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Entre o belo e a fera

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Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 2:09 am

Entro o Belo e a Fera




Sinopse: Há 300 anos um jovem e belo príncipe dá uma festa pra escolher uma esposa, durante a festa ele conhece duas belíssimas jovens, ele se apaixona por uma delas, a outra com inveja querendo casar-se a todo custo com ele, joga um feitiço sobre ele que só um amor verdadeiro poderá quebrá-lo. Será que ele consegue quebrar o feitiço? Descubra em.....

Capa





Inspiração: Pantera do clip Black or White




Michael Jackson - Entre o belo e a fera


Capítulo I  - O inicio de tudo





Foi há 300 anos. Uma jovem princesa de nome Katherine, fora forçada a casar por motivos políticos, com um jovem governantes de um reino muito, muito distante, de nome Joe. Para ambos os países parecia ser uma ótima saída para problemas locais, apenas parecia. Pois Kathe como era carinhosamente chamada sabia que não era. Seu reino havia sido invadido pelo de Joe e se caso esse acordo não fosse feito o reino seria destruído e ela seria estuprada como sempre acontecia nas guerras. Sua mãe não vendo outra alternativa a convenceu de que era a melhor saída para manter um pouco da honra em sua família. A cerimônia fora realizada o mais breve possível, após o casamento eles foram viver no reino de Joe. Logo tiveram um filho assim como desejava o rei e por conta desse acordo que ela fora obrigada a assinar que a forçava a isso. A criança era muito linda, com grandes olhos negros expressivos, rosto delicado, cabelos com ondas que lembrava o balanço do mar. Com os passar dos anos, o jovem príncipe de nome Michael crescia e se tornava ainda mais belo do que quando era criança de colo. Aliado a isso o príncipe fora rigorosamente educado e sua gentileza e doçura que fora herdado da mãe encanta a todos que o cercava. Ele era mimado por todo para o ódio do rei. Que não queria que seu filho recebesse qualquer tipo de agrado seja lá de quem fosse, mas Kathe e os empregados sempre davam um jeitinho de driblar a vontade de seu carrasco marido. Quando chegou a sua fase adolescente sua beleza deixava toda mulher que cruzasse seu caminho completamente apaixonado e não havia homem na face da terra que igualasse a sua beleza. Estava chegando a hora do jovem príncipe se casar. Seu pai então mandou para todos os reinos um mensageiro levando consigo uma carta onde lia-se:

“Eu, sua majestade o rei da Inglaterra, tenho a honra de convidar as mais belas e jovens princesas de todos os reinos em que meu o mensageiro passar a um baile, no qual o meu filho príncipe Michael escolhera uma jovem para ser sua esposa. Espero atenciosamente que todas as princesas compareçam a esse grandioso evento.”

Atenciosamente.

Rei Joseph.

A carta foi enviada aos quarto cantos do continente. A data estava marcada pra daqui exatos três meses. O baile aconteceria vinte dias antes do aniversario do príncipe, e o casamento no dia de seu aniversario. A carta percorreu a frança, Alemanha, Itália, escócia, Suécia, Espanha, Portugal, Noruega, suíça, Bélgica e Brasil. Em cada lugar que a carta passava se instalava um verdadeiro alvoroço. Todas as princesas solteiras em idade de casamento começaram a planeja como seria seu encontro e sua noite com o tal príncipe.
Enquanto a empolgação das princesas se espalhava pelo continente. Já Michael não estava tão empolgado assim. Tanto que questionava com o pai a importância de um matrimonio tão prematuro assim na visão dele:
_ Pai pra que um casamento agora? Eu mal tenho 19 anos.
_ Já disse Michael, você vai assumir o trono e não pode estar solteiro.
_ Eu sei. Mas pai eu não quero me casa agora. – Retrucava nervoso.
_ Já conversamos sobre isso e não quero mais discute sobre. – Autoritário.
_ Pai será que dá pra me ouvi? Não vou fazer nada que eu não quero fazer.
_ Você é meu filho e faz o que eu te mandar, enquanto essa coroa não estiver na sua cabeça, você faz o eu que quiser da sua vida. Mas por hora você faz o que eu quero e o que eu quero é que se case e você vai se casar e pronto final. – Esbravejando com o filho.
Sem muita alternativa e muito contrariado. Michael respira fundo e sai da presença do pai derrubando tudo que vê pela frente. A raiva é visível no rosto dele, ele segue para o estábulo ao chegar escolhe um cavalo o cela saindo a todo galope. Causando estranheza no que assistem a cena já que o príncipe sempre manda celar um animal com antecedência.
Michel galopa ate seu esconderijo secreto ao pé de uma montanha. A paisagem é linda, a casa pertence a família e mais de anos ninguém vai lá. A casa é empoeirada, sem qualquer limpeza, mas aconchegante. Ninguém sabe que o príncipe visita aquele lugar, só uma jovem que o serve em secreto enquanto ele desaparece do castelo por dias. Sendo ela de confiança, então ele tem total liberdade pra ficar o tempo que precisar por lá. Os dias vão se passando e Michael teve tempo o suficiente pra pensa sobre o seu futuro. Assim decidiu que não iria fazer nada que seu coração não quisesse e seu coração não queria que se casar. Mas teria que cumprir a vontade do pai. Depois veria como conseguiria se livrar desse compromisso que ele não queria assumir pelo menos não a força.
Os dias continuam se passando e as princesas vão chegando. Michael faz questão de permanecer sumido para não ver nenhuma delas. Não pretendia encarar nenhuma daquela que seria sua possível esposa. Nas raras vezes em que aparecia e em toda vez que seu pai o anunciava a chega de uma, ou tentava lhe apresentar uma candidata. Michael fazia questão de se retirar, sem olhar na cara da moça ou se quer lhe dá atenção. O que causava um certo desconforto com as mães, pois Joe sempre tinha que justificar a ação do filho. Quanto a Michael suas atitudes pouco importavam, ele só queira que aquele pesadelo acabasse de uma de veze. Da ultima vez em que ele se abrigou no seu esconderijo secreto e fez questão de só chegar minutos antes de ser anunciado no baile, para desespero dos serviçais que cuidavam dele e do pai que era anfitrião da festa.
_ Senhor!!!! – Tom de alivio - Graças a Deus o senhor apareceu – Diz seu criado particular – Seu pai está louco atrás do senhor. - Continua o homem aflito enquanto o príncipe permanece em um silencio sepulcral. - Venha comigo o senhor, só precisa se vestir. Seu traje está em cima da cama, espero que goste.
Michael pega as roupas e olha com desdém. – Tanto luxo pra nada – Pensou ele consigo:
_ Senhor vai se atrasar se não se vestir logo – Alerta o rapaz impaciente.
_ Vou tomar um banho – Proferiu Michael para desespero do homem.
_ Mas o senhor vai se atrasar ainda mais.
_ Pouco me importa – Disse rispidamente – Se eu vou ter que ir a esse baile, então vou na hora que eu bem entender, eles que me esperem pelo tempo que eu quiser. Já que ele quer que eu me case à contra gosto então vou enlouquecê-lo ao Maximo que puder. – Esbravejou com o rapaz – Prepare o meu banho quente agora. – Ordenou.
_ Sim senhor. – Jovem serviçal correu pra atender o príncipe, não se sabia quem ele temia mais se o pai ou o filho. Achou melhor não contrariar nenhum deles, foi cumprir o que lhe fora ordenado.
Enquanto se despia dos trajes sujos da ultima escapada. Michael pensava em tudo que ele vinha passando e no que sua mãe um dia lhe dissera. – cuidado com o seu pai ele é capaz de destruir vidas pra conseguir o seu objetivo. Acredite esse baile não é bom nem pra você nem pras garotas. – Michael esperava que as palavras de sua mãe fossem apenas figura de linguagem. Mas a realidade estava mostrando que elas eram mais que isso é o inferno se tornando realidade a sua frente.
Após um longo e demorado banho ele se arruma e sai pra o que considera leilão de sua pessoa ao mundo, leva quem der mais.....



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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 2:39 am

Capitulo II  - O Baile




Michael respirou fundo e abriu a porta dos seus aposentos que dava acesso a um longo corredor ele pensou – Vamos ao expositor ver ate onde essa palhaçada vai. – Seus guardas pessoais já o esperavam aflito, sendo que seu pai já havia mandando buscar o príncipe a mais de uma hora e nada dele aparece. A festas estava avançando noite a dentro e as desculpas do rei para a ausência do seu primogênito já estavam se esgotando.  Michael caminha com toda a leveza e lentidão proposital que ele podia fazer. Mas antes que pudesse chegar ao corredor de acesso ao salão de festas. Ele ouve uma voz feminina o chamando, era sua mãe, que estava aflita a espera de seu filho:
_ Pensei que não viesse – disse ela surgindo de trás de uma das grandes e pesadas cortinas de camurça – Deixe-nos a sós – ordenou a rainha, sendo prontamente atendida pelos guardas.
_ Eu tive escolha?
_ Sei que isso não te agrada nem um pouco Michael, então serei breve.
Michael permaneceu calado olhando fixo a sua mãe enquanto ela continuava sua retórica:
_ Faça o que fizer essa noite, não aceite e não escolha nenhuma delas pra sua esposa.
_ Não pretendo fazer isso mamãe.
_ Seu pai vai te obrigar a isso Michael. É importante que você se negue o Maximo que puder. A sua vida e as das moças correm perigo.
_ Não estou te entendendo mamãe. Porque é tão importante que eu não me case agora?
_ Michael o seu pai destruiu meu reino e a mim por conta de poder. Ele não é tão bom assim, ele vive da beleza das mulheres.
_ Beleza das mulheres?  Como assim?
_ você se lembra da historia do monstro que se alimentava de beleza pra sobreviver?
_ Não é apenas historia pra criança dormir.
_ não acredito nisso mãe. É muito surreal.
_ Sim é. Mas tome cuidado, as coisas não podem acontecer como ele planeja.  Vá para festa e não de sua resposta em hipótese nenhuma essa noite.
_ Não pretendia mesmo.
Deixando o seu pai ainda mais nervoso do que já era, Michael chegou com quase três horas de atraso. Ele entrou no resinto sem ser anunciado. Ou melhor, foi às pressas pra desespero dos soldados.  Foi impossível não olhar para o belo jovem que invadia o salão de baile. As jovens ficaram sem ar ao olhar. Ele estava trajando um terno marrom escuro quase preto com detalhes em prata nas magas e botões, com uma calça prateada que chama a atenção e um sapato cano alto preto, seus cabelos dessa vez estavam lisos. Era pouco usual esse estilo, já que o príncipe só usava os cabelos cacheados.  Michael desceu os degraus que davam acesso ao centro do salão. O príncipe parecia flutuar pelo salão de tão leve que ele caminhava.  



Todos os olhos estavam fixos nele. O príncipe não parecia se importar com a reação dos convidados que ficaram boque-abertos com a beleza do jovem monarca. Mantendo a sua passada lenta que mais parecia um desfile do que caminhada ele foi ao encontro de seu pai, que assistia tudo com cara de poucos amigos devido a demora de seu primogênito:
_ Ate que enfim resolveu dar o ar da graça – disse o rei sarcástico.
_ É. Achei melhor vir, assim poderia ver sua cara de felicidade com o presente que eu tenho para o senhor. – revidando no mesmo tom.
_ O que pretende fazer?
_ E estragar a surpresa?
_ Michael!!!
_ A festa é minha, então farei o que eu quiser nela e a sua surpresa vai chegar logo, logo. – Michael se vira para a plateia que assistia em silencio o cochicho de pai e filho e pronuncia – espero que ninguém aqui esteja cansado ou com sono, pois a festa irá ate o raiar do dia só encerará com um café as 10 horas da manhã. E pretendo dar a essas jovens a oportunidade de dançar comigo pelo menos uma vez nessa adorável noite.
Um olhar de duelo entre eles se firmou. Michael sabia que aquilo que fizera era apenas o começo de uma guerra, que uma vez dentro o príncipe só sairia quando um dos dois se desse por vencido, e esse alguém não seria Michael. Ele nunca fora criando mimado, ou fazendo birra. Mas quando queria irritar o pai ele era um exímio jogador que sempre conseguia seu objetivo e os pontos fracos do seu velho. Mas dessa vez o pai tinha ido longe de mais com seus mando e desmando e ele iria derrubar Joe nem que pra isso tivesse que morrer ou matar pra isso.  Depois do que sua mãe lhe falou o príncipe tinha mais que motivos reais para o confronto. Michael se mostra sem muita cerimônia ao se dirigir a mesa de petisco da festa e ele mesmo se servir de uma generosa quantidade dos quitutes da mesa. Sendo logo repreendido por uma de suas amas.
_ Senhor isso não são modos de um príncipe agir em publico.
_ Naná me deixa hoje meu humor não está dos melhores culpa do seu rei e o que eu puder fazer pra enlouquecê-lo hoje eu vou fazer.
_  Ele não vai gosta disso senhor.
_ Olha pra minha cara de quem está ligando – solta ele ironicamente – E eu já sei as intenções dele com esse baile. Minha mãe me contou o que aconteceu com ela no passado e como eu sei que vocês vieram do mesmo reino... Não acha que ele merece um castigo? – serviçal permaneceu calada concordando com o que o príncipe havia dito.
_ Tenha cuidado senhor. Seu pai é muito cruel quando quer.
_ Também sei ser.
Michael se dirigiu a varando do salão que dava vista a uma bela paisagem noturna. Com o seu pequeno banquete pessoal ele encostou-se a mureta e enquanto degustava um dos canapés, ele ouvi uma voz vinda da entrada o fazendo virar:
_ Desculpe alteza pensei que estava vazio aqui.
_ Sem problema. – disse enquanto a olha fixo.
_ Não quero incomoda-lo, só queria tomar um ar.
_ A varanda é suficientemente grande para nós dois. – disse voltando a admirar a vista com mais um bolinho nas mãos.
Marilana não sabia bem o que dizer ou agir diante de tamanha frieza do príncipe. Ela sentia que algo de errado estava acontecendo, mas preferiu não tocar no assunto. Ela deu alguns passos para longe do príncipe e passou admirar a paisagem do jardim do palácio iluminados a noite. Foram apenas alguns segundos de  distração, quando pensou em fazer um comentário se deparou sozinha na varanda.
Perderá a única oportunidade de conhecer o que poderia ser seu futuro marido. A moça baixou a cabeça sentindo-se frustrada com a situação e voltou ao interior do salão onde virá o príncipe com o seu pratinho de delicias sentando em um canto isolado do salão com alguns soldados em volta, sinal claro que não queria que ninguém o incomodasse. O que a deixava mais intrigada ainda. Sem muita escolha ela voltou para o lado onde estavam seus pais e esperou como as demais jovens a hora de valsar com o rebelde príncipe. Como ele anunciara a noite seria longa e todas as meninas precisariam ter muita força de vontade para conseguir esperar a tão esperada valsa e conversar com o belo e furioso príncipe.


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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 2:52 am

Capitulo  III Princesa Claudia Maria



Ao termino de seu pequeno lanche, já que o príncipe realmente estava faminto. Foi comunicado a valsa para as princesas. Houve um pequeno burburinho entre as meninas que logo estavam quase se estapeando por ser a primeira a valsar com ele. Os cavalheiros que iriam conduzir as damas após a valsa ao seu lugar de origem já estavam prontos para começar a dança. Os demais casais tomam a pista de dança lentamente aos primeiros acordes da valsa. O príncipe lança um olhar para o inicio da fila de jovens, logo vê Claudia Maria, que lhe lançava de volta um olhar de angustia, ansiedade e medo. A garota não conseguia ficar parada no lugar de tão nervosa que se encontra fazendo com que Michael risse da situação.
O príncipe se dirige a ela, que ela deu sorte de ser a primeira da fila de jovens damas. Ele faz um breve porem leve comprimento se inclinando para frente e estendendo-lhe a mão pergunta:
_ A jovem dama me concede o prazer dessa dança?
_ Claro. – Responde ela prontamente pondo a sua mão sob a de Michael que logo a conduz ate o centro do salão, o príncipe se posiciona a sua frente, novamente lhe faz revencia sendo retribuída por Claudia. Ele segura na sua mão direita mantendo-a estendida no ar, enquanto com a esquerda ele pousa suavemente na altura de sua cintura a trazendo pra mais perto dele:
_ Não tenha medo – Diz ele com um olhar malicioso no rosto – Eu não mordo.
Claudia parecia enfeitiçada por aqueles belos olhos negros, que agora não saiam de cima dela. Michael percebe o tamanho do nervosíssimo da garota e discretamente começa a cantar em seu ouvido:


If I should stay
I would only be in your way.
So I'll go but I know
I'll think of you
Each step of the way.
And I will always love you.
will always love you.
my darling you.
Bittersweet memories,
That is all I'm taking with me.
so goodbye, please don't cry.
We both know, I'm not what you, you need.

_ Porque está cantado a minha musica?
_ Sua? Musica? Não sabia que cantava.
_ Não. Não canto eu gosto dessa musica.
_ Eu também gosto. E pelo jeito ela te ajudou a se abrir e te acalmou.
_ Verdade. Estou mais calma.
_ Cuidado com o meu pé.
_ Eu pisei nele? – apreensiva.
_ Não. Ainda. Apenas odeio que pisem nele quando estou dançando.
_ Não se preocupe eu sou uma boa dançarina.
_ Estou vendo. Mas o que gosta de fazer nas horas livres?
_ Amo ler, cantar, dançar e brincar com os animais de estimação.
_ O que tem lido recentemente?
_ Os noturnos da Flavia Muniz.
_ Não conheço. De que pais você veio?
_ França.
_ França? Humm Belo lugar. Ainda vou visitar lá.
_ Você será bem vindo lá.
_ Almoça comigo amanhã?
_ Será o que? Vai ter lasanha?
_ Pode ser, eu peço pra fazer.
Enquanto Michael dançava com Claudia ele percebia os olhares furtivos de seu pai para o casal. A casa rodopiada que ele dava no salão seus olhos cruzavam com o de Joe, que acompanhava-os com grande interesse. Isso o deixou profundamente irritado com a situação:
_ Vista-se pra um passeio no campo, te pego as onze horas por favor não se atrase. Não vou esperar muito ok?
_ Eu te encontro aonde?
_ Na entrada principal do palácio.
Mas uma volta no salão e um dos pajens que estava na dança pega a mão de Claudia, sendo passada para o jovem. Michael fica livre para a próxima jovem que está a espera do príncipe morrendo de ansiedade. Michael estava com muito ansioso para dançar com a próxima jovem e ser sondado por Joe isso o animava e muito....

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 3:02 am

Capitulo IV Princesa Marilana Gabriela





Após passar Claudia para o pajem, Michael voltou seu olhar novamente para o começo da fila de jovens que o esperava ansiosamente. Seus olhos pararam em Marilana ou simplesmente Lana, uma jovem de 20 anos que reluzia em seu vestido azul claro estilo bolo de noiva. Em sua cabeça uma tiara em perolas e cristais Swarovski. Seus sapatos tinham detalhes no mesmo cristal da sua coroa. A expressão no rosto de insatisfação no rosto de Michael era pra lá de evidente. Não que ser cortejado por lindas mulheres o entediasse, não pelo contrario, ele cresceu ouvindo todo tipo de comentário a seu respeito. Que só pioraram quando ele entrou em idade de casar. Ele já era acostumado com isso. Porem o fato do seu pai estar planejando algo terrível para sua pretendentes o deixava mal. Estava fora de seus planos ser a desgraça de alguém e isso o aborrecia e muito. Seguindo a dança que se desenrolava no salão Michael se dirigiu a sua próxima pretende que ele mal olhou, pois sua atenção estava voltada exatamente para o seu pai, Joe.
Que observava de longe cada vez que uma jovem dama era ofertada a dançar a seu filho. Aquilo irritava o príncipe que ele mal conseguir se concentrar no que ele estava fazendo até que percebeu que havia deixado sua parceira meio que plantada em seus braços.
_ Prazer alteza – Disse ela tentando puxar assunto – Meu nome é Lana e sou da Espanha.
_ Prazer. – Respondeu ele se posicionando para conduzir a valsa.
_ É uma honra conhecê-lo senhor....?
_ Michael. – disse o príncipe enquanto deslizavam pelo salão. – sinto que essa não será uma boa ocasião para nos conhecermos, em outra circunstancias ate seria um prazer. Mas agora não.
_ Fiz algo errado?
_ Você não. Mas aquele senhor gordo sentado no trono é o meu pai. E creio que a finalidade desse baile não seja exatamente um casamento para mim.
_ Estamos em perigo?
_ Creio que sim. – respondeu ele tentando puxar pela memória algo – você estava na varanda agora a pouco não é?
_ sim estava – baixando seu olhar envergonhada – Não queria incomoda-lo agora a pouco.
_ Não se preocupe com isso. Eu que lhe peço desculpa. Minha vida está um inferno por conta dessa festa e por meu pai querer me casar tão cedo.
_ Entendo perfeitamente. – sorriu tímida para ele - Mas como se não estamos vendo nada de mais aqui?
_ Esse é o problema. Não sei exatamente o que é, mas algo não está certo aqui. – Michael para e a olho nos fundo dos olhos – Quero que me faça um favor. Pode fazer isso pra mim?
_ O que quiser.
_ Não poderei ficar de olho o tempo todo no meu pai por conta desse baile. Então quero que o vigie sem ele perceba. Depois me conte tudo o que viu e ouviu. Consegue fazer isso pra mim?
_ Tudo bem, mas aonde eu vou te passar as informações?
_ Qual o seu prato favorito?
_ Estrogonofe. Por quê?
_ Amanhã as 5h encontre-me no jardim leste do palácio, minha cozinheira sabe fazer um que é de deixar qualquer pessoa maluquinha. Te espero pra jantar comigo não se atrase.
_ Mas qual é o jardim leste?
_ Esse que estava olhando quando você me achou – Apontando pra janela onde eles havia se encontrado minutos atrás. Não se atrase, por favor, é caso de vida ou morte. No caso varias mortes.
_ não vou me atrasar.
O baile prosseguiu como tinha que ser. Ninguém desconfiava que Michael estava sentindo algo de estranho naquele evento, sua mãe observava tudo a uma boa distancia e de vez em quando trocam olhares que para muitos ali não significavam mais que uma troca de carinho entre mãe e filho. Mas ambos sabiam que era muito mais que isso. O dia amanheceu e Michael se retirou pouco antes de dia raiar. Todas estavam de certa forma encantada com a beleza e personalidade forte do príncipe. Michael dormiu pouco naquele dia. As 09:00 horas já estava de pé de banho tomado e sentando a mesa para o café da manhã com sua mãe.
_ Notou algo diferente nele essa noite? – perguntou ao filho.
_ Ele esta muito alegre pro meu gosto.
_ Ele também ficou assim no baile quando conquistou o meu reino. Não foi um bom sinal na época e não é agora.
_ O que pretende fazer mãe?
_ Acabar com isso de uma vez. E você vai me ajudar Michael.
_ Não me senti bem com o modo que ele olhava pra elas ontem. Parecia que as devorava com o olhar.
_ Não se engane com ele meu filho, seu pai pode fazer coisas que você nem imaginar. E devorar essas moças é o de menos pra ele.
_ o que quer dizer com isso mãe?
_ Seu pai esta vindo ai. Outra hora eu te conto o que aconteceu realmente ao meu reino. Me encontre hoje a meia noite na saída dos fundos do palácio e conversamos.
_ Sim senhora. Como quiser.
Em questão de minutos o rei entro o salão principal com um largo sorriso no rosto:
_ bom dia família. – Cumprimentou – já começaram o café sem mim.
_ eu tenho uns compromissos agora de manhã, não posso me atrasar. – disse o príncipe se levantando e saindo com um pedaço de pão em suas mãos.
_Não se atrase Michael as festividades de seu casamento estão apenas começando.
Quando Kathe foi se levantar para resolver alguns problemas do palácio ela foi agarrada de súbito pelo marido:
_ Não pense que eu não sei o que está fazendo. – sussurrou a ela ao pé do ouvido
_ não estou fazendo nada.
_ Continue me enganando assim e não vai sobreviver. Eu vi o modo como Michael me olhava durante o baile. Você disse alguma coisa a ele ontem que eu sei.
_ eu não disse nada a ele.
_ Você sabe muito bem que nada me escapa Kathe, não vou deixar que uma coisinha igual a você atrapalhe os meus planos.
_ Você não vai conseguir novas virgens Joe. Eu não vou deixar.
_ Não abuse da sorte garota. Você só está viva ainda por causa dele. Em breve ele irá me substituir e você não poderá fazer nada sobre isso.
_ prefiro a morte do que ver o meu filho assumir o papel nojento que você faz.
_ isso eu posso providencias minha querida. – Joe agarrou o pescoço de Kathe com tamanha força que quase o quebrou de imediato. Só não o fez porque viu que Michael entrará no recinto no exato momento em que ele iria efetuar o ato.
_ Mãe os empregados estão precisando da sua ajuda na cozinha agora.
_ Já estou indo – disse ela assim que ele a largou e saiu apressada para o lado do filho e murmurrou. – você viu o que ele fez agora Michael?
_ Vi sim vi tudo desde o começo. E vou impedi-lo.
_ Então devemos ter cuidado agora ele desconfia da gente...

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 6:48 pm

Capitulo V  – O compromisso com a Princesa




Após o café desastroso por assim dizer em família, Michael saiu para se encontrar com Claudia. O horário já era avançado e os empregados já sabia o que era de almoço, Michael como sempre iria comer pouco ou quase nada. Todos conheciam essa habito dele de se alimentar pouco. Muitos dos empregados mais chegados achavam que era por uma razão manter o seu corpo o mais magro possível. Mas o que ninguém sabia era que a natureza de Joe tinha sido transmitida para Michael. E seria uma verdadeira luta para que Kathe conseguisse evitar que o filho se transformasse no monstro que seu marido era.
Kate sabia que precisava agir rápido para que a maldição não tomasse seu curso. A vida dela e das jovens dependiam disso. Ela passou maior parte do dia sem cruzar com Joe nos palácio, o café da manhã já bastava por aquele dia com problemas com ele. Michael por sua vez tenta ser esperto o suficiente pra conseguir salvar as meninas e Claudia seria peça chave disso:
_ Desculpe-me o atraso tive um problema agora pela manhã – Justificava-se envergonhado.
_ Sem problemas, praticamente acabei de chegar.
_ Podemos almoçar?
_ Sim. Claro.
Michael fez sinal pra uns de seus empregados para que servisse o almoço, o prato preferido de Claudia. Ele contava em agradar a moça para que ele conseguisse o que precisava para isso não medira esforços para conseguir seu objetivo.
_ Espero que esteja ao seu agrado.
_ Está divino – Provando uma porção generosa.
¬_ Obrigado – Agradecendo o elogio - Eu a trouxe aqui pra que possamos conversar sobre algo importante e que tem muito haver com vocês.
_ O que seria?
_ Sua segurança.
_ Minha segurança?
_ Sim. A sua e as das outras princesas.
_ Não estou entendendo.
_ Meu pai a muito tempo conquistou o reino de minha mãe e a fez se casar com ele.
_ Que coisa horrível.
_ Mas não parou por ai. No contrato ele exigia um filho e logo após o nascimento dessa criança todos os descendentes de minha mãe foram mortos. Minha mãe só escapou por conta que eu ainda era de colo e não me adaptei a nenhuma ama de leite.
_ O que isso quer dizer?
_ Que após o meu casamento todos os reis e rainhas aqui presentes serão mortos, seus reinos saqueados e suas filhas violadas e mortas.
_ Isso é errado Michael.
_ Eu sei por isso estou contando a você, quero que sem alarde retire todas as jovens daqui. Conte a todos os reis o que lhe contei e os obrigue a sair daqui o mais rápido possível. Se demorarem corre o risco de não terem tempo de se defenderem.
_ Então eu irei agora.
_ Não, espere. Termine seu almoço. – Segurando em seu braço e a forçando a sentar novamente – Joe nos observa – Apontando discretamente para a janela de cortina entreaberta. Falando ao pé do ouvido dela – Se sairdes agora levantara suspeita. Comerei com você ate ele se afastar então darei o sinal e você irá.
_ Como quiser meu príncipe.
Enquanto eles comiam. Michael observava a janela sem ser notado pelo pai. Quando Joe se retirou de seu ponto de observação, Michael deu sinal a Claudia:
_ Vai agora.
_ Sim meu príncipe.
_ Seja discreta. Assim que eu puder encontro com vocês.
_ Sim. Nos vemos mais tarde.
Já era quase fim de tarde quando ele terminou seu almoço com Claudia. Enquanto conversava com a jovem princesa sua mãe passava por eles indicando que iria para o ponto marcado, assim que saiu de seu compromisso anterior. Ele correu para encontrar sua mãe às escondidas. Mesmo que Joe mandasse alguém segui-lo Michael sabia como se livrar do guarda. O príncipe conhecia vários caminhos para chegar a ponto combinado. As fugas de Michael do seu pai lhe renderam um mapa mental da província que literalmente fazia inveja a qualquer cartonista. O príncipe tinha uma memória de deixar qualquer um de queixo caído.
Após uma longa caminhada ate o seu esconderijo. Michael se depara com a sua mãe o esperando ao pé da porta aflita.
_ Graças a Deus você chegou.
_ Algum problema mamãe?
_ Não. Nenhum, mas pensei que seu pai tinha te pego.
_ Eu sei muito bem me livrar dele.
_ Cuidado Michael. Seu pai tem meios de arruinar a vida de qualquer um.
_ Não por muito tempo mãe.
_ Gostaria de ter a sua certeza assim meu filho.
_ Mãe, precisamos continuar a nossa conversa.
_ Eu sei. Por isso pedi que viesse aqui. Venha comigo Michael.
Kathe montou em seu cavalo. Sendo logo seguida por Michael, que havia trazido o seu. Juntos eles cavalgaram mata adentro ruma a uma vila distante do palácio e de onde estavam. Os cavalos galopavam com a máxima velocidade que conseguiam alcançar, Kathe não queria perder tempo. O tempo corria e as coisas estavam complicadas para todos. A ganância sem fim de Joe era tamanha que tudo poderia ser dado por perdido em segundo. O passado esperava Michael. Uma amostra nada generosa de sua carga hereditária seria exposta para ele através de sua mãe. A viagem seria longa e provavelmente não voltariam tão cedo pra casa.
A noite começava a avançar na terra quando eles chegaram ao antigo vilarejo. O lugar onde Kathe havia crescido e se tornado mulher. Aquele lugar além de lembranças boas continha também péssimas recordações.
_ Onde estamos mamãe?
_ Estamos em minha terra natal.
_ Não me diga que isso foi o que o Joe fez com ela? – pergunta ele observando tudo em volta com atenção e espanto.
_ Sim. Seu pai arruinou tudo aqui. Antes era um lugar lindo cheio de vida. Agora é só isso.
_ Não acredito no que estou vendo.
_ Joe não sabe mais a muitos conseguiram fugir do massacre. Meu pai inclusive, os que ficaram foram mortos pelos soldados deles e a vila foi incendiada.
_ Quando isso aconteceu.
_ No dia em que você nasceu.
_ Não acredito, como ele pode?
_ Comemoração mórbida não é? – Abraçando o filho – você carrega o mesmo monstro dentro de você Michael. E se você se casar como ele quer tudo vai acontecer com aquelas meninas exatamente como aconteceu aqui.
_ Não quero que isso aconteça com elas.
_ Não vai. Por isso que estou aqui com você. Quero te alerta para o que pode acontecer se você ceder. Mesmo que você ame alguém não se case Michael....




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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 6:53 pm

Capitulo VI Sombras do passado




Enquanto eles conversavam, ouviram-se um barulho no meio da mata. Isso acabou deixando-os em alerta total. Não havia como saber se tinham sidos seguidos embora tenham tomado cuidado possível para evitar. Mas devido os antecedentes do rei todo cuidado é mais que pouco. Eles olhavam atentos para onde o barulho vinha, era visível o nervosismo dele. Michael sempre estava com sua espada na bainha por precaução. Ele sempre achou que nunca iria precisar, agora porem estava talvez preste a mudar de ideia.
Conforme o barulho ia aumentando Michael tomava posição de ataque. A educação de Joe pra cima do filho fora tão rígida, que ele fora mesmo sem querer por achar desnecessário obrigado a aprender esgrima e tiro. Como sempre fora dedicado Michael aprendeu tudo e dedicava parte do seu tempo pra praticar um pouco. Mesmo achando desnecessários esses conhecimentos em uma coisa ele concordava com o pai. Não queria ser pego desprotegido em uma batalha. Logo não se deixar enferrujar. Embora Michael conhecesse sua mãe como a palma de sua mão, escondia segredos que só lhe seriam revelados agora por ela:
_ Fique atrás de mim mãe. – Disse Michael com espada em punho pronto para um contra ataque.
_ Não será necessário Michael – Disse Kathe ao filho e se encaminhando para onde vinha o barulho. – Eu os conheço muito bem.
_ Mãe!! – Apreensivo.
_ Eu os conheço. Apenas estão com medo. – Disse ela de olhar fixo no bosque – Saiam agora. Eu vos ordeno. Sou eu sua rainha e lhes trago boas novas.
Após preferir essas palavras. Os arbustos pararam de se agitar e começou a aparecer todos os que estavam escondidos. Para a surpresa de Michael. Surgiram diante dos seus olhos vários seres comeram a aparecer, muitos era já velhos porem mantinham a aparência de jovens. Diferente de Kathe que já tinha aparência de uma mulher mais velha embora não tivesse atingindo que os trinta e cinco anos. Michael permaneceu perplexo enquanto uma aldeia inteira surgia a sua frente. Logo ele recuou de sua posição de ataque. Michael não esperava encontrar tanta gente escondida assim.
_ Quem são eles afinal? – confuso.
_ Somos o que restou do reino das fadas – disse o soberano caído. – Me chamo Salomon, sou o rei das fadas. Ou era ate seu pai surgir e destruir tudo. Seja bem vinda de volta minha filha.
_ Fico feliz que todos tenham se salvado.
_ Seu mensageiro chegou a tempo de evitar a tragédia, mas como bem sabe nem todos foram tão rápidos para fugir assim e pagaram com suas vidas.
_ Não era assim que eu queria que as coisas terminassem papai.
_ Foi melhor assim querida. Seu marido não deixaria de nos perseguir ate nos encontrar e matar todos. Lembre-se do acordo e de como a maldição se inicia. Foi um mal necessário.
_ Que vai recomeçar tudo de novo.
_ Não se pudermos evitar. Seu filho não pode se casar de forma alguma, ou inferno terá sua continuidade.
_ Mas como vou evitar mãe? Meu casamento está marcado pra daqui a seis dias, se e não me casar Joe vai matar a todos.
_ Se você se casar meu jovem você matará a todos.
Michael compreendeu o risco que não só ele corria e mais ainda todas as princesas.
_ Mãe precisamos voltar eu estou atrasado para o jantar com a Lana.
_ Lembre-se Michael. Você precisa segurar o seu casamento ao Maximo. Não case – Dizia o avô com desespero no olhar.
_ Tentarei ao Maximo senhor. Aguarde o meu retorno.
O galope do cavalo de Michael era o mais rápido que ele poderia fazer, já era tarde e a ultima coisa que eles queriam era que Joe tivesse sua atenção chamada pelo sumiço deles. Mas a preocupação de Michael era Lana. Já passava muito da hora do jantar com ela e uma coisa que o príncipe prezava muito era pontualidade.  Porem eles tinham que inventar alguma coisa pra enganar Joe pra demora.  Kathe e Michael resolveram voltar no mesmo cavalo, para que a desculpa fosse que um dos cavalos sumiu e eles tiveram que voltar em um só. Próximo ao palácio ele diminuiu a passada do seu animal adentrando os portões em marcha lenta fazendo aparecer que ele estava cansado por trazer duas montarias. Assim que ele chegou as portas principais do palácio. Já se passava da 20h e muito.  Provavelmente Lana já teria desistido de o esperar por estar muito avançada as horas. Ele não quis fazê-la esperar mais indo direto ao salão principal onde ela o esperava:
_ Lana? Desculpe a demora. Tive um problema imprevisto por isso demorei.
_ Sem problema Michael. Eu entendo.
_ Já jantou?
_ Não. Esperei por você.
_ Então deve estar faminta – Fazendo sinal a um dos serviçais para que os servissem – Te farei companhia.
_ Tudo bem Michael. Você deve estar cansado, eu janto sozinha.
_ Nunca. Eu te fiz esperar por mim ate agora. Jamais te faria essa desfeita.
_ Obrigada Michael. Você é muito gentil.
Michael sabia que de um jeito ou de outro Joe o estava observando. Ele tinha certeza disso, pois seus instintos nunca o abandonaram quando ele mais precisa e não seria agora que ele o faria.  Precisava agir rápido para evitar o pior:
_ Lana eu preciso de um favor – disse o príncipe sem muitos rodeios.
_O que quiser.
_ Preciso que vá de volta a sua casa e leve com você todas as princesas.
_ Não estou entendendo Michael.
_ Eu sei. É complicado de explicar também. Mas aqui não é seguro pra vocês por enquanto e eu preciso que vão o mais rápido que puderem.
_ Está acontecendo alguma coisa grave?
_ Está. Temo que as vidas de vocês corram perigo.
_ Farei. Mesmo sem entender nada eu farei.
_ Eu agradeço.
Michael permaneceu por mais alguns minutos com Lana. Desejava poder ama-la, mas não agora. Não naquele momento. Ou o mundo que conheciam estaria destruído. Sem dizer muito ele se retirou. Estava louco precisando de um banho e precisa ir buscar o cavalo de sua mãe antes que todos acordassem. Seu sono foi agitado. Precisava descansar, mas tinha pesadelos seguidos que ele não entendia. Sua mãe nas sombras via tudo em silencio. Com a lua alta ainda Michael tomou uma decisão que poderá lhe custar muito caro.
O jovem príncipe resolveu voltar para buscar o cavalo de sua mãe. Já que o sono lhe vinha mesmo resolveu então adiantar as coisas. Sorrateiramente ele saiu do castelo, não sendo quase percebido por ninguém. Quase não foi. Um dos soldados de Joe o viu sair e não pensou duas vezes em contar ao seu mestre:
_ senhor o príncipe tornou a sair de novo.
_ Tem certeza?
_ Sim meu senhor. Ele acabou de passar pelos portões indo na mesma direção que ele veio agora a tarde.
_ Obrigado – Fez sinal para o capacho sair o tirano se pôs a pensar no que fazer agora....

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 6:59 pm

Capitulo VII Perigo nas sombras





Michael não fazia ideia do que estava por vir quando voltasse. Um encontro nada amistoso iria acontecer no meio da floresta. O soldado muito fiel logo seguiu a trilha deixada pelo príncipe assim. Assim que localizou o jovem ele retornou ao palácio trazendo consigo o rei. Michael resgatou o cavalo de sua mãe que eles haviam deixado para trás com a desculpa de que ele havia fugido, mas o plano do príncipe iria por água a baixo na metade do caminho de volta.
_ Ora, ora, ora – Disse irônico o rei – O que o meu único filho faz aqui a essa hora com o cavalo de sua mãe?
_ Não consegui dormir e vim procurar o cavalo. – Respondeu o príncipe tentando demonstrar alguma veracidade de sua historia.
_ Saindo a pé? No meio da floresta? Não meu querido filho você já sabia onde o animal estava já que o deixou aqui. Não tente me enganar Michael. Sou mais esperto que você e sua mãe.
_ Não estou enganado meu pai.
_ Não? Então seria capaz de dizer para onde você foi com sua mãe hoje a tarde que só voltaram ao cair da noite? Você deixou sua noiva plantada te esperando para o jantar que você marcou. – O príncipe sentiu um frio na espinha, um medo inexplicável correr por seu corpo ele sabia que se falasse algo alem do que deveria muitas vidas estariam perdidas.
_ Foi apenas um inocente passei com a minha mãe no qual perdemos a hora só isso.
_ Inocente? Então porque veio pegar o cavalo que estava amarrado em uma arvore próxima daqui? Ele não havia sumido? – E agora como explicar isso ao rei, seu pai? O príncipe preferiu se calar – Foi o que imaginei. Levem-no para o calabouço do palácio, o deixem sem comida e água pelos próximos dias. Ele vai ter que falar uma hora ou outra. Da minha mulher eu cuido depois.
O príncipe foi levado para o palácio preso, Kathe viu a cena de Michael sendo levado pelos guardas com toda ignorância do mundo e logo deduziu que Joe havia descoberