimentava um sonho. Sair de sua cidade e ir para Nova York para de lá ganhar o mundo. Seus pais sempre a apoiaram mesmo não acreditando que ela fosse em frente com o sonho de ir pra longe, mas incentivavam-na não desistir de sua carreira mesmo que significasse ficar longe dela um dia.
_ Então Hanna, o que vai fazer nesse verão? – Pergunta uma de suas amigas da banda enquanto afinava seu instrumento favorito.
_ Ah, eu vou pra Nova York fazer uns testes.
_ Ainda perseguindo esse sonho bobo de ser cantora profissional? – Admirada com a informação da amiga. – Não desiste mesmo disse né?
_ Claro que não, minha vida foi praticamente no palco. Não vou desistir agora. – Falando serio olhando nos olhos da amiga.
_ Você é doida. Nunca vai dar certo. – Rindo das intenções de Hanna.
_ Eu só vou saber se tentar. Em depois eu não vou poder reclamar se eu falhas, pois eu tentei.
_ Faça como quiser, vai fracassar mesmo. - comentários da grota soava um tanto sarcástico e Hanna percebeu isso e para o seu bem resolveu ignorar. A melhor forma de se provar pra alguém que está errado é mostrando que é possível realizar os seu sonho.
Hanna era decidida, não desistia de seus sonhos por nada. Sua vida foi toda cantando e seu talento era evidente. Ela sabia que era questão de tempo para ser descoberta e a cidade de Nova York era o lugar certo pra isso. Mesmo que sua família não aprovasse o que a jovem queria fazer a apoiaram. Passou o verão inteiro dando duro em uma loja de roupas da cidade pra poder juntar algum dinheiro para sua viagem. Seus pais ajudaram com o pouco que podiam, já que eram humildes e trabalhavam igualmente duro para ter uma vida descente e dar condições de estudo par a filha. Hanna nunca passou fome, sempre teve o que comer em sua mesa e o que vestir. Mas nada era de graça, sempre tinha um preço, e sua viagem seria assim. O pai de Hanna sempre foi um homem forte que nunca demonstrou seus sentimentos, mas quando se trata de sua única filha mulher, Hanna tinha mais dois irmãos, ele se derrete todo e não dava pra negar que ela faria muita falta pra ele e pra todos em casa. Ele fez apenas uma exigência para a filha. Que concluísse os ensinos e depois uma faculdade de musica, já que era isso que ela queria teria que está preparada para enfrentar os desafios que a profissão lhe traria. A jovem tinha consciência disso e assim fez como seu pai exigiu. Ao concluir a faculdade de musica a moça finalmente pode ir rumo ao seu sonho com um pouco de economia que seu pai e ela tinham juntado. Sua viagem já estava marcada e a jovem estava pronta pra deixar tudo que conhecia e amava pra trás pra encontrar seu sonho. Seus amigos e família estavam no aeroporto pra se despedir dela, muitos com uma ponta de inveja já que não tinham a mesma coragem de arriscar tudo por um sonho que talvez nunca desse certo pra eles.
_ Oh minha filha você tem certeza que quer mesmo ir pra nova Iorque? - Perguntava a mãe de Hanna se controlando pra não chorar.
_ Tenho Mãe. Preciso tentar se não der certo pelo menos eu tentei e não poderei me lamentar por nunca ter tentado. –Dizia Hanna com um sorriso de orelha a orelha de felicidade – Mandarei noticias pra vocês, não se preocupem comigo.
_ Não tem como querida, você é o nosso bebe que agora está indo embora pra longe da gente não há como não se preocupar – Dizia o pai serio por fora e em lagrimas por dentro.
Assim depois de muitas despedidas ela pegou o primeiro avião rumo ao seu sonho, após 3horas de voo a jovem chega à cidade que mudaria a vida dela. Hanna cansada da viagem tinha que resolver um problema serio. Onde iria morar? O dinheiro que trouxe dava para apenas alguns meses na cidade e com uma alimentação bem regrada se quisesse se manter por mais tempo, teria que arrumar um trabalho e rápido. Ela pegou a única mala que tinha trazido consigo e saiu a pé para procurar um lugar a qual pudesse pagar ao menos uma noite e depois veria se conseguia um emprego que pudesse mantê-la por tempo suficiente enquanto não conseguia realizar seu sonho. Durante o trajeto ela nota que está sendo seguida por dois homens estranhos. Ela apressa o passo e os homens fazem o mesmo. Hanna tenta se manter calma o maior tempo possível, ela não podia ser assaltada ali. Caso contrario, ela não teria com o que se manter ate encontrar um emprego.
Hanna anda um pouco mais rápido e entra em uma rua estranha e escura. Assim que achou um lugar pra se esconder ela tratou logo de ficar o mais quieta possível oculta da visão daqueles marginais. Eles a seguem mas não a encontram em lugar algum, imaginando que jovem morasse ali perto eles se dão conta que aquela garota não era pra eles. os homens vão embora frustrados por não conseguir nada e a poucos metros dali encontram outra vitima para roubarem e irem embora. Após o perigo passar ela saiu de seu esconderijo certificando-se que esta segura e retomou seu rumo a um abrigo seguro. Após andar horas e quase ser assaltada na cidade Hanna consegue chegar sã e salva a um hotel de beira de estrada, que mais parecia um prostíbulo do que um hotel e lá ela consegue um quarto para se abrigar por um dia.
_ Boa noite senhora – Entrando no hotel – A senhora tem vaga pra uma noite?
_ Sim, temos. São 15 dólares a noite. Só é você? – Estranhando o fato de Hanna estar sozinha já que a maioria dos caras que entram ali é sempre com uma mulher semi nua e bêbada.
_ Sim senhora, eu cheguei hoje na cidade e não conheço nada aqui. – Explica ela sendo ignorada pela moça que está de mau humor.
_ Que seja. –Responde ela se virando para o painel de chaves do lugar. – Esse é o único que temos, fica no fim do corredor. – Voltando a pintar suas unhas com um esmalte bem vagabundo meio endurecido no vidro.
_ Obrigada – Paga a mulher o valor combinado.
A atendente entrega a chave do quarto e recebe o dinheiro de Hanna indicando o caminho do quarto com o dedo. Ela segue pelo corredor estreito e se instala. O lugar fica no final do corredor, bem mal localizado e com pouca iluminação. A cama nem de longe se compara ao que ela tinha em casa. O colchão era muito fino e com lençóis bem maus lavados. O cheiro de mofo e a infiltração eram insuportáveis. Em um dos cantos daquela pocilga tinha uma cadeira velha com sinais claro de cupim em sua estrutura e tecido bem gasto. Se sentar nela era perigo de se machucar com certeza. Outro ponto do quarto tinha uma porta velha que rangia ao ser movida, ao adentrar por ela se deparava com um banheiro imundo e bem mal higienizado. O cheiro que vinha dele dava náuseas, era obvio que ele está entupido a um bom tempo e que permaneceria assim.
Hanna observa o lugar e por alguns momentos e pensa se realmente vale a pena estar ali. Ela para por uns momentos e lembra que seu talento e gosto pra musica é tudo que ela sempre quis fazer na vida. Seu mundo sempre foi voltado pra musica, as aulas de canto, dança, interpretação, horas de ensaios com a banda. Seu mundo era musica. Não havia como negar isso. Ela começa a se recordar de todos os artistas que tiveram um começo difícil, Elvis que foi coveiro e caminhoneiro, James Brown que para viver tinha que engraxar sapatos, lavar louças, vender e trocar selos pra sobreviver. Só pra lembrar alguns que sofreram pra subir na vida e hoje são quem são. Era com esses exemplos que Hanna se inspirava para encarar esse desafio, sobreviver aquela noite naquele lugar podre era um passo a ser vencido.
_ Realmente vale a pena sim? – Pensa ela em voz alta. – Isso é provisório, muito conseguiram vencer e eu vou vencer também. Amanhã vou olhar pra trás e ver que tudo valeu a pena é só deixar as coisas fluírem. O pior já passou, cheguei a Nova Iorque agora e não vou me deixar abater no primeiro obstáculo que eu encontra, é só me esforça e fazer o provisório fracasso ser o sucesso duradouro. Eu sei que vou vencer.
Com esse pensamento ela se deita pra relaxar um pouco e pensar no que irá fazer no dia seguinte. Hanna sabia que sem trabalho não teria como fazer nada ali. Procurar um emprego no dia seguinte era a sua prioridade maior e depois sair daquele lugar que não era nem um pouco limpo e muito menos silencioso, já que um casal de pombinhos resolveu arrulhar logo no quarto ao lado do seu. Hanna sempre admirou Michael Jackson e como qualquer fã que se preze sonha em um dia conhecê-lo e quem sabe cantar com ele. A garota era modesta e queria apenas dividir o palco com ele. Para ela algo mais como a maioria sonhava era surreal. Mas amanha era outro dia e a sua historia estava apenas começando e o céu era o limite pra Hanna. Quem sabe a vida não lhe daria um belo presente para o seu jovem coração solitário. Se era Michael ou não. Só o tempo irá dizer.
Na manhã seguinte a jovem acorda com um pouco de cansaço da noite mal dormida em seu quarto precário, ela faz sua higiene matinal e saiu em busca de conhecer a cidade e arrumar um emprego. No caminho ela comprou um lanche simples pra matar a fome matutina. Hanna vai para o centro da cidade em busca de algo em que possa trabalhar. Em todas as lojas que ela vê um cartaz de precisa-se de ajudante ela entra na esperança de conseguir algo. E nada. Sempre exigiam algo que ela não tinha para o cargo. Decidida a não desistir de seus sonhos ela continua a correr atrás das coisas. Era quase no final do dia quando ela já estava desistindo de procurar algo por aquele dia quando ela ouve uma mulher do outro lado da rua a chamando.
_ Moça? – Hanna procura com os olhos sem encontrar – Aqui minha querida do outro lado da rua, estou bem em frente de você.
Hanna procura com os olhos a voz que a chamava do outro lado da rua. Ela passa os olhos cuidadosamente pelo lado oposto em que ela está, ate que encontra uma senhora de cabelos brancos que lhe acenava. Hanna da um leve sorriso e vai de encontro a mulher que a espera do outro lado pacientemente, que a recebe com um grande abraço.
_ Que bom que me viu aqui, notei que você está atrás de um emprego não é?
_ Como percebeu isso?
_ Estou te observando entrar nas lojas que tem essa placa – Apontando para uma placa de precisa-se de ajudante em sua loja. – Essa é minha loja querida, venha entre. Vamos conversar um pouco.
_ Obrigado, a senhora é muito gentil. – Observando a pequena loja de flores.
_ Como eu te disse, observei você procurando emprego nas lojas do outro lado da rua. – servindo uma xícara de café. – Eu quero te ajudar.
_ Como? Se eu não sei fazer nada – Cara triste olhando pra xícara.
_ Não fique assim, todos nós sabemos fazer algo.
_ Mas o que?
_ Sabe cozinhar? Gosta de flores?
_ Sim, sei. Adoro flores. - exclamou alegre para a senhora que estava a sua frente. - eu conheço um pouco de flores minha mãe tinha um jardim em casa. - completa ela para felicidade da senhoria. Que pede para que ela entre para que possam conversar melhor…….



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 4:32 pm

Capitulo IIConhecendo Um Parceiro.


Hanna atende prontamente ao pedido e acompanha-a para o interior do pequeno estabelecimento. Lá a senhora de nome Mônica serve um café mais reforçado para a jovem que passara a manhã toda andando em busca de algo que pudesse mantela por mais tempo na cidade. Ela se senta diante de Hanna e começa a explicar sua situação.
_ Eu não posso pagar muito minha querida e preciso de alguém que cuide dessa loja e de mim. Estou velha e não tenho muita saúde em breve não estarei mais aqui. Não quero deixar minha loja sozinha enquanto fico internada caso haja necessidade. Preciso do dinheiro que essa loja me da pra pagar meu tratamento.
_ Eu não tenho onde ficar senhora. Estou em um hotel por aqui e não tenho dinheiro pra mais uma noite. – Observou ela tristonha. - Não sei como posso ajudá-la.
_ Não tem problema meu amor. Você pode ficar aqui comigo. Tenho um quartinho nos fundos não é muito grande, mas deve servir pra você. – Hanna fica feliz com a proposta da senhora – Venha, eu lhe mostro.
Hanna seguiu a senhora ate os fundos da pequena loja, as duas entram por um corredor estreito e curto, ao final havia uma porta azul que estava trancada. A senhora entrega uma chave em suas mãos fazendo um leve gesto com a cabeça para que ela a abrisse. Ao abrir, ela se depara com um pequeno quarto não muito maior do que estava hospedada, também havia um banheiro bem mais conservado que o que ela vivia. Hanna fica encantada com o lugar.
_ Cuidando da loja não precisa pagar o aluguel desse quarto. – Completou a senhora.
Era obvio que Hanna iria ficar ali, ela não poderia pagar aluguel com o que tinha e o que a senhora lhe pagaria ela poderia se manter razoavelmente bem por um tempo. Negocio fechado, a garota sai contente de volta ao hotel onde estava para pegar sua mala e fechar a conta. O trabalho era fácil ela tinha que atender os cliente da floricultura e cozinhar para si e a senhora. Hanna tirou aquele dia para se acomodar em sua nova casa e descansar muito. Aquele projeto de cama que ela dormiu a deixou completamente quebrada, seu corpo doía muito. Após arrumar suas poucas coisas que tinha ela enfim tomou um banho e dormiu profundamente.
A noite passou rápido para Hanna em seu sono pesado. Parecia que ela tinha dormido apenas dez minutos e não 8horas como o relógio mostrará, pois ainda se sentia cansada de sua primeira noite na cidade ma dormida. A jovem tomou um breve café da manhã a qual ela mesma fez, regou algumas flores que estavam na banca a espera de água. Limpou a loja e a abriu para os clientes. Ela se saia bem nas suas tarefas na loja. O dia estava um pouco puxando ate que um jovem entra na loja com um violão.
Ele tinha cabelos longos pouco abaixo dos ombros, com cachos levemente enrolados e lisos ao mesmo tempo. Vestia uma calça preta jeans levemente justa uma camiseta branca meio aberto no peito e uma jaqueta preta desbotada, usava óculos escuros redondos. Hanna ficou impressionada com o visual. O rapaz parecia ter pouco mais de vinte anos e tudo o que parecia entendia um pouco de flores. Hanna se aproxima dele com um sorriso simpático no rosto.
_ Bom dia senhor, posso lhe ajudar?
_ Oh, sim pode. Estou procurando um presente pra minha namorada que adora flores.
_ Ela gosta de alguma em especifica?
_ Esse é que é o problema, ela gosta de todas. A estufa que ela tem em casa é de fazer inveja a qualquer botânico de plantão.
_ Ah, olha Per, já vi que conheceu a minha nova ajudante. – Fala a senhora entrando devagar no recinto chamando a atenção dos dois.
_ Olá senhora Mônica. Como está?
_ Estou melhor, ainda com a nossa adoradora de flores?
_ Sim senhora. – Sem graça
_ Ela gosta mais de plantas do que de pessoas não adianta tentar agradá-la meu querido. – observa a senhora. - procure outra pessoa que goste de verdade de você não se humilhe assim. - Aconselha ela.
_ Eu sei senhora Mônica, mas pelo menos eu estou tentando não é? - Observa o rapaz triste por sua condição.
_ Verdade querido, pelo menos não poderá se culpar de não ter tentado conquistar a moça. Venha aqui comigo tenho uma que deve te ajudar a ser notado pela moça. - Ela leva o rapaz ate um canto da loja e lhe entrega um vazo de flores.
Hanna fica encantada com a simpatia de Per, o jovem era decidido no que fazia e adorava a garota a quem ele tentava impressionar. Ela o observava enquanto compra as flores. Hanna não deixou de notar que ele trazia consigo um instrumento, curiosa ela foi perguntar.
_ Você toca guitarra ou violão? – Pergunta se consumindo de curiosidade.
_ Os dois. – responde pagando a senhora. - E canto também
_ Nossa.
_ Você poderia me ver tocar hoje a noite.
_ Não, eu não posso.
_ Porquê?
_ Sou nova na cidade e tenho que tomar conta da loja, a senhora não iria me deixar ir. - responde um pouco decepcionada por ter que recusar o convite.
_ Ora minha querida e porque não vai? – Responde a senhora Mônica surpresa com a suposição da moça. – Não pode ficar presa aqui na loja por minha causa e você precisa conhecer a cidade também. O Per e um bom menino. Vá com ele. - Manda a mulher.
_ Tá bom eu vou.
_ Ótimo, eu venho te buscar as 9hs pode ser?
_ Claro que sim.
_ Ah senhora Mônica, não se preocupe eu a trago de volta cedo pra ela trabalhar. – Disse sorridente dando um leve beijo na testa da senhorinha que estava feliz por aproximar um jovem casal. Per sofria com a namorada egoísta e sem coração que só pensava nela mesma. Dona Mônica via isso com desagrado, pois sabia que o jovem merecia coisa melhor. Por isso viu em Hanna uma porta para a salvação dele.
Per foi seguiu seu caminho enquanto Hanna ficou feliz por conseguir um amigo a mais naquela cidade. Senhora Mônica era uma pessoa boa, mas não tinha saúde e disposição para lhe mostrar a cidade e Per seria perfeito para essa função. O dia se arrastou um pouco pra passar e com ele a ansiedade de Hanna só fez aumentar. Era obvio que a garota não tinha muito o que vestir já que só trouxera uma mala de roupa e alguns pertences pessoais de cuidados que toda mulher precisa. Pra tristeza de Hanna, teria que se virar com o que tinha ali. Assim que fechou a loja e fez a contabilidade do caixa com a senhora Mônica. A garota correu pra se aprontar. Já estava quase na hora de seu príncipe encantado chegar e se apaixonar também.
Vasculhando as poucas roupas que trouxe ela encontra um vestido simples bordo com prata e um decote em formato de cano. Nada muito chamativo. Fez uma leve maquiagem pra disfarçar as olheiras de uma noite mal dormida devido a sua péssima noite de estreia. Calçou uma sandália baixa e fechou o look com um sobretudo preto para se proteger do frio. Agora era só aguarda sua companhia chegar.
Per chegou na hora combina para buscar Hanna. O rapaz chegou muito bem equipado com uma moto estilo chopper.



vestindo uma calça de couro preta justa com uma camiseta preta de mangas curtas por baixo de um sobretudo pesado de couro pouco desgastado pelo tempo. Ele buzina para que sua convidada possa sair. Assim que Hanna apareceu Per ficou assustando com a beleza dela em uma roupa tão simples.
_ Uau, você está linda.
_ Obrigado, mas eu não trouxe muita roupa quando eu vim pra cá. Então tive que improvisar no meu visual. Desculpe se não estiver a altura da ocasião.
_ Ah, você compra mais quando começa a receber. Sobe ai. - pede ele com um agradável sorriso no lábios o que faz a moça esconder que nunca andou de moto na vida - Hora do show.
Os dois foram pra apresentação. O lugar era um bar não muito chique, mas também não era uma pocilga de beira de estrada onde só tinha bêbado e drogado igual ao hotel que Hanna havia ficado na noite anterior. Per se dirige para a entrada lateral no beco ao lado do bar onde geralmente entram os integrantes de bandas com seus equipamentos entram para não atrapalhar a movimentação do lugar. Per estaciona a moto pega seu instrumento de trabalho e se dirige ate os parceiro da banda que descarregavam na porta e Hanna vai junto, lá eles encontram os amigos da Banda e um problema serio pra resolver.
_ E ai pessoal? Como vocês estão? – Chega cumprimentando todos que estão com cara de desesperados e ao mesmo tempo irritados.
_ Per graças a Deus você chegou. - Exclama o baterista da banda ao ver o líder chegando acompanhado.
_ O grupo vai acabar se você não tomar uma atitude. - Fala o outro guitarrista da banda. - é só aparecer uma boa chance pra gente que tudo vira esse inferno, e traição por todos os lados, não aguento mais Per.
_ Pra mim já deu. - Fala o tecladista da banda visivelmente irritado com a situação que estava se formando. - Se continuar assim eu vou cair fora, não quero ser refém disso não.
_ Nossa que agonia é essa Gente você me viram hoje de manhã – Estranhando a reação dos amigos. - Aconteceu alguma coisa pra esse desespero todo? - Questiona ele sem saber da bomba que o esperava para resolver.
_ Nossa estrela deu piti de novo. – Fala George com uma cara de poucos amigos – Ela está se achando de mais pra quem não tem um CD gravado ainda. Isso é uma @#$%&*. Ela não sai do lugar e não deixa ninguém evoluir. É hora de por um fim nisso. - Sentencia ele, causando um problemão para Per….


