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A Inocência de Um Amor verdadeiro

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A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 2:56 am

A Inocência de Um Amor verdadeiro





Sinopse rapida: Michael conhece uma mulher brasileira numa viagem a um resort pra descansa apos o final do casorio com a Lisa, os dois fazem uma linda amizade que se prolonga por anos e sem notar eles acabam descobrindo que estão apaixonados. Mas eles tem muita ida e vinda, será que eles conseguem ficar junto as escondidas do mundo? Descubra em....

A inocência de um amor verdadeiro por Blankie Jackson


Espero que gostem dessa fic romantica as avesas e interativa.



Sugiro que leiam ouvindo Spesheless - Sugestão por Mimijak
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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 3:04 am


A Inocência de um Amor Verdadeiro



Capitulo I O Primeiro Encontro (período 1996-2009)


Muitas pessoas passam a vida atrás do amor perfeito, príncipes e princesas encantadas, experiências de sexo tórrido, mas se esquecem que, nem sempre tudo na vida é só flores, e algumas pessoas estão a quem do prazer sexual, o prazer pra elas esta apenas em viver o momento, nos esquecemos que só a presença da pessoa amada é o suficiente para simplesmente nos fazer ganhamos o dia.
E era isso que Michael procurava no sexo oposto, isso talvez, explique porque que sua melhor amiga, Elisabeth Taylor, tenha se tornado sua fiel escudeira. Conheci Michael em uma viagem a frança, eu estava tão entediada, quanto ele das coisas que me cercava, que tudo me deixava nervosa, com ele também não era diferente, era um resort escondido no interior do país, ele foi se esconder do mundo, que por coincidência eu também fui.
Cheguei por volta das 14:30 horas, me acomodei na suíte de numero 213 do vigésimo andar, meu quarto tinha uma vista linda, que pouco me importava a principio, no meu estado emocional, até se o Leonardo Di Caprio me pedisse em casamento, de joelhos com um diamante raro nas mãos de cor azul, seria brutamente humilhado por mim, meu estado catastrófico se devia ao termino violento de um relacionamento, no qual o calhorda não queria outra coisa comigo que não fosse sexo, ele me via como uma espécie de boneca inflável com vida, o prazer era só pra ele já pra mim não tinha direito a nada, se tivesse um ranking no guinés book pra relação sexual mais rápida do mundo, ele com certeza teria uma pagina de destaque, sumi pra descansar e esquecer de tudo e de todos.
Michael havia chegado meia hora antes, ele estava no meio de um turbilhão de sentimentos, ele tinha acaba de se separar pela primeira vez, estava frustrado, magoado, desiludido, os seus planos que ele havia feito a dois, haviam todos sido brutalmente destruídos, um de seus amigos indicou-lhe o resort, para onde ele decidiu ir descansar do mundo, pelo menos por alguns dias. Ele ficou na suíte de numero 220, ao fim do corredor, isso mesmo estávamos no mesmo andar sem saber.
Após nos instalarmos, descemos pra a piscina do hotel, me acomodei um pouco próximo a borda, levei comigo um livro do meu autor favorito, Machado de Assis, para ler, estava sentada com os pés esticados em uma espécie de espreguiçadeira, quando Michael teve a infeliz idéia de mergulhar próximo a mim.
_ Oh! Desculpe-me! – Apareceu ele na minha frente tímido com o corpo escorrendo – Não te vi ai até mergulhar.
_ Então preste mais atenção da próxima vez. – Disse-lhe ainda alterada, mas ele não perdia de jeito nenhum a doçura na voz.
¬_ Pode deixar! – sorriu pra mim largamente – Me desculpe mais uma vez.
_ Ta desculpado. – Já mais calma.
¬_ Eu estaria sendo atrevido se... Convidasse-te pra nadar um pouco comigo? – mantendo o sorriso aberto.
_ Não estaria não! – surpresa pelo convite. Larguei meu livro de lado e resolvi mergulhar um pouco, a água estava ótima, agradáveis 30 graus Celsius, Michael como sempre curioso, começou o que eu chamei de pequeno interrogatório, já que apenas ele perguntava e eu, me reservei a apenas responde-lo sem replicas a ele.
_ Qual o seu nome? – me pergunto com certo tom suave e meigo na voz, que mais parecia voz de anjo.
_ Me chame apenas de Blanket, esbocei um sorriso tímido de canto de lábio.
_ quantos anos você tem?
_ 20.
_ Nossa! – exclamou – só eu faço as perguntas aqui, isso ta parecendo mais um interrogatório, do que uma conversa. – brincou ele tentando quebra um pouco minha seriedade e conseguiu.
Desculpe-me. – ri pra ele - É que tive uns problemas e não estou com muito animo pra galanteios.
_ Wow! – exclamou ele – mas quem está de galanteios aqui? – replicou ele – só estou tentando ganha uma nova amiga, mas que tipo de problemas uma jovem tão linda como você pode ter?
_ Amorosos.
_ Ah! Eu também tive esse problema. – respondeu-me baixando os olhos e com ar de tristeza na voz.
_ É eu soube dos seus problemas – Disse-lhe sarcástica.
_ Então deve saber como acabou. – sua voz ganhou um leve tom de choro.
Michael me contou como foi boa parte de seu relacionamento, de como foi doloroso o fim de seu casamento, eu também contei como meu namoro foi catastrófico, passamos quase duas horas nesse papo que considerei como meio confessionário, já que ambos nos confessamos um para o outro, mas tínhamos que voltar para o quarto.
_ posso te ver de novo?
_ Claro que sim - Respondi-lhe agora abrindo um largo sorriso.
_ Em que andar você está?
_ Vigésimo andar.
_ Vigésimo?! –perguntou surpreso. – Serio? Em qual quarto?
_ 213 e você?
_ Nossa! Que coincidência, estou no 220...
_...No fim do corredor. – falamos ao mesmo tempo.
_ Então nos esbarramos por ai.
_ Ta bom então.
Nos despedimos, eu sai da água com o meu habitual biquíni originalmente comprado no Brasil, não deu pra não perceber, que ele não tirava os olhos de mim, enquanto eu subia as escadas as piscina, também não era Ra menos o molde era bem menor que os biquínis americanos, marcava bem minha cintura, o bojo do sutiã dava uma leve elevação em meus seios, deixava-os sobre saltados fazendo-os parecer maiores do que eram e chamavam a atenção de quem me olhasse. Senti que Michael me devorava com os olhos, ele não piscava. É as feria prometiam e muito.



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 4:45 pm


Capitulo II - As flores e o vídeo-game




Passei o resto do dia no meu quarto e não sai mais, estava tão cansada, que preferi dormi por dois dias inteiros, após essa minha maratona sonolêntica, fui toma um longo e demorado banho pra relaxa, e só na volta me dei conta que havia um bilhete no pé da porta, com a data de hoje que dizia:

“Olá sumida, sei que deves estar cansada, notei seu sumiço,
Então se quiseres uma boa conversa com fiz puramente de diversão,
Venhas a minha suíte, não aceito não como resposta.
Avise-me assim que ler esse bilhete, mande-me noticias.”


PS: Espero que tenha gostado das flores.


Amor Michael.


Não havia reparado, mas meu quarto estava repleto de rosas e de vários tons vermelhas, amarelas, brancas, lilás, e ate à rara rosa azul com seu tom quase lilás, que eu achava linda. Eu estava em choque com a surpresa, imediatamente eu chamei o boy do hotel e lhe entreguei um bilhete que acabara de escrever em resposta ao de Michael:

“Adorei as flores são lindas, espero que seja tão inocente o papo
Quanto diz, estarei ai às 20 horas.”



Amor Blanket



Não tardou a minha resposta chegar por parte dele, estávamos fazendo o pobre do boy de garoto de recados sem querer.

“Espero que goste de vídeo games, pois será foco da noite.
Te espero as 20 horas, não falte e nem se atrase”



Amor Michael



Peguei meu livro e li mais alguns capítulos, e fui me preparar para a longa noite de jogos, não precisava ser uma super produção, já que era tudo meio informal, então peguei minha calça jeans de cintura, que marcava bem o meu quadril e levantava bem o meu bumbum, pus uma baby look longa (já que odeio baby look curtas, só compro se for tamanho G ou GG) ensacada, com um decote em V, que chegava um pouco próximo aos meus seios e uma blusa preta de frio pra disfarçar, nos pés eu apenas uma havaianas simples sem decoração de cor azul.
As horas estava ao pé da porta da suíte de Michael, bate-lhe a porta, ele atendeu, ao me ver ele abriu um largo sorriso e seus olhos começaram a brilhar de uma forma, que eu jamais havia visto em outros olhos.
_ 20 horas! Você é bem pontual – Falou-me sorrindo com ar de criança travessa.
¬¬_ Nem tanto! - Respondi – Apenas não gosto de fazer os outros esperarem.
_ Pronta pra levar uma surra no mortal kombat? – exclamou com um gesto cortez, me convidando a entrar , sem deixar ocultar seu ar infantil de criança carente.
_ Hoje você vai perde feio. – Repliquei.
_ Impossível! Ninguém me vence no mortal kombat – rebateu enquanto ria largamente e se sentando pra pegar o joystick
¬¬_ veremos – responde enquanto me sentava ao seu lado com o outro joystick, passamos quase duas horas jogando em total e completo silencio, ate que ele quebrou o silencio sepulcral que nos cercava, me tirando a concentração do jogo.
_ Então o que você procura em um relacionamento?
_ O que? – responde-lhe meio que saindo do transe.
_ Perguntei o que você procura em um relacionamento?
_ Ah! Eu procuro... Antes de mais nada, amizade e cumplicidade da parte dele e você? Procura algo em especial?
_ Queria ser entendido pela pessoa e ser tratado como uma pessoa normal. – Respondeu-me baixando os olhos.
_ E ta difícil assim?
_ Ta – Replicou com tom de choro na voz – minha ex-mulher me disse que eu não servia para ela, que eu era infantil de mais para um adulto, e que não seria capaz de ter e de cuidar de uma família.
_ Nossa! Ela foi cruel. – respondi melancólica.
_ E como, como se diz para uma pessoa que foi adulta desde os cinco anos, que ela tem que continua sendo adulta, também na fase adulta, mesmo ela não querendo ser adulta às vezes?
O silencio se fez por alguns segundos, até que ele me ofereceu algo para beber:
_ Quer chocolate quem?
_ Quero.
_ Eu vou pegar.
Michael estava tão à vontade quanto eu, ele vestia um pijama de seda, em um tom azul claro, as calças eram bem folgas, o tecido era mole e balançava conforme ele andava, acompanhando o corpo, a camisa era de botão fechada ate o meio, tinha as iniciais dele bordada no lado direito, por dentro a clássica camiseta regata branca, seu cabelo tava preso ao pé da nuca, o deixando desleixadamente sexy.


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 4:53 pm

Capitulo III - A carência, a solidão e a confissão


Michael volto, trouxe consigo dois copos de chocolate quente, jogamos até as 3:30 horas da madrugada, depois voltei por minha suíte, quando eu já estava me preparando pra dormir, ouvi um bater na porta apresado, parecia que o mundo ia se acabar caso eu não abrisse a porta, atende. Era Michael:
_ Posso dormir aqui com você? – perguntou-me choroso – não quero ficar sozinho.
_ Claro que sim! – respondi meio que entendendo a situação – aconteceu alguma coisa?
_ Não – Indagou choroso – Apenas não quero fica sozinho.
_ compreendi a situação, Michael estava carente e não queria ficar sozinho, entende que ele apenas queria um ombro amigo pra chora suas magoas, fomos nos deitar, boa parte da noite Michael passou aconchegado a mim, no meio da noite senti uns beijos tímidos na minha face, Michael me beijava, não demorou muito, e eu estava com as minhas pernas arqueadas entreabertas em V, com Michael sob mim. Notei que ele não passava dos beijos apesar da posição, então lhe questionei:
_ Quer fazer amor comigo? - Perguntei com tom de curiosidade apenas, então ele se confessou.
_ Não. Não quero. Assim como você não procuro só sexo em um relacionamento. Desculpe-me. – pediu-me saindo de cima de mim ao perceber a posição – Melhor eu voltar pra minha suíte. - Indagou melancólico.
_ Não fica comigo, você precisa de companhia.
Ele me olhou nos olhos, abriu um sorriso largo e volto a se deitar na cama, ao meu lado, abracei-o como forma de lhe mostrar que ele estava seguro, ele adormeceu quieto e calmo sem mais incidentes. Entendi que tudo na vida tem um preço a ser pago, e no caso Michael, o dele era altíssimo, comecei a notar que, ele não iria conseguir bancar o dele por muito mais tempo.
Levantei cedo naquela manha, Michael dormiu ate mais tarde, enquanto ele sonhava com uma vida mais amena, eu li meu livro, esperava o para o café, que só pude tomar as 15horas, horário que ele acordo:
_ Ate que enfim o belo adormecido acordo – disse-lhe brincando.
_ É! Acho que dormi demais – soltando um bocejo.
_ Vamos fazer um lanche? – Convidei-o. – Porque o café da manha já passo e muito e o almoço também. – Falei sorrindo.
_ lanchamos, passamos boa parte da tarde conversando besteiras, falando todo tipo de coisas inúteis que se podia imaginar, ate mesmo ele soltando algumas perolas filosóficas:
_ Vem cá, camomila é calmante? – Perguntou serio vindo do banheiro
_ É. - Respondi sem entender a colocação.
_ Tem que toma pra fazer efeito?
_ Ate onde eu sei, tem que toma sim.
_ Se camomila é calmante e tem que toma pra fazer e efeito, então me responde uma pergunta, pra que pôr camomila no papel higiênico?
_ Hahaha! – Gargalhava alto.
_ Não tem como absorver algo que ta no papel – confesso que minha barriga tava doendo de tanto ri, nunca pensei que ele pudesse fazer esse tipo de piadinha, por esse lado dele eu não esperava.
Os dias foram se passando, e com eles nossas férias, já era tempo de voltarmos para nossos mundos, eu fui a primeira a dizer adeus, não consegui conter as lagrimas, ao ver os olhos tristes de Michael, eles imploravam pra mim não ir embora, mas por mais que eu quisesse ficar, minha família me esperava.
_ Promete que vai me visita em Neverland? – pediu-me tentando esconder o tom de choro na voz.
_ Se você me convida. – Falei enquanto enxugava uma ou outra lagrima que teimava em rolar.
_ Esteja convidada então – Disse-me enquanto me puxava pra um abraço apertado, como que dissesse não me deixe.
trocamos endereços e telefones, prometemos nos corresponder ou ligar sempre que desse, Michael começou a se prepara para a nova tour, mas antes ele me mandou uma passagem de avião, fazendo me jurar que não faltaria a um dia de diversão em Neverland. Eu fui. Não tinha como consegui dizer não pra ele.



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 4:56 pm

Capitulo IV - A surpresa no aeroporto


Depois de tira a documentação necessária para entra nos estados unidos, embarquei as 14horas da tarde, liguei para Michael avisando que estava indo, ele nãos se conteve de alegria, após oito horas de vôo, as 22horas eu estava desembarcando em solo americano.
Michael me disse ao telefone que haveria um empregado seu lá pra me pegar, mas não encontrei ninguém, após alguns minutos me sentindo esquecida por ele, senti um toque em meu ombro, ao olhar pra trás me deparo com Michael, que estava disfarçado de motorista com o quepe cobrindo parte de seu rosto, impedindo que visualizassem sua face, o disfarce era simples, mas estava cumprindo bem a sua função, ninguém alem de mim havia o reconhecido.
Entrei no banco de trás do passageiro, Michael que estava com as minhas malas, as pôs no porá-mala e tomou seu acento no banco do motorista então seguimos pra Neverland, por um dia tive Michael Jackson com meu motorista particular, após uns quarentas minutos de viagem chegamos ao seu rancho, Michael parou o carro em frente à porta principal da casa, ele desceu minas malas e me guiou peal casa ate os meus aposentos, enquanto me acomodava, ele foi trocar de roupa, já era quase 23 horas da noite, Michael retornou ao meu quarto e me avisou que havia um lanche pra mim preparado na cozinha, a fome era maior que o cansaço, resolvi descer pra comer e lá conversamos:
_ Nossa! Parece um sonho você aqui. – Disse-me rindo largamente.
_ E tem como dizer não a você? Repliquei alegremente.
_ Não consegui tirar te da minha mente desde o dia que você se foi. – Michael me olhou nos fundo dos meus olhos – Senti a sua falta.
_ E eu sente a sua.
Comemos em silencio, depois subimos para descansar, na manhã seguinte, Michael acordou cedo, antes de descer ele foi ao meu quarto, só pra me observar dormindo, trazia consigo uma rosa nas mãos, ela a beijou e a pós ao meu lado no travesseiro, então ele desceu e foi receber seus pequenos convidados. Sempre que dava ele vinha me ver, era visível a ansiedade dele em estar comigo, acordei e vi a rosa, peguei-a e pus em um copo com água ao lado da minha cama, me arrumei e fui me juntar ai restante da turma, ao me ver ele correu ate mim com o maior dos sorriso, parecia uma criança com áurea de anjo.
_ Que bom que você acordou – Falou a mim com os olhos brilhando.
_ Achei o seu presente. – Mostrei-lhe a rosa - Obrigado!
­_ Que bom que gostou – abrindo um sorriso largo – Já tomou café?
_ Não.
_ Vem comigo. Me puxando pelo braço e me levando ate a cozinha da casa. _ faz um café reforçado pra essa mocinha – ordenou ao cozinheiro.
Tomei o meu café, ao termino Michael me chamou:
_ vem comigo quero que conheça meu rancho. – me levando pelo braço.
Passamos boa parte da manhã com Michael me mostrando sua propriedade, me mostrou o parque de diversão, o cinema, o zôo, o aras particular dele com cavalos belíssimos, fomos a uma parte remota do rancho, onde havia uma pequena cachoeira de água cristalina, que não dava pra não ter vontade de entrar.




Quando estamos no melhor parte do passeio, o celular tocou, era um de seus empregados, os convidados especiais que faltavam acabaram de chegar, o que eu não sabia é que estava escalada para uma partida de supersocker em Neverland. É o bicho vai pega.



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:05 pm


Capitulo V - Super soaker em Neverland




ACDC - burn to be wild


Nos dirigimos para próximo da garante, onde havia sido armado o quartel general dos times, começamos a encher as bexigas e pistolas de água, foram divididos em dois times, com igual numero de membros cada, já que não havia numero suficiente de meninas pra divide em meninos e meninas, Michael chamou a atenção de todos pras regras do jogo:
_ Atenção gente – pediu ele – Eu tenho umas regrinhas do jogo pra passa pra vocês, que é não tem regras, a regra geral é ta em Neverland tem que ser molhado, então bom jogo pra nós e que vença o melhor.
Michael termino de fala e me deu um olhar malicio, como que diz agora você não me escapa, eu gelei, fiquei no grupo que era adversário dele, logo foi advertida por um dos funcionários:
_ Vocês tão perdidos ele não perde um supersocker, o patrão nesse jogo e invicto.
_ Ah mais não hoje – pensei comigo, e fui pro campo.
Confesso tomei um baile dele, nunca vi um adulto ter tanta agilidade e disposição, como tinha o Michael, só via o povo voltando molhado, enquanto ele voltava pra pegar mais balões, vitorioso pro pega mais um, eu sabia mais ou menos o que me espera naquele dia, então resolvi ir o mais a vontade possível, pequei a minha saída de banho de crochê rosa, era cheia de furinhos então não dava pra ter calor, por baixo quase imperceptível o meu biquíni que eu havia comprado só pra ir pra Neverland, imperceptível ate eu tira a saída de banho obviamente, era de cor azul claro e tinha uns detalhes em strass no bojo e no elástico da tanguinha, e era tanguinha mesmo porque era menor que a do outro que eu usara no resort, tava com um chinelo no pé bem simplesinho por sinal.
Corri feito uma loca pra pode fugi do alcance dele, não tinha muito tempo pra recupera o fôlego, então tentava me esconder ate o ar volta, falei bem tentava, parecia que o Mike tinha um ponto de sinal de radar nas costa da gente, sempre encontrava um coitado esbaforido que não consegui correr, ai já viu né? Oh lá! Mais um corpo ensopa no chão, já estamos no final da primeira leva de munição quando notei que o mister maratona de super soaker ainda estava seco, que por sorte eu também, mas no caso dele, ele não ficaria seco por pouco tempo, não se eu puder encharcá-lo, como não havia regras especificas resolvi junta a galera e arma um plano pra pegar Michael de jeito.
Juntei o meu time, que tava mais pra candidatos a uma gripe, do que pra time de super soaker, e comecei a maquinar meu plano diabólico pra ensopar o Michael:
_ Ai galera tamos perdendo feio – falei agachada com os pequenos.
_ É! – retruco os guris tudo desanimados.
_ Ai gente que tal a gente pega o senhor cabeça de maça de jeito?
_ Como? _ repetiram em coro.
Expliquei o que nós íamos fazer, de repente eu vi os olhos deles brilharem com a minha idéia, a parti da li estava declarada temporada de caça ao Michael Jackson:
_ Yeah! Gritamos todos em coro bem alto pra chama atenção.
Michael viu a algazarra e penso com ele: _ iii não to gostando disso – acho que ele sentiu que o tempo ia fecha pro lado dele, e fecho mesmo. Devidamente reabastecidos de balões de água, agora chego a vez do Mike ficar esbaforido, os meninos fizeram um frente de ataque, eram cinco grupos espalhados em pontos estratégicos de Neverland, não tinha como ele fugir, todos escondiam as suas bexigas quando ele se aproximasse era o momento de atacar, recomeçamos o jogo, a correria estava armada cada um tomo sua posição e esperamos o nossa pressa, vitima, alvo, enfim esperamos o Mike se aproximar. O primeiro grupo que ele tento ensopa foi o meu, logo um dos garotos fico com medo e me indago:
_ Ele vai molha a gente!
_ Não vai não. – indaguei ao medroso e gritei pros demais – não atirem ate ver o branco dos olhos dele.
o clima fico tenso alguns garotos queriam recuar mais eu não deixei.
_ Não se movam ainda.
_ Mas ele ta se aproximando – questiono um baixinho.
_ Esperem. _ nisso ficava mais perto _ Esperem – o pânico conta dos meninos, tornei a grita como um general que comandava uma ação suicida.
_ Esperem não se movam ainda. _ quando Michael estava a dois passos da gente armado pra joga a balão de água em mim eu dei a ordem sem exitar _ Agora!!!!
Nunca vou me esquecer à expressão de terror nos olhos do Mike, ele nunca viu tanto balão d’água assim sendo jogado em sua direção, ele tento fugi pra não ser molhado, mas foi em vão, ele escorrego e quase caiu sentado, com o peso dele ele acabou estourando o próprio balão, as crianças começaram a correr atrás dele o jogando junto com o grupo dele para um outro lado do rancho, onde já havia um segundo a sua espera...




_ Ele ta indo pra cachoeira!!
_ Não se eu puder impedir... – Gritei pro time e indo atrás dele. – volta aqui Michael – gritei pra ele.
_ Não! De jeito nenhum – Gritou ele correndo rápido pra cachoeira.
_ Eu prometo que não vou te molha – pensei em seguida – Não vou te molhar muito.
Não me dei conta, mas ele estava me afastando do grupo de propósito, eu inconscientemente o segui, chegando próximo da cachoeira eu já que meio sem fôlego e morrendo de sede com a garganta seca, o vi agachado tomando água com as mãos, não pensei duas vezes cheguei por trás....:
_ Te peguei – gritei o empurrando dentro da cachoeira.
Só pude ouvir o grito dele entrando caindo na água, fiquei do lado de fora morrendo de ri dele, todo encharcado e com um sorriso de para o transito.
_ Você não vem? - Grito pra mim _ A água esta ótima.
Então resolvi entra na água com ele......


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:11 pm

Capitulo VI  – O banho de cachoeira em Neverland





George Michael - I want your sex

Sem pressa alguma, como que estivesse fazendo um strip pra ele ali, comecei a tira a minha saída de banho calma e lentamente, enquanto eu subia a saída de banho pude ver o olhar do Mike pra mim, era um misto de desejo, admiração, volúpia, fascinação, ele não piscava ate que descobri a parte que aparecia o biquíni, não deu pra nega a cara de espanto dele, que ate o famoso biquinho fazia, ate os seguranças da casa pararam pra me ver.
_ O patrão se deu bem. – Comento um com o colega do lado
_ Ohhh! Cara de sorte. – Respondeu o amigo sem piscar.
Joguei a saída de banho em um canto próximo e comecei a andar procurando um lugar raso pra poder entra sem levar susto, alias eu não andava desfilava, Michael que a essa altura nem lembrava mais que as crianças estavam no rancho, tratou logo de tira a blusa de manga longa vermelha que ele estava vestindo, ficando só com a regata branca clássica que ele costuma usa por baixo, se aproximou da borda e desovo-a por ali mesmo, indo logo de encontro a mim no intuito de tenta me ajudar a entra na água, eu disse tenta me ajuda, pois ele me seguro pela cintura, fixo o olhar nos meus e simplesmente se jogo comigo com tudo dentro d’água.
Definitivamente, por essa eu não espera, após o pequeno susto voltamos à tona ainda com ele me abraçando, então ainda olhando nos olhos dele disse:
_ Você é maluco sabia? – falei tremendo com o toque das mãos dele.
_ Sou maluco por você. – Ele me respondeu olhando cada detalhe do meu resto, como que tivesse a intenção de explorar cada milímetro dele, com seus lábios carnudos.
Confesso que quase morri com aquele olhar 43, senti meu estomago revira, parecia que tinha um tornado se formando dentro dele, aos poucos Michael foi me soltando, então pude nada um pouco mais a vontade longe de seus braços, ele por sua vez ficou me observando a cada braçada que eu dava, era obvio que ele tinha um olha bem malicioso pra mim sem falar nas segundas intenções, e que segundas intenções, cheguei próximo a cachoeira, que era um pouco longe da onde estamos, me apoiei em umas pedras, com cuidado pra não cai já que o limo era grande e escorregava feito sabão, quando já estava sentada meio que deitada nas pedras, com a água caindo sobre mim e meus olhos fechados apreciando o toque da água, ouvi o barulho de alguém entrando na água, quando imaginei em abrir os olhos, senti um toque na minha cintura, era Michael, que mais rápido que um torpedo, venceu a distancia que nos separava, chegando onde me encontrava numa fração de segundos, tive um pequeno susto ao velo do meu lado, mas não tive muito tempo pra dialoga ou ate mesmo pensa no que eu ia lhe dizer, Michael tomou meus lábios de sobre-salto, fazendo meu corpo estremecer, como nunca havia sido estremecido por homem nenhum no mundo, não lutei contra aquela urgência em me beija o beijei também correspondendo ardentemente ao seu beijo, desesperado de desejo e malicia, o seu beijo era intenso e ao mesmo tempo desesperado, sua língua parecia fazer amor com a minha dentro de nossas bocas, de tanto que elas entravam e saiam a procura uma da outra, sua mãos esquerda me seguravam firme porem sem força na cintura, enquanto a direita se apoiava em uma das pedras da cachoeira.
Minha mão direta estava encostada nele abaixo da linha da cintura, senti perfeitamente a firmeza da sua masculinidade contra minha mão, posso garantir a vocês que ele teria consumado tudo ali se não fosse uma das crianças nos pegar quase que no flagra, nos forçando a frear o que eu classifico de infreavel desejo dele por mim.
Quando vi aquela multidão de criança vindo em nossa direção e o estado que ele se encontrava, tive que da meu banho encerrado por aqui, o afastei de mim descolando nossos lábios daquele fogoso beijo e lhe disse:
_ A bagunça ta boa mais eu vou ter que sai. – Falei já me levantando e vendo a cara de frustração dele, enquanto mordia com raiva o lábio inferior e socava a pedra com a outra Mao. – Seus convidados ainda estão aqui mocinho.
_ Valeu por me lembra. – Gritou meio desanimado e irônico.
Sai da água peguei a minha saída de banho e corri pro meu quarto, chegando lá tratei de me livrar do meu biquíni ensopado, escolhi umas roupas limpas e entrei no chuveiro, La pelo meio do banho eu escutei um tímido bater na porta, que anão era tão tímido assim, pois estava abafado pelo barulho da ducha, quando desligue,i notei que as batidas eram com a mesma urgência que as do resort, corri pra atender a porta....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:21 pm


Capitulo VII  – Meu quarto, a euforia e alguém pra encher o saco




Joe Cocker - You can leave your hat on



Pensando eu, que estava em casa, casa que só tem mulher é fogo você acaba não ligando muito pra detalhes, fui atender a porta sem toalha ou qualquer coisa que cobrisse minha nudez, nem preciso dizer que a cara do Mike foi aquela de: “senhor assim fica difícil resisti a ela”, quando me viu naqueles trajes, quero dizer sem traje nenhum:
_ Ah Michael é você! – Como se eu não tivesse conhecido as batidas na porta.
_ Podemos conversa? – Meio que tentando manter o foco no meu rosto, mas tava difícil pra ele.
_ Claro! Quer entra?
_ É melhor – Falou ele quase sem voz e bem ofegante.
_ Então entra! - E dei passagem pra ele, que passo por mim mais rápido que bala.
Quando eu fechei a porta, ele se aproximou de mim e disse:
_ Vim termina o que começamos na cachoeira.
Não tive muita escolha a não ser me render a ele, com todo o seu desejo ele começou a andar comigo em direção a minha cama, como eu estava de costa pra cama logicamente eu tinha que andar pra trás, chegando lá ele uso o peso do corpo pra me fazer deita na cama, enquanto sua boca repetia o mesmo beijo que ele me dera na cachoeira momentos antes, dessa vez eu pude sentir nossa intimidades se tocarem, mesmo que por cima da calça que ele usava, e posso garanti que a dele estava bem rígida, mais ainda do que eu tinha sentindo na cachoeira, dava pra senti o fogo que percorria o corpo dele de tanto desejo, sua boca nervosa deixou minha boca e começou a passear pelo meu corpo, começando pelo meu pescoço descendo pelo meu colo, a cada beijo que ele me dava minha pele estremecia e se arrepiava, eu ficava sem ar de tanto que meu coração estava acelerado, ao chegar nos meus seios Michael alternava entre mordidas leves, lambidas e beijos calientes, ele chegava a por quase que um todo dentro da boca da foram que ele os sugavas, aquela altura eu havia esquecido de tomar banho, ele foi descendo e beijando minha barriga o que me deixava mais arrepiada ainda, ele finalmente chegou a minha intimidade, quando ele começou a tocá-la com os lábias eu praticamente gritava de prazer, ele praticamente a degustava com os seus beijos ousados como quem degusta uma furta madura de caldo suculento, que acabo de escorrer da boca assim que foi mordida após ser colhida do pé, eu procurava de todas as formas me segurar nos lençóis ou no espelho da cama mas a minha posição não ajudava muito, Michael estava quase que de joelhos perante a mim, quando ele se deu por satisfeito de tanto me provocar ousadamente assim, finalmente pude ter a visão de sua intimidade completamente descoberta a minha frente.
Meus olhos se maravilharam tanto que ate brilhavam ao encará-lo, meu corpo clamava por ele, minha intimidade chegava ate a latejar de tão pronta pra o ato final de tudo aquilo, Michael sentia prazer em me provocar assim e percebendo como eu o contemplava ele se demora a consumar o que eu imaginava inevitável, imagina só, quando Michael finalmente decidiu se deitar sobre mim e termos nosso amor consumado como deveria ser, algum infeliz, desocupado, sem nada melhor pra fazer, estraga prazer alheio bateu na porta em busca de Michael, ele ainda tento se fazer que não ouviu, mas uma frase lhe fez volta atrás:
_ Senhor Jackson aquela pessoa está lá em baixo a sua espera.
_ Ai que saco tinha que vir logo hoje. – resmungou ele socando o colchão – É acho que vamos ter que deixa nosso assunto pra outra hora, preciso ir – se levantou, pegou suas roupas que ele havia jogado em algum lugar do quarto e saiu, tentando esconder um pouco da sua animação ainda em evidencia e muito. Quanto a mim tive que ir toam um bom banho gelado porque depois dessa investida dele eu tava precisando.
Após eu toma meu banho e me recompor, desci pra encontrar Michael na sala e qual foi a minha surpresa ao chegar....



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:30 pm

Capitulo VIIIA Revelação, Porque ela e não eu?





Madona - you must love me


Michael estava conversando com uma mulher loira, aparentemente tinha uns 40 anos, que fala com orgulho de algum feito a Michael, que por sua vez estava furioso com a presença dela ali, principalmente com o que estávamos prestes a fazer no meu quarto. Ele discutia fervorosamente com ela:
_Quantas vezes eu te disse pra você me ligar antes de vir? – falava enquanto assinava um chegue e entregava a ela. – Não quero venha aqui, não quero que chame a atenção das pessoas.
_ Desculpe! Apenas quis lhe comunicar o fato assim que soube a confirmação. – falava timidamente e de cabeça baixa, como um cachorro que sabia que tinha feito besteira.
_ Escute aqui Debbie é pra isso que existe telefone sabia? Bastava apenas me ligar comunicando o fato, agora pegue o cheque e saia daqui. – É o humor do Michael não estava dos melhores nesse dia.
A tal mulher pegou o cheque baixo os olhos, num tom de melancolia e saiu pela porta, me pareceu que ela estava chorando, pois viera com um noticia a Michael e ele simplesmente a tratou como uma qualquer, naquela altura do campeonato na tinha clima pra mais nada, mesmo que eu tentasse. Fiquei sem entender, ate que ele me viu e veio falar comigo:
_ Vem cá preciso te esclarece umas coisas. – Falou mais calmo.
_ Tudo bem – Respondi-lhe enquanto ele me levava ate a biblioteca.
_ Primeira mente queria lhe pedir desculpa – Falei sem me encara nos olhos. – Eu não sou assim como você viu La em cima, não sei o que deu em mim.
Fiquei calada e o deixei falar. Ate que a bomba veio e o chão sumiu dos meus pés:
_ Aquela mulher se chama Débora Rowe, ela esteve aqui pra me dizer que esta grávida, e o filho é meu. – Ele falava sem me olhar nos olhos, como se tivesse feito alguma coisa errada.
_ E aquele cheque? Perguntei esperando uma resposta razoável o que não veio.
_ Eu pague para ela ter esse bebê, por isso o cheque.
Quando eu ouvi isso, eu não sabia se eu chorava, esganava ou matava ele, me perguntava sem entender, “como ele pagou pra ela ter um filho dele, se eu estou aqui com ele?” isso não me entrava na cabeça, permaneci sem reação por um tempo, olhando perplexisa pra ele, ate que ele me tiro do choque estando os dedos na minha frente, então indaguei incrédula:
_ por que ela?
_ O que? – indagou ele sem entender a pergunta.
_ Por que ela? Se você me conhecia?
_ Como assim? Não estou entendendo!
Não era mesmo, ele nunca teve nada assumidamente serio comigo e o fatos não infelizmente não foram consumados no meu quarto, foi apenas um deslize, que eu no fundo queria que ele os cometesse mais comigo.
_ Michael a gente se conhece desde quando você esteve naquele resort, nos falamos todos os dias, por carta ou telefone, sei de seus sonhos e desejos, estaria ate disposta a te dar esse filho se você tivesse me pedido, e depois de hoje lá em cima eu pensei seriamente em te da um filho, depois disso eu só quero saber porque ela e não eu?
_ Você nunca me veio à mente. – respondeu ele surpreso com a revelação que eu lhe fizera. – e também não sabia que você queria me dar um filho ou se aceitaria minha proposta.
_ E porque não me pergunto? – Alterei a minha voz.
_ Já disse eu não sabia se você aceitaria. Replicou quase chorando.
_ Perguntasse caramba. – Devolvi – Pergunta não ofende pelo menos você tinha tentando comigo.
_ Me desculpe eu errei em não te pedir – Falou chorando e pressentindo que nada bom ia sair dali.
_ Pra mim chega. – Sai da biblioteca batendo a porta.
_ Aonde você vai? – Gritou ele enquanto me seguia ate o meu quarto...




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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:35 pm

Capitulo IXAdeus....





Roupa nova e chitãozinho e Xororó - Frio da solidão


Voltei a passos largos pro meu quarto, Michael tentava me alcançar queria esclarecer as coisas, mas como esclarecer o obvio? Ele não me amava e ia ter um filho com outra, estava tudo claro pra mim, eu só tinha, queria ir embora dali e era isso que eu ia fazer, não podia aceita aquela punhalada inesperada da parte dele. Já ele aos prantos tentava conversa comigo em vão, eu estava irredutível e não queria ver ele, nem ouvir a voz dele, que tentava ganhar minha atenção:
_ Me escuta, por favor, me deixe explicar – Falava me puxando pelo braço com certa violência gritou – Me deixa explicar, por favor.
Não consegui encará-lo nos olhos e ele continuo e chorando me disse:
_ Eu não sabia que iria te conhecer naquele resort, não imaginava que você teria tanta importância pra mim como tem hoje. Eu preciso de você comigo, não me deixa, por favor – Disse-me segurando meu rosto fazendo eu olhar pra ele nos olhos, que estavam vermelhos de tanto chorar.
_ Então fica com a Debbie ela vai ter um filho seu, você escolheu ela e não a mim. Me soltei dele e fui ao closet arruma minhas coisas para ir embora. – Ela te fará feliz melhor do que eu.
_ Não fala isso, a gente pode se entender, por favor. – a voz dele quase não saia em meio ao choro – eu não toquei nele.
_ Mesmo que tivesse tocado, você escolheu ela. Então me esqueça. – Peguei minha mala que acaba de arrumar e desci as escadas com Michael a me seguir de perto.
_ Não me deixe, por favor, e foi tudo feito numa clica, eu nem a vi no dia, entenda, por favor, - Ele implorava pra eu entender seus motivos, mas eu estava determinada a esquecê-lo. Eu apenas me virei pra ele e disse:
_ Seja feliz com a sua escolha, Adeus. – Me virei de volta para porta e sai sem olhar pra trás.
Pode ouvir seu grito na estrada que dava acesso a casa do rancho, só ouvia ele gritando para soltarem ele, que ele tinha que falar comigo uma ultima vez, que eles não poderiam impedi-lo assim. Não contive minhas lagrimas enquanto carregava minha mala, chorei sem ele ver, eu estava sofrendo tanto quanto ele, peguei um taxi e me dirigi ao aeroporto, uma hora depois eu embarquei de volta para o Brasil.
Tempos depois soube que Michael fico uma semana e meia inteira, sem comer nem beber nada, apenas sentado no chão ao pé da porta voltado para a entrada de Neverland, abraçado ao própria pernas não se movia pra nada, a única coisa que se ouvia dele era choro e a mesma pergunta quando alguém se aproximava para falar com ele:
_ Ela vai volta? Me diga que ela volta, por favor? – Olhava para a pessoa com olhar esperançoso por uma resposta positiva, que nunca veio.
- Não! Michael ela não vira. – Disse Liz Taylor, abraçando ele com força sentada no chão junto com o amigo.
Michael desabou em prantos, e com ele a sua melhor amiga que não suportava ver a dor do amigo, que se questionava o porque dele sofre tanto pelas mulheres:
_ O que eu fiz Liz pra sofrer tanto assim pelas mulheres? O que eu fiz? O que? – Perguntava insistentemente.
_ Eu não sei meu amor não sei, mas ela vai te perdoa deixe o tempo agir. – Disse Liz com Mike quase adormecido em seus braços, ela pede ajuda a um de seus seguranças que o leva para o quarto, e La finalmente ele consegue dormi pela primeira vez em semanas.
Enquanto os amigos dele tentavam animar o Mike, eu cheguei ao Brasil e tentei segui a minha vida, bom pelo menos eu tentei, porque foi muito difícil depois que passamos em Neverland, mas eu não ficaria longe dele por muito tempo....



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 5:53 pm

Capitulo X - Toma conta de mim





Roupa Nova - Toma conta de mim


Os dias foram se passando, Michael ficava cada vez menos conformado, mas conseguia levar uma vida normal, em um dia em que a saudade apertou, ele regressou pela primeira vez ao quarto que eu ocupará em Neverland, como flash a imagens de como eu o receberá no dia do super soaker pipocavam em sua mente, não só a do quarto mas também o banho de cachoeira, aos poucos as lagrimas em seus olhos verteram descontroladamente, ele começou a caminhar pelo quarto, ele deslizava seus dedos longos em cada parte em que eu pudesse ter estado ou tocado, era como se esse simples ato o pudesse deixar mais próximo de mim. Indo pra o banheiro, seus olhos percorrem cada milímetro do lugar, de repente, seus olhos pararam, parado em frente ao Box do banheiro, pendurado no registro de água um objeto lhe chamou a atenção, era meu biquíni que eu havia esquecido na confusão, ele abre a porta e o pega em suas mãos, o leva ao seu rosto respirar fundo inalando o cheiro que vinha da peça, que ainda tinha o perfume do sabonete que eu usei para lavá-lo, foi para o quarto, senta-se na cama onde quase fizemos amor e chorou ali. Com meu biquíni em uma das mãos, enquanto deslizava a outra sob lençol no lugar exato onde ele tentou me fazer sua. Três meses haviam se passado após aquele dia, meu quarto permaneceu intocado, desde que eu voltei pro Brasil.
Quando ele estava deitado na cama em total pranto, ele escuta alguém bater na porta, ele manda entra, ao abrir a porta ele se depara com a visão de Liz Taylor que o vê completamente jogado no quarto sofrendo por sua dor. Então ele clama:
_ Liz me ajuda! Faz essa dor parar – Esticando os braços para Liz pedindo um abraço igual uma criança que pede colo pra mãe.
_ Ah se eu pudesse Michael. – Diz Liz se controlando pra não chora. – Se eu pudesse eu tirava, não agüento ver você sofrer.
_ Eu preciso dela. – chora nos braços de Liz. – Não consigo fica sem ela.
_ Michael me conta, o que aconteceu? Porque ela se foi?
_ Teve uma vez em Neverland que eu a convidei pra um dia de diversão, ela veio, eu estava tão feliz que não lembrei do acordo que fiz com a Debbie, estava crente que não tinha dado certo, como das outras vezes, mas me enganei, ai a Debbie apareceu sem avisa, desce pra conversa e foi quando ela vi a Debbie aqui. Tentei esclarecer as coisas, mas foi em vão, ela me questiono do porque da Debbie e não ela, eu não soube responder, me enrolei todo e ela entendeu tudo errado. – falava entre soluços e choro incontroláveis. – Ai nós brigamos e ela se foi. – chorando com a cabeça no ombro da Liz.
_ Você foi honesto com ela honey? – perguntou Liz puxando o rosto dele pra encará-lo nos olhos. – seja sincero comigo, você foi honesto com ela?
_ Eu tentei. Mas ela não me deu escolha. – tentando segura o choro – queria ver ela de novo pedi perdão, queria ela aqui pra cuida de mim.
_ Sossegue que ela vai voltar pra você, se ela te ama mesmo ela vai volta. – flava Liz docemente pra Michael.
Naquela noite Michael dormiu no que já foi meu quarto, de manha cedo ele recebeu umas visitas em Neverland, eram empresários que acertaram uma nova e grandiosa tour. De certa forma Michael se distraiu com figurino, escolha de dançarinos, ensaios de som, escolha de montagem de palco, tracklist, preparação física, enfim era tanta coisa que tomava o tempo dele, que ele mal consegui comer direito, mas para Liz era uma forma dele esquecer pelo menos a minha imagem, que sempre voltava a mente dele, o fazendo sofre mais do que ele já sofreu.
Tudo pronto primeiro show seria em Frankfurt Alemanha, dia 7 de setembro de 1996, mal sabia ele que eu iria assombra em todos os seus shows, hora do show, eu estava na primeira fila e vi que logo na primeira musica ele me notou ali. Parecia ate combinado, mas eu subi no palco longo em YANA, o senti tocar meu corpo, estava tremendo muito, mal consegui falar, então ele sussurrou no meu ouvido:
_ Sito sua falta.
Eu acenei positivamente com a cabeça e disse ao pé do ouvido
_Então você já sabe o que fazer? – perguntei
Ele acenou com a cabeça Positivamente, e eu completei
_ Então nos vemos em Munich!
Viajei no dia seguinte pra Munich, o grande e maravilhosos show da History, grande pela tour, maravilhoso pro Michael aparentemente, eu disse aparentemente. Vi todo o show também na primeira fila, mas não subi no palco, ao termino da apresentação, a amiga que me acompanhava me levou para os backstage, ela conseguiu seu autografo e se perdeu de mim em meio a multidão, quando a multidão disperso Michael se julgo sozinho em seu camarim, sentou-se em uma cadeira e suspiro fundo e disse a si mesmo em voz alta:
_ Michael, Michael porque você se ilude tanto com as mulheres, claro que ela não veio.
- Claro que eu vim. – Disse-lhe fechado e trancando a porta atrás de mim....



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:03 pm

Capitulo XI - Munich noite dos sonhos de Michael



Calcinha preta - Você não vale nada


Quando Michael me viu, arregalou os olhos como se tivesse vendo uma assombração a sua frente, ele tento se levantar, mas eu fui mais rápida, me aproximei e o empurrei de volta ao sofá, sentando em seguida seu colo de frente pra ele, Michael não hesitou beijou meu decote, eu estava com um vestido azul com um generoso decote em V na frente, com uma respiração que misturava hesitação, desejo e saudade me falou:
_ Eu tive saudade de você, sabia? – Seu rosto estava entre meus seios
_ Eu sei. – respondi o fitando nos olhos
_ Eu sofri muito sem você – Disse-me com os olhos rasos d’água.
_ Eu também sofri – Acarinhava o rosto dele com suavidade.
_ Me perdoa por ter sido um covarde e não ter falado com você antes?
_ Não diga mais nada apenas me ame, me ame agora – disse-lhe com o tom mais sedutor das vozes – Ninguém vai nos incomodar dessa vez, todos já se foram.
Sem pensa muito, e como se fosse uma ordem Michael começou a me beijar, com desejo e desespero, co se sentisse que aquela seria a ultima noite da sua vida, da maneira em que estava sentada quem tinha o comando era eu, com uma agilidade fora do comum Michael conseguiu de uma só vez tira meu vestido e a parte de cima das minhas peças intimas, por alguns segundos ele parou pra contemplá-los, começando a beijá-los em seguida com desespero, ora os sugava como uma criança recém-nascida suga o seio da mãe quando ela o oferece, eu fechava meus olhos e o deixava completment3e a vontade para fazer o que quisesse, me limitava apenas a gemer com suas caricias:
_ Eu sonhei tanto com isso – Dizia-me sem ar entre um beijo e outro.
_ Eu também – Quando a voz se permitia sai.
Cada caricia dele tinha um tom de urgência, um ar proibido que só ele poderia desfrutara ali, estávamos trancados por dentro, ninguém poderia outra e nem nós poderíamos sair, acredite não queríamos mesmo sai, por estar de frente pra ele eu tratei de consumar tudo ali mesmo, assim que ele conseguiu me livrar da única barreira que nos separava fisicamente, eu já o havia despido só faltava mesmo a calça, que foi devidamente rasgada, assim que ele me despiou da ultima peça que me restava, com aquelas caricias ele já estava mais que pronto,assim que tomei posse da minha montaria tratei logo de domá-lo, se alguém passasse na porta naquele momento só ouviria sons de dois pessoas se amando ensandecidas de prazer, o sofá estávamos ficou pequeno pra tanta explosão de desejos, em alguns momentos eu tinha que me apóia na parede atrás dele, pra que não virasse com a gente, eu alternava a intensidade de tal forma que tinha horas que Michael não conseguia segura o seu grito de prazer, seu corpo suava, suas mãos tremiam, a sua voz quando tentava falar saia tremula, as vezes quase inaudível, ficamos quase duas hora nessa animação, até que eu resolvi brinca com o gás dele.
Quando vi que ele estava próximo de consegui sua parcela de prazer e eu também, sem ele esperar, me levantei de cima dele, me virei de costas pra ele me abaixei, ameacei usar de outra forma sua intimidade e corri para o outro lada da sala, só pude ouvir seu grito de protesto:
_ Não! Por favor não faz isso, não agora não. – Protesto se levantando atrás de mim.
_ Se quiser mais tem que me pegar primeiro – Joguei pra ele – Mas se deixa esse fogo esfria eu vou embora. – adverti apontando pra sua intimidade.
Ele olho pro lado, baixo a cabeça respiro fundo, mordeu o lábio inferior e veio atrás de mim, toda vez que ele se aproximava de mim, eu fugia dele, ficamos nisso por uns 40 minutos provocando ele, quando eu percebi que ele estava quase desistindo e seu fogo diminuindo, me deixei encurrala num canto de parede, ele não perdeu tempo me suspendeu nos braços e tratou de continuar o que começamos no sofá mas antes de proferiu:
- Te peguei, agora você não me escapa, é minha – disse-me olhando nos olhos.
Ali mesmo no canto de parede Michael me estaqueava com força, desejo paixão que nunca havia visto em um homem em toda minha vida, nossos sons de prazer eram altos, tal altos que ardia as nossas gargantas de tão forte que se rompia ao sai, não demoro muito pra o ápice, ate que explodimos juntos em nossas parcelas de prazer. Tanto eu quanto ele estávamos tremendo, mal conseguíamos fica de pé, estamos suados extasiado e felizes.
_ Nossa esperei tanto por isso – Disse-me ofegando nos meus braços – Te amo.
_ Eu também te amo – Respondi a ele.
_ ainda tenho seu biquíni, lembra? Você deixou ela lá.
_ Lembro sim.
_ Se quiser eu mando alguém te devolver.
_ Um dia eu pego ele com você.
_ Sim – Ele balanço a cabeça reunindo um pouco de força – Tenho que toma um banho, depois eu quero que você vá pro hotel comigo pra gente conversa melhor.
_ Tudo bem.
_ Me espere aqui – Abrindo um lindo sorriso.
_ Espero sim.
Ele foi pro banheiro tomar seu banho, eu peguei minhas roupas me vesti, abri a porta e sai batendo ela atrás de mim de propósito......



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:11 pm

Capitulo XII - Onde você está?

Michael sai do seu banho e vem até onde estou, ou estaria, todo falante e alegre como uma criança, que acabou de ganhar o melhor presente da sua vida, ao chegar na sala onde eu deveria o estar esperando, Michael se depara com o lugar completamente vazio, ele se desespera e começa a me procura como se seu mundo tivesse acabando. Ele começa a me chama pelos corredores:
_ Blanket? Cadê você? – Caminha a passos lentos com os olhos percorrendo cada milímetro do local. – Você ainda quer brinca mais?
Nesse momento aparece um de seus seguranças então Michael lhe pergunta:
_ Oi John! – saudando o – você viu uma jovem de vestido azul vindo do meu camarim?
_ Não vi não Mike.
_ Droga eu precisava fala com ela. – Baixando a cabeça.
_Quer que a gente procure?
_ Não ela tem meu numero, eu ligo pra ela depois – mentira ela não tinha o meu numero. – vamos volta pro hotel. – Decepção na voz
Michael volto ao hotel, aparecia freqüentemente na janela, ele escaneava a multidão com os olhos esperando me encontra, em vão, parecia que eu tinha sido engolido pela terra, só que eu estava mais próxima dele do que ele imaginava. Concluída a fase de shows na Europa fomos pra Oceania Sidney Austrália, mas Michael não contava com um deslize de Debbie, impressa descobriu sua gravidez e pior quem era o pai da criança:
_ Oi Liz – Michael ao telefone nervoso.
_ Sou que descobriram da Debbie?
_ Soube. Eu disse pra ela fica de boca fechada, mas pelo que estou vendo ela falo de mais obviamente.
_ o que você vai fazer agora Honey?
_ Seguir o conselho de minha mãe. – Fala com tom de voz penoso.
_ E qual foi o conselho dela?
_ vou ter que me casa de novo Liz. – Fala pausadamente – Minha mãe não quer que eu tenha filhos fora do casamento.
_ Mas mãe e quanto a ela? – pergunta aflita ao amigo – você sofreu tanto por causa dela vai desisti dela assim – Liz se referia a mim.
_ Não Liz não desisti. Ela apareceu pra mim hoje nos bastidores. _ fala feliz sobre a ventura.
_ Serio? E então se resolveram? – pergunta Liz curiosa
_ Digamos que sim.
_ Como digamos que sim? Se resolveram ou não?
_ Liz ela apareceu nos bastidores junto com uma amiga.. – explicando pra o ocorrido – depois quando eu achava que ela não viria, eu ouvi a voz dela, ela tranco a porta e nos fizermos amor no meu camarim, eu quase no acreditava que era ela ali comigo, quando terminamos eu fui tomar um banho pra recuperar as forças, antes de ir pedi que me esperasse pois queira conversa com ela aqui, mas quando eu sai do banheiro ela não estava, procurei no estádio todo e nada dela, sumiu como se fosse fumaça.
_ Ela te uso e te deixo sem dá satisfações? Como? Eu não to entendendo mais nada dessa historia. – confusa.
_ Nem eu Liz, ao que parece foi isso que aconteceu. – Tom decepção na voz.
_ E agora será que ela já sabe que você vai ter que casar?
_ Não sei, mas espero que ela entenda – Confessa a Liz com o coração aos pedaços.
Mal sabia ele que eu já sabia de tudo e que iria faze-lhe uma vistinha de despedida melhor que a anterior....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:17 pm

Capitulo XIII - O casamento



Madonna - Who's that girl (tema principal da fic)

Na manhã seguinte, Michael fez o anuncio seu casamento com Debbie ao mundo, como eu sabia que ele não a amava, por conseqüência a lua de mel dos pombinhos era minha, após a breve cerimônia no civil voltaram para o hotel, Debbie ficou em um quarto distante do dele, logo Michael estava sozinho, perfeito pra mim chegar até ele. Consegui que um amigo me colocasse pra dentro do hotel, com o numero do quarto de Michael nas mãos eu subi até o 20ª andar, o quarto era o mesmo que ele tinha ficado no resort, ele deixou a porta destrancada pra minha sorte, entrei tranquei a porta de novo como fizera nos bastidores em Munich, caminhei pela suíte procurando onde ele se recolhia para dormir, o encontrei deitado na cama de barriga pra cima. Me sentei ao lado dele na cama e acarinhei seu rosto e cabelo, deixando bem claro que tinha mais alguém lá, ele não acordou sono pesado dá trabalho pra acorda.
Então resolvi ser mais persuasiva, puxei o lençol que o cobria até a cintura, olhei bem seu corpo até que uma idéia passou na minha cabeça, peguei um outro lençol fiz tipo uma corda, como ele não acordava mesmo, amarrei firme uma braço de cada lado do espelho da cama, de forma que ele não conseguisse por mais que tentasse se soltar, então me escondi embaixo do lençol e fui de encontro a sua intimidade, com a qual eu ameaçará brincar da ultima vez, e brinquei pra valer ate consegui a atenção total e completa dele, comecei a minha brincadeira, ele começou a se mover de um lado para o outro, como se sentisse incomodado com algo, ele tentava se virar pra ver se consegui a se livra do que o incomodava e nada, até que notei que seu corpo estava pronto pra explodir, continuei e Mike acordo com um gemido alto de prazer que o levantou da cama com força, mas por estar com os braços amarrados fora jogado de volta pra cama, ofegante e sem entender nada do que se passava e do porque se encontrar amarrado em sua própria cama, me apresentei a ele saído debaixo de seu lençol:
_ Nossa! Que homem difícil de acorda – Disse-lhe encanto me recomponha.
_ você? – ofegante e alegre – como você entrou aqui?
_ Tenho meus meios. – Deitada em cima dele
_ Porque não me espero como eu pedi? – Recuperando o fôlego.
_ Tinha um assunto pendente pra resolver e como você demorou resolvi ir embora.
_ Porque estou amarrado?
_ Bom já que você casou, e aquela orca não deve ter tido uma despedida de solteiro descente, por causa do barrigão, és-me aqui.
_ Então me solta quero tocar você. – pediu manhoso
_ Hahaha – Tom de negação – Hoje você vai ficar de castigo, só vai poder me ver, mas não poderá me tocar com qualquer outra parte que, não for extremamente necessário.
Coloquei um pano na boca dele para que ele mordesse e não fizesse barulho, assim poderia ensinar-lhe uma lição que ele não iria esquecer mais, afinal ele estaria casado e eu não poderei té-lo como eu queria:
_ Pronto pra sua despedida de solteiro?
Ele fez sinal com a cabeça positivamente, então não tive duvidas repeti tudo que eu tinha feito em Munich, com um diferencial alem de ele não poder me tocar eu ainda fiz um estrip pra ele, que só podia me olhar sem me tocar. Tomei posse do meu touro brabo e voltei a domá-lo sem pressa e com muita intensidade, alternadamente sempre que ele estava próximo de ter sua parcela eu parava com tudo e o deixava me olhando e acenado com a cabeça implorando que eu continuasse. Depois de umas três horas nessa brincadeira constante, permiti que tanto eu quanto ele chegasse ao clímax, Michael ao final pendeu a cabeça suado e sem mais forças, então eu tirei a mordaça da boca entoa ele falou:
_ Quando eu ti vejo de novo? – Disse ofegante
_ Você não vai me ver de novo Michael _ Disse enquanto me vestia.
_ Como assim? - Espanto na voz
_Isso que você ouviu – falando fria - Você estará casado, será pai e eu seguirei minha vida, longe de você.
_ Você não pode – Tom de desespero tentando se soltar. - Eu te amo e preciso de você.
_ Não. Não precisa você já fez sua escolha agora siga com ela.
_ Por favor, não me abandone – Voz chorosa – o que eu tenho que fazer pra ter você de volta?
_ Um dia quando você se divorcia eu volto a te procura, - Falando e desamarrando um dos braços dele - Até lá me esqueça porque eu vou te esquecer.
_ Por favor não me deixa aqui – Gritando pelo meu nome enquanto eu me afasto e ele se desamarra. – Blanket????!!!!
Sai do quarto dele e ele conseguiu se desamarrar correu para o corredor e não me viu mais....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:29 pm

Capitulo XIV Sorte no jogo infeliz no amor



Continuei indo em toda a tour, a cada pais que Michael passava eu me fazia perceber, seu olhos ficavam em um misto de alegria e tristeza, pois sabia que não podia mais me tocar não como antes, sempre que me via ele sorria e baixava a cabeça, lembrando de sua condição. Fevereiro chega e seu primeiro filho nasce, Prince I, e com ele a tristeza de Michael. Por mais que ele tentasse as minhas palavras não saiam da sua mente “quando você se divorciar me procure”, o tempo passo ele encerro a sua tour, sempre no pé dele, mas a distancia, veio o segundo filho e com ela a tão sonha liberdade, ele se separo de Debbie, e eu continuem o seguindo pelo mundo.
Então eu comecei um joguinho de gato e rato com ele, sempre que Michael chegava a um hotel, tinha um bilhete esperando por ele com os dizeres:



“Que bom que você esta livre, leve e solto, um dia eu apareço ao tigrão”



Amor, Blanket




Isso sempre lhe causava uma expectativa, ele sempre dormia preparado pra qualquer coisa, nunca se sabia quando e como eu iria aparecer, então Mike ficava até altas horas me esperando em vão. Ele caminhava de um lado pra o outro, saia na sacada dos hotéis, olhava pra baixo procurando na multidão o meu rosto. E nada. Berlim Alemanha outro hotel Novo bilhete:


“Ei lindão estou te vendo viu, não se desespere eu posso chegar a você quando e onde eu quiser, apenas espero ate o momento certo”



Amor, Blanket




Michael agora ficou com a pulga atrás da orelha, como eu o via sem que ele o notasse? Se perguntava aflito, ela esta por perto mais onde? Varias noites ele ficou sem dormi em claro, por vários motivos ele, mas o principal dele era eu, seu coração disparava só de imaginar que eu o estava observando, ate chegou a se questionar, será que alem de me ver ela me ouvi?
_ O Blanket como eu te amo – Falava sozinho na suíte – Se você soubesse não brincava assim comigo. Onde você está?
O telefone toca:
_ O bonitão senti minha falta? – Exatamente liguei pra ele.
_ Blanket – disse em tom de fascínio – onde você está? Quero muito te ver, preciso muito falar com você. – Dizia–me com voz tremula.
_ Tudo a seu tempo baby.
_ Você me enlouquece assim sabia?
_ Eu sei, por isso mesmo que faço.
_ Não me esqueço dos nossos encontros sabia – Diz em tom de saudade na voz – Eu preciso tanto de você. To com tanta saudade.
_ Me espere em Neverland – Desliguei o telefone.
_ Alô! Blanket? Aloô. Desligou – Disse com um ar de tristeza na voz. – Ok minha dama dos meus sonhos se é em Neverland que você me quer, é em Neverland que eu estarei.
Poucos dias depois Michael estava em Neverland, me espero todos os dias em que esteve lá, não saia pra quase nada, se tinha algum trabalho pra fazer o fazia o mais rápido que podia e voltava pra casa, sempre na expectativa de me encontra lá a sua espera. O que não acontecia, para sua decepção, seu filhos cresciam, enquanto Michael ainda mais louco de saudade, o telefone toca:
_ Alô! Diz Michael num desespero que assusta Liz Taylor
_ Nossa quanta saudade honey, faz pouco tempos que nos falamos – brinca Liz.
_ Ah Liz é você! – Tom de decepção
_ Quem você acho que fosse? A sua lady misteriosa?
_ Pior que foi – ri de se mesmo. O papo estava fluindo bem quando de repente uma figura feminina surge a sua frente andando calma e lentamente. Para seu espanto.
_ Liz eu te ligo depois
_ Mas por quê? – Questiona confusa com a dispensa repentina de Mike.
_ Ela chegou
_ Ah juízo vocês dois. – Desligou o telefone.
_ Você veio!!!!! Finalmente você veio – Diz ele como se contemplasse a visão de um anjo a sua frente ......


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:39 pm

Capitulo XV - Cartas na mesa





Roxette - Vulnerable


Michael sentiu um impulso incontrolável de beijá-la, seu desejo sua saudade, seus medos vieram todos a tona com a minha visão. Me ver ali era uma visão do paraíso pra ele, esses anos foram difíceis, alem de não amar sua ex esposa ele desejava outra e ainda tinha que passar para o mundo uma imagem de casal feliz, me contemplar apenas de longe era o mesmo que matá-lo:
_ Blanket é mesmo você? – dizia a passos lentos em minha direção
_ Meninos bons ganham presente no natal – ironizei
_ Não brinca assim comigo, eu sofro por você sabia – choroso.
_ E você acha que eu não sofri por você esses anos toso? – indaguei – você preferiu aquela mulheres horrorosa a mim, eu podia ser a mãe dos seus filhos, ser uma família realmente feliz.
_ Eu sei eu fui um tolo em ignorar você, mas agora eu aprendi a lição.
_ Eu sei por isso que eu vim
_ Vai ficar comigo hoje? – Desespero na voz – Dormi comigo?
_ Até posso dormir com você aqui, mas sem você me tocar.
_ Como assim? – exclamou sem entender.
_ Não vim aqui hoje pra fazer a vez de sua mulher – esclarece – não quero te usar e te deixar só como das outras vezes.
_ Então veio pra que?
_ Quero fica com você, morar com você, viver com você pra sempre, foi pra isso que eu vim.
Essas minhas palavras iluminaram o rosto de Michael que não se conteve e começou a me beijar com tamanho desespero, que seu corpo chegava a tremer só de sentir o meu toque, falei assim que me libertei do seu beijo:
_ Devo deduzir que isso foi um sim então? – Perguntei esperando o obvio
_ Sim!!! - Gritou Feliz da vida. – me acompanha em um banho? - Pergunto de sorriso de orelha a orelha.
_ não vai acontecer nada eu juro – fazendo um x com os dedos indicadores e beijando cada um.
_ ta bom – respondi animada
Michael me levou para o seu banheiro. Preparou um ótimo banho pra dois, ele parecia uma criança, que acabará de ganha um presente de natal que tanto almejava no passado, entramos os dois na banheira e conversamos sobre o que eu andava fazendo nesse nosso período afastados, contei que tive outros casos para esquecê-lo, essa informação o deixou enciumado, mas que não havia conseguido, o que o deixou aliviado e sanei algumas duvidas dele:
_ como você conseguiu entrar aqui?
_ Seus empregados te presam muito sabia.
_ e nos hotéis? Como conseguia me mandar os bilhetes?
_ alguns amigos meus me ajudaram
_ como você entro no meu quarto na Austrália?
_ Amigos também – curioso que só ele.
Saímos da banheira nos trocamos e fomos ver filmes na TV, desenho animado pra ser mais clara, ele sempre gosto de desenho animado, comemos pipoca doce até altas horas da noite, rimos muito das piadas do filme, demos pipoca um na boca do outro, Michael me abraçava o tempo todo, as vezes era inevitável um beijo ou uma declaração de “eu te amo por parte dele” e de “eu também te amo” da minha parte, o tempo passo rápido o sono chegou e nem vimos acabamos dormindo sem perceber, um nos braços do outro, comigo em seu peito pra ser exata, ouvindo a doce melodia das batidas do seu coração, amanheceu e Michael.......


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:46 pm

Capitulo XVI - Enfim juntos




Roxette - Milk and Toast and Honey


Parecia uma criança, feliz, saltando e cantando dentro de casa, enquanto eu dormia, ele se levantou e providenciou um belíssimo café da manhã, e me levou na cama, a bandeja estava belamente arrumada, havia torradas, leite, mel, um potinho de manteiga, chocolate e uma caixinha que Michael havia guardado por anos até ter a chance de me dar. Ah havia uma rosa vermelha também.
Acordei com ele deslizando a rosa no meu rosto, desenhando o contorno, seus olhos brilhavam ao me contemplar dormindo, passei alguns minutos o observando assim, sem ele notar, seu rosto tinha uma expressão de alivio por me ver ali, deitada em seu leito em um calmo e agradável sono, sua vontade era que eu nunca mais saísse de perto dele, e assim eu ficaria por algum tempo:
_ Acordo minha bela adormecida. – Disse-me com um largo e lindo sorriso nos lábios. – Dormiu bem?
_ Bom dia Michael. – Bocejando – Dormi como um anjo.
_ Eu trouxe seu café - Pegando a bandeja e pondo ao meu lado na cama – Depois eu quero te levar em um lugar.
_ Onde?
_ Na cachoeira de Neverland.
_ Mas eu não trouxe biquíni – Exclamei com expressão de surpresa e a boca meio cheia de pão.
_ Quem disse que você não tem biquíni aqui – Me entregando um pacote nas mãos, quando eu abri, para minha surpresa era o meu biquíni, que eu havia esquecido lá tempos atrás.
_ Você guardo! – exclamei surpresa.
_ Eu te disse que um dia eu te devolveria, não disse?
_ Me deixa ver se ainda me serve – Disse-lhe beijando os lábios rapidamente, corri pro banheiro fiz tudo que tinha que fazer e sai vestida com ele - Que tal? Ficou bom?
Ele ficou mudo por uns minutos e depois me respondeu:
_ Ficou ótimo, vamos? - Esticando as mãos pra eu sair com ele.
_ Vamos! - Peguei uma roupa mais comportada, joguei por cima do biquíni e sai com ele.
Michael parecia que tinha visto uma visão celestial, seu rosto estava iluminado, seu sorriso está mais lindo do que nunca, com gargalhadas altas que chamavam a atenção de quem as ouvissem.
Saímos a cavalo pelo rancho, confesso que nunca havia subido em um, tive medo e por isso Michael resolveu que me levaria no dele, saímos os dois montados no mesmo animal, ele me mostrava cada lugar do rancho agarro na minha cintura, eu me dava ao luxo de apoiar-me nele, pondo a cabeça em seu ombro.
Chegamos à cachoeira depois de uns 40 minutos, mais tempo que o normal, mas Michael não queria me assustar, então ele condizia o animal a passos lentos, ele também queria tempo pra conversamos melhor, só quando chegamos na cachoeira, que ele se lembro da caixinha que ele havia colocado na bandeja do café da manhã, preferiu não ir busca, na volta ele me entregaria.
Levamos um cesta de lanche, pois passaríamos boa parte do nosso dia lá, forramos uma tolha no chão, nos deitamos e conversamos muito, estranhei o fato de não ver seus filhos e ele me disse que mandará para a casa da mãe para que ela ficasse uns dias com eles, enquanto ele se preparava pra um show:
_Que show é esse? – perguntei com ele deitado com a cabeça nas minhas coxas.
_ Meu trinta anos de carreira.
_ Você já faz trinta anos que esta no show bizz? - Perguntei surpresa – E não cansa esse tempo todo voltado só pro trabalho?
_ Cansa sim, mas um dia eu pretendo parar.
_ Se for por tempo de serviço, já pode se aposentar já tem cobertura pela previdência – brinquei.
_ Verdade – rio tímido – você vai?
_ Você quer que eu vá?
_ Eu não te perdôo se você não for. - Disse ele em to autoritário
_ Quando vai ser o show
_ Os shows – me corrigiu ele – serão dois, estamos pensando em setembro.
_Legal – Disse animada – Estarei lá, mesmo que você não me quisesse lá, eu ia de todo jeito mesmo. – Brinquei com ele – Lembra da History tour?
_ Se lembro – Respondeu ele entre uma gargalhada e outra – fui estuprado em munich e em Sidney como haveria de esquecer.
_ Humm e você se lembra né?
_ De cada detalhe das duas vezes. - Me disse olhando nos meus olhos – Só fui feliz de verdade nessas duas vezes – confessou.
_ E agora não é feliz? Hoje aqui comigo?
_ Hoje eu estou no paraíso com você – Se levantando e aproximando de mim – Não me abandone de novo please. – Quase que implorando.
_ Não vou te abandonar. Só se você quiser que eu te abandone. – Ri pra ele
_ Eu nunca quis que você me abandonasse, e não quero agora. – Então nos beijamos, como o mundo se acabar ali mesmo, mas a felicidade duraria pouco....



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 6:54 pm

Capitulo XVII - O acidente




3T with Michael Jackson- I Need you


Seguimos a vida como tinha que ser, Michael ensaiava para os shows e eu sempre o acompanhava, estávamos sempre juntos, todos me conheciam, amigos, produtores, bailarinos, todo. Até que certa noite Mike me fez uma surpresa, ou melhor dizendo, sua vingança, ele me pediu que fosse na frente, pois iria demora um pouco pra chegar, assim o fiz, e demoro tanto que eu acabei adormecendo antes que ele chegasse, mais ou menos as 2:30 da manhã senti uma mão em meu pulso direito e outra em meu pulso esquerdo, senti que fora colocados algo neles, abri meus olhos e vi Mike sentado a minha frente, tentei me levantar e não consegui, pude contemplar a sua expressão de prazer, ao me ver amarada na cama algemada pelos pulsos:
_ Em Sidney você me amarrou – Dizia ele pra mim com to malicioso na voz – Usou e abuso de mim, e me deixou a ver navios sem você, agora é a minha vez.
Mal tive tempo de responder a ele, Michael saltou em cima da cama, afastou as minhas pernas dando livre acesso a minha intimidade e começou a me enlouquecer de forma que eu nunca o vi fazer antes. Ele me tocava de todas as formas que eu podia ser tocada, eu já não estava mais em mim quando ele finalmente tomou posse do meu corpo, não me lembro por quanto tempo nos estivemos assim, mas o nosso ponto alto dava pra ouvir por toda a casa, não uma, mas varias vezes, no dia seguinte acordei com os pulsos todos marcados de nossa ardente movimentação, adormeci de tão cansada e Mike me solto sem eu perceber, ele estava dormindo ao meu lado quando despertei.
Tomei um banho e fui tomar café estava faminta, Mike desperto, quando não me viu no quarto, ele vestiu um robby e se pôs a procura pela casa, até que me encontrou na cozinha para o alivio dele:
_ Ah que bom que você está aqui – Falou aliviado
_ Eu disse que só vou embora se você quiser – brinquei
_ já disse que não quero nunca que se vá – Disse me beijando nos lábios.
_ Ah antes que eu me esqueça, vou chega ao ensaio mais tarde hoje.
_ Por quê?
_ Tenho um assunto pra resolver, depois eu te encontro lá.
_ Ok! Nos vemos lá então. – concordou sem dá muita importância.
Michael terminou de tomar seu café, e eu fui para o meu compromisso, me dirigi pra uma clinica medica, fui fazer uns exames não estava me sentindo muito bem, fiquei alegre com os resultados, sai da clinica e fui direto pro Madson Squard Garden para acompanha os ensaios, no caminho eu estava parada em um cruzamento, esperando o sinal abri pra finalmente eu chegar aos ensaios, era menos de um quarteirão, poucos metros, quando o sinal abril pra mim, eu sai, mas na fui pega de repente por um caminhão sem freio, que me atingiu em cheio a lateral do meu carro, mesmo do meu lado, me arrastando por quase 30 metros de distancia, a pancada foi tão forte que deu pra ouvi no estádio:
_ O foi isso? Perguntou Michael aflito.
_ Deve ter sido um acidente aqui próximo.
Nessa hora Michael sentiu o coração aperta, as pernas faltar força, todos viram ele empalidecer quase que instantaneamente, reunindo um pouco de força ele pediu licença pra uma ligação, só Michael sentia que algo de errado estava acontecendo comigo, os outros só se tocaram do ocorrido quando receberam a bomba. Enquanto Michael tentava contato comigo, meu carro sofrerá um principio de incêndio enquanto os bombeiros não chegavam, só não morri porque algumas pessoas que testemunharam o acidente, forma corajosas o suficiente para me tirar de dentro antes que ele explodisse, mas o estrago foi feio, se eu sobrevivesse seria um milagre, me queimei cerca de 70% do meu corpo, entre queimaduras de 3ª e 2ª grau no meu tórax, braços, pernas, parte do rosto e pescoço. Como Michael não havia conseguido contato comigo, ele resolveu ir até onde estava o acidente, ele se disfarço e saiu escondido de todos indo até o local, não foi difícil ele me encontra deitada no chão toda machucada, ao ver o meu estado e o do carro ele não se conteve, correu até mim em lagrimas. Até que um dos que me socorreram perguntou sem o reconhecer:
_ Você conhece ela?
_ É minha mulher - Respondeu ele em prantos
Um silencio momentâneo foi feito e uma breve resposta foi-lhe dada:
_ Ela teve sorte se não a tirássemos do carro ela teria morrido.
Os bombeiros chegam e me levam pra o hospital, Michael não se afasta de mim, indo até o hospital acompanha tudo de perto, como não podia entra na emergência teve que acompanha tudo do lado de fora com o coração na mão, e sem saber se eu sobreviveria ou não....




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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 7:01 pm

Capitulo XVIIIForça do amor




Michael Jackson - Smile


Após muito tempo de espera, o medico chamou Michael e lhe deu o veredicto do meu caso, que não era muito animador:
_ Então doutor? – Pergunto Michael abordando-o ao sai da sala da emergência com a equipe me encaminhando pra UTI. - Como ela esta? – Tom aflito na voz.
_ Não muito bem – Tom de preocupação – Ela fraturo as duas pernas, teve 70% do corpo queimado e traumatismo craniano, está em coma, levamos pra a UTI, mas nossa preocupação maior é com a gravidez dela...
_ Gravidez? Perguntou Michael em choque.
_ Sim ela está grávida.
_ De quanto tempo?
_ Seis semanas mais ou menos, o Senhor já não sabia? – Pergunta o medico sem entender a reação dele.
_ Não. Não sabia – Choroso - Ela provavelmente iria me contar hoje ou amanhã.
_ Sinto muito senhor. – Diz o medico – Mas creio que será um milagre se ela sobreviver.
_ Posso vê-la? – imploro - Nem que seja por alguns minutos
- Venha comigo. Encaminhando-s os dois pra a UTI – vou lhe dar dez minutos com ela. – O medico se retirou, deixando Michael a sós comigo.
Michael se aproximou do meu leito, ficou observando por alguns, ele não acreditava no que via, a beleza antes admirada e tocada por ele, que ele tanto desejou através dos anos, ali deitada indefesa entre a vida e a morte, respirando com ajuda de aparelhos, imóvel e ainda por cima com um filho, que ele não saberá antes que ela o esperava, era a sua ama gêmea ali com o fruto do seu amor no ventre, correndo risco de se perder vida de ambos, seu coração doía só de pensar, mas ele não podia ficar ali, tinha que avisa aos outros dos fatos, e o pior teria que fazer o show sem mim, meu acidente foi no dia 6 de setembro um dia antes do primeiro show dos seus 30 anos de carreira.
De volta ao estádio todos estavam preocupados com o sumiço de Michael, que retornou sem forças pra absolutamente nada, chegando a cair em uma cadeira de tão sem forças pelo ocorrido, todos vão até ele:
_ Michael onde você esteve? – Pergunta um dos assistentes - Estávamos preocupados com você!
_ Foi ela John - Diz quase sussurrando
_ Ela quem Michael? – Pergunta se entender nada do que diz.
_ Michael você está bem? – Pergunta Karen
_ Foi a Blanket – Diz em meio a um inicio de choro – O barulho que a gente ouviu naquela hora foi ela.
Nessa hora ouve silencio total no estádio, o produtor geral dispensa todos os bailarinos que estavam tão chocados quanto Michael, que chora nos braços de sua amiga e maquiadora Karen, ela tenta consolá-lo, mas não consegue. Então apenas deixa o amigo chora sua dor.
- Como ela está? – Pergunta Karen comovida
_ Ela está em coma no hospital geral – Diz Michael choroso – Os medico não lhe deram muita esperanças.
_ Tenha fé Michael, ela vai sobreviver. – Diz Karen se controlando pra não chorar.
_ Ela precisa Karen – Diz Michael olhando para Karen. – Ela esta grávida de um filho meu, ela precisa sobreviver por ele, eu não quero perde-los, não quero.
A noticia pegou Karen e a todos de surpresa, ninguém sabia que Michael estivesse tentando ter outro filho, e pelo pranto dele percebeu-se que nem ele sabia disso, todos se compadeceram de sua dor:
_ Michael vai pra casa – Disse um amigo – Cancelamos o show pra você poder acompanhar-la no hospital.
_ Não – disse Michael - Vou fazer o show por ela, pra homenageá-la, ela queria me ver nos palcos de novo e eu vou lhe dar esse presente. O show tem que continuar...




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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 7:37 pm

Capitulo  XIXO show e a dor no peito que não passa



Michael reuni forças pra consegui descansar, mas não consegue, permanece o tempo inteiro do lado do telefone, dentro do quarto ele anda se um lado pro outro, senta na cama, vai até o armário pega umas roupas minhas, cheira pra senti o meu cheiro nelas, ora da Deus pra que eu não o deixe só, ainda mais com o filho que estava por vir, ele não esperava esse filho e por isso o desejava tanto e ainda mais vindo dela. O dia amanheceu e Michael não dormiu a noite inteira, se limitava a chora e relembrar os nossos momentos juntos, durante dia Michael foi ao hospital me visitar e passar o dia todo lá ao meu lado no leito, ajudava com os curativos, conversava comigo e passava a mão nos meus cabelos, velava meu sono involuntário, a hora do show chegava e ela precisava ir, por alguns segundos ele me fitou o rosto, e baixinho ele disse:
_ Me espere aqui eu volto pra te ver – assoprou um beijo pra mim e saiu da sala.
Michael foi para o hotel onde estávamos hospedados pra o período de show, tomou um banho e se vestiu pra o show, calça preta colada, blusa regata clássica branca, camisa preta e uma jaqueta prateada por cima com uma faixa dourada no braço, chegou junto com sua amiga Liz Taylor.





Estava visivelmente abatido, Karen fizera uma maquiagem que lhe disfarçou os olhos inchados de tanto chora, mas a expressão triste e abatida não tinha maquiagem que desse jeito, ele prometeu a si mesmo que seria o melhor show que ele poderia fazer por ela, e assim o fez deu tudo de si no palco.





Medley





Mike e Britney





Billie Jean


Enquanto Michael fazia a sua parte ele nos palcos, eu fazia a minha no hospital, quero dizer, tentavas permanecer viva pra ele, o que não foi nada fácil, com muito custo conseguiram reverter uma infecção que não queria ceder, mas eu consegui, passar por mais essa as horas se passavam e as coisas pra mim não estavam fáceis, por muito pouco não o deixei com uma parada respiratória, mas conseguiram reverter a tempo do pior, no placo e nos bastidores o peito de Michael doía como se sentisse a minha luta peã vida mas ele teria uma surpresa em breve muito em breve, o show terminou e ele retornou ao hospital dormiu sentando em uma cadeira pouco confortável, por ele, ele se manteria acordado pelo tempo que fosse necessário, mas seu corpo se rendeu ao cansaço, no meio da noite....



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 7:55 pm

Capitulo XX - O Desperta da Princesa Encantada



Evanescence - Bring me to life

Quando ele estava dormindo com o rosto encostado no meu braço, eu acordei e o vi ali, senti um impulso de querer abraçá-lo, mas não podia por causa dos ferimentos e dos aparelhos ligados a mim, então apenas pus minha mão por trás de sua cabeça entre seus cabelos e comecei a fazer um cafuné nele, ele gemeu com o carinho, pois pensava estar sonhando, mas não estava eu havia mesmo despertado, após algum tempo de insistência minha ele abriu os olhos e me viu olhando pra ele, seus olhos brilharam:
_ Você acordo! – Dizia ele chorando _ você volto pra mim
_ Olá! Menino chorão – Disse brincando – Quase não consigo lembrar a ultima vez que te vi sorrindo, só te vejo chorando.
_ Basta você para de me susto – replicou ele tentando sorrir pra mim.
_ Como você está? – pergunto preocupado – ta sentindo alguma coisa?
_ To me sentindo um pouco quebra e pouco assada mais vou sobreviver – Brinquei fazendo ele sorrir.
_ Vou avisa o medico espere aqui. – Saiu pra chamou o medico que veio correndo me ver.
_ Olha nossa bela adormecida acordo – Brincou o medico – vamos ver como você está?
_ Bela é eufemismo seu. – Brinquei com a frase dele.
Ele fez uma serie de exames, viu que eu cérebro estava se recuperando bem do trauma, sendo essas umas das razões de eu ter acordado, meus ossos estavam cicatrizado bem, o problema maior era as queimaduras que estava exigindo muito do meu sistema imunológico.
_ E quanto ao bebe? – perguntou Michael aflito, enquanto ficava surpresa em saber que ele já sabia da gravidez.
_ Aparentemente está tudo bem – Disse o medico – Não posso fazer uma avaliação especifica agora, porque o tórax dela ainda esta sem cicatrização, há perigos de uma infecção, então estamos esperando pra ver se há surgimento de pele para poder realiza exames mais específicos.
Essas palavras deixaram Michael preocupado, ele desejava aquele filho e desejava mais ainda a mim, só de pensar que ele poderia perder qualquer um de nós dois ele tremia todo por dentro
_ Obrigado Doutor – Disse Michael sem gosta muito da informação.
_ Eu ia te conta – Falei pra Michael enquanto o medico se retirava. – Na hora que eu chegasse aos ensaios. – Agora eu chorava pra ele em anos.
_ Não tem importância, agora não importa - Disse aos prantos – O importante é que vocês em breve vão sai daqui, iremos finalmente ficar juntos.
Fiz um sinal positivo com a cabeça, enquanto me apoiava no braço dele:
_ já começaram os show não é? – perguntei triste.
_ Já sim. – respondeu triste – Sua falta nos shows.
_ Eu queria tanto ir.
_ Eu sei. Eu também queria que fosse.
_ Quero tudo em DVD depois. – Falei serio com ele.
Ele rio pra mim e ficou no hospital pelos dias que se sucederam sem sai pra nada, no dia 10 de setembro foi único dia que ele teve que sai, era o ultimo show de trinta anos ele não poderia falta de jeito nenhum. Era visível a vontade dele de ficar, mas ele na podia, encheu uma enfermeira contratada por ele pra ficar em sai breve ausência de instruções e saiu me beijando a fronte único lugar que não havia sido queimado:
_ volto assim que eu poder – me lançou um ultimo olhar na porta e saiu.
Dormi o tempo quase todo, até que em momento eu senti fortes dores, a enfermeira viu uma mancha de sangue debaixo do meu lençol e chamou os médicos, que vieram me atender, fui levada inconsciente pra a sala de cirurgia, eu sangrava muito e quando fizeram exames mais detalhado ficaram sem ação, enquanto isso Michael estava o palco se apresentando com os irmãos, antes da ultima musica o celular de Michael toca, era a enfermeira que ele contratou solicitando que vá ao hospital o mais rápido possível, que eu estava na UTI de novo.
Michael perdeu o chão com essa noticia, subiu no palco e nem sabia o que estava fazendo, literalmente estava no automático, seus pensamentos estavam em mim. Tinha receio de não conseguir me ver com vida de novo, e por dentro se culpava de não esta lá comigo.
Ao termino do show com a roupa mesmo que estava, foi direto para o hospital, chegando lá foi logo procurando o medico pra consegui mais informações, que não eram muito boas, o coração de Michael quase saltava pela boca de tanta aflição, até que o medico chega com a bomba....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 8:02 pm

Capitulo XXI - A difícil decisão



Milton Nascimento - Peixe vivo


_ Me ligaram daqui o que houve? – Pergunta apreensivo - Então doutor como ela está?
_ Senhor Jackson as noticias não são muito boas. – Diz ele com um preocupado na voz.
Aos poucos o medico foi contando o que estava acontecendo comigo, por incrível que pareça a medicação estava provocando uma rejeição ao bebê, que ainda resista bravamente, mas por outro lado o bebê também era uma espécie de catalizador do meu corpo que me matinha viva, mas se as coisas continuassem como estava poderia ser um alto preço a ser pago, ou Michael perderia a mim, ou o bebê, ou nos dois algo teria que ser feito rápido. Michael se desespera:
_ Meu deus não!!! Eu não quero perde-los – diz Michael choroso – não há nada que possa ser feito?
_ Devido o bebê completamente desenvolvido seria um crime fazer um aborto agora, mas um parto de emergência ele não resistiria, - explica o medico – poderíamos reduzi a medição, para o bebê se desenvolver e nascer sem problemas, mas seria arriscado pra ela.
- Eu não posso perder eles – Diz Michael choroso – Sofri muito pra consegui fica com eles não posso perde-los agora.
_ Entendo senhor Jackson – Tom pesaroso na voz – Mas a decisão é sua.
_ Reduza a medicação – Disse quase sussurrando – Vamos tentar dá uma chance pro bebê. Quando puder vê-la quero decidir com ela sofre isso, não quero perde-la de novo por toma uma decisão precipitada.
_ sim senhor eu entendo – Diz o medico serio – A equipe esta terminando os procedimentos assim que acabarem o chamaremos.
_ Ok eu espero.
O tempo foi passando e Michael esperava sentado e paciente no corredor do hospital, não dava pra não reparar nele ali, afinal era Michael Jackson sentado no corredor do hospital com cara de desespero, nem que o próprio quisesse não conseguiria passar desapercebido ali. Os pacientes começaram a sair de suas alas para olhá-lo e se questionavam. – Porque Michael Jackson estaria ali a porta de uma UTI? Será que era a mãe, irmão, um dos filhos? – Perguntas pipocavam na mente dos pacientes que aos poucos lotavam os corredores, quando finalmente a equipe saiu Michael pode entrar e me ver, seus pensamentos estavam tão longe, que ele nem percebeu o tumulto que se formo ai por conta dele, ele entra rápido, não da chance de lhe perguntarem nada.
Ao me ver deitada, ele se aproxima se controlando pra não chorar, Michael me acarinhou o meu rosto, tentou esboçar um sorriso pra me acalmar, eu então falei com ele:
_ Eu vou morrer não vou? – pergunto em tom melancólico.
_ Não. Não vai. – Voz tremula – Nós vamos volta pra casa juntos, nós três.
_ Não se iluda Michael – disse-lhe segura – Eu não vou sobreviver.
_ Não diga isso – segurando minha mão – Você vai sobreviver, não chegamos até aqui pra tudo acabar assim.
_ Eu preciso te fazer um pedido Michael.
_ Tudo que quiser
_ Se você tiver que optar entre mim e o bebê – Disse seca – Não pense duas vezes em optar pelo bebê.
_ Pelo amor de Deus Blanket não diga isso – Choroso – te proíbo de dizer isso de novo.
_ Me prometa Michael.
_ Não eu não vou. – Choroso quase em desespero – não posso te prometer isso.
_ Prometa-me. – insistente. – eu nunca te pedi nada, te peço agora.
_ Eu prometo – cedendo choroso.
Mas essa promessa Michael nunca iria cumprir, passaram-se mais dezoito semanas, aparentemente tudo estava indo bem, minhas queimaduras cicatrizavam a passos lentos, Michael não saia do meu lado, até que no dia 21 de fevereiro tive uma seria crise de hemorragia, minha vida e do bebê estavam em risco, Michael tinha que tomar uma importante. Essa decisão me salvaria ou mataria a mim ou ao bebê, não havia muito a se fazer, o medico questiona Michael sobre o que se deveria ser feito:
_ O estado dela é grave – diz o medico – só vamos conseguir salvar ou ela o ou bebê. A decisão é sua senhor. Fizemos o que podíamos.
Michael permanece pensativo por algum tempo e depois de muito brigar consigo mesmo ele decreta:
_ Salve os dois
_ Mas senhor.... – o medico tenta argumentar
_ Salve os dois não importa como, eu quero a minha mulher e meu filho vivos, mas salve os dois. – Disse decidido.
_ Sim senhor – Disse o medico....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 8:08 pm

Capitulo XXII  - Nasce meu pequeno Tesouro, e pequeno mesmo!!!!!!





Mariah Carey e Whitney Houston- Wheh you believe

Foram convocadas duas equipes medicas, todo o hospital ficou em alerta a qualquer momento uma boa, ou má, ou as duas noticias poderiam vir da sala de cirurgia, Michael se pegava com Deus como podia, sentado próximo ao centro cirúrgico, sentado não largado mesmo, as horas foram se passando e ele cada vez mais angustiado sem noticias, mais ou menos 3 horas depois do inicio da cirurgia, Michael vê uma enfermeira passar as pressas pro centro cirúrgico com uma incubadora e uma medica cirurgia-pediátrica junto, a cena fez com que ele deduzisse que seu filho estava nascendo naquele momento, seu pranto se intensifico:
_ Deus não tira eles de mim, por favor. – chorou Michael com gosto de joelhos no chão.
Uns quarenta minutos depois, uma equipe passa de volta com a incubadora e um dos enfermeiros segurava um vidro de soro, em direção a UTI neonatal, Michael tenta obter alguma informação, mas não consegue se aproxima, seu coração dói só de pensar no pior. Enquanto o pequeno começa uma batalha pela vida na pediatria eu continuava travando a minha no centro cirúrgico:
_ Ok minha gente o parto feito, agora temos que estabiliza a mãe, tem um pai lá for que não quer vota de mão vazia pra casa – convocou o medico. – temos que conter essa hemorragia se não vamos ter um problemão aqui. Me passa uma pinça cramer?
_ Aqui.
_ Mais gaze.
_ Aqui.
_ Com ta a pressão? – pergunta o medico
_ 10/7 e caindo.
_ Se a gente não consegui para isso vamos perde-la.
_ 9/6!!!!!
_ Tem muito sangue aqui. – desespero – Vamos garota você não deixa seu marido e filho em você vai?
_ 8/5!!!!!
_ Consegui paro a hemorragia, como ta a pressão?
_ Volto a subi muito pouco, mas ta subindo.
_ Ok vamos fechar e levar pra UTI.
Mais de dez horas se passaram, Michael já não tinha mais lagrimas, pedidos, promessas para fazer com Deus, até que ele viu a equipe medica saindo com a minha maca do centro cirúrgico. Por alguns segundos que mais pareceram hora Michael sentiu o ar faltar, seu corpo começou a tremer imaginado que poderia ser o pior, mas o medico se aproximou dele com as boas novas:
_ senhor Jackson!
_ sim – replicou com tom de voz aflito
_ A cirurgia foi um sucesso...
Michael sentiu como se um peso de uma tonelada fosse tirado das suas costas ao ouvir isso.
_ como eles estão?
_ sua mulher apesar do acinte e do parto complicado fica bem, só precisa descansar, já sue filho não sabemos ao certo se ele ira sobreviver pelo tempo de gestação te sido interrompido, mas estamos cuidando pra ele sobreviver.
_ Posso velos?
_ Sim venha comigo.
Michael não se continha de curiosidade, então preferiu ir ver seu pequeno tesouro, e era pequeno mesmo, ele tinha pouco mais de 26cm de tamanho, coração e pulmão não estavam completamente formados ainda, ele era prematuro tinha poucas chances de sobreviver, mas esse baixinho ia da trabalho pra continua vivendo. Ao velo a principio Michael ficou assustado com o tom de pele, Blanket parecia uma boneca de plástico fino, que se via quase tudo por dentro, o medico explicou que devido ao pouco tempo de gestação a pele dele não teve tempo o suficiente pra se desenvolver e clariar, ele praticamente cabia nas mãos de Michael....


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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 8:19 pm

Capitulo XXIII - De volta pra “casa”



Cassie Eller - Devolta pra casa


Após sua visita na pediatria, ele foi me visitar, se sentiu aliviado por me ver acordada, embora eu não conseguisse respira só por muito tempo, apenas se limito a me beijar na fronte e ficar ao meu lado por alguns minutos até eu dormir, foram duas semanas até eu voltar pra casa, agora só faltavam o pequenininho ir com a gente, Michael se revezava entre ele e eu, era visível sem cansaço, mas ele só se daria por vencido quando estivéssemos os 5 em casa, meses se passaram eu já estava melhor e podia revezar com ele, pra piora Michael estava fazendo um documentário sobre sua vida, ficava difícil pra ele sumi do jornalista, era praticamente uma ponte área Los Angeles Nova York Los Angeles, eu ficava em Nova York de olho no baixinho, enquanto Michael me ligava umas dez vezes no dia no mínimo, já que fiquei com o celular dele, pra saber como ele estava.
Exatos oito meses depois de tudo, Michael estava em Berlin, e eu fui pra lá com o pequeno, que já não estava tão pequeno assim, ele não sabia que Blanket tivera alta do hospital, seria uma verdadeira surpresa pra ele, cheguei ao hotel e me fiz saber que havia chegado, liguei pra ele e avisei que estava lá, aproveitei que o jornalista ainda não tinha dado as caras em Berlin, e pode aproveita um tempo com ele só nos cinco, como uma família de verdade. Pedi na recepção que não dissessem a ele que eu estava com uma criança era surpresa, autorizada a subir fui até o quarto de Michael.
Bate na porta e ouvi a sua voz vindo do fundo da suíte:
_ Pode entra, esta aberta.
Insisti em bater, não queria entra por entra, queira que ele fosse nos receber. – está aberta, entra – disse novamente, insiste de novo até que, consegui tira ele do serio e o fiz abri a porta, quando ele ia dá uma bronca pensando que era o serviço de quarto, ele abre a porta e me vê com o Blanket no colo:
_ Pensei que ia nos deixa o dia todo plantados aqui – Brinquei com ele – Olha que veio te ver, oi papai – Fazendo a voz do Blanket com a minha.
Michael não se conteve, começou a chorar e agradecera Deus por estarmos todos ali, em pranto ele tirou o garoto dos meus braços o levando aos seus, a principio o bebê quis estranhá-lo, mas logo se acostumo com ele:
_ Não chora meu anjo, é o papai – Dizia ele ao Blanket - Não chora, que eu choro também – O abraçando forte, os olhos de Michael brilhavam com o filho nos braços, ele não acreditava no que seus olhos viam, era um milagre o ver como ele tava agora e de como ele viera ao mundo. Era evidente que Michael estava feliz. Tudo que ele mais queira havia sido realizado, agora ele terá que cumpri seu voto com Deus.
Ele ate cometeu um deslize, que eu o perdei porque a alegria dele era tanta, que ele nem pensava direito no que fazia, apesar de ter sido crucificado por meio mundo por isso, mas ele sobreviveu:
_ Bom agora eu tenho que ir – Disse deixando as coisas do Blanket num canto do sofá.
_ Já vai? – Replico olhando pra mim incrédulo - Pra onde? Pensei que você ia fica aqui comigo.
_ Iria se não tivesse meia imprensa aqui, e aquele jornalista. – disse enfatizando jornalista. – Não quero aparece pro mundo Michael, você sabe disso.
_ Você não precisa aparecer.
_ Como explica a minha presença e a dele Michael? – Tom serio na voz – Ele vai desconfia.
_ Deixa que eu explico, arrumo uma desculpa, mas não nos deixei, por mim por ele – Se aproximado de mim com o Blanket nos braços.
_ Você sabe que eu nunca te deixo, sempre dou um jeito de volta – desviando o olhar – Será até esse documentário acabar, depois eu volto.
_ Confia em mim só desta vez, por favor – choroso – só desta vez?
_ Estarei sempre por perto Michael, você saberá.
_ Como?
_ Dessa vez eu te ligo – disse andando ate o elevador pra ir embora.
Quando eu estava no elevador, eu peguei meu celular e liguei pra ele, Michael não sabia, mas na mala do Blanket eu tinha escondido um celular, que se pôs a tocar feito um louco, deixando todos sem saber de onde vinha o som, quando finalmente Michael o encontro, ficou intrigado ao ver meu nome no visor, ele atende meio desconfiado:
_ Alô!
_ Tava tão difícil assim de acha esse celular? - Reclamei brincando – Olha que deixei em um lugar de fácil acesso.
_ Você gosta de me dá sustos né? – Replicou ele com um sorriso enorme do outro lado.
_ Ok cabecinha de vento! Não perde esse celular, ai tem o meu numero, agora você pode me encher a hora que quiser, mas não abusa – Brinquei.
_ Eu vou guarda sim. Agora você não se livra mais de mim – Rebateu.
_ Vou desligar agora. nos falamos depois.
_ Eu te amo, Blanket
_ Eu também te amo Michael. - Desliguei.......



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Re: A Inocência de Um Amor verdadeiro

Mensagem por Mimijak em Dom Abr 17, 2016 8:31 pm

Capitulo XXIVSonhos destruídos e promessas quebradas




Michael Jackson - Break of down


Como eu desconfiava, o documentário não foi lá grandes coisa para o Michael, lhe trouxe mais problemas do que soluções, mesmo ele fazendo outro para rebater o britânico, ele foi acusado de um crime que não cometeu, ele me liga pedindo um favor:
_ Blanket preciso de um favor seu?
_ Eu já estou sabendo, o que você de mim?
_ Fica com os três pra mim, por favor? – implorando – Só ate tudo isso acabar? Só confie eles a você.
_ Ok eu vou passar ai e pega-las, mas não vou poder fica muito tempo.
_ Fica comigo essa noite, por favor? – Implorando choroso.
_ Mike eu não posso fica eu tenho um compromisso amanhã cedo. – Justificando amavelmente.
_ Eu mando alguém te deixar lá e na volta você leva eles, por favor? – choroso – Preciso de você comigo essa noite, por favor?
_ Ta bom! Estou indo pra ai – Cedendo ao pedido – Te vejo em 40 minutos.
Arrumei umas coisas que eu ia precisa e fui para o rancho, era uma 17:30h da tarde quando eu cheguei, era finzinho da tarde quando foi recebida por ele que me abraço forte com os olhos marejado de lagrimas:
_ Que bom que você veio. – Abrindo um largo sorriso pra mim
_ Eu tinha que vir né, não dava pra recusa seu convite.
_ A gente só teve tropeços nesses últimos anos não foi? – Choroso. – Porque nada entre nós dá certo? Comecei tudo errado com você.
_ Esqueça tudo, eu te perdoou. – Chorosa - O Blanket é o nosso recomeço.
Ele tomou a mala que eu trazia nas mãos e levou-me pro seu quarto.
_ Você hoje fica comigo, no meu quarto, de onde você nunca deveria ter saído.
_ Você tem certeza? – Perguntei confiante.
_ Nunca tive tanta certeza de algo que eu queira na minha vida – Olhando nos meus olhos – Faz amor comigo? – Pediu docemente – Dessa vez me deixa fazer do meu jeito e não do seu.
Dessa vez eu não tive como fugir, ele me abraçou e começou a me beijar, com tanto desespero que eu me entregava a ele sem resistência, ele começou a desliza o seu rosto pelo meu pescoço sentido o meu cheiro e me fazendo sentir o dele, e como da primeira vez no meu quarto, Michael foi ele mesmo, me beijava acaloradamente e de novo, nossas línguas pareciam fazer amor dentro de nossas bocas, de tanto que entravam e saiam uma a procura da doutra, dessa vez o beijo era mais intenso que o primeiro, aos pouco ele vai tirando minha roupa peça por peça e por conseqüência explorava cada parte do meu corpo, eu ainda guardava algumas cicatrizes do acidente, mas ele pouco ligava pra elas, eu também o despia e explorava seu corpo, ele me deitou na cama e começou a passear com seu lábios o meu corpo, dava beijos leves, deslizava sua língua vagarosamente, como que quisesse me degustar com todos os seus cinco sentidos, aos pouco ele foi descendo de encontro a minha intimidade, e ali como da primeira vez ele a explorou de todas as formar que ele podia e sabia, eu gemia e tentava me segura na cama como eu conseguia, ele me dava tanto prazer que eu até perdi a noção do tempo, e dessa vez sem interrupções ele conseguiu me fazer dele como ele sempre quis, antes de tomar posse de mim contemplei sua intimidade completamente descoberta e apostas só pra mim, nossos gemidos puderam ser ouvido por toda a casa quando ele finalmente tomou posse do meu corpo.
Ele movimenta lento e demoradamente, alternando ao pouco o seu ritmo, ele não desviava o olhar do meu, ele queira saber o que exatamente me fazia enlouquecer na cama. Sentido que nosso ápice iria chegar logo, ele entrelaçou os seus dedos ao meu e acelerou o ritmo de suas investidas, chegamos ao paraíso juntos naquela noite, nosso sons de plena felicidade ecoaram pela casa toda, estamos tão cansados que dormimos ali mesmo com estávamos, deitado sobre o meu peito ele adormeceu:
_ Eu te amo Blanket. – Me disse antes de adormecer
_ Eu também te amo Michael. – Dormimos abraçados ali como viemos ao mundo...




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