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 5:37 pm

Capitulo IIIO Concerto


Ele ouve as queixa de todos não muito surpreso com tudo. Hanna observa a cena sem entender nada do que se passava.
_ De novo – Respirando fundo em sinal de cansaço com a situação. - o que ela tem na cabeça?
_ Ou seja, estamos sem cantora, de novo.
_ Pra mim já deu. Se ela não sair, saio eu. – Fala Paul pegando uma mala de som enorme do porta-malas de um velho cadilac preto que acabará de chegar. - não vou atrapalhar a minha carreira já definhada por culpa dela.
_ E agora o que a gente faz?
_ Bom eu posso ajudar – Diz Hanna escondida em um canto da entrada – Se quiserem, claro.
_ Quem é essa garota?
_ Desculpem pessoal, foi mal Hanna. – Completa ele sem jeito pela gafe - Gente essa é Hanna uma amiga que eu conheci na loja de flores hoje. – Apresenta rapidamente.
_ E você sabe canta Hanna?
_ Tá brincado? Eu vivo pra cantar. Me da a letra que eu te mostro. – Hanna entra confiante no estabelecimento deixando todos preocupados.
_ Isso não vai presta – Diz George com medo do que pode acontecer.
_ Seja o que Deus quiser - Diz Per entregando a letra da musica Hanna que olha rapidamente e nota que era uma que ela já conhecia a muito tempo.
Os rapazes começam a arrumar os instrumentos no palco enquanto os clientes do bar vão chegando e fazendo seus pedidos. Muitos ali não estavam muito interessados no que ia se passar no palco, só queria mesmo esquecer os seus problemas. Nem sempre quem vai pra um restaurante com orquestra estão realmente querendo ouvir musica. Os músicos tocam e são poucos que fazem algum tipo de agradecimento para eles, mas aquela noite seria diferente de todas.
_ Tem certeza que não quer ficar por aqui mesmo? – Diz o amigo para o outro com cara de quem não aprovou a escolha.
_ Claro, aqui tem uma banda tocando quero ver o show, nada de local luxuoso isso já me encheu. - Explica o outro.
_ Cara isso não vai presta e se te reconhecerem? - Insiste o outro tentando não obtendo muito sucesso.
_ Você sabe o que fazer. Senta ai e aprecie o show que já vai começar. - Sentencia ele.
Tudo pronto e eles entram no palco e Per é o primeiro a se apresentar a pequena multidão dispersa do ue se passava no palco ao fundo do local.
_ Boa noite pessoal. Espero que estejam gostando do nosso lugar e que tudo esteja bom pra vocês, enquanto vocês comem e conversam estaremos apresentando algumas canções pra alegrar sua noite. Espero que gostem. Hoje temos uma estreante aqui e espero que vocês apreciem de sua voz.
Hanna entra no palco se senta em um banquinho perto de per que cochicha no ouvido dela.
_ Não liga se eles não derem a mínima pra você. Aqui é normal eles não nos notarem, faça a sua parte ok? - Sussurra o parceiro ao ouvido de Hanna que a toca generosamente o seu ombro.
_ Tá bom. - Prossegue ela - Boa noite a todos. Vamos começar a nossa apresentação com uma musica para os corações partidos que cada um de nós tem por alguma razão. - ela pede ao baterista o tom da musica e faz sinal para que comecem.
O show começa.....



Coração de Ouro

Eu quero viver, eu quero dar
Eu sou um mineiro em busca de um coração de ouro
Neste tipo de expressão, eu nunca desisti
Isto me mantêm procurando um coração de ouro
E eu estou ficando velha

Isto me mantêm procurando um coração de ouro
E eu estou ficando velha

Eu estive em Hollywood
Eu estive em Redwood
Eu atravessei o oceano por um coração de ouro
Eu fui admirada
É uma linha muito fina
Isto me mantêm procurando um coração de ouro
E eu estou ficando velha

Isto me mantêm procurando um coração de ouro
E eu estou ficando velha

Me mantêm procurando por um coração de ouro
Me mantêm procurando e eu estou ficando velha…

A apresentação termina e assim como Per havia dito ninguém se quer deu a mínima pro que eles estavam tocando, ninguém mesmo uma dupla misteriosa que tinha entrado lá justamente por conta daquele show. Poucos aplausos. Hanna agradece o pequeno gesto do pouco publico que prestou atenção ao que eles cantavam. A banda se retira do palco surpresa com a performance da garota.
_ Minha querida que voz é essa? – Pergunta George extasiado com o que ouvira. - Onde encontrou esse anjo?
_ Obrigado.
_ Serio, desde quando você canta? - Pergunta Per.
_ Desde quando me conheço por gente.
_ Bem que ela podia entrar na banda né no lugar da madame – Torcendo o nariz em referencia a antiga vocalista.
_ Eu não sei, não quero arrumar confusão.
_ Confusão nenhuma, ela que tá pedindo pra sair não a gente. Aceita vai. – argumenta um dos garotos ansioso pela resposta de Hanna.
_ Por favor, nos livre daquela ladra de orgulho próprio entra vai? – Todos pedem ao mesmo tempo.
_ Não tem nada a perder – Contra argumenta Per com os braços abertos olhando-a fixo. - Se der tudo certo você pode alçar voo para a mundo da musica.
_ Tá brincando Per? É isso que vim buscar em nova York uma chance de descoberta e lança um álbum.
_ Garota ser descobertos por produtores é com a gente mesmo, mas a nossa queria antiga vocalista tem o dom de estragar tudo. - Hanna olha se entender a afirmação de George que completa.
_ Já vieram três aqui de grandes gravadoras interessados na gente, mas ela conversa com eles e faz a audição e não avisa a gente. Resultado ainda estamos aqui. - Explica a situação.
_ Se tivesse dado certo pra ela, com certeza vocês não teriam mais vocalistas não é?
_ Tecnicamente. O Per também canta.
Tudo indicava que as coisas iriam de vento em poupa para Hanna. A garota desbancou a antiga vocalista que era namorada de Per, que por sinal ninguém mais a queria por perto. Susie causava mais problema do que trazia soluções. Sempre se via como o centro do mundo por ter uma voz bonita e afinada, mas seu egoísmo a prejudicava em subir na carreira. Tudo que a banda conseguia ela dava um jeito de se livra de todos e ir sozinha, o que geralmente era uma fria. Já que os contratantes queria a banda completa e não uma cantora solo. O maior erro de Susie era achar que ela poderia ser a banda. A maior parte das brigas era causada por ela e nem sempre a banda saia beneficiada. E com a entrada de Hanna parecia que as coisas agora entrariam nos eixos. Já que não era todo dia que alguém com tato musical estaria na plateia de um pequeno bar na cidade morrendo de tédio em ficar trancado mais uma noite em um quarto de luxuoso de hotel.
Michael fica maravilhado com a voz e a presença de palco de todos ali. Bill vi os olhos do seu patrão brilhando com a apresentação. Realmente a garota era muito afinada com a voz e sua voz também se destacava das que ele tinha ouvido e mais surpresas estavam por vir. Assim que Per tomou conta do microfone o taleto dele ficou evidente tanto para misterioso cliente quanto para Hanna. A estrela dele brilhou. Era obvio que tudo que tinha acontecido com eles era uma injustiça todos tinham tanto talento quanto ela.



Keep The Radio On This Is The Perfect Song

Ela vem dançando pela califórnia
para passar o fim de semana ao sol.
ninguém teve tempo pra avisá-la
Que a "dolce vita" começou
Tudo começou em uma festa de Hollywood
Mantenha o rádio porque esta é a canção perfeita!

Woh oh oh oh
Manter o rádio ligado, esta é a canção perfeita!

Havia um monte de rostos famosos
Algumas praias bonitas, artes e sol
Um diretor estranho fez este filme (sim, ele fez)
Quando tudo foi invadido pela polícia
Então, ela correu pela porta da piscina
De Volta para a mãe dela!
Mantenha o rádio porque esta é a canção perfeita!

Woh oh oh oh
Mantenha o rádio porque esta é a canção perfeita!
Conheci-a chorar enquanto eu tenho o meu carro um pouco de gás
Ela contou esta história
Eu tinha que ter seu autógrafo.
Ela levou para a estrada,
De Volta para a mãe dela!Yaeh


Refrão final

_ Obrigado pessoal vocês foram ótimos essa noite. Agrademos a presença de todos. Boa noite ate a próxima. - Se despede Per dando fim a noite de apresentações -mas as surpresas não acabaram ai…..


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 6:38 pm

Capitulo IVEstrelas Nascem Pra Brilhar


Pouco Antes Do Show



_ Michael você está maluco? Sair assim sem ninguém pra andar na noite.
_ Por isso mesmo que você vai comigo Bill
_ Não eu me recuso a compactua com as suas loucuras. - protesta veementemente o velho segurança.
_ O que pode dar de errado?
_ O que pode dar de errado? Você tá brincando comigo é? Você tem noção de quem você? – Fala Bill alterado com as ideias de seu quase filho.
_ Claro que tenho. – Fala Michael pegando uma roupa simples na gaveta da cômoda. - não sou criminoso pra viver a minha vida trancado em um quarto de hotel só isso.
_ Então deveria saber que em se tratando de você tudo pode dar errado. – O segurando pelos ombros tentando abrir os olhos pra realidade que Michael vive.
_ Eu sei, mas eu só quero fugir um pouco da minha rotina Bill. – Michael fala se desvencilhando do amigo com lagrimas nos olhos apesar da rispidez na voz.
_ Ok, mas depois não diga que eu não te avisei. – Respirando fundo e cedendo aos loucos desejos. – Vamos logo antes que eu me arrependa.
Michael sai todo alegre pra escolher um disfarce que o descaracterize por completo, com a ajuda da Karen, sua maquiadora, ele consegue o resultado desejado. Ficou naturalmente descaracterizado sem parecer falso. Michael poucas vezes conseguia acerta o disfarce e quando conseguia abusava dele o máximo que podia e naquela noite não seria diferente. Bill e Michael descem as escadas de emergência do hotel a qual tinham se hospedado especialmente para passarem um tempo em off do mundo. Logicamente que ser uma pessoa normal pra Michael era bem mais complexo do que por um boné na cabeça e um moletom fuleiro e sair na rua. Karen sua fiel maquiadora sempre estava próximo pra ajudar seu patrão ter uma vida, digamos, normal. Assim que chegam ao carro Bill é quem assume o volante do carro.
_ Ah porque eu não posso dirigir? – Pergunta Michael se jogando no banco do passageiro emburrado.
_ Infelizmente você não é tão bom motorista quanto é cantor. – Ambos caem na risada com a realidade de Michael, a noção dele de espaço dentro de um carro era nula. Não importava o quanto ele prestasse atenção na direção, Michael sempre batia em alguém se não fosse ao parar era ao sair o que dava mais prejuízo do que benefícios por isso ele começou a usar motorista particular.
Bill dirigiu por uns quarenta minutos ate Michael avistar um pequeno bar, que aparentemente estava pouco movimentado aquela noite. No beco ao lado dava pra ver um grupo descarregando um carro com que aparentemente eram instrumentos musicais. Tudo indicava que haveria um show ali naquela noite.
_ Para Bill. – Pede fazendo sinal com a mão para que ele estacione o mais próximo possível do lugar.
_ O que foi Michael?
_ Vamos entrar aqui. – Michael aponta para o bar.
_ Michael tem certeza que quer ficar por aqui mesmo? – Diz Bill com cara de quem não aprovou a escolha.
_ Claro, aqui tem uma banda tocando quero ver o show, nada de local luxuoso, eles são sempre repetitivos – Abrindo a porta do carro e descendo – Se eu ver mais uma madame de sorrisinho falso com graça pro meu lado hoje eu juro que não respondo pelos meus atos. – Completa decidido indo em direção a porta.
_ Cara isso não vai presta e se te reconhecerem? - Tentando argumentar contra e seguindo Michael que senta em uma mesa próxima ao palco. – Você sabe o que acontece quando te reconhecem Michael.
_ Sei, sim. E só vão me reconhecer se continuar a me chamar alto pelo nome Bill. – Fala serio para o segurança que coça a cabeça desconfiado – E você sabe o que fazer, senta ai e aprecie o show que já vai começar. – Michael faz sinal a um rapaz que aparentemente era o garçom do local e pede duas bebidas leves enquanto a banda dá os primeiros acordes nos instrumentos. O show entra na terceira musica e Michael continua maravilhado com o que ouve naquele lugar.



It must have been Love Unplugged

Deve Ter Sido Amor

Deve ter sido amor...Mas agora acabou

Deixe um suspiro no meu travesseiro,
Deixe o inverno para trás.
Acordei sozinha, tudo estava quieto
Em meu quarto, e em toda a parte.

Toque-me agora, eu fecho meus olhos e fico sonhando...

Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Deve ter sido bom, mas de alguma forma eu o perdi.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Desde o momento que nos tocamos até nos separarmos.

Faça-me acreditar que estamos juntos,
Que estou amparada em seu coração
Mas por dentro e por fora, eu me tornei em água,
Como uma lágrima na sua palma da mão.

E é um difícil dia de inverno, eu fico sonhando...

Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem você.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
É onde a água flui, é onde o vento sopra.

Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Deve ter sido bom, mas de alguma forma eu o perdi.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Desde o momento que nos tocamos até nos separarmos.

Deve ter sido amor, mas agora acabou,
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem você.
Deve ter sido amor, mas agora acabou,
É onde a água flui, é onde o vento sopra.

_ Nossa que voz marcante. – Sem desviar a atenção do palco.
_ É mesmo. – Tomando um gole da bebida que pediram – Seria uma pena ela se perder aqui – Observou Bill fazendo com que Michael tivesse uma ideia no mínimo louca para conseguir ver aquela jovem de voz inebriante novamente.
_ Preciso conhecê-la – Michael se levanta e vai ate os bastidores do lugar seguido de perto por Bill que está com uma expressão nada boa no rosto. A impulsividade de seu patrão as vezes causava mais problemas do que benefícios e isso o preocupava. Mesmo assim o segue.
_ Espera Michael, o que vai dizer lá? – Largando o copo e uma gorjeta generosa para o garçom e indo atrás de Michael que estava a uma boa distancia. –Espera homem. – Berrava desesperado tentando impedir que ele fizesse alguma besteira, - porque eu não fico de boca fechada - Resmungava Bill tentando encontrar o patrão antes que algo e ruim acontecesse ali, mas que no final seriam uma boa coisa para todos. Incluindo Hanna que se surpreenderia ao descobrir de quem se tratava aquele desconhecido empolgado da noite.
Michael entra apressado nos bastidores procurando pela garota de voz doce e marcante que tanto o encantava, por pior que tenha sido suas escapadas, já poucos acabam sem uma fã enlouquecida o reconhecendo e estragando tudo Michael sabia que ali estava bem. Só essas loucuras dele que deixavam Bill de cabelo em pé. Ele tenta não chamar a atenção dos membros da banda em vão.
_ Posso ajudar senhor? – Pergunta Per intrigado com a presença dele naquele local exclusivos para as bandas.
_ Eu só vim dar-lhes os parabéns, o show foi incrível. – Fala Michael sem jeito e meio que gaguejando de nervoso.
_ Nossa ninguém nunca veio aqui antes, nos elogiar. Obrigado.
_ Eu que agradeço. – Diz Michael sorrindo – Eu trabalho com uma produtora musical e gostaria que vocês fossem fazer um teste amanhã.
_ Um teste? Está brincado?
_ Não, é serio, aqui o meu cartão. – Entregando um pedaço de papel com um nome e numero escrito com a logo marca da gravadora. Michael anota ainda o horário que é pra comparecerem e com quem devem falar. – Provavelmente não poderei está lá por conta de um compromisso, mas deixarei tudo pronto pra vocês, não vão se arrepender.
_ Isso só pode ser brincadeira cara. – Exclama um membro da banda incrédulo com o que está acontecendo.
_ Mas qual o problema? Vocês tocam divinamente bem. Não vão perder nada em comparecer. Caso não sejam aprovados não perdem nada em tentar, mas se forem vocês terão ate discos lançados nacional ou mundialmente. – Completa Bill saindo do nada pra da uma ajuda ao amigo. – Vocês só tem a ganhar fazendo esse teste amanhã.
_ Se vocês não forem, eu vou – Hanna toma o bilhete das mãos de Per que olha confuso com a situação. – Fala serio gente, é uma chance de ouro, quanto tempo vocês estão na estrada e não acontece nada parecido?
_ É a Hanna tem razão, o que aquela louca não deve ter filtrado de gente tentando nos contrata e nada. Uma vez eu a vi falando com um cara de uma gravadora pra todos nós irmos a um desse que ele nos falou e to esperando ate hoje ela nos dar o recado. – Completo o outro revoltado com a situação. – Só foi aquela maluca faltar pra essa chance aparecer .
_ Você ta brincando não é Paul? – Exclama Per - Ela fez mesmo isso com a gente?
_ É sim, tenho certeza que ela me viu na hora. Pelo pouco que pude ouvir era pra ser todos no teste, mas ela nunca passou o recado.
_ Maldita – Exclamou Per furioso
_ É Serio. Porque que você acha que ela nunca aparecia nos ensaios quando a gente marcava? Ela ia sozinha nos teste deixando a gente no vaco e dando alguma desculpa esfarrapada lá
_ Então – Completou Michael notando que o clima estava ficando tenso com algumas revelações inesperadas – Agora a chance que tanto esperavam veio direto ate vocês, não a desperdicem. Prometo que vai valer a pena. Posso contar com a presença de vocês amanhã? – fazendo uma expressão de ansiedade no rosto pela resposta.
_ Claro.
_ Maravilha – Exclamou alegre - Bom, agora eu tenho que ir, preciso deixar tudo pronto pra vocês amanhã. Parabéns pelo show mais uma vez…..


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 7:21 pm

Capitulo VConhecendo Um Rei.




Michael sai com Bill e deixa todos em choque com o que acabou de acontecer. Obvio que a urubu da antiga vocalista havia vetado varia e varias audições pra banda indo ela mesmo sozinha e voltando pra casa de mãos abanando já que os produtores queriam a banda e não uma cantora solo. Ela nunca entendeu isso e agora justamente no dia que ela falta e Hanna a substitui a sorte de todos muda. A euforia era grande por parte de todos da banda que com certeza a ultima coisa que iria conseguir fazer aquela noite era dormir. Todos prometeram guarda segredo para que a ingrata não ficasse sabendo e fosse acabar com tudo mais uma vez. Ninguém precisava discutir nada, Hanna já era o novo membro da banda. Per como sempre prestativo, leva a nova integrante para casa. Agora como explicar a simpática senhora que a sua mais nova funcionaria conseguiu uma audição em um famoso Studio da cidade? Claro que Per mais uma vez pediria a autorização. Já que o responsável por aquilo tudo era ele.
_ E então já sabe o que vai cantar na audição?
_ Não sei.
_ Toma.
_ O que é isso?
_ Uma musica nova que eu venho trabalhando há algum tempo.
_ Bela letra.
_ Encontre uma entonação pra ela que o som a gente garante.
E foi o que Hanna fez, passou boa parte da noite procurando uma entonação para a musica que iria ser essencialmente acústica. Ela se esforçou e dormiu pouco, mas estava se sentindo descansada o suficiente para dar o melhor naquela audição. As 9:00 da manhã Per chega a pequena loja com uma missão, conseguir a autorização pra Hanna ir ao teste.
_ Bom dia senhora Mônica.
_ Bom dia meu querido. Que surpresa vê-lo por aqui tão cedo.
_ Eu sei, é que eu tenho que lhe pedir um favor.
_ Qual seria esse favor?
_ Ontem a Hanna substituiu a nossa vocalista.
_ Aquela metidinha que você vive comprando flores pra ela aqui? - debocha a senhora da situação romântica do jovem.
_ Ela mesma. Ela não pode ir ao show por conta do obvio né? Enfim...
_ Hã?
_ E a gente deu sorte de um cara que é produtor de uma gravadora estar lá e quer que a gente faça um teste hoje no estúdio dele. - Explica ele a situação.
_ Que bom Per, maravilhoso, essa era a chance que vocês queriam tanto.
_ A gente tem consciência disso senhora Mônica, mas só podemos ir se for com a Hanna.
_ Mas é claro que eu deixo. E que horas é esse teste?
_ Agora pela manhã.
_ Vou chamá-la. Para que não se atrasem.
Com um pouco de dificuldade a senhora se encaminha para o quarto da moça que está em um sono relativamente profundo, assim que bate na porta a hanna se levanta de um salto e corre pra atender. A senhora a lembra do compromisso a fazendo entender que Per realmente já tinha providenciado a saída dela. Ela toma uma rápida ducha e corre junto com o jovem rapaz pra a audição, eles estavam atrasadíssimos. Mas Michael entenderia. Eles entram no estúdio com o cartão na mão informando a que veia a recepcionista que logo avisa que eles já chegaram. Assim que eles sobem são recebidos por Bill que ficou incumbido de levá-los ate a sala.
_ Desculpem o atraso meu carro enguiçou. - justifica a demorar em chegar.
_ Sem problemas rapaz, entrem. – Que faz um discreto sinal para Michael que estava escondido nos bastidores. – Esperem aqui enquanto vejo se já está tudo certo para a apresentação. Vão se aquecendo e afiando seus instrumentos, assim que der eu aviso para que comecem a tocar está bem?
_ Está bem.
_ Vamos lá pessoal, vamos nos preparar. - Ordena o jovem entusiasmado com a oportunidade de ouro que se abria a sua frente.
_ Será que vão gostar da gente?
_ Só tem um jeito da gente saber. – Disse Per serio. – Vamos afinar os nossos instrumentos e passar os acordes da musica mais uma vez. – Todos estavam tão nervosos quanto Per que dava as “ordens” e ninguém discutia apenas cumpriam tudo a risca.
Todos começaram a afinar os instrumentos e a repassar a musica que seria apresentada naquele dia. O nervosismo de todos era evidente, nenhum deles havia chegado perto do que estava pra acontecer. Essa apresentação poderia ter sido mais uma dentre muitas se o egoísmo da então ex-namorada de Per não fosse maior que o senso de companheirismo dela.
_ Bom dia a todos – Saiu uma voz do alto falante. – Um amigo meu pediu pra fazer um teste com vocês, infelizmente ele não pode vir e me pediu pra substituí-lo então tomem seus lugares e façam o que sabem não precisam ter medo, façam de conta que estão no bar que sempre se apresentam.
Aflitos eles se posicionam e começam a apresentação:




Hotblooded Unplugged


Sangue Quente

Você sabe que sou de sangue quente, querido.

Levante-se e chute todos os sistemas que estão prontos para ir.
Bem, você está pronto ou não? Hey, tenho que saber!
Querido, coloque o blues e deixe aquelas guitarras sangrarem.
Sou tudo que você procurava, Sou tudo que você precisa.

Pois eu sou de sangue quente, de sangue quente,
Eu preciso do seu carinho, Preciso do seu amor tão mal.

Relampeje todas as luzes, Eu serei uma câmera esta noite.
Eu morderei o olhar no seu rosto
Quanto eu estiver apertando você bem firme.
Yeah, irmãs de alma, temos que queimar esta velha casa.
Fique tocando aquelas baterias,
fique bombardeando aquele som,
yea yea yea yea yea

Sangue quente, sou de sangue quente,
Eu preciso do seu carinho, Preciso do seu amor tão mal.

Eu sou de sangue quente, sangue quente,
Você tem que saber disso, Preciso de um tiro de amor tão mal.

Eu fico de pé tarde onde a noite esta viva.
Sem dormir afinal eu trabalho das nove às cinco.
Isso, doçura, faça aquilo e doçura, faça isso:
Posso te chamar para casa? Posso te chamar para casa?
Posso chamar? Você pode me chamar.
Ah você pode me chamar

Oh baby, Você não acha que eu sou de sangue quente?
Sangue quente, Eu preciso do seu carinho,
Preciso do seu amor tão mal

Sangue quente, Eu sou de sangue quente.
Você tem de saber disso. Preciso de um tiro de amor tão mal.

Eu sou sangue quente, sangue quente.
Eu preciso do seu carinho. Eu preciso do seu amor tão mal

Sangue quente, Eu sou sangue quente.
Eu preciso do seu carinho. Eu preciso do seu amor tão mal

Tudo correu bem como deveria de ser. Obvio que Hanna tinha sido perfeita e que agora tudo daria certo pra todos. Os produtores tinham ficado maravilhados pelos talentos de todos da banda. Um olhar em especial estava focado em um membro da banda. Hanna.
_ Eu disse que ela era perfeita. – Sussurra Michael para o colega empresário e produtor.
_ Realmente você tem um olho clinico que me surpreende. Vou providenciar tudo esses ai já são meus. - Observa o produtor amigo de Michael. Ao voltar ele questiona o amigo sobre algumas coisas que o preocupa. - Olha Michael o som é ótimo, mas não acho necessário ter tantos guitarristas assim.
_ Olha cara, veja o lado bom. São três guitarristas se um se lesionar tem outros dois pra substituir. Pense no prejuízo se você dispensar dois e um se machucar.
Todos ficam apreensivos com o resultado da audição. Já fazia algum tempo que ninguém via os dois produtores ou ouvia. Eles estavam apreensivos do lado de fora enquanto a discussão na sala continua.
_ Não sei Michael, vai me custar mais do que eu queria pagar.
_ Faz o seguinte, feche com todos um valor por um álbum. Se eles não decolarem nas vendas e quiser renovar o contrato você tira o excedente. Qual é cara? Eu contrataria se tivesse uma gravadora própria.
_ É difícil te dizer um não né? - disse o amigo rendido pelo apelo do amigo. - vamos chamar eles aqui.
Ao final da apresentação todos ficaram quietos esperando a resposta que demorou um bom tempo pra chegar. Fazendo com que todos tivessem varias pensamentos negativos em relação a apresentação. Hanna era a única que estava confiante com o feito no estúdio.
_ Nossa por que essa demora?
_ Será que fomos tão ruins assim que eles não nos querem dizer?
_ Parem com isso, se fosse isso, eles nem nos deixariam termina a musica.
Após um longo período de espera e deles decidirem ir embora finalmente as portas se abrem. Para a surpresa deles quem aparece é nada mesmo que Michael Jackson. Impossível não se surpreender com a visão dele ali no estúdio. Afinal Michael não tinha aparecido em momento nenhum da audição. Óbvios que todos estavam curiosos pra saber do porque dele ali. Ate que ele mesmo se pós a falar.
_ Bom, acho que dispenso apresentações não é? – Risos de todos – Então vou direto ao ponto. Na noite passada eu estive no bar onde vocês tocaram e me encantei com o que vi, logo resolve ajudá-los a crescer nessa profissão um talento como o de vocês não pode passar a vida tocando apenas em bares. – Todos ouviam atentamente……..


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 8:31 pm

Capitulo VIO Inicio Do Futuro De Todos.




Michael prossegue com o comunicado deixando todos estasiados com tudo que aconteceu em menos de 24hs.
_ Pra resumir, estou os apadrinhando nessa nova jornada. Quero que tenham aulas avançadas de musica e de canto. Não que vocês sejam péssimos, se fossem não estariam aqui, mas um diamante bruto precisa ser lapidado pra mostrar o seu brilho e vocês precisam apenas aprender a usar melhor seus dons. Nesse ramo só os melhores sobrevivem e pra que continuem com as portas abertas tudo conta inclusive a atitude de vocês. Não vou iludir ninguém. As drogas são bem fáceis de conseguir e elas já destruíram varias carreiras. Fiquem longe delas e a vidas de vocês será mais perfeita possível. - aconselha o mega astro. - Só há dois exemplos a ser passado. Um bom e um ruim. A juventude precisa dos bons. Sejam bem vindos.
A felicidade de todos não poderia ser diferente. Qualquer artista que se prezasse nos dias de hoje se sentiria honrado em ter Michael como padrinho e com a banda não poderia ser diferente. Assim que todos assinaram o contrato, os trabalhos começaram. Aulas de musica e canto foram feita como Michael havia pedido. Estudo mais aprofundado na área para ajudar nas musicas. Michael estava apenas lapidando um diamante como ele mesmo gostava de dizer. E as aulas estavam dando resultados bons.
_ Nossa Hanna você está ficando muito boa. - Elegia ele ao entrar em uma das aulas dos rapazes.
_ Obrigada. Isso tudo é graças a sua ajuda. - Responde ela lisonjeada com o elogio.
_ Estava pensando se você poderia jantar comigo hoje? - Convida ele.
_ Ah Michael me desculpe não posso. A senhora Mônica está doente e eu preciso voltar cedo pra casa. - gentilmente recusa o convite. - E o Per vai me ajudar a cuidar dela hoje.
_ Oh. Que pena, melhoras para ela. Uma próxima vez quem sabe.
Hanna foi pra casa o mais depressa que pode, a cada dia que passava a senhora Mônica ficava mais fraca em sua saúde. Dona Mônica era muito boa e generosa. Dedicou a vida para ajudar as pessoas mais necessitadas, com Hanna não era diferente. A idosa não tinha filhos e nem família, vivia da loja de flores. Com a chegada de Hanna teve que deixar a loja para sua nova protegida sem que a garota soubesse, sabia que não viveria muito tempo e Hanna era a melhor escolha para que seus bens não ficassem para o governo. Naquela noite Per fez companhia a Hanna no hospital.
Era obvio que essa proximidade deles seria mais profunda que o normal, dona Mônica sabia disso ao olhar para Per. Michael recebe a noticia através de Per do ocorrido após tentar contato sem sucesso com Hanna para combinar uma passagem de som, sem escolha ele acaba ligando para ele que lhe da a noticia.
_ Aconteceu alguma coisa com ela?
_ Não, foi a senhora que ela cuida que está doente. A Hanna está bem. - explica o jovem. - Estamos no hospital depois que ela passou mal.
_ Me da o endereço que eu vou pra ai agora. - pede o padrinho preocupado com a situação.
_ Não precisa se incomodar Michael.
_ Não é incomodo não, se eu puder ajudar em algo ficarei feliz em fazê-lo. – Exclamou Michael com uma expressão preocupada na voz.
Sem muita escolha ele dá o endereço do hospital onde estão. Michael está visivelmente mexido com Hanna e não quer perder a chance de ficar com ela em nenhum momento. Ele se veste rápido e pede para o seu segurança preparar o carro tinha uma emergência pra resolver.
_ Qual é Michael vai sair essa hora? – Indaga Bill sob protesto veemente do segurança.
_ Sim, a mãe dela está doente e com certeza vai precisar de ajuda com remédios e eu quero ajudar. – Falava Michael impaciente com a demora do amigo para aprontar tudo.
_ Você pode ir amanhã. – Tentava convencer o amigo do contrario sem sucesso.
_ Se quiser ficar Bill, fica. Eu vou. - responde o astro agoniado com a situação.
_ Teimoso você – Sem muita escolha Bill vai com Michael ao hospital e chega em uma hora um tanto quanto difícil para Hanna. Dona Mônica acabará de morrer.
Não precisava ser nenhum gênio para perceber o que acabará de acontecer ali. O pranto de Hanna era muito evidente. Per tentava consolá-la sem muito sucesso. Michael se a aproxima e da um forte abraço nela tentando acalmá-la.
_ Você não está sozinha Hanna. Estaremos aqui por você.
Com a morte da Dona Mônica, Hanna se viu sozinha em Nova Iorque e somente Per e Michael poderia lhe acolher nesse momento tão difícil que enfrentará. O funeral foi todo organizado e financiado por Michael. Como a bondosa senhora não possuía filhos ou família Hanna herdou a floricultura, que veio permanecer fechada por duas semanas enquanto Hanna se recuperava da perda. Dona Mônica foi a única que estendeu a mão para Hanna assim que ela chegou, foi a primeira pessoa que ela conheceu e fez amizade. Fora a luz no fim do túnel que a jovem precisava para que Hanna entrasse pela porta que se abriu diante de seus olhos. O sonho de Cantar com seu ídolo estava cada vez mais próximo graça a ajuda dela. Michael ficou a disposição da jovem pelo tempo que fosse necessário e Bill percebeu que algo estava acontecendo.
_ Hanna e agora? O que pretende fazer?
_ Eu pretendo seguir em frente, não vou deixar isso me abalar. Cantar é o meu sonho.
_ Pegue meu numero – Entregando o papel anotado – É o meu telefone pessoal, precisar de mim pode me ligar a qualquer hora se eu não te atender de primeira te retorno assim que ver seu numero no visor.
_ Obrigado Michael. Você é muito gentil.
_ Sou seu padrinho. É minha função te ajudar – sorrindo para a jovem. – Agora preciso ir, eu tenho um compromisso inadiável amanhã. Qualquer coisa estou a disposição. – Michael beija a testa de Hanna e segue pra casa com o seu segurança e segundo pai Bill para casa. Obvio que Bill havia notado a disputa não declarada pelo coração da garota por Michael e Per.
_ Está disputando com o rapaz a Hanna Michael? - Pergunta Bill as gargalhadas, mas sem deixar de transparecer o tom de seriedade do assunto.
_ Deixa de Besteira Bill. Não está acontecendo nada, ela só minha amiga. – Rebate Michael jogado no banco de trás da SUV cobrindo os olhos pra tentar dormir um pouco. Pelo menos era que ele queria parecer.
_ Ela está no meio de uma disputa de macho alfa, não me atrevo a me intrometer nisso. – Observou Bill enquanto dirigia.
_ Macho Alfa? Está maluco? Não somos animais.
_ Mas estão agindo como um.
_ Bill?!
_ Qual é Michael? Você ainda não percebeu, mas está começando a gostar dela, e é por isso que a ajudou e está ajudando a sair daquele bar em que a encontramos. – Michael suspirou no banco do carro e pôs o federa sobre os olhos cruzando os braços em volta do tronco em sinal que não estava aberto a discutir aquele assunto – Só te digo uma coisa Michael, ela vai te fazer sofrer. - Advertiu o velho segurança que via o patrão desde pequeno crescer e se tornar o homem que era hoje e já viu as decepções que ele tinha com as mulher, obvio que ele viu algo entre os dois membro da banda que sabia que quem iria sobrar na parada era Michael.
O silencio do patrão deu a certeza de que Bill precisava. Michael estava mesmo gostando dela. A duvida que vinha a mente do velho segurança era em quem que Hanna estava de fato interessada. Se em Michael ou em Per. De certo era que um deles levaria o grande premio, a questão era o tempo estava a favor de quem. O astro apesar de ainda ser jovem tinha quase 12 anos a mais que Hanna. Uma diferença de idade a ser considerada, porém Per era da mesma faixa etária. Não possuía poses como Michael, mas era bem humorado e batalhador. Per sempre lutou pelos seus sonhos escrevia e também sabia compor suas próprias canções, era questão de tempo para ele ser um profissional reconhecido. Mas o rapaz tinha uma vantagem que Michael não possuía. Morar com Hanna. Agora, depois que dona Monica morreu, ele não estava mais morando nas ruas dormindo dentro do carro para economizar o dinheiro curto que recebia das apresentações do bar. À convite de Hanna Per passou a dividir as despesas e ainda faziam companhia um para o outro. Essa novidade Michael iria descobrir tarde de mais pra desistir. Parecia que Bill sabia mais da vida de Hanna do que o próprio Michael pensava em saber. De fato, tudo que envolvesse seu filho postiço, era como Bill chamava o patrão lhe interessava e buscava ver o lado bom das coisas para não velo sofrer, mas algumas vezes não bastam avisar tem que deixar acontecer, mesmo que isso ferisse mais a Bill do que a Michael.
Michael ajudou a pagar as despesas do funeral e bem como a contratar alguém para cuidar da floricultura enquanto Hanna fazia as aulas para o lançamento do primeiro disco deles. O casal passou a se ver com frequência absurda não só pelo trabalho, mas também havia ido morar com a garota nos fundos da loja. A nova funcionaria da floricultura tinha passado a informação para Bill. Tudo que ele queria era que Michael não inventasse de ir na casa de Hanna para não saber por ele mesmo o que estava se passando na ausência dele.
_ Vai sair Michael?
_ Vou sim, vou ver a Hanna.
_ Você avisou ela que ia?
_ Avisou ela que ia? - pergunta desconfiado de que algo não ia dar muito certo naquela impulsividade do seu jovem patrão.
_ Não. Quero fazer surpresa pra ela.
_ E se ela não estiver em casa Michael?
_ Porque a implicância Bill? - indaga impaciente – Está sabendo de algo que eu não sei? - com cara de serio para o velho segurança que só quer o bem dele.
_ Não. Só acho que ir sem avisar pode não ser muito bom. Não quero que você de a viagem perdida.
_ Se ela não estiver a gente volta. Ponto. Podemos ir agora? - Pede Michael já de saco cheio com as oposições de Bill.
Ignorando tudo que Bill disse, Michael segue para a casa de Hanna por sua conta e risco, após o seu compromisso o astro trocou a roupa e foi para ver como a garota estava. Mesmo contrariado o velho segurança levou o patrão onde desejava ir. Parecia que ele já sabia o que estava adivinhando o que vinha pela frente. Michael durante o trajeto tenta varias vezes ligar para Hanna, mas o numero da garota só faz chamar e ninguém atendia. Aumentando assim a ansiedade de Michael que pensava que ela poderia esta correndo algum risco de vida. Assim que o carro para Michael segue em direção a porta de Hanna o mais rápido possível e bate. Bill observa a cena de longe. A casa estava muito silenciosa e pareciam que estavam dormindo ou não tinha ninguém em casa. Bill tenta insistir com ele para evitar o estrago que estava por vir e a presença dele não chamasse a atenção dos vizinhos.
_ Michael vamos. Eles devem ter ido jantar fora – pede o segurança ternamente para não irritar o chefe.
Bill é ignorado com sucesso por Michael que prestava atenção na movimentação interna da casa. Agora era o que Deus quisesse o tudo que o segurança podia fazer pra evitar o pior ele fez……...


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 9:08 pm

Capitulo VIIDescobertas





A garota demora muito a atender. Bill tenta pela última vez sem sucesso tirar Michael dali. Em vão. Ele estava quase desistindo quando Per abre a porta completamente descabelado e seminu. O sorriso do rapaz morrer ao ver quem era seu inesperado visitante. Hanna estava atrás dele com uma expressão tão surpresa quanto em trajes menores. Ao ver a cena era obvio que Hanna estava bem e que ele estava atrapalhando algo que estava acontecendo ali. Um silencio pesado se forma ali.
_ Desculpem-me incomodar – Michael falou encabulado – Eu... Só queria saber como você estava.
_ Michael – Sorriso amarelo – Não sabíamos que vinha.
_ Eu tentei ligar mais cedo – Justifica – Mas seu telefone só dá na caixa postando – Mostrando a ultima ligação ainda em curso para o numero identificado com o nome dela. – Já deu pra perceber que você bem, só vim avisar que amanhã tem gravação do álbum às 8 horas da manhã. Tenham uma boa noite. - ele se vira pra disfarça a decepção estampada na sua face.
Michael desliga o celular, o guarda no bolso e sai de volta ao carro cabisbaixo com as mãos nos bolsos. Ele tinha que dá o braço a torcer. Bill sabia e estava certo e sabia de mais. Não deveria ter ido lá. Bill nada disse o caminho inteiro de volta, o silencio no banco de traz do carro já falava por si só. Apenas um pensamento veio na mente do velho segurança. “Ora Michael por que não admite que esteja gostando dela seria mais fácil.”o que Michael não sabia era que Bill tinha ouvido Per e Hanna conversando sobre morarem juntos enquanto Michael fechava a conta do hospital e acertava o funeral de dona Mônica. Estava obvio que algo a mais estava acontecendo entre eles. O velho segurança não quis se intrometer onde não era chamado e ate então não pensava que o que Michael sentia por Hanna era mais que uma simples amizade.
_ Já chegamos senhor – Informou Bill vendo o patrão extremamente calado no banco de trás. Ele não queria dizer nada, mas no fundo sabia que não iria dar certo o que seu filho postiço estava tentando fazer. Michael não disse nada apenas desceu do carro como um furacão, passando pela sala sem nem olhar na cara de quem estivesse a sua frente. Estava obvio que algo estava errado, não tinha como não notar. Todos perceberam que a noite não tinha acabado bem.
_ O que aconteceu com o patrão? – Perguntou uma jovem empregada que havia começado a trabalhar a pouco tempo na casa e quase foi atropelada por ele no trajeto..
_ Se envolveu com a pessoa errada, só isso. Volte a trabalhar. - Explica Bill se voltando ao carro para fechá-lo.
Michael entrou no quarto batendo a porta fortemente por trás de si se jogando imediatamente na cama e chorando como toda a força que lhe tinha no corpo. Ninguém se atreveu a inferir na vida pessoal do patrão. Naquele dia ele dormiu a noite inteira e mais um dia de tão destroçado por dentro que ele se sentia. De vez em quando Bill ia ate o quarto para verificar se realmente estava tudo bem, de um modo bem Michael Jackson de ser estava bem. Obviamente Michael canalizou toda a sua dor para compor. Boa parte de suas musicas ele deixou guardada em anotações, obviamente ele só queria desabafar e nenhuma ou quase nenhuma viraria musica de álbum. Per por sua vez não iria deixar de fazer o mesmo em relação a Hanna. Nem Hanna nem Per desconfiaram do real motivo da vinda de Michael obviamente.




Michael Jackson - I Am A Loser


Eu sou o Perdedor

Você riu de mim, você me fez chorar
Você fez uma piada, então perguntou porque
(Eu sou um perdedor) (eu sou um perdedor)
Eu digo, "Olá", você diz, "Adeus"
Eu chegar para você, você nem tenta
(Eu sou um perdedor) (eu sou um perdedor)

Se perder você me faz feliz
Então porque é que me faz chorar
Perder você faz de você uma vencedora
Então como é que o nosso amor nunca morre

Eu nasci para perder, você sabe que é verdade
E aqui estou, eu estou perdendo você
(Eu sou um perdedor) (eu sou um perdedor)
Você é a única que me deixa saber
Você precisou de mim, agora eu tenho que ir
(Eu sou um perdedor), certo (eu sou um perdedor)

Se perder você me faz feliz
Então porque é que me faz chorar
Perder você faz de você uma vencedora
Então como é que o nosso amor nunca morre (nunca morre)

Eu sou um idiota, você sabe que é verdade
Eu acreditei em você, agora você nem tenta
(Eu sou um perdedor), certo (eu sou um perdedor)
Que tipo de homem insensato eu sou
Você quebra meu coração, eu me pergunto porque
(Eu sou um perdedor), certo (eu sou um perdedor)

(Eu sou um perdedor) bem
(Eu sou um perdedor) bem
(Eu sou um perdedor) baby
(Eu sou um perdedor) bem
(Eu sou um perdedor) baby
(Eu sou um perdedor) bem
(Eu sou um perdedor)

(Eu sou um perdedor) tudo bem, tudo bem
(Eu sou um perdedor) de uma vez, tudo bem
(Eu sou um perdedor) deixe-me ganhar uma vez, tudo bem
(Eu sou um perdedor) eu tenho que ganhar, tenho que ganhar, eu não posso perder
Não fale sobre isso uma vez, por favor
(Eu sou um perdedor) de joelhos implorando, de joelhos implorando
(Eu sou um perdedor) ooo-ooo, tudo bem

(Eu sou um perdedor) hee hee
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor, baby
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor, baby
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor, uh
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor, baby
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor, baby
(Eu sou um perdedor) eu sou um perdedor

(Eu sou um perdedor) deixe-me ganhar uma vez, deixe-me ganhar uma vez
(Eu sou um perdedor) tudo bem, hee
(Eu sou um perdedor)

(Eu sou um perdedor)
Adeus para você, adeus a ti
(Eu sou um perdedor)
Adeus para você, olá mundo
(Eu sou um perdedor)
Talvez amanhã, talvez hoje
Quem sabe quem vai ganhar
(Eu sou um perdedor)


Hanna e Per ficaram contentes com a novidade da gravação do álbum, mas a garota ficou preocupada com o que Michael viu. Estava claro que o clima que rolava antes do astro chegar tinha ido pro ralo.
_ Será que ele percebeu alguma coisa?
_ Hanna acho que ele não é tão idiota assim pra não ter percebido. Tanto que ele foi embora sem entrar.
_ Espero que não atrapalhe nosso trabalho.
_ Hanna não tinha nada no contrato que nós não poderíamos nos envolver e também não tinha nada dizendo que ele era seu dono. Então relaxa. - Diz Per com certeza que nada iria mudar. Só o tempo poderia dizer ao certo se as coisas seriam iguais ou não.
Para esquecer os fatos da noite anterior Michael começou a se jogar de cabeça no trabalho. Sua inspiração estava a toda e as musicas românticas eram escritas aos montes por ele. Bem como musicas que remetiam a dor da traição e do abandono. Os dias para ele eram cheios de gravações, viagens apresentações tudo que pudesse mantê-lo afastado da sua pupila ele fazia. Seu novo álbum fez tando sucesso quanto os da Banda.
Como Michael previa o primeiro álbum deles foi um sucesso, milhões de copias foram vendidas e as musicas eram todas tocadas a exaustão nas rádios. Fazendo assim com que a agenda dos três quase nunca batesse, não que Michael quisesse se encontrar com os dois, pois sempre um estava mais ocupado que o outro. E não eram poucas as vezes que isso acontecia e Michael mesmo de longe se encantava com o profissionalismo de Hanna. Eram raros os momentos que eles se encontravam nos eventos da indústria musical. E por mais que Michael fugisse da presença deles nos eventos sempre dando um jeito de escapar. Dessa vez não foi possível
_ Michael? – Astro ouve uma voz conhecida chamando-o. Ele sabia bem quem era mais queria que apenas fosse fruto de sua imaginação – Michael? - chama novamente.
_ De onde vem essa voz? – questiona correndo os olhos na multidão. Ate que ele reconhece a dona acenando para ele em um canto da sala.
_ Aqui – Diz uma mão se mexendo no meio da multidão.
_ Hanna – Diz fazendo um largo sorriso surgir ao ver a jovem aprendiza. – Que bom te ver por aqui. Não sabia que estava na cidade. - Mente, ele sabia só não queria vela novamente depois do desastre daquela noite.
_ Pois é, nunca mais a gente se encontrou depois daquele dia, parece ate que está evitando a gente.
_ Não, não foi por causa daquela noite. - justifica – Minha agenda é muito conturbada, faz tempo que queria ver vocês, mas as nossas agendas nunca batem.
_ Preciso falar com você se importa se for pra outro lugar?…….


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Maio 21, 2016 11:20 pm

Capitulo VIIITentativas






Michael sentiu seu coração disparar, pois pressentiu algo que estava por vir ele não tinha como negar que o sentimento que tinha por Hanna só fazia aumentar com o passar do tempo. Bill assistia a tudo de longe.
_ Claro que podemos sim, tem algum lugar de preferencia?
_ Não, não tenho.
Ambos seguiram para um local reservado enquanto conversavam. Per sabia que Hanna queria a tempos conversar com o seu padrinho famoso, mas parecia que ele estava evitando o grupo desde o que aconteceu na porta da floricultura.





Aquarela Na Chuva


Passando por gestos, Acabando.
Em nenhum lugar
Não consigo ver o sol na minha parede



_ Faz muito tempo que está na cidade?
_ Pois é, cheguei pouco tempo ainda não almocei acredita?
_ Já são 22hs moça tem que comer
_ Eu sei
_ Janta comigo então? – Convida ele – Eu pago.
_ Vamos, porque não.




Passando por emoções, Acabando.
Em uma manhã congelada
Com um coração nem mesmo partido



_ E esse anel? – Puxando a mão dela pra ver melhor
_ Eu me casei
_ Como? Com quem? – Pergunta surpreso, tentando disfarçar a lagrima.
_ Pensei que já soubesse?
_ Não me falaram nada. Eu não vejo TV e não leio jornais. – Responde Michael tentando olhar para algum lugar.




Parece que estive fugindo
Toda minha vida, Toda minha vida.



_ Eu devia ter te contado antes. – Explica Hanna sem jeito.
_ Quem é ele?
_ Per.
_ Não sei porque estou surpreso. Já era esperado, não é?
_ Parece que estive fugindo de alguma coisa. O que é? - questiona ela desconfiada da atitude dele.
_ Não sei. Espero que seja feliz com ele.
_ Obrigado Michael.




Toda minha vida, Toda minha vida
Toda minha vida, Como aquarela na chuva



Encontrar um lugar pra ficar
Conseguir um emprego
Numa cidade próxima
E ver os trens Passarem


Eles chegam ao restaurante e se acomodam em uma mesa mais reservada possível. O casamento com o Per tinha sido feito em pouco tempo. Ninguém sabia ainda. Eles fazem o pedido e começam a comer em meio a um silencio constrangedor entre eles.
_ E o seu álbum como está? – Pergunta Hanna curiosa e louca pra quebrar o gelo daquela situação.
_ Está vendendo bem, espero que me renda mais alguns prêmios
_ Vai sair em turnê?
_ Eu quero, mas não sei. Vai depender se vou ter patrocínio.
_ E como isso funciona?
_ tudo que você consegue com o patrocínio fica uma parte pra você e outra é do patrocinador. É mais rentável que o contrato com a gravadora, além de promover o seu trabalho. Só tem um problema.
_ Qual?
_ É muito cansativo. Muitas cidades e pouca noite de sono, mas vale a pena o contato com o publico. Lembre-se de uma coisa Hanna. Trate bem seus fãs, dê atenção a eles. Sem ele o seu trabalho não existe, não rende. Sem publico seus álbuns não vendem e não recebe o dinheiro, sem lucro a gravadora não tem interesse em você e logo fica sem trabalho.
_ Entende.



Eu encontrarei a estrela cadente
Eu me apaixonarei
Pelos olhos de um sonhador
E por um sonho que valha acreditar



_ E você Michael? Pretende casar algum dia? - A pergunta pega o astro de surpresa.
_ Atualmente estou casado com o meu trabalho. - Responde seco sem muita expressão em seu rosto fazendo Hanna ter certeza de suas suspeitas.
_ Ah…. Um dia você vai encontrar alguém que te ame. - Deseja ela de coração.
_ Existe alguém interessada em mim, mas ela não combina comigo. Meu mundo é totalmente diferente ao dela.



Parece que estive fugindo
Toda a minha vida, Toda a minha vida

Parece que estive fugindo
Toda a minha vida, Toda a minha vida
Toda a minha vida, Como aquarela na chuva



Hanna percebe que deve um pedido formal de desculpas a Michael. Nunca foi a intenção dela de magoá-lo. Ela não tinha ideia dos sentimentos do seu padrinho por isso ela queria conversar.
_ Michael eu queria pedir desculpas….
_ Pelo o que? Não se preocupe com isso. Não defini em contrato que você deveria ter algo comigo pra lançar o CD. Não sou desses. Você conseguiram por seus próprios méritos, fui só a ponte pra isso.
_ Não queria que descobrisse desse jeito.
_ Eu que não percebi isso antes. Não se culpe por isso. Melhor eu te levar de volta seu marido deve está preocupado.
Michael paga a conta e deixa Hanna no local do evento onde a encontrou. Per já havia ligado para a esposa e estava esperando-a lá. A conversa não foi menos difícil para o mega astro já que tudo que ele sempre quis estava em outras mãos, mas ele sabia esperar. E escrever as melhores canções de amor…




Garota Linda


Estou apaixonado por uma garota linda
Estou apaixonado por uma garota linda
É quase como dançar e romance
Estar em seus braços É apenas parte disso
Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)

Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)
Estou apaixonado por uma garota linda
Estou apaixonado por uma garota linda
É quase como dançar e romance
Estar em seus braços É apenas parte disso
Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Ela nunca vai saber la da da dum
Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)

(Interlude)

É quase como dançar e romance
Estar em seus braços É apenas parte disso
Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Ela nunca imaginou la da da dum
Durante todo este tempo le da da dum
Você não consegue ver que estou apaixonado
(apaixonado)

Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Você não consegue ver que estou apaixonado
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado(apaixonado)

Você não consegue ver que estou apaixonado
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou apaixonado (apaixonado)
Estou (apaixonado)…..






Última edição por Mimijak em Seg Maio 23, 2016 12:59 am, editado 1 vez(es)
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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Dom Maio 22, 2016 12:29 am

Capitulo IXCaminhos Cruzados




O segundo álbum estava vindo e o tempo da dupla estava cada vez mais escasso e apaixonados. Como Michael havia dito, nada havia mudado. Os trabalhos aumentaram e a distancia entre os três também. Hanna em pouco tem ficou gravida de Per, o que já era esperado sendo os dois casados. Os fãs comemoraram a novidade, enquanto Michael subia ao altar com uma pessoa que ele não queria. Já que Tara uma garota que Michael teve um relacionamento passageiro afirmou que estava gravida dele e ao saber da novidade preferiu assumir a responsabilidade. A vida para ambos os lados estava correndo bem.
O tempo passa e Michael começa perceber a realidade que o cercava. A barriga de sua esposa não crescia e ela também não o deixava tocá-la. Sempre inventava uma desculpa que estava indisposta e enjoada. Desde que ela comunicou a gravidez Michael tomou providencias para evitar ser engando. Uma delas era que Tara receberia uma mesada com um determinado valor assim que o bebe nascesse. Mas já havia passado três meses do casamento e nada dos exames confirmando a gravidez ou consultas medicas havia sido marcadas.
_ Algum problema filho? - pergunta Bill a Michael ao adentrar no estúdio e vê o astro com as mãos cruzadas no queixo apoiado na mesa de som sentado na cadeira.
_ Novidades pra mim Bill?
_ Nenhuma. Porque? Desconfiado?
_ Não é pra estar? Aquela mulher não me deixa tocá-la. E não tem nenhum sintoma de gravidez.
_ Ela nunca foi a um medico desde que se casou. O que pretende fazer?
_ Me livrar disso o que mais?
Michael se dirige pra casa e ao chegar em casa vê a sua “esposa” largada no sofá sem fazer nada. Ele olha serio para ela e ordena:
_ Se troca.
_ Pra que?
_ Vamos para uma consulta.
_ Você está doente?
_ Não é pra mim. É pra você. Quero saber como está o meu filho, já que você não me diz nada.
Tara fica sem reação ao perceber o que viria por acontecer. Michael desconfiava dela e não deixaria barato qualquer coisa.
_ Eu não quero ir, não estou bem.
_ Você vai, se não está bem então ele vai passar um remédio pra te deixar melhor.
Não adiantava ela espernear ou fazer qualquer coisa para não ir ele a levaria de qualquer jeito. Tara chega ao consultório praticamente arrastada por Michael, ela protestava em vão o astro não dava-lhe ouvidos. O medico os recebem em segredo da impressa. Assim que eles entram uma serie de exames começa enquanto a estrela aguarda na sala de espera. Se passam mais de duas horas e o medico aparece com Tara tentado dissuadi-lo.
_ Senhor Jackson todos os exames estão prontos e ela não está gravida. - a noticia não surpreende – nunca esteve gravida.
_ Obrigado pela informação. Agora eu tenho que conversar com ela em particular. - ele faz sinal para que ela o siga, ambo dentro do carro permanecessem calados. Era evidente que Michael não estava contente por ter sido engano e as coisas iria piorar muito a partir dali. Assim que entram dentro da casa a briga começa:
_ Explique-se – ordena Michael com a mão na cintura olhando serio pra Tara que faz cara de desentendida.
_ Explicar o que?
_ O jogo acabou Tara. Você não vai ficar mais na MINHA casa e na MINHA vida. Pegue suas coisas e suma daqui, agora.
_ Não vou sair.
_ Você vai sair sim.
Michael abre a porta do escritório. De lá saem dois policias e seus advogados, a garota fica sem entender nada do que se passava ali.
_ Desde que você veio com essa historia de que estava gravida de mim após aquela noite no Night Club que meus advogados estão de olho em você. Os exames que fizemos hoje, já estão nas mãos deles. E como o seu passado de dar golpes em gente rica não é de hoje e você nunca foi pega.
_ Desgraçado
_ Não me agradeça. Podem levá-la.
Tara saiu algemada da casa de Michael isso foi um escândalo que saiu em todos os jornais. O divorcio saiu rápido. Michael estava mais atento as pessoas que circulavam a sua volta e não deixava que ninguém se aproximasse dele tão fácil. Mesmo assim era vitima de algumas acusações infundadas. Enquanto Michael passava por um turbilhão de problemas. Hanna passava por um turbilhão de alegrias com a chegada de sua primeira filha. Por conta do parto complicado a turnê foi suspensa para que ela pudesse se recuperar.
_ já sabe quanto tempo vai ficar afastada? – Pergunta o empresario a Hanna.
_ O medico quer que eu fique três meses em casa em repouso. Devido as complicações ele não quer que eu viaje antes de me recuperar completamente.
_ Tá certo, pelo que estou vendo essa turnê já era.
_ Mas nada que um novo álbum não compense.
_ Álbum novo?
_ O Per não falou nada?
O cara saiu todo empolgado para saber mais novidades do álbum novo. Hanna permanece deita cuidando de sua cria enquanto o resto da família vinha visitá-la e conhecer o mais novo membro da família e também o pai da criança. A mãe de Hanna achou melhor ficar para ajudar com a filha e da neta mesmo sob protesto do casal. Depois que tudo se acalma na vida de Michael ele vai fazer uma visita a sua pupila. Para a surpresa da mãe de Hanna.
_ Michael quanto tempo? - cumprimenta Per empolgado com a presença do padrinho.
_ Como você está?
_ Estamos bem graças a Deus.
_ Gostei da casa.
_ Obrigado
_ E Hanna?
_ Está de repouso, já deve saber das noticias não é?
_ Sim por isso estou aqui. Isso é para o bebe – Entregando um presente para ele.
_ Obrigado. Vem vou te levar pra conhece a minha filha. - Per e Michael sobem a escada rápido enquanto ele assiste seu pupilo falar do quanto é bom ser pai e da fragilidade do bebe. O sonho de Michael era de ser pai, mas estava complicado depois de ter três casamentos frustrados e nada de filhos. O que de certo modo era bom, já que não teria que sofrer pra ter a guarda dos seus filhos. Assim que eles chegam se deparam com a cena que Michael considera a mais linda que ele já viu na sua vida. Hanna estava amamentando a pequena Sara. A visita foi rápida Michael não quis atrapalhar a rotina da família. Como ele estava na cidade obviamente não poderia deixar de visitá-los. Michael sai com o coração um pouco mais leve sabendo que ela está feliz. Sua vida e solidão estavam tomando um caminho difícil e as coisas só iria piorar dali em diante. Noticia da teve noticias nada boas para ele.



Michael Jackson - Stranger In Moscow

Estranho Em Moscou

Eu andava na chuva
Máscara da vida, sentimento insano
Queda súbita e repentina da graça
Dias ensolarados parecem distantes
A sombra do Kremilin inferiorizando-me
O túmulo de Stalin não me deixa em paz
Dentro e dentro e dentro isto chega
Quero que a chuva apenas deixe-me em paz

Como se sente (Como se sente)
Como se sente, Como se sente
Quando você é sozinho E frio por dentro

Aqui abandonado na minha fama
Armagedom da mente
A KGB esteve interrogando-me
Pegue meu nome e me deixe apenas estar
Quando um garoto mendigo chamou meu nome
Dias alegres amenizarão a dor
Dentro e dentro e dentro isto chega
Na chuva, e de novo, e de novo
Pegue meu nome e me deixe apenas estar

Como se sente (Como se sente)
Como se sente, Como se sente
(Como se sente), Como se sente
(Como se sente agora), Como se sente
Como se sente
Quando você é sozinho E frio por dentro

refrão de novo

Como um estranho em Moscou
(Senhor tenha misericórdia)
Como um estranho em Moscou
(Senhor tenha misericórdia)
Estamos conversando sob perigo
Estamos conversando sob perigo garota
Como um estranho em Moscou
Estamos conversando sob perigo
Estamos conversando sob perigo garota
Como um estranho em Moscou
Eu estou vivendo solitário
Eu estou vivendo solitário, garota
Um estranho em Moscou

Interrogatório da KGB)
Por que você veio do Leste? Confesse!
Para roubar as grandes realizações dos povos,
As realizações dos trabalhadores…"



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Dom Maio 22, 2016 1:29 am

Capitulo XConsequências








Hanna assistiu a tudo pela TV o que se passava na vida de seu mentor. A falta de tempo com a família e com a carreira fizeram com que o trio se afastasse. Era 93 e tudo na vida de Michael parecia que não tinha mais fim. Com medo de ser mais humilhado do que já estava sendo ele fecha um acordo a contra vontade. Mas o estrago estava feito. O astro já tinha adquirido alguns problemas.
_ E a sua insonia Michael como está? - Pergunta Liz preocupada pelo amigo.
_ Está indo.
_ Já procurou um medico pra tratar isso Michael?
_ Não é preciso, acho dormir desnecessário.
_ Não me engane. Todo mundo precisa de umas horas de sono ou o cérebro entra em colapso.





Roxette Anyone official video


Qualquer Um

Qualquer um que tenha um amor próximo a este
Sabe o que estou dizendo
Qualquer um que deseje que um sonho se realize
Sabe como estou me sentindo
Tudo que consigo pensar
É em você e eu fazendo as coisas
Que desejo fazer


_ Liz por favor.
_ Michael não adianta me enganar. Sei que você está sofrendo. Não sofra pelas pessoas que te fazem mal. Elas não merecem.
Ele olha para a amiga com uma tristeza ainda maior no olhos. Michael não sofre por pessoas que tentam acabar com ele e sim por uma mulher. O astro nunca teve sorte no amor e a única pessoa a qual pensou que poderia correspondê-lo se casou com outro.


Tudo que imagino
É o paraíso na terra
Eu sei que é você
Qualquer um que algum dia tenha beijado na chuva
Sabe o significado total
Qualquer um que algum dia tenha ficado na luz
Não precisa de nenhuma explicação

Não ligo para as pessoas que me prejudicam.
_ Já vi que sofre por mulher não é?
O silencio dele já respondeu a pergunta dela.
_ Meu amor, se ela for sua mesmo Deus vai lhe dar.
_ Queria ter filhos, mas não sei como depois de tudo isso. - Fala ele deixando uma lagrima escorrer em sua face.
_ Ouça, vou ver o que pode ser feito em relação a isso, mas quero que se trate. Não quero que deixe filhos pelo mundo sem pai. Certo?
_ Certo – esboçando um leve sorriso.
_ Prometa me que vai se cuidar?
_ Eu prometo. - com essa promessa Liz põe Michael na cama que finalmente adorme, ela entra em contato com uns amigos que lhe dão algumas sugestões que seria a salvação dele.



Porém, tudo - mais ou menos
Se mostra tão sem sentido
Triste e frio
Andando sozinho
Pelo trânsito da tarde
Eu sinto tanto sua falta


Os dias se passam e a medicação faz algum efeito, Michael consegue recuperar o seu sono. Porem as dores físicas aumentaram muito. O lúpus de Michael estava implacável.
_ Como está Michael? - Pergunta o medico – Onde é que doí?
_ É mais fácil me pergunta onde é que não doí – fala ele com dificuldade puxando o ar dos pulmões.
_ Tem tomado alguma medicação?
_Sempre tomei essa. - Aponta pra uma cartela de comprimidos na bancada ao lado da cama. - mas não tá resolvendo nada.
_ Vou trocar a medicação. Pra amenizar sua dor vou aplicar o mesmo que vou te passar, mande comprar o mais rápido possível e não deixe nunca de usar.



Qualquer um que algum dia sentiu-se como eu
Qualquer um que não estava preparado para cair
Qualquer um que amou como eu
Sabe que isso nunca acontece realmente
Está terminado quando está terminado
O que posso fazer a respeito disso
Agora que terminou?


Sabendo dos problemas de Michael Liz resolveu esperar um pouco para dar a noticia. Ela havia conseguido uma amiga que poderia ajudar com a vontade de ser pai de Michael, mas ate ele está perfeitamente saudável ela iria guarda para ela a surpresa que obviamente.
_ Michael eu tenho uma coisa pra te dizer que você vai amar, mas vai precisar está 100% pra receber a novidade.
_ O que é?
_ Melhore que eu digo no tempo certo.



Tudo - mais ou menos
Está parecendo tão sem sentido
E desbota-se em cinza
Permanecendo acordado num oceano de lágrimas
Eu flutuo para longe


Enquanto Michael lutava pra conseguir volta a plena forma. Hanna sofria pra conseguir conciliar a vida de casa com a profissão e o marido.
_ Hanna está atrasada de novo – reclama Per da situação que está se tornando mais que uma falha e sim um habito.
_ Desculpe a Inez não queria dormir.
_ Hanna a gente paga baba pra isso. Ela é quem tem que por ela pra dormir.
_ Desculpe Per.
_ Não se desculpe comigo, se desculpe com os executivos. Temos um prazo pra cumprir e eles não gostam de atraso. Onde está a garota responsável que eu conheci naquela noite do clube? - Per podia ate esta sendo duro com Hanna, mas a verdade é que a jovem depois que se tornou mãe estava completamente perdida. As coisas na sua vida mudaram rápido de mais e ela não estava conseguindo acompanhar o ritmo. Ate o marido ela estava falhando.



Qualquer um que algum dia sentiu-se como eu
Qualquer um que não estava preparado para cair
Qualquer um que amou como eu
Sabe que isso nunca realmente acontece mesmo
Está terminado quando está terminado
O que posso fazer a respeito disso
Agora que terminou?


Parece que o conto de fadas de Hanna está passando por um drástico turbilhão que se ela não tomar as rédias logo vai cair dele. Os atrasado aumentavam conforme os mimos para a filha cresciam também. Para o ódio de Per.
_ Hanna você lembra que compromisso tinha hoje? - pergunta Per com sangue nos olhos ao ver sua esposa em casa ainda brincando com a filha com cara de quem acabou de acordar.
_ Per? A Inez …….
pera puxa pelo braço com força com tamanha violência que a baba teve que correr para segurar a criança antes que ela se ferisse. Hanna estava mais de cinco horas atrasada por causa de seu xodó com a filha em demasia. O grupo estava perdendo o compromisso por conta dos atrasos ou ate mesmo ausência dela. Ele daria um fim nisso. Per ordena a baba que saia com a criança para que ela pegasse um sol. Hanna tenta impedir e protesta segurando o braço dela e a jogando de volta para o quarto e ordenando.
_ Se vista agora. Chega de atrasos, chega de faltas. Estamos perdendo contratos importante por sua culpa o período de recuperação já passou e temos que voltar ao trabalho. Ter filho não é motivo pra mofar dentro de casa.
_ Ela ainda é um bebe.
_ Ela não tem necessidades especiais Hanna. Temos uma baba que cuida dela muito bem. Não tem motivo pra você ficar enfurnada o tempo todo com ela. E o seu sonho de ser uma cantora famosa? Morreu depois que Inez nasceu? Porque se for você não serve mais pra Banda. - Per praticamente berra tudo que está entalado a garganta com a atitude relapsa de Hanna. - você tem cinco minutos pra por uma roupa e ir pro estúdio agora.
_ Per….
_ Não quero ouvi.
Hanna as lagrimas se troca enquanto Per espera por ela na sala. Assim que ela está pronta ambos seguem para o estúdio. Assim que chegam Per toma o celular dela e o desliga. Sem distrações. As gravações pro novo álbum começam e os produtores estão afim de tirar todo o atraso. Hanna é forçada a fazer varias tomadas da mesma musica ate que eles aprovassem tudo.
Per amava Hanna de todo coração, mas a forma como ela vinha agindo estava causando muitos problemas. Se a banda não dependesse dela pra fazer sucesso ele simplesmente a deixaria em casa e seguiria em frente. Boa parte das musicas da Banda só fizeram sucesso por causa da voz dela. Muitas poucas na voz dele. Era difícil pra ele que sempre era cobrado pelas ausência, pelas falhas. Os empresários e executivos da gravadora sugerindo ate a troca de vocalista. O que foi prontamente recusada por ele. Per tinha colocado a sua carreira e liderança nas mãos de outros se algo desse errado tanto Hanna quanto ele estariam foras da Banda que ele mesmo criou e tudo pelo qual batalharam estaria perdido.
_ Que bom que voltou minha jovem – diz um executivo alegre por ver que ela estava gravando - pensei que iriamos ter que lhe substituir.
_ Me substituir? - chocada com a novidade.
_ Sim pelo que estou vendo o maridão aqui conseguiu o milagre. Parabéns per merece está nessa posição. - Cumprimenta – Voltem ao trabalho tem muito o que fazer e a turnê começa assim que o álbum for lançado…...




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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Dom Maio 22, 2016 2:12 am

Capitulo XIMedos


Per permanece olhando com um sorriso amarelo no rosto para Hanna que está visivelmente chocada com tudo que ouviu. Ela não esperava que haviam pensado em substituí-la.
_ Porque você não me contou Per?
_ Queria que você ouvisse da boca de quem teve a ideia.
_ Mas eu ia voltar.
_ Quando Hanna? Quando a nossas carreiras tivessem acabadas, sem gravadora, a gente tendo que voltar a vender flores pra viver? O restante do pessoal voltar a tocar em um bar imundo igual ao que o Michael nos encontrou? Porque é pra lá que você vai levar a gente nesse caminho que está. Quer ficar com a Inez? Beleza, ninguém aqui liga, mas grave os álbuns e mantenha-se trabalhando. Você tem um contrato que tem uma multa enorme pra se coberta e do meu bolso é que não vai sair se houver um rompimento de contrato. Alias você leu antes de assinar? Pela sua atitude parece que não se tivesse não estaria agindo como uma inconsequente.  
O lado Afro - descendente, Ele é afro-descendente de Per estava aflorado naquele dia. As palavras dele eram como faca no peio de Hanna, mas ela acordou rápido pra situação. Por mais que ela ame sua filha ela poderia ir pra onde quisesse com ela e a babá. A jovem volta com força total, mas sera que é o suficiente pra recuperar a seu casamento? As gravações das musicas promoções e shows prosseguem e Per fica cada vez mais distante conforme aumenta a atividade da banda.





Perdendo Meu Tempo


Que horas são? Parece que já amanheceu.
Eu vejo o céu, Ele está tão lindo e azul
A TV está ligada, mas a única coisa que aparece é a sua foto


_ Bom dia. - Cumprimenta Per seco depois de mais uma noite passada no quarto de hospedes.
_ Bom dia.
Ele se serve e permanece em silencio. Hanna agora ia pro estúdio e apresentações com a filha e a baba a tira colo. Inez passou a dormir na cama do casal já ele teve que se mudar pro quarto de hospedes. Os dias vindouros de amor e sexo com a esposa acabaram com o nascimento da filha. Isso o frustrou muito e suas composições refletiam isso.



Oh, eu levanto e faço o café
Eu tento ler um pouco, mas a história é tão pobre
Eu agradeço a Deus nos céus
Por você não estar aqui para me ver do jeito que eu estou


Havia noite que ele mesmo preferia não ir pra casa. Per na vida de Hanna havia se tornado um estranho. O que era irônico, pois dona Mônica achava que Hanna seria a sua chance de felicidade o que se provou o contrario. O jovem ficou frustrado com a situação. Tinha tudo que queria, sua musica, carreira, fama, filhos; só não tinha amor. Pelo menos não mais.


Perdendo meu tempo vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequena, Eu olho para a parede
Esperando que você pense em mim também
Perdendo meu tempo


Enquanto a vida de Per desabava. Michael se reorganizava para uma mudança significativa em sua vida.
_ Acorde Michael, tenho uma coisa pra você – Dizia Liz adentrando no quarto do astro que tenta se esconder em baixo da coberta.
_ Me deixa dormir, por favor – Implorava Michael para a amiga que puxava o lençol da cama o descobrindo.
_ Você tem hora marcada com o medico que eu falei. - Michael senta na cama e sem escolha se dirige ao banheiro pra sua higiene matinal. - Te espero lá em baixo não demore.



Eu tento ligar, mas não sei o que te dizer
Deixo um beijo na sua secretária eletrônica
Oh, me ajude, por favor Existe alguém que possa me
Fazer acordar deste sonho?


Apos tomar o café eles foram ao consultório, vários exames foram feitos. Um verdadeiro Check-up. Liz queria se certificar que Michael poderia ser pai quando quisesse. Ele não poderia adotar e Michael não queria se casar apenas por ter filhos e adotar depois da acusação que sofrerá estava fora de cogitação. O FBI vai investigá-lo secretamente por anos antes de declará-lo inocente das acusações.
_ Eu preciso mesmo fazer esse exame? - Pergunta Michael visivelmente constrangido com o que tinha que fazer.
_ Infelizmente senhor Jackson é preciso. Esse exame é preciso para saber se o senhor pode ter filhos.
_ Ok, fazer o que?
_ Desconfio de algum problema hormonal e pelo que pude avaliar que houve uma atrofia no desenvolvimento. Pedi alguns exames pra descarta algum problema mais serio. - Esclarecer o medico – Se houver outro problema de fácil resolução poderemos tratá-lo.
_ Certo.



Perdendo meu tempo vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequena Olho fixo na parede
Esperando que você sinta minha falta também


Após os exames a dupla de amigos vão lanchar em um restaurante próximo.
_ Estou nervoso.
_ Não fique. Está tudo bem. Você vai ver. Logo você vai ter um monte de crianças correndo de um lado para o outro.
_ Não sei. A Tara me disse que estava gravida e no final não era isso e eu dormir com ela.
_ Não pense nisso agora, ela era uma golpista. Logico que ela ia mentir. - consola Liz o amigo.
_ Eu sei. Mas não me protege com ela. Então era logico que acontecesse, entende? - confidencia ele.
_ Claro que entendo, mas o medico vai lhe dar a certeza que precisa. E você vai ver que aquela golpista só queria te extorquir.
_ Estou preocupado.
_ Dê tempo ao tempo Michael. Deus olha por você.



Perdendo meu tempo, vendo o pôr do sol
Eu caio no sono ao som de "Lágrimas de um Palhaço"
Um desejo me cegou estou perdendo meu tempo


Os dias passam e o medico da a noticia que Michael mais temia. Estéril. Ambos os testículos não produzem esperma pra poder engravidar uma mulher e os nível de hormônios masculinos são baixo de mais. Ao saber da noticia Liz o consola e propõe uma outra solução.


Meus amigos me dizem: "Ei, a vida continua"
E que o tempo certamente me fará superar você
Este jogo do amor - Você joga, você vence só para perder


O que eu faço Liz?
_ Barriga de aluguel. Você não queria se casar só pra ter filhos, então e só ser pai solteiro simples assim. Ninguém precisa saber quem é a mãe e que não pode ter filhos biológicos.
Michael pensa na possibilidade e Liz mais uma vez vai ajudá-lo.



Estou perdendo meu tempo  vendo os dias passarem
Me sentindo tão pequena, Eu olho para a parede
Esperando que você pense em mim também


Elizabeth apresenta algumas moças que podem ser boas candidatas para ser mãe de aluguel. Obviamente nenhuma delas saberia quem era o cliente já pra não haver problemas. Confidencialidade era tudo e eles dariam um jeito de justificar o rebento que surgiu do nada na vida do astro. E eles já sabiam como driblar tudo.


Estou perdendo meu tempo vendo o pôr do sol
Eu caio no sono ao som de "Lágrimas de um Palhaço"
Um desejo me cegou


_ Vamos Michael você vai se atrasar.
_ Já vou.
_ Será que deu certo?
_ Se não der tentamos outra vez. Dinheiro você tem.



Estou perdendo meu tempo
Eu não consigo viver sem você
É ruim viver sem você, querido, querido, querido.


Eles chegaram ao restaurante e Michael se sentou em uma mesa afastada para que elas pudessem conversar. E logo a noticia veio. Ela está gravida. Michael seria pai. Enquanto a vida de um ia bem a do outro ia de mal a pior e só tendia a piorar…...

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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Seg Maio 23, 2016 3:17 am

Capitulo XII Problemas






Per e Hanna começam a ficar cada vez mais distantes um do outro. O trabalho e a filha consumia muito dela. O que causava ainda mais problema para o casal já que seu marido também estava carente de atenção a qual ela dedicava exclusivamente a filha. Inez crescia cada vez mais linda e saudável enquanto o casamento da dupla se dissolvia cada vez mais. Em cada momento as musicas de Per ficavam cada vez mais melancólicas.


Você Não Me Entende


Eu estive acordada a noite toda
Você esteve erguendo uma luta
Parece que nada que digo ajuda
Como nesta cama velha coube um mundo entre eu e você?
Nós dissemos "boa-noite", mas o silêncio era tão íntimo
Que se conseguia cortar com uma faca
Nós batemos com a cara parede de novo e não há nada que eu possa fazer


Per toma a decisão mais difícil de sua vida, se separar de Hanna. Ele não queria,mas antes que algo pior acontecesse ele preferiu assim. Em segredo ele começou a fazer sua própria casa e como Hanna pouco ligava para o que ele fazia, Per transferiu seus bens para a nova casa sem que ela percebesse. Cada objeto que era retirado parecia que o coração do rapaz era despedaçado em mim pedaços. Mas era isso ou ter uma vida de sofrimento do lado de alguém que não o desejava mais. Ele da entrada nos papeis do divórcios foram cinco anos de sofrimento que para Per tinham que acabar.


Você é o único
Coloquei toda minha confiança em suas mãos
Venha e olhe nos meus olhos
Estou aqui, estou aqui


Assim que os papeis chegam ele manda chamar Hanna para por um ponto final no casamento, mas não na parceria da banda.
_ Tem certeza per que quer fazer isso?
_ Tenho. Pra mim já deu. Virei um estranho dentro da minha própria casa. Chega.
_ Cara vocês formam um casal tão lindo.
_ Mas a química acabou. Na banda nada muda, mas minha vida ao lado dela essa não tem mais volta.
_ Sim muito por vocês.



Você não me entende, meu querido
Você parece não saber que preciso demais de você
Você não me entende, meus sentimentos
A razão pela qual estou respirando, meu amor


Assim que Hanna chega no estúdio ela é informada que Per quer falar com ela. A assistente indica a porta em que ele está e Hanna segue pra lá. Per está conversando com os amigos quando ela o cumprimenta.
_ Per, bom dia. Quer falar comigo?
_ Sim sente-se – puxando uma cadeira a frente dele – podem nos dar licença meninos preciso tratar de um assunto serio com a Hanna. Eu chamo vocês quando acabarmos.
Os amigos saem para dar privacidade ao casal. Per puxa os papeis de uma pasta e entrega a Hanna.
_ Assine – pede ele e deixa a garota sem entender
_ O que é isso?
_ Sua liberdade e a minha também.



A manhã chega e você está procurando por mim
Assim como tudo estivesse a mesma coisa
E deixei-me acreditar que as coisas vão mudar
Quando você beija minha boca e você puxa meu corpo para perto
Você imagina quem está por dentro?
Talvez não há nenhuma maneira que nós poderíamos sentir a dor um do outro
Diga-me por que fica mais difícil, para saber onde estou
Acho que a solidão encontrou um novo amigo, aqui estou eu


Ela abre o envelope sem entender nada do que ele diz e assim que ela passa os olhos ela vê do que se trata.
_ Porque quer se separar de mim?
_ Me responde uma pergunta apenas. Quando foi a ultima vez que a gente transou?
Hanna não sabe responder de fato, fazia muito tempo que eles haviam feito. Desde o nascimento de Inez que eles não eram de fatos um casal e sim amigos que conviviam na mesma casa e trabalhavam juntos.
_ Me perdoa Per.
_ Assina, por favor e vamos acabar logo com isso.



Você não me entende, meu querido
Você realmente não vê saiba que eu preciso tanto de você
Você não me entende, meus sentimentos
A razão que eu estou respirando, meu amor
Você não me entende

Você não me entende, meu querido
Você realmente não vê saiba que eu preciso tanto de você.
Você não me entende, meus sentimentos
A razão que eu estou respirando, meu amor


_ Não vou te perder Per – Diz Hanna ciente que cometeu um dos maiores erros de sua vida.
_ Hanna por favor.
_ Eu sei que tenho te neglicenciado nesses últimos anos. Eu entendi o recado da primeira vez.
_ Hanna são cinco anos que viramos amigos.
_ Eu não quero ser sua amiga.
_ Mas foi o que nos tornamos Hanna.



Você não me entende, meu querido
Você realmente não vê que vivo pelo seu toque.
Você não me entende
Meus sonhos ou as coisas que eu acredito no meu amor
Você não me entende
Você não me entende, não não
Entenda-me


_ Será que não podemos tentar mais uma vez? Se não der certo eu assino o divorcio sem reclamar.
_ tudo bem Hanna. Você tem 6 meses. Se nesses tempo as coisas não mudaram não tem volta. Per recolhe o documento e põe de volta na pasta. Eles apertam as mãos com a promessa de que tudo vai mudar.
Enquanto Hanna e per tentando por a vida pessoal em ordem. Michael recebe uma noticia que literalmente vida tornar a vida dele melhor.
_ Michael, Michael – Liz adentra a casa ao berros – Onde você está Michael?
_ Estou aqui Liz – responde ele saindo do escritório. - O que aconteceu?
_ Ela está dando a Luz.
_ O que? Mas não era no final do mês?
_ Diga isso pro seu filho que esta com pressa de te conhecer. Anda se arrume, você não quer perder o parto não é?
_ Não, já venho. - Michael corre desesperado pra encontrar uma roupa pra se vestir.
Era visível a euforia do astro e Liz assiste tudo achando graça do amigo. Ela pega algumas peças de roupa e entrega pra ele se vestir. Assim que fica pronto seguem para o hospital onde a mãe de aluguel está sendo preparada para o parto. Ela só iria conhecer o pai da criança naquele momento. Liz conseguiu manter segredo por todo o tempo e como no contrato que ela assinou, ela só o veria no momento do nascimento. O momento foi emocionante para todos depois de duas horas de um parto normal complicado. Daniel vem ao mundo, mas o dia traria ainda mais surpresas.
_ Está vindo mais um bebe – Avisa o medico para a surpresa de todos
_ Mais um?
_ Você sabia disso? - pergunta Liz a jovem mãe.
_ Eu fiz vários exames e não acusou nada, estão tão surpresa quanto vocês.
_ Isso as vezes acontece, tem bebes que se escondem atrás do irmão e só aparecem na hora de nascer. - Explica o medico.
_ Está tudo bem Liz. Tudo bem.
_ Mas Michael….?
_ Que diferença faz se é um ou são dois? Vou cuidar deles mesmo assim.
_ Tudo bem, mas eu quero um exame de Dna pra ter certeza que elas são irmãos mesmo.
_ Faça como quiser eu vou ficar com eles.
Mesmo a contra gosto de Michael Liz fez o exame para ter certeza que ela não estava usando a chance para ganhar mais dinheiro com outra família, já que o segundo Bebe era uma menina que Michael a chamou de Elizabeth em homenagem a sua amiga e agora madrinha.
Assim que o medico liberou os bebes, os quatro seguiram pra casa. Liz conseguiu uma babá para ajudar com eles nessa fase. Os tempos estavam corridos para Michael. Cuidar das crianças, gravar, ensaiar para o turnê. A vida do astro estava muito agitada naquele momento e nada era empecilho pra ele parar tudo e correr pra casa pra cuidar das suas crias.
_ como estão as coisas? – Pergunta Liz em uma ligação rotineira
_ Estão bem, eles estão cada dia mais lindos.
_ Quem bom Michael, e sua mãe já sabe dos netos?
_ Sim, me engoliu por ter feito isso, mas ela vai aceitar. Ela ainda não conheceu eles, mas ela vai vir.
_ Ela vai vir fique tranquilo. E o trabalho? Como está?
_ Bem.
_ Vai levá-los na turnêrs?
_ Tenho que levar Liz. Não quero ficar um segundo longe deles. Não agora e nem nunca.
Michael se esforçava para ser o melhor pai que ele poderia ser enquanto Hanna se esforçava pra ser a melhor esposa que ela poderia ser…..



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sex Maio 27, 2016 12:10 pm

Capitulo XIIIConsertando Erros


Hanna organiza uma noite de amor com Per pra compensar o período de abstinência forçada. Inez foi mandada para a casa da vó para que ela pudesse ter um tempo a sós com o marido. Per não colocava fé nas intenções de sua mulher para restaurar o seu casamento. A jovem por sua vez organiza umas férias românticas sem incomodo de ninguém. Seriam vinte dias de puro romance. O Hotel era lindo a beira mar, bem discreto longe da agitação dos fãs.
_ Enfins sós – Brinca Hanna com o marido que permanece cético com a tentativa da esposa. - O que foi?
_ Não é nada.
_ Você não esta pondo fé na gente né?
_ Não sei.
_ Per eu to tentando, se você não ajudar não vamos conseguir superar isso.
_ Que seja. - diz Per sentando com o seu inseparável violão e colocando os pés em cima do sofá no quarto onde estavam hospedados – Me surpreenda.



Era muito tempo de magoas para serem apagadas e Hanna sabia disso. Hanna trança a porta do quarto e esconde a chave. A intensão é justamente que o marido não fuja. Ela segue para o banheiro onde ela tinha escondido uma lingerie sedutora para o marido, rapidamente ela se troca e aparece com duas taças de vinhos nas mãos. Ela se senta no colo de Per entregando-lhe uma das taças em suas mãos.
_ Espero não te decepcionar essa noite. - Ela se inclina e o beija nos lábios com o mesmo fervor que tinham antes do casamento.


_ Saudade do seu beijo….


_ Do seu corpo…..



O clima esquentou rápido entre o casal e tudo aconteceu naturalmente entre eles, nada sem força as coisas. A noite foi regada a muito vinho e sexo. Foram vários dias assim, tudo indicava que as coisas estavam voltando aos eixos. O tempo de luxuria dos dois chegou ao fim e era hora de votar pra casa. Todos incluindo os fãs estavam desesperados por noticias do casal que tinha sumido a semanas.
_ Hello guys. - cumprimenta animado adentrando no estúdio.
_ Per onde você estava cara? Todo mundo estava louco atrás de você. - observa um dos membros da banda – Ate a Hanna sumiu.
_ Sabe como é gente, fui sequestrado pela minha mulher.
_ Sequestrado é? Tá justificado o bom humor, tirou o atrasado não é senhor Per. - Mexiam com o parceiro de banda.
Todos estavam contentes com a volta do mentor. Porem havia uma pessoa que não estava tão contente assim com a noticia.
_ Vamos trabalhar que e melhor tenho varias musicas escritas e elas precisam ser lançadas. - O dia no estúdio aconteceu normalmente. Muitas gravações edições de musica e per com seu velho habito de ficar ate mais tarde trabalhando na mixagem das musicas. Hanna se despede de Per como sempre.
_ Te espero pra jantar
_ Chegou em duas horas.
_ Ok, te espero.
Assim que ela sai uma figura de mulher entra no estúdio e abraça per por trás o fazendo confundir com a esposa.
_ Ei, mudou de ideia e resolv……. - se assustando ao ver quem era – Ah é você.
_ Onde esteve Per? Você sumiu por semanas. Parecia que tinha sido tragado pela terra. - questiona ela seria.
_ viajei com a minha esposa.
_ Ela assinou o divorcio?
_ Não, me pediu seis meses pra voltar ao normal.
_ porque você aceitou?
_ você sabe que eu amo a Hanna.
_ Quer dizer que eu vou perder você pra ela. - Alterando a voz
_ Mia, por favor, sem escândalos. - Per tenta acalmar a mulher enfurecia a sua frente. - você sabe muito bem o que poderia acontecer se ela volta a ser o que era antes.
Per teve por três anos um caso com Mia. Uma instrumentista que fi chamada para fazer percussão em algumas musicas da banda. Embora ela não suprisse as necessidades de seu amante, ela servia bem pra função sexual que todo homem precisava. A percussionista permanecia o olhando serio. O divorcio era parte d promessa que per havia feito a ela para poderem ficar juntos. Com o pedido de Hanna a promessa tinha atrasado seis meses.
_ Mia, eu pedi o divorcio pra ela, ma ela me pediu seis meses pra consertar o nosso casamento. Achei justo da uma chance para ela.
_ E a gente Per?
_ Ela tem seis meses pra mudar as coisas entre nós, se esperar esse tempo ai é com você. - sentencia o astro serio e decidido. Ele não deixaria ninguém mandar em sua vida pessoal, então suas palavras soaram como uma sentença final. - tenho que ir pra casa minha mulher esta me esperando.
Ele deixa Mia pra trás faiscando de raiva, ela estava apaixonada por ele e não se daria por vencida nessa guerra.
_ Não fique assim Mia. - diz o guitarrista da banda que ouvia a discussão de longe. - você sabia quando embarcou nessa com o Per.
_ É tão injusto ele correr assim pra ela.
_ Que é o mesmo que você faria se ele viesse te pedir pra voltar. - diz ele vendo a frustração da amiga - Não o julgue ele tem esperanças de voltar com o casamento.
Mia sabia que ele estava certo. Ela também correria para ele se ele pedisse pra voltar. Ela daria o tempo necessário pra tudo se ajeitar. Se Per fosse realmente dela ele viria com o tempo. Enquanto mia sofria o casal está se divertindo em casa com a sobremesa.








Uma garota como você

Oh eu quero passar meu tempo
Sim, eu quero passar meu tempo
Eu realmente quero passar minha vida
Com uma garota como você

Oh eu estive esperando tão longo tempo
têm estado tantas coisas em minha mente
eu estou realmente satisfeito que eu finalmente pude achar
uma garota como você

He-he-hey!O que você diz?
Você quer dançar como nunca dançou antes na sua vida?
Eu tenho estado acima no céu apenas para ter a vista certa
Eu tenho estado ao redor do mundo
Ficando ponto para uma garota como você
Uma garota como você

Eu fui criado para ser tão inteligente
Como eu pude sentir que eu sempre conheci você
Como se eu tivesse sempre estado junto
Com uma garota como você

He-he-hey!O que você diz?
Você quer dançar como nunca dançou antes na sua vida?
Eu tenho subido tão alto assistindo a vista
Eu tenho estado ao redor do mundo
Ficando pronto para uma garota como você

Eu tenho estado ao redor do mundo
E tenho estado procurando por uma garota como você


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Qui Jun 02, 2016 2:11 am

Capitulo XIVExperiências


Enquanto o casal se acerta Michael curte a vida familiar de suas novas crias. Liz na perdia os três de vista de maneira nenhuma.
_ Olá meu querido como estão as coisas?
_ Bem Liz e você.
_ Estou ótima. Acho que uns dos bebes golfou em você. - observa Liz ao ver a camisa de Michael suja de leite coalhado.
_ Deve ter sido Daniel. Ele está sempre regorgitando sempre depois que mama.
_ leve ao pediatra deve ser refluxo.
_ Isso é grave? - pergunta assustando.
_ Não Michael. É comum com recém nascidos. O medico vai ajudar com o problema. Ele vai te orientar como cuidar deles para que não aconteça de nenhum se asfixia.
_ OK.
_ Fique tranquilo está tudo bem, você é pai de primeira viagem é normal se preocupar com eles que tem pouco dias.
Michael foi ao pediatra e o mesmo passou algumas orientações para o papai de primeira viagem, que foram seguidas a risca. Eles estavam se desenvolvendo bem. Em breve o astro teriam dois pequenos correndo dentro de casa deixando todo mundo maluco.
O tempo ia passando e as crianças cada vez mais lindas e Michael cada vez mais um pai babão. Sempre que podia ou fazia algo para os filhos ou registrava em fotos ou em vídeos. Ate cozinhas paras crianças ele aprendeu. Ta certo que muito dos pratos que ele aprendia as crianças só poderiam comer quando ficassem mais velho e como o cozinheiro dele mesmo definiu que o “desastre” Jackson na cozinha ia ter tempo de aperfeiçoar as suas recém aprendidas técnicas e tornar seus pratos mais digeríveis.
_ Ai, isso é frustrante não vou conseguir aprender nunca. - lamentava Michael depois de queimar(queima não carbonizar) a quinta panela.
_ Não desanime senhor, tudo no começo é difícil.
_ Serio mesmo? - olhando entre o fundo da panela para o cozinheiro – Você acha que eu tenho esperança depois disso?
O cozinheiro ficou com aquela cara de: Isso é aquelas perguntas retoricas que não precisam de resposta? Era obvio para Michael que demoraria muito para dominar a arte da cozinha. Liz Taylor achava graça do esforço do amigo para desenvolver seu lado cozinheiro.
_ Não se preocupe Michael. - Dizia Liz – Todo mundo já queimou panela pelo menos uma vez na vida aprendendo a cozinhar. Com o tempo você pega o jeito. Os bebes ainda estão tomando leite ate lá você consegue aprender.
_ Deus te ouça Liz, Deus te ouça – Michael sai rindo da cozinha deixando um estrago pra trás.
_ Qualquer hora dessas ele bota fogo na cozinha – Comenta a governanta com o frustrado professor do patrão.
_ Não se eu puder evitar.
Os dias vão passando e as coisas tanto pra Michael e Hanna vão entrando nos eixos. O astro consegue dominar a arte de cozinhar com mais perfeição do que o seu chefe pessoal. Nada que uma boa pesquisa e mais atenção não resolvesse. Hanna por sua vez estava curtindo plena felicidade. Per estava cada vez mais apaixonado e cuidadoso com a esposa para o ódio de Mia que sempre que podia colocava o amante na parede. O que já estava causando problemas para ele e isso se fosse descoberto por Hanna seria um verdadeiro apocalipse na relação dos dois. Mas algo poderia mudar isso em breve.
_ Está bem Hanna? - Pergunta Per preocupado com a esposa que vomitava pela terceira vez em menos de 20 minutos.
_ assim não dá pra trabalhar, desculpe.
_ Vá para o medico e veja o que está acontecendo e fique em casa – Ordena o marido – Eu dou conta aqui das coisas o dia é só mixagem. Se precisar de regravar eu agendo pra outro dia.
_ Tudo bem, te amo – Ela sai para uma consulta com seu medico particular Hanna já desconfiava do que poderia ser.
_ Eu também te amo.
Enquanto Hanna confirmava suspeitas, o passado cobra o preço.
_ Ela já assinou o divorcio? - Pergunta Mia enquanto adentra a sala onde Per estava mixando as musicas.
_ Mia, para.
_ Eu quero saber Per.
_ Mia eu não pretendo me separar da Hanna. Não quero mais.
_ Você está louco? Como não quer mais? E quanto a mim? Vai me largar assim?
_ Chega Mia. Acabou aceite isso.
_ Você vai ser meu está me ouvindo?
O escândalo que mia deu com o encerramento do relacionamento pode ser ouvido pelo andar todo da gravadora, o que era segredo ficou evidente para todos. Por sorte Hanna não ouviu a confusão.
_ Ela não vai facilitar sua vida.
_ Se eu tiver que mandar demiti-la pra me livrar dela e mudar ate de pais eu vou fazer.
_ Vai ficar preocupado com ela e Hanna?
_ Se ela chegar perto da Hanna ela vai se ver comigo.
Em casa Hanna esta feliz com sua segunda gravidez e agora vai fazer as coisa completamente diferente que a primeira vez. Per vai ficar feliz e ela vai tomar todo cuidado para que eles não voltem mais para aquele período sem nenhum relacionado. Mia por sua vez ainda não sabia da novidade, a cobrança dela estava fora de tempo já que ainda não tinha passado nem metade do prazo que Hanna havia pedido a Per.
No dia seguinte Hanna foi trabalhar com a novidade par ao marido, devidamente medicada e com um bom humor a mil a jovem saiu para o estúdio. Assim que entra no prédio ela é avisada que os elevadores estão em manutenção e que deverá usar a escada. A sala em que iriam trabalhar era no terceiro andar. Ela sobe apressada para encontrar o marido. No trajeto ela encontra com Mia que está com cara de poucos amigos ao ver a rival toda animada.
_ Bom dia - Cumprimenta ela as pessoas que encontra pelo caminho.
_ Bom dia.
Ela entra na sala e ver Per sentando na mesa de som. Ela se senta próximo a ela e o puxa pra conversar.



Hanna dá a noticia a Per que como ela imaginava fica feliz. As coisas estão melhorando para o casal. Mia observa o casal de longe se queimando de raiva. Meio do dia e a fome estava apertando principalmente na mais nova mamãe do pedaço.
_ Tô morrendo de fome.
_ Então vai almoçar – observa Per – Vou mais tarde.
_ Quer que eu traga alguma coisa pra você?
_ Não, tô bem. Mais tarde eu como alguma coisa.
_ Ate mais tarde.
_ Até.
Mia vê Hanna saindo e ela resolve segui-la. Assim que ela chega na escada a garota faz o que é impensável. Ela jogou Hanna da escada com toda a força que ela tinha em suas mãos e em seu corpo. A única coisa que se pode ouvir foi o grito dela ao se desequilibrar.






Hanna – Grita Per desesperado, saindo correndo do estúdio.
Assim que ela chega ao topo da escada e ver a cena da esposa rolando escada a baixo ele não tem duvidas de quem foi a culpada. Mesmo que Mia estivesse com cara de quem não fez nada…..


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Neil Diamond & Barbara Streisand, You Don't Bring Me Flowers

Você Não Pode Fazer Isso Mais Comigo

Eu tenho algo a dizer que pode causar dor
Se eu te pego falando com aquele menino de novo

Eu vou deixar você para baixo
E deixá-lo liso
Porque eu lhe disse antes, oh
Você não pode fazer isso

Bem, é a segunda vez
Eu peguei você falar com ele
Eu tenho que dizer-lhe mais uma vez
Eu acho que é um pecado
Acho que vou deixar você para baixo
Deixar você para baixo e deixá-lo liso
Vai deixar você para baixo e deixá-lo liso
Porque eu já lhe disse antes, oh
Você não pode fazer isso

Todo mundo verde
Porque eu sou o único, que ganhou o seu amor
Mas se ele é visto
Você está falando de que forma eles ririam na minha cara
Então, por favor me escute, se quiser ficar mina
Eu não posso ajudar os meus sentimentos, eu vou sair da minha mente

Eu sei que vou deixar você para baixo
E deixá-lo liso
Vai deixar você para baixo e deixá-lo liso
Porque eu já lhe disse antes, oh
Você não pode fazer isso comigo mais



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Ter Jun 07, 2016 2:58 am

Capitulo XVPerdas


A correria foi geral na gravadora para ver o que tinha acontecido e logo atrás vinha Per gritando por ajudar
_ Rápido liga pra ambulância – Pedia ele correndo pelas escadas assim que consegue avistar a recepcionista que logo o atende ao ver Hanna desmaiada no chão. Per tenta acordá-la, mas ela não responde aos estímulos. A quantidade de sangue que se deu em volta de Hanna preocupa a todos, a ambulância demora a chegar o que pode ser tarde de mais.
Assim que os paramédicos chegam efetuam o atendimento na jovem que é levada em estado grave para o hospital. Per fica revoltado com tudo que aconteceu.
_ As escadas tem câmeras? - pergunta ele ao ver as câmeras de segurança na entrada do estúdio.
_ Sim tem câmeras.
_ Quero as imagens das escadas a 40 minutos atrás do andar que a gente estava em todos os ângulos.
_ algum problema senhor? - pergunta a garota sem entender nada.
_ Todos os problemas que você possa imaginar.
A noticia corre o mundo rápido chegando ate a Michael, que fica em choque ao saber o que aconteceu. E logo viaja de encontro ao casal o mais rápido que pode. Per sua vez não deixa ninguém mais sair do prédio ate a chegada da policia e com os vídeos de segurança nas mãos ele faz com que todo vejam o que aconteceu. E lá estava mia empurrando Hanna da escada. Os policiais dão voz de prisão a garota ali mesmo.
Assim que tudo se resolve Per vai para o hospital acompanhar a sua esposa e seu filho. O restante da banda estava esperando no saguão ate que ele chegasse com as noticias não muito boas. Na exibição do video ele percebeu que houve uma discussão entre Mia e Hanna, mas como o local as câmera não tem áudio apenas imagem ele não pode saber o que elas conversaram ate os fatos finais. Michael chega ao hospital e entra pela porta dos fundos sem chamar a atenção e encontra todos a espera de noticias.
_ Como ela está? - Pergunta aflito
_ Estão atendendo ela agora, estamos sem noticias. - responde atordoado com a situação.
_ O que aconteceu? Quem fez isso?
_ Foi uma de nossas percussionistas, não sei como aconteceu – Explica o baterista da banda. - Parece que discutiram e ela a jogou da escada.
_ Como você soube Michael? - pergunta Per
_ Estava em casa quando deu a noticia no noticiário. Assim que soube corri pra cá. A maior parte das informações sobre vocês vem de noticiários.
Per estava visivelmente arrasado com tudo que estava acontecendo. Os medico trabalhavam ardo para estancar a hemorragia em Hanna. Uma das enfermeiras passa a informação para os familiares ela tinha acabado de entra em cirurgia para estancar o sangramento. Maiores informações só com o medico. As horas passavam se arrastando para aqueles que esperavam na sala.
Liz fica com as crianças para que Michael pudesse acompanhar a recuperação de Hanna. Ele liga constantemente para ela para saber como estão suas crias.
_ Oi Liz, como estão as coisas? - Pergunta ele ainda aflito.
_ Estamos bem Michael e Hanna como está?
_ Ainda esta em cirurgia, os medico não falam nada ate terminar. - Voz triste ao telefone.
_ Não se preocupe vai dar tudo certo.
_ Estou tentando. - Voz embargada - Per me mostrou o video de segurança da gravadora e não foi fácil ver. A garota queria mesmo matá-la. - Explica para Liz o que aconteceu com a pupila dele.
_ Que coisa horrível
_ Per não conta o motivo daquilo tudo, mas ha especulações de que ela queria ficar com ele, quando Hanna desistiu do divorcio por conta da reconciliação e do novo bebe ela resolveu ir pelo caminho mai fácil.
_ Meu amor, eu sei o que você sente por ela, mas não se meta. Isso é problemas deles que os dois vão ter que resolver. Se for pra ficarem juntos ela vai vir naturalmente pra você.
_ Entendi o recado. - Diz Michael pensativo – Liz vou desligar o medico chegou, bye.
_ Ate logo. Me mantenha informada.
A cirurgia termina e os médicos vão falar com a família e amigos que esperavam a longas horas.
_ Quem é o marido de Hanna? - Pergunta o medico visivelmente cansado.
_ Sou eu – Per se manifesta levantando a mão.
O medico se aproxima e começa a dar a noticia.
_ Não tenho noticias muito boas – Começa a falar o medico – Ela perdeu muito sangue e o bebe não resistiu. Ela recebeu muitos golpes na barriga durante a queda e o útero dela foi completamente esmagado. Tivemos que removê-lo. Conseguimos estancar a hemorragia a muito custo.
_ Ah meu Deus.
_ Mas que Droga.
_ Ela teve vários ferimentos na cabeça e causando um traumatismo craniano, ela está inconsciente agora. Não temos previsão de quando ela vai acordar. Ela está na UTI agora. Já não depende nós o que estava ao nosso alcance nós fizemos.
A noticia não foi boa para todos e principalmente para Per. A família de Hanna foi acompanhar a recuperação da filha. O clima com Per não era dos melhores. A família de Hanna não aceitava o que Per tinha feito e como a historia tinha terminado e já ele não iria se esforçar a para consertar as coisas. Hanna passou três meses internada na UTI se recuperando dos ferimentos na cabeça e lutando contra as infecções. Tanto Michael quanto Per não saiam do lado dela.
_ Oi Michael – cumprimenta Per chegando visivelmente triste.
_ Oi Per como estão as coisas?
_ Tirando essa, a minha casa está com um clima muito pesado. A família da Hanna não fala comigo e sempre me olham com culpa – está ficando chato isso.
_ Quer ficar uns dias comigo? - Propõe Michael – sei que você tem uma filha e como eu tenho dois filhos quase na mesma idade acho que se dariam bem e você pode esfria a cabeça um pouco.
_ não sei se vou conseguir tirar a Inez de casa.
_ Você é o pai Per. Pode ir pra onde quiser com a sua filha. Inventa uma desculpa pra sair com sua filha. - Aconselha Michael – Tem família aqui? Pode dizer que sua família quer passar uns dias com ela.
_ Boa ideia, minha mãe não conhece minha filha ainda, aproveitar pra pedir pra buscá-la.
Per conseguiu sair de casa com sua filha e deixar a família de Hanna completamente a sós. Enquanto sua esposa estava internada a mãe de Per cuidava da neta que ela nunca tinha visto antes e que passou a encher a casa dela de alegria tipica de uma criança. Cada visita era uma angustia pra Per e Michael que pouco viam a melhora da garota.
A família de Hanna era só reclamações sempre que encontravam com Per o que aumentava ainda mais o sentimento de culpa do rapaz. Ele sabia que tinha errado e que tudo que estava acontecendo era culpa dele que não resolveu tudo antes como tinha que ser feito. Agora ele estava sendo cobrado pelo que não fez, o julgamento não vinha só da parte da família dela como também dos fãs que os tinha como casal perfeito, mas não era.
_ Estou ficando preocupada Michael.
_ Não é o único Per.
_ Os médicos descobriram outra infecção. Eu sei que sou um canalha por ter deixado as coisas chegarem nesse ponto, mas acha que já aprendi a minha lição. - desabafa Per sem muita animação para a sua situação – Se ela morrer teremos que contratar outra vocalista. Não sei o que fazer.
_ Força Per, não desista. Lembre-se de sua filha.
Michael tenta confortar o amigo. Per liga para Michael com a novidade.
_ Ela acordou.
_ O que? - Pergunta Michael sonolento, ele tinha acabado de ser acordado. - quem acordou.
_ Hanna acordou.
_ Estou indo pro Hospital agora.



Roxette - Vulnerable

Vulnerável

Eu vejo o seu sorriso em todo lugar
Os seus olhos distraídos
E ela me deixou pensando durante muito tempo
Por que deu errado

Parece que nós dois somos iguais
Jogando o mesmo jogo
Mas à medida que escurece este amor verdadeiro desmorona
Na confusão do seu coração

Ela é tão vulnerável, como uma porcelana em minhas mãos
Ela é tão vulnerável e eu não entendo
Eu nunca poderia magoar a quem amo
Ela é tudo que tenho
Mas ela é tão vulnerável,
Oh, ela é tão vulnerável

Em dias como esses ninguém deveria ficar só
Nenhum coração deveria esconder-se
O seu toque gentilmente conquista minha mente
Não há nada que as palavras possam dizer

Ela coloriu todos os segredos da minha alma
Eu sussurrei todos os meus sonhos
Mas quando a noite cai esta visão desmorona
Na confusão do seu coração, sim

Ela é tão vulnerável, como uma porcelana em minhas mãos.
Ela é tão vulnerável e eu não entendo
Eu nunca poderia magoar a quem amo
Ela é tudo que tenho
Mas ela é tão vulnerável,
Oh, ela é tão vulnerável

Não esconda seus olhos…


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Qui Jun 16, 2016 12:23 am

Capitulo VISimplesmente Acontece


Todos correm para o hospital para ver como Hanna estava, a garota acordou um pouco sem noção de tempo e espaço. Ela foi transferida para um quarto na enfermaria. Assim que estava liberada a família inteira queria visitar, mas Per queria ser o primeiro a entrar. Eles tinham muita coisa pra conversar. A passos lentos ele vai se aproximando do leito de Hanna. Assim que ela o vê seus olhos enche de lagrimas.
_ Porque Per?
_ Me perdoa.
_ Porque? O que eu te fiz pra acontecer isso?
_ Não fez nada, eu que fiz coisa que não deveria.
_ Me perdoa. Eu não quero te perder.
_ Você já me perdeu. Ela me contou tudo Per.
Essas palavras entraram como facas no coração do jovem rapaz, Hanna havia tido tempo suficiente para pensar enquanto se recuperava e como o prazo que ela tinha pedido não havia terminado ainda. Era certeza absoluta que na volta pra casa o divorcio seria assinado. Isso já tinha sido deixado bem claro para Per.
_ E como vamos fazer com a Inez? Ela é minha filha e não quero me afastar dela.
_ Você vai poder vela quando quiser, mas não temos mais volta Per. Não tente me reconquistar.
_ E o nosso trabalho? A banda não existe sem você.
_ Não sei se vou voltar pra banda Per. Só o tempo dirá.
_ Tudo bem, eu entendo.
_ Só mais uma cosa Per. - Pede Hanna – Não venha me visitar mais. Não quero mais te ver. Enquanto não decido se volto pra banda ou não, não te quero por perto. Assim que eu tiver alta peço pro meu advogado conversar com você sobre as visitas a Inez.
Per sai do quarto calado tentando disfarçar uma lagrima teimosa que queria escorrer em seus olhos. Michael observa de longe a cena e prefere aguarda sua vez de ver sua jovem protegida. A família de Hanna visita a filha e ficam felizes ao saber da decisão dela em se separar do marido, ninguém aprova mais a relação dela com Per. Principalmente depois da forma que as coisas acabaram. Assim que Hanna fica sabendo quem está esperando pra vela a jovem pede imediatamente que ele entre. Michael atende o pedido imediatamente.
_ Michael, quanto tempo.
_ Não muito, vim assim que soube do que havia acontecido. Como você está? - questiona ele sentando-se do lado da cama dela.
_ Estou bem.
_ Quero dizer aqui – Apontando para o coração dela.
_ Vou ficar bem Michael, eu tenho que ficar.
_ Estou aqui para o que precisar.
_ Posso te pedir uma coisa?
_ O que quiser.
_ Posso ficar na sua casa? - Pede ela pegando Michael de surpresa com o pedido. - Não quero voltar pra minha casa, Per está lá e enquanto eu me recupero e arrumo outro lugar pra ficar.
_ Claro que sim – gagueja ele se recuperando do choque.
_ Algum problema com isso? Não vou te incomodar?
_ Não, claro que não. Será um prazer te ter na minha casa. Assim você pode conhecer meus filhos. Vou pedir para os meus empregados preparar um quarto pra você e assim que tiver alta a gente segue pra lá. Se quiser ´e claro.
_ Por mim tudo bem.
_ O horário de visita esta acabando e eu tenho que ir. Volto amanhã pra te ver ok? - Se despede tentando esconder a alegria que lhe transbordava no peito. Já fazia tempos que Michael não alimentava esse sentimento, mas o coração teimoso como é não desistiu fácil dela.
_ Ok.
Michael sai se sentindo nas nuvens com o pedido de Hanna que não dá pra esconder o sorriso bobo na face. Na saída do hospital ele se depara com uma pessoa sentada no final dos degraus que da acesso a porta dos fundos do prédio. Era Per.
_ Per? Ainda por aqui? - Pergunta Michael surpreso por ainda ver o jovem rapaz no local, já que ele tinha ido teoricamente embora.
_ Oi Michael – Cumprimenta ele sem desviar os olhos da aliança que havia trocado com Hanna no seu casamento. - As coisas mudaram tão rápido que eu estou sem chão. - lagrimas escorrendo do rosto. - ela te contou que não quer mais ficar comigo? Ela vai assinar o divorcio assim que sair do hospital. Como eu fui tão idiota.
_ Não fique assim Per. Vocês vão voltar.
_ Não. Ela foi bem clara que não quer que eu tente reconquistá-la. E não sabe se vai continuar na banda.
_ bom per eu vou tentar te ajudar. Independente da banda você tem talento e com certeza deve dar certo como cantor solo ou banda. Eu vou falar com um amigo meu e quem sabe você não faz algo solo enquanto ela decide. - Sugere Michael – é uma boa forma de avaliar a aceitação sua em uma carreira solo.
_ Você faria isso Michael?
_ Claro, afinal o show não pode parar.
Ambos se despendem sem Michael contar a Per o pedido de Hanna para ficar sem sua casa. Achou melhor manter segredo por enquanto. Ele cumpriu a promessa para Per de falar com um amigo produtor, o mesmo que ele chamou da primeira vez. Ele fez questão de assessorar Per nessa nova empreitada. O primeiro álbum solo dele foi um sucesso quase do mesmo nivel do que o de com Hanna. Os fãs dele marcaram presença em seu primeiro show solo com a nova banda enquanto Hanna se recuperava. As fãs de Hanna obviamente não o perdoaria pelo que aconteceu, ele tinha ciência disso. A historia já tinha vazado para a imprensa. Assim que Hanna assinou o divorcio e as coisa se acertaram em relação a filha, ele seguiu com sua vida.
Hanna teve alta do hospital e logo em seguida se mudou para o rancho de Michael. Lá ela teria todo o acompanhamento para se recuperar plenamente do ferimentos. Por consequência da queda algumas sequelas ficaram no corpo da jovem, uma delas era a cicatriz de onde um dia era o seu útero.





Simplesmente acontece

É um cabaré, tomando conta
Em uma dia tranquilo pra se sentar e aproveitar
E é tão bonito
Assim como o sol na sua varanda
Igual a ontem

Não subestime
Seu coração nunca está atrasado
E o amor irá sempre encontrar uma maneira

Simplesmente acontece
Você não sabe o que está acontecendo
Se é novo ou se ele está lá Há muito tempo

Se é certo ou errado
Você se apaixonar
Você se apaixonar

Você não tem uma palavra a dizer
Basta deixá-lo deslizar e fechar os olhos
E assistir o jogo de paixão

Não subestime
Seu coração nunca pode esperar
E o amor irá sempre encontrar uma maneira

Você se apaixonar
Simplesmente acontece
Você se apaixonar
Simplesmente acontece

Não subestime
Seu coração nunca pode esperar
O amor vai sempre encontrar uma maneira

Simplesmente acontece
E você não sabe o que está acontecendo

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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Qua Jun 29, 2016 1:19 am

Capitulo XVIIRecomeços.


Hanna se muda para a casa de Michael após ter alta do hospital. A viagem para o rancho é longa e a jovem dorme quase todo o trajeto. Inez também foi com a autorização de Per. Ficaram acordada que a pequena revesaria entre as duas casas ate Hanna se estabelecer em uma nova casa. Michael procurava sempre está em casa para o que sua hospede precisasse e sua filha. Os gêmeos quase não tomavam seu tempo e o que sobrava ele procurava da assistência a Hanna.
_ Licença, posso entrar? - Pergunta Michael entrando de fininho no quarto
_ Fica a vontade Michael.
_ Eu vim te chamar pra andar um pouco. Você desde que chegou só fica presa no quarto. - convida ele gentilmente sentando na cama ao lado dela.
_ Não sei Michael.
_ Vamos, você precisa andar um pouco. Não pode ficar a vida toda na cama.
_ Sinto minhas pernas fracas.
_ Desde que foi internada você não se levantou pra quase nada. Seus músculos precisam se exercitados. - insiste ele. - vamos eu te ajudo a caminhar.
_ Michael não.
_ Eu vu te levar no colo se for necessário. Não quero que fique presa aqui o tempo todo e o seu medico foi bem especifico que você precisa andar pra ficar boa. - puxando os lençóis da cama, ouve-se um bate leve na porta.
_ Mamãe? - era Inez que vinha visitar Hanna
_ Tem alguém querendo brincar com a mãe. - Joga Michael para ela ao abrir a porta pra sua nova aliada. A filha de Hanna estava com saudades e precisar sair um pouco. - Então, vamos levar essa mocinha pra conhecer meu parque de diversão?
_ Você tem um parque? - perguntou a pequena com o olhos brilhando
_ Sim eu tenho; nós vamos lá, mas vai depender da sua mãe sair da cama.
_ Vamos mamãe. - Insistia a pequena puxando o braço de Hanna – Eu quero ir no parque. Por favor.
Michael observava atento a cena entre mãe e filha. Ele estava ansioso pra viver aquela experiencia, mas seus bebes ainda era de colo e ia demora um bom tempo ate eles poderem ter essa energia que Inez tem pra brincar. Hanna se vẽ acuada por todos os lados e acaba cedendo a pressão.
_ Ok, vocês venceram. Eu vou.
Hanna trocou de roupa rápido e juntos os três desceram em direção ao parque. Michael achava graça da pequena Inez pulando agarrada em sua mão a  alegria dela era evidente. A mãe vinha um pouco mais longe acompanhando sua cria e seu generoso anfitrião, já que a filha praticamente arrastava Michael para chegar logo ao parque. Hanna ainda sente dores por conta da cirurgia e da queda que sofreu na gravadora.  As marcas eram mais psicológica do que física. Assim que eles chegam Hanna se depara com um lugar lindo.



_ Nossa Michael que lugar lindo. É um paraíso.


_ Gostou?
_ Muito como você conseguiu encontrar esse lugar?
_ É uma longa historia. - ri ele com a fascinação de Hanna pelo lugar. - tem muita coisa aqui pra você ver. Isso é só o começo.
_ tem mais?
_ Sim. Vem comigo.
Michael põe Inez em um dos cavalinhos do carrossel, Hanna sobe e em um próximo a filha o anfitrião fica do lado de sua hospede. As horas no parque se passaram rapido e logo a noite chega no rancho.
_ Temos que voltar. Já está amanhecendo. - observa Hanna. - Desculpe, estamos te atrasando no seu trabalho.
_ Fique tranquila, quando se tem um certo tempo no ramo você faz os seus horários. Você vai chegar la.
_ Eu espero. Não sei.
_ Está confusa com tudo que aconteceu?
_ Sim, não estou me queixando. Só não sei se valeu a pena. - fala ela com ar tristonho.
_ Hei. - chama Michael a virando em direção da filha que estava sentada no carinho bate bate – Veja Hanna. Apesar de tudo você tem a ela. - Apontando pra Inez. -  apesar de tudo ela é o premio maior. Não desista por causa dela.




Eles retornam para a casa principal com a pequena de Inez adormecida nos braços. Era obvio que a garotinha não ia comer. As palavras de Michael não saiam de sua mente.
_ Deixa que ponho ela na cama.
_ Não tudo bem já estou acostumado. Vá lavar as mãos eu já desço. - pede Michael que além de por a jovenzinha na cama vai ver seus dois anjos.
Michael a fez analisar a situação, que apesar de não se sentir a vontade com o antigo parceiro. Um retorno era necessário. Mas a questão é, valia apena continuar com Per? Só o tempo poderia responder.



Deve ter sido amor

Deve ter sido amor, mas acabou agora

Deixe um suspiro no meu travesseiro
Deixe o inverno pros outros
Eu acordo sozinha, tem um silêncio no ar
No quarto e em toda parte

Toque-me agora, eu fecho meus olhos
E me perco em sonhos

Deve ter sido amor, mas acabou agora
Deve ter sido bom, mas eu o perdi de alguma forma
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Do momento que nos tocamos até o tempo que passou

Faço de conta que estamos juntos
Que estou abrigada pelo seu coração
Mas por dentro e por fora estou desabando
Como uma lágrima na palma de sua mão

E é um duro dia de inverno
Eu sonho

Deve ter sido amor, mas acabou agora
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem
Deve ter sido amor, mas acabou agora
É para onde a água flui
É para onde o vento sopra

Deve ter sido amor, mas acabou agora
Deve ter sido bom, mas eu o perdi de alguma forma
Deve ter sido amor, mas acabou agora
Do momento que nos tocamos até o tempo que passou

Deve ter sido amor, mas acabou agora
Era tudo que eu queria, agora estou vivendo sem
Deve ter sido amor, mas acabou agora
É para onde a água flui
É para onde o vento sopra


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Jul 09, 2016 4:53 am

Capitulo XVIIISonhos.


A noite passou rápido. O jantar foi maravilhoso para ambos, a conversa fluía naturalmente ente ele e Hanna. Os papos rendiam ate de madrugada. Na manhã seguinte Michael vai ate o quarto da sua hospede com um convite inusitado.
_ Bom dia dorminhoca. - Adentra ele no quarto de Hanna com uma super bandeja de café da manhã nas mão, para a surpresa de Hanna.



_ Bom dia Michael. O que eu fiz pra merecer tantos mimos assim? - Pergunta ela se ajeitando na cama um pouco sonolenta.
_ Nada, mas isso não significa que eu não posso fazer um agrado as pessoas que eu gosto. - colocando a cesta em frente a Hanna. - Como não sei o que gosta de manha eu fiz um pouco de tudo.
_ Obrigado Michael você é muito gentil.
_ De nada. Se levantando e se dirigindo ate a porta.
_ Não vai tomar café comigo?
_ Não posso. Tenho que ir agora pro hospital.
_ O que aconteceu? Eu posso ajudar?
_ Um dos meus bebes está com muita febre que não quer baixar. - revela ele aflito. - Não se preocupe, quando eu voltar a gente vai dar um passeio no rancho.
_ Tudo bem.
O dia passa leto e tediosos sem Michael. Ninguém tinha noticias dele a horas. Daniel estava dormindo com uma das babas de vigia enquanto Michael e a outra baba estavam no hospital cuidado da pequena Elizabeth. O atros havia contratado uma segunda baba para cuidar de Inez e ajudar a primeira baba já que com o problema da garotinha Daniel não poderia ficar só caso ele também viesse a ficar doente. Hanna estava preocupada.
_ Alguma noticia do Michael? - pergunta ela a um dos funcionários – Faz tempo que não tenho noticias dele.
_ Ainda não temos noticia senhora. A outra baba ainda não chegou.
_ Me avisem se ele aparecer. Sim?
Uma movimentação estranha se fez na casa. A baba tinha chegado com a pequena Elizabeth no colo, mas Michael não havia aparecido.
_ E Michael? - pergunta ela preocupada.
_ Ele saiu assim que chegamos e depois disso não o vimos mais – Informa um dos seguranças sem muitas informações.
_ Obrigado
Hanna sabia que o rancho era enorme, mas tinha esperanças de encontrar ele. Ela começa a caminha por onde ela já tina passado antes e sabia que não se perderia se ela ficasse na trilha. Quinze minutos de caminhada haviam se passado quando ela vê uma pessoa sentada com uma camisa xadrez vermelha e um chapéu na cabeça. Era Michael.



Michael? - Chama Hanna o fazendo sair de seus pensamentos ele olha em volta procurando quem foi que o chamou. E loga avista Hanna caminhando em sua direção.
_ Hanna.
_ Você sumiu e não voltou pra me dar noticia. Sua filha está bem?
_ sim, está bem, o medico fez alguns exames e descobriu que é mais infecção no ouvido. Ele deu um medicamento pra dor e combater a infecção e a febre cedeu. Agora é só esperar.
_ Que bom.
_ Sim. - Ele baixa a cabeça com um aspecto triste no rosto. - Desculpe não ter dado noticia antes.
_ Tudo bem Michael. Você é pai e estava preocupado. - Breve silencio se fez ate que Michael quebrou.
_ Quer andar de trem?



Hanna ficou surpresa com o convite e ainda mais ao ver uma locomotiva do seculo XIX próximo a onde eles estavam.



Michael Jackson - Butterflies

Borboletas

Tudo que você faz é apenas ir embora e passar por mim
Não reconhece meu sorriso,
Quando eu tento dizer olá a você, yeah
E tudo que você faz é não responder meus chamados,
Quando estou tentando conseguir passar
Para me manter perguntando por que,
Quando tudo que eu posso fazer é suspirar
Eu só quero tocar você

Eu só quero te tocar e beijar
E eu desejo que eu pudesse estar com você esta noite
(Você me dá)
Porque você me dá borboletas
Por dentro, por dentro e eu

Tudo que tenho a dizer é que devo estar sonhando, não pode ser real
Você não esta aqui comigo,
Ainda posso sentir você próxima a mim
Eu acaricio você, deixo você provar-nos
Apenas tão feliz ouvir
Eu te daria tudo baby,
Apenas faça meus sonhos tornarem verdade
Oh baby, você me dá borboletas

refrão: Eu só quero te tocar e beijar
E eu desejo que eu pudesse estar com você esta noite
(Você me dá)
Porque você me dá borboletas
Por dentro, por dentro e eu

Se você pudesse pegar minha mão, baby eu mostraria você
Guiaria você para a luz, baby
Se você fosse ser meu amor,
Baby eu amaria você, amaria você até o fim dos tempos

Eu só quero te tocar e beijar
E eu desejo que eu pudesse estar com você esta noite
(Garota, você me dá) Você me dá borboletas
Por dentro, por dentro e eu

Eu só quero te tocar e beijar
E eu desejo que eu pudesse estar com você esta noite
Você me dá borboletas
Por dentro, por dentro e eu

Eu só quero te tocar e beijar
E eu desejo que eu pudesse estar com você esta noite
Porque você dá borboletas
Por dentro, por dentro e eu


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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sex Jul 15, 2016 2:56 am

Capitulo XIXAproximação.


O passeio foi tranquilo, eles se limitaram a ficar apenas no trem dando uma volta geral pelo rancho. Michael mostrava tudo sem precisar descer afinal haveria tempo suficiente para que eles fossem em cada espaço do local.
_ E então Hanna, pretende se casar de novo? - puxa o assunto para surpresa da jovem.
_ Não Michael. Por enquanto não quero casar.
_ Oh! E namorar?
_ Estou bem assim. Não quero outro relacionamento. Não depois de tudo que aconteceu. Eu quero paz.
_ Ah. - Michael permanece distante pensando no que irá fazer.
Michael se sente um pouco ferido por saber que sua amada não está afim de ter um relacionamento serio. Ele resolveu não tocar mais no assunto já que algumas feridas demoram pra cicatrizar, mas isso não quer dizer que ele não pudesse ser diferente dos homens que ela conheceu.
_ Você mora aqui sozinho Michael? - Hanna puxa assunto ao ver seu anfitrião tão calado.
_ Sim. Não encontrei minha alma gêmea ainda.
_ Seja lá quem for ela vai gostar de viver aqui.
_ Não sei. No momento ela não quer ninguém em sua vida – Michael solta sem perceber e deixa claro pra Hanna quem ele queria. O que era uma suspeita para a garota devido as perguntas feitas por ele, agora são certeza. - vem cá quero te mostrar uma coisa. - Michael puxa Hanna pelo braço para mostrar-lhe o seu zoológico.
_ Você tem um zoológico aqui? - Pergunta ela chocada com o que viu. - O que mais tem nesse lugar que eu não sei. - Michael sorri
_ Qual filem que você gostaria de ver que ainda não viu? - Pergunta ele intrigado.
_ Procurando Nemo
_ Serio. A Inez sempre me pede pra ver, mas os fãs não deixaram a gente ver. Acho que estou em divida com a minha filha – Diz ela de cabeça baixa.
_ Então não está mais.
_ Como assim?
_ Esteja pronta de cinco horas com sua filha eu venho buscar vocês. - Dispara Michael com o telefone em mãos. Já fazia um tempo que o filem havia saído de cartaz, mas já estava disponível pra compras em lojas não foi difícil dele conseguir o filme. Michael queria impressionar sua hospede. Ela poderia está fechada pra balanço mas isso não quer dizer que não poderia ser mudado.




No horário combinado Hanna e Inez estavam prontas para o “passeio”, Michael chega um pouco menos formal que ela esperava já que ela pensava que iriam sair da propriedade ara algum cinema próximo. Hanna estranhou as vestimentas de Michael.
_ Nossa pra que essa produção toda? – Comenta ele olhando pra as duas com um olhar enigmático que as deixaram em duvida.
_ você disse que iriamos ao cinema.
_ E vamos mas, não vamos sair do rancho. - Fala sorrindo pras duas que estranham a frase dele – Venham comigo ate lá fora.
Elas o seguiram ate a porta onde viram um carrinho de golfe parado na entrada. Ambas ficaram sem entender quando Michael se dirigiu ao carrinho e se sentou ao volante.
_ Vamos? - Convidou ele fazendo sinal para as duas.
_ Serio?
_ Faz parte do passeio.
Elas entraram mesmo sem entender, Michael deu a partida no carrinho. O trajeto foi rápido de 15 minutos. Ao longe eles avistam um prédio bem imponente todo iluminado. Os olhos das duas se iluminaram ao ver o local. O carrinho para e eles são recebidos por dois empregados vestidos a caráter. As roupas eram estilo cinema dos anos 60.  
_ Bem vindas ao meu cinema particular. - As duas estavam de boca aberta com a decoração do prédio. Havia varias peças de vários filmes diferente e uma maquina de pipoca que elas nem perceberam de tão surpresas que estavam.  
Michael segue as duas com três sacos enormes de pipoca. Eles se sentam e o astro entrega os pacotinhos de pipoca. O filme começa e o silencio domina. De vez em quando o astro da uma olhada para suas convidadas. A pequena Inez não tirava os olhos do telão. Tudo se passava serenamente.  
Hanna por sua vez tentava não olhar de mais para Michael. Ela tinha medo de que fosse pega em um de seus devaneios sobre ele. Como um homem igual a ele pode ficar sozinho tanto tempo. Ela se perdia na beleza de Michael, seu rosto Angelical e sua voz sempre mansa a encantavam. Não, não ela não queria se apaixonar novamente, não depois de tudo que aconteceu com Per.
_ Michael?
_ O que?
_ Eu tenho medo.
_ Não tenha, não vou deixar nada de ruim te acontecer, eu prometo….



O que mais eu posso dar?


Oh baby
Não não não não não não

Quantas pessoas terão que morrer antes de tomarmos uma posição?
Quantas crianças terão que chorar antes de fazermos tudo que podemos?
Se enviar o seu amor é tudo que você pode dar
Para ajudar alguém a viver

Quantas vezes podemos virar nossas cabeças e fingir que não podemos ver?
Curando as feridas da nossa terra destruída
Nós somos uma família global. Basta enviar suas orações
É algo que você vai sentir. Ajudar alguém se curar

O que eu tenho que posso dar?
O que eu tenho que posso dar? (me diga)
O que eu tenho que posso dar? (yeah yeah, oh oh)
Para amar e para ensinar você
Para abraçar e para precisar de você
O que mais eu posso dar? (mais eu posso dar, yeah)

Agora vamos todos derrubar os nossos medos, chegar e fazer um pacto
Mostrando o amor que está em nossos corações
Vamos trazer de volta a salvação
Basta enviar o seu amor que tem o poder de curar
Então vamos todos dar

O que eu tenho que posso dar?
O que eu tenho que posso dar? (não é muito para dar, só um pouco)
O que tenho que posso dar? (todos devem ser uma parte disso)
Para amar e para ensinar você (ensinar você)
Para abraçar e para precisar de você
O que mais eu posso dar? (dar, oh oh oh)

Diga as palavras Eu irei me estabelecer no chão por você
Apenas chame meu nome. Eu sou seu amigo
Veja, então por que eles continuam a nos ensinar
Este ódio e crueldade?
Nós devemos dar mais e mais novamente

O que eu tenho que posso dar?
Nós devemos dar mais e mais novamente
O que eu tenho que posso dar?
Oh meu Deus, oh meu Deus (nosso amor)
Para amar e para ensinar você
Para abraçar e para precisar de você
O que mais eu posso dar?

O que eu tenho que posso dar? (ah ah aah)
O que eu tenho que posso dar? (dar para você, dar para você)
Para amar e para ensinar você (nosso amor)
Para abraçar e para precisar de você (oh oh oh)
O que mais eu posso dar?

O que mais ...
O que eu tenho que posso dar? (... eu posso dar)
O que eu tenho que posso dar? (Eu quero dar isso para você, dar isso para você)
Para amar e para ensinar você (oh yeah)
Para abraçar e para precisar de você (oh yeah)
O que mais eu posso dar?

O que eu tenho que posso dar?
Nós queremos dar isso a você (ah aah aah)
O que eu tenho que posso dar?
Para amar e para ensinar você (oh não)
Para abraçar e para precisar de você
O que mais eu posso dar?

O que eu tenho que posso dar?
O que eu tenho, o que eu tenho (diga as suas orações)
O que eu tenho que posso dar? (mostre o quanto você sente isso)
Para amar e para ensinar você (para amar você,
para ensinar você)
Para abraçar e para precisar de você (para abraçar você, para precisar de você)
O que mais eu posso dar? (o que mais)

O que eu tenho que posso dar? O que eu posso dar, me diga o que eu posso dar?
O que eu tenho que posso dar? Para amar e esconder você
Para abraçar e para precisar de você. O que mais eu posso dar
?

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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Qua Jul 20, 2016 1:29 am

Capitulo XXSe Apegando


Alguma coisa acontecia no coração de Hanna. Todas as veze que ela olhava para Michael e a forma como tratava a sua filha seu coração acelerava. Seu anfitrião era muito solidário e sabia que o seu apoio depois de tudo que passou seria fundamental. Antes de acabar o filme Inez adormeceu e ao perceber isso Michael se adianta:
_ Acho que alguém dormiu ali – Exclama ele para Hanna que ao ver a filha adormecida se levanta rápido.
_ Oh, meu Deus.
_ Deixa que eu a levo pro quarto. - Michael pega Inez no colo e segue de volta para a mansão. Durante todo o trajeto Hanna o observa. O carinho dele com crianças era incrível, realmente Michael seria um pai maravilhoso. Ele acomoda a pequena na cama e a cobre com o lençol. A intenção dele não é ocupar o lugar de Per como pai, mas minimizar a ausência dele.
_ Per vem buscá-la amanhã – Diz Hanna a Michael o observando sair do quarto.
_ Está nervosa?
_ Não sei.
_ Ele é o pai dela e seu parceiro de trabalho.
_ Eu sei, mas….
_ Mas?
_ Não me sinto segura para voltar. Não esperava velo tão cedo.
_ Entendo. Mas não podemos corta os laços com ele. Se ele tivesse se afastado era um direito dele.
_ Eu sei.
_ Se não quiser velo eu a entrego pra ele.
_ você faria isso por mim?
_ Sim, preciso conversar com Per mesmo. Ele tem trabalhado em projetos solos. Os empresários de vocês precisam de uma resposta e eu vou pedir mais tempo.
_ Não sabia disso.
_ Não quis te pressionar. Vou fazer uma proposta para eles pra te dar mais tempo. Assim quando se sentir segura vocês voltam com a banda.
_ Que proposta?
_ Uma carreira solo.
_ Carreira solo?
_ Sim.
_ E isso vai da certo?
_ não sei Hanna. Só o tempo pode dizer. Mas você não vai saber se não tentar. O per está indo bem com a carreira dela porque não tenta?
_ Não sei Michael.
_ Talento você tem. - Ambos riem. - Bom eu vou tomar um café e depois eu vou descansar um pouco. Meu dia foi puxado e quase que não consigo chegar a tempo pra sessão.
_ tudo bem. Eu também vou descansar e pensar na sua proposta.
_ Então boa noite Hanna.
_ Boa noite.
_ Michael?
_ sim? - não deu muito tempo pra ele responder Hanna salta sobre ele e toma seus lábios de assalto fazendo Michael levar um susto com o ato da moça. Ele não esperava nada de Hanna, não depois de deixar claro que ela não queria se envolver com ninguém. O beijo era intenção ponto de Michael se entregar aquelas sensações que ela estava causando. Ele a pressiona contra a parede com força, fazendo Hanna gemer com a pressão. Em um lapso de consciência a jovem troca de posição passando a pressionar Michael contra a parede que estava, assim que conseguiu essa posição ela parou e correu para o seu quarto. A reação do astro foi um misto de duvida e de excitação.
_ Preciso de um banho – Diz ele ofegante e ao olhar pro volume de sua calça – Urgente.
Michael corre pra uma ducha gelada bem demorada. Depois de algum tempo no banheiro ele sai e finalmente vai tomar seu café. Ele passa pela porta do quarto de Hanna e pensa em bater na porta, mas ele recua. A luz do quarto estava apagada e por dedução concluiu que já estava dormindo. Logo não quis incomodar. Ele não consegue tomar o café em paz. Aquela imagem de Hanna o atacando não saia de sua cabeça, será que foi fruto da sua imaginação ou realmente aconteceu e o que realmente aquilo queria dizer? A noite seria longa para ele.
Na manhã seguinte Hanna não apareceu, mas Inez estava pronta pra passar o final de semana com o pai. Per chega no horário combinado e a pequena Inez o recebe aos pulos de alegria com o “tio Michael” logo atrás.
_ Papai
_ Oi princesa linda me da um beijo. - Sendo prontamente atendido pela filha que se agarra ao pescoço do papai – Cadê a mamãe?
_ Ela não quis vir.
_ Oi Per.
_ Oi Michael, e a Hanna? Preciso falar com ela.
_ Ela não quis vir.
_ A gravadora esta cobrando um álbum novo nosso, meu estoque de desculpas já se esgotaram. É o ultimo álbum do contrato depois disso começa as negociações para a renovação. - Michael ouvia tudo calado e pensativo.
_ Per faz o seguinte. Eu vou falar pra Hanna tudo que você me disse agora e te dou um retorno. Se te questionarem diga que está esperando a liberação do medico dela pra voltarem a cantar.
_ Certo.
Pai e filha vão embora para o fim de semana em família. Michael volta pra tentar falar com sua hospede, que se recusa sabe-se lá porque a abrir a porta. Hanna por sua vez fica quieta sem responder os apelos de Michael. Depois do que ela havia feito ela não tinha coragem de olhar na cara no rosto de seu anfitrião. Como não havia resposta Michael escreve um bilhete e põe por baixo da porta na esperança dela o responder.
Hanna se sentia envergonhada pelo que fez na noite anterior.
_ Hanna – Insiste Michael. - A gravadora precisa de uma resposta. Eles estão cobrando o ultimo álbum do contrato. Se não quer falar comigo entre em contato com a gravadora pra renegociar o contrato. Se quiser conversar estou no meu quarto, ok? - Michael respira fundo passando a mão na cabeça – Uma hora a gente vai ter que conversar sobre o que aconteceu no corredor.
Ela sabia que Michael estava certo, eles teriam que conversar sobre o beijo que Hanna roubou dele. E era isso que ela temia. O que dizer a pessoa que ela tinha rejeitado a pouco tempo e depois tinha beijado que não estava pronta pra um relacionamento e que agi por impulso?
Michael estava em seu quarto pensando em tudo que estava acontecendo ate que seu amigo Chris o liga:
_ E ai man? Como vocÊ tá?
_ Na mesma.
_ Tá com uma voz triste, problemas com mulheres ou com uma determinada hospede?
_ tá me espionando é?
_ fala logo o que houve?
_ Ela me beijou ontem e agora não quer sair do quarto.
_ Hum?! - Chris ouvia tudo atentamente e Michael prosseguia.
_ E foi depois dela ter me dito que não queria nada com ninguém estou confuso Chris.
_ acho que ela está tão confusa quando você.
_ Será?
_ se ela gosta de você mesmo. Dê tempo a ela. Apenas espere – Michael ouve o conselho do amigo ate que ouve alguém bate na porta de seu quarto. Era Hanna…




Roxette - Speak To Me

Fale comigo


Fale comigo com ternura
Fale comigo com graciosidade
Fale comigo com alegria e amor

Fale comigo na solidão
Fale comigo na amargura
Fale comigo na incredulidade com amor

Você quer se esconder quando está sozinho
Para onde você corre quando está sozinho?
Você procura encontrar alguma paz de espírito
Mas nada está à vista no final da linha, oh não

Fale comigo no vazio
Fale comigo no sucesso fracassado
Fale comigo na mudez com amor
Com amor
Com amor

Você quer se esconder quando está sozinho
Para onde você corre quando tudo acaba?
Você procura encontrar uma coisa boa na vida
Mas nada está à vista no final da linha

Então, onde você se esconder quando está sozinho?
Para onde você corre quando está sozinho?
Aquele sonho no escuro só afundou como uma pedra
Aquela voz em seu coração, ela não chega ao telefone
Ela nunca chega

Fale comigo com ternura
Fale comigo com graciosidade
Fale comigo com alegria e amor

Fale comigo na solidão (fale comigo)
Fale comigo na amargura
Fale comigo na incredulidade com amor

Apenas com amor Com amor
Fale comigo, fale comigo
Com amor
Vamos lá, agora Com amor



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sab Ago 20, 2016 3:00 am

Capitulo XXIPingo nos Is.



Michael já estava preparado para se recolher quando a sua visita apareceu. Seu coração dispara, pois não sabia qual era a intensão de Hanna. A garota permanece de pé a frente de Michael esperando sua autorização pra entrar. Era obvio que ela estava ali reunindo todas as forças de seu corpo para falar com ele.
_ Posso entrar? - Pede ela ao seu anfitrião que está serio a sua frente, mas permite a passagem. Hanna entra no quarto luxuoso de Michael. Ela ouvi a porta se fechando por trás de si e ser trancada. Antes que pudesse pensar ou dizer algo, é Michael que a toma de assalto em um beijo desesperado. A jovem sente o desespero de Michael na forma com que ele a toca. Todo seu corpo estremesse, sua pele se arrepia com o toque dele, que está tão cheio de urgência que Hanna não consegue ter qualquer tipo e reação a não ser se entregar a ele.
As peças de roupa de ambos voam pelo quarto, as mãos de Michael passeiam pelo corpo de Hanna como nunca aconteceu antes. Em todas as vezes que ela foi pra cama com Per ela nunca sentiu o que Michael estava provocando nela. Michael a conduzia para cama conforme ele avançava nos carinhos.
_ Michael por favor – Fala Hanna sem forças alguma para resistir.
_ Não vou deixar você escapar de novo – Diz Michael entre beijos pra Hanna.
Michael seguia com as caricias cada vez mais ousadas, deixando Hanna em brasas. Ela não queria ceder pra homem nenhum depois do que aconteceu com Per. O medo de ser ferida novamente era grande demais pra ser ignorado. Ela correspondia com a mesma urgência. As peças de roupas sumiam a medida que as caricias aumentavam e os beijos também.




_ Michael eu não posso.
_ Porque Hanna?
_ Eu não consigo, me desculpe. - Diz ela chorosa para Michael que é forçado a desistir. - Depois de tudo não consigo mais.
_ Hanna eu não sou o Per, não vou te machucar. Quero te fazer feliz, sempre quis, mas a s coisas mudaram tão rápido que não tive chance de me envolver com você. - ela ouve tudo seria e sem reação.
_ Tudo bem. - Michael mantém o olhar no chão destranca a porta e deixa Hanna sair enquanto ele se dirige para o banheiro – Vou tomar um banho se precisar me de mim sabe onde me encontrar.
_ Michael me perdoa.
_ Tudo bem.
A noite passou arrastada para ambos. Michael tomou um longo banho na esperança de conseguir por a cabeça no lugar. O caso dele estava ficando complicado, Hanna não baixava a guarda e obviamente o coração do astro ficava mais apertado ainda. No dia seguinte Michael saiu cedo para alguns compromissos. A vida de Hanna estava bem como estava, mas ela precisava voltar a trabalhar e por causa disso ela resolveu sair da casa de Michael. Enquanto Inez estava com o pai ela foi em busca de uma casa a qual pudesse ficar e mudar de imediato. Já Michael enfrentava questões mais complicadas e desabafou em um almoço com seu melhor amigo.
_ Obrigado Chris por me convidar pra almoçar, precisava mesmo conversar com alguém.
_ Problemas no paraíso?
_ Não tem paraíso, só inferno mesmo.
_ Nossa o que aconteceu?
_ O que não aconteceu é o problema. - suspiro pesado.
_ Continua….
_ Ela não me da abertura, mas me manda alguns sinais que realmente me deixam confuso.
_ Que tipo de sinais?
_ Ela me beijou Chris, assim do nada…..
_ Nossa.
_ ai eu disse que precisávamos conversar que ela sabia onde me encontrar. Ela foi no meu quarto e nós quase…. Você sabe. E no meio de tudo ela disse que não conseguia.
_ Situação bem complicada a sua.
_ Eu sei.
_ Michael dá um tempo pra ela. Depois do que aconteceu fica insistindo não vai te ajudar.
_ Pior que eu não to insistindo. Estou sendo apenas gentil.
_ Ou seja sendo você mesmo.
_ É
_ Não sei como tudo acabou assim, mas com certeza ela está com medo de se entregar e tomar outro par de galho e a maluca mata ela. Mulheres possessivas fazem isso. - Michael ouvia atentamente tudo que o amigo falava. - pelo que eu li ela teve a parcela de culpa dela na historia, nenhum homem que se ver trocando por um ser de 60 cm.
_ Chris? - repreende o Michael.
_ É serio Mike. O os filhos tendem a acabar com o casamento.
_ isso não é verdade.
_ Michael as mulheres com os filhos são maternais, algumas ate de mais. A Hanna foi de mais. Por isso que o Per procurou outra e quase se separou dela. Quando ela finalmente acordou pro erro era tarde de mais. - Michael permaneceu calado enquanto Chris prosseguia – não estou dizendo que ela esteja errada, mas ela deveria ter mesclado melhor a vida pessoal com a profissional.
_ Queria poder discorda de você, mas não posso.
_ Cara, relaxa. Você não é o único homem na face da terra que briga pra entender as mulheres.
_ Isso é encorajador Chris.
_ Deixa a vida te levar. - os dois terminam o almoço e Michael da seu dia por encerrado.
Ao chegar em casa ele tem uma surpresa nada agradável.
_ Olá senhor Jackson – Cumprimenta a empregada com um envelope nas mãos – Isso é pra o senhor. - Michael pega o envelope e segue para o escritório e se tranca. Ao ler o conteúdo uma lagrima escorre na sua face.

Michael,

Me perdoe por não ficar mais. você foi muito bom pra mim, mas já era hora de seguir nossas vidas. Sei que encontrará alguém menos complicada do que eu. Meus sentimentos estão confuso agora e não quero te ferir. A Inez manda lembranças ela vai sentir saudade dos brinquedos. Seja feliz.

Com amor Hanna.

_ Alô? Chris? É o Michael. Ela foi embora hoje…….



Going Under - (Afundando) - Evanescence

Afogando em você

Conduza-me pelo rio de amor.
Derrame um pouco de água e lave a minha dor.
Deixe-me no oceano de alegria.
Água de baixo,
Eu posso sentir seu brilho que atravessa,
você sabe que eu faço.
Eu estou me afogando em você.

Leve-me pelas ondas de seu coração.
Leve-me até a costa, babe,
e mantenha-me perto de você.
Deixe-me quando o céu está escurecendo.
Água de trás,
eu posso sentir uma linha fina de você,
você sabe que eu faço.
Eu estou me afogando em você

Diga Olá, não há nenhum adeus,
se você não pode ler nas entrelinhas.
Encontrou um amor que eu não posso esconder.
Oh eu fui afogamento em seus olhos.
Mel, mel, sim querida!
Levam-me à porta dos seus sonhos.
Coloque-me em um navio que vai navegar os amantes mares.
Água dos riachos e córregos.
A água na minha cara,
eu posso provar o oceano de você,
você sabe que eu faço.
Eu estou me afogando em você Diga Olá ...

É o oceano de você,
você sabe que isso é verdade,
estou me afogando em você.[/color]



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Re: Um Amor de Padrinho

Mensagem por Mimijak em Sex Set 02, 2016 10:55 pm

Capitulo XXIISeguindo em frente.




Depois da partida de Hanna Michael resolveu seguir com sua vida. Ele tinha dois filhos lindo que cresciam saudáveis e precisavam de sua atenção por inteiro. Ele tinha alguns encontros causais pra suprir suas necessidades de homem, mas nada durava ou por que ela não estava disposta a entrar em sua vida ou simplesmente porque ele não permitia.
_ Michael já pensou em casar? - pergunta uma pretendente ingenua.
_ Já, mas desiste.
_ Porque?
_ Porque simplesmente fui rejeitado então não quero casamento
_ Nossa quem foi essa louca? Um homem igual a você ninguém joga fora assim tão rapido.
_ É uma longa historia que eu quero esquecer. - Dando mais um gole no vinho que trazia em sua mão.
_ Muito justo. Mas tá aberto pra diversão adulta?
_ Está afim de se divertir comigo?
_ Nossa, bem direto você.
_ Uma coisa que eu não faço é perder tempo. - Com uma voz e olhar bem sedutores.
Michael saiu com sua convidada para um hotel próximo a cidade. A diversão foi intensa na noite, ninguém dormiu aquele dia. Na manhã seguinte todos seguem sua vida sem remorso. Michael seguiu essa rotina por uns 4 anos. Em uma tarde de novembro enquanto Michael estava sentado em um dos bancos observando o carrossel uma de suas empregadas entrega o telefone para ele:




_ Quem é? - perguntou ele ao atender
_ Oi Michael, sou eu Hanna. Podemos conversar?
_ Hanna?! Quanto tempo, claro que podemos conversar.
_ Pode ser pessoalmente?
_ Claro que sim pode vir aqui. Vou passar o fim de semana em casa, passe o fim de semana comigo? - Propõe ele.
Michael não sabia o que Hanna queria com ele depois de tanto tempo sem dar explicações. Mas estava curioso para saber do que se trata. Ele pede para prepara um lanche para a tarde já que Hanna passaria a tarde e o resto do fim de semana com ele:
_ Alguma coisa especial senhor? - Pergunta a jovem cozinheira da casa.
_ Não, só o que elas gostam, ainda se lembra do gosto delas? - pergunta a sua cozinheira.
_ Sim senhor, me lembro.
_ Otimo, deixe tudo pronto, ate o final do dia elas estarão aqui.
Ele segue para o escritório e liga para o seu amigo Chris Tucker pra contar a novidade.
_ E ai como vai ser agora? - pergunta o amigo confuso com a situação.
_ Não sei, quero ver o que ela tem a me dizer. Não fiz nada para ela fugir.
_ Na boa, você deveria desistir dela e seguir em frente. Você merece ser feliz Michael e não ficar esperando a vida toda por alguém que aparentemente só quer brincar com você.
_ Eu sei Chris, mas eu tenho um coração teimoso. Vou ver o que ela quer e depois eu vejo o que eu faço.
O dia estava lindo ao final da tarde, Michael estava sentado na sua arvore favorita observando o parque, quando um de seus empregados vem chamá-lo.
_ Senhor as visitas chegaram. - Ele desce e vai se encontrar com Hanna.





Michael correu para a porta, a pequena Inez fez uma festa grande ao ver o tio a muito sumido. Daniel e Elizabeth correram para encontrar os visitantes, eles estavam bem diferente dos bebês que ela tinha visto. Apesar do abraço que Michael deu nela, Hanna percebeu que ele estava distante.
_ Quer um café? Vocês devem esta com fome.
_ Claro.
Enquanto as meninas se servem do lanche Michael vai para o escritório para adiantar algumas coisas, a noite seria longa. Hanna caminha pela casa lembrando alguns momentos vividos ali. Era fato que ela precisava se recompor depois de tudo que havia acontecido, da sua recuperação e dos beijos que havia trocado com Michael. Será que ele ainda a queria? Essa resposta ela só teria ao conversar com ele. Assim que ele aparece os dois começam a conversar como se fosse a primeira vez que tivessem se vendo, mas dessa vez era diferente.
_ Michael você está tão diferente da ultima vez que nos vemos, alguma novidade?
_ Eu não, estou do mesmo jeito.
_ Não está, quando eu estive aqui você era mais aberto. Agora parece mais recluso.
_ Impressão sua. Só tive alguns problemas, você sabe. Viu nos noticiários. - silencio – Depois que me libertei desses problemas resolve ver a vida com outro olhos.
_ Se casou?
_ Não, e não pretendo.
_ Porque não? Você é jovem deve ter o que?
_ 45 anos
_ Serio que você tem 45? não parece ter mais de 25 anos.
_ Sempre me dizem isso.
_ você não deveria está sozinho. Você é um homem bonito, charmoso inteligente.
_ Pena que a mulher que eu queria não me vê assim. Ela saiu daqui a quatro anos sem da a menor explicação pra mim depois de umas atitudes que me deixaram mais confuso do que eu queria. - Aquela palavras deixaram Hanna ciente eu ele falava dela. O fato dele ter usado o verbo no passado a vez duvidar se ele tinha desistido ou não de ficar com ela.
_ E se ela anda quiser ficar com você e explicar tudo?
_ Ela perdeu a chance a 4 anos. - Michael olha a hora e se levanta – eu vou me recolher fica a vontade – um clima estranho se instaurou na sala.
_Michael precisamos esclarecer as coisas! - insiste ela em vão.
_ Não precisa, eu entendi que você não me quer. Quando alguém não me interessa eu faço igual, me afastou, corto o contato. A pessoa entende que acabou e tudo fica bem. Você é minha convidada esse fim de semana fica a vontade.
Michael sai para receber uma de suas namoradas. Ele está seguindo a linha do solteiro sim sozinho nunca. A noite foi bem agitada para o casal, mas para Hanna foi de pura insonia.







Cedo demais


A primeira regra neste mundo, baby
Não prestar atenção a nada do que você vê nos noticiários

Ela só estava lá sentada na mesa
Pensando que agora as coisas não serão as mesmas
E você gostaria de ir comigo?
E ela me respondeu não
Mas acho que vou aprender minha lição muito cedo

Eu nunca pensei que ela iria me deixar para sempre
Mas quem sabe exatamente o que o futuro trará?
E será que ela gostaria de ir comigo?
E ela me respondeu que não
Mas acho que vou aprender minha lição muito cedo

Leve embora essa tristeza sem fim
Tire este sentimento de solidão da minha alma
Se ao menos eu soubesse o que o amanhã me reserva
Ela estaria sentada aqui do meu lado
E meu coração não iria


Espero fazer uma mudança agora para melhor
Nunca deixando o destino dominar a minha alma
E espero que minhas orações vejam
O dia em que você vai voltar pra mim
Mas acho que vou aprender minha lição muito cedo

Sim, acho que e vou aprender minha lição muito cedo


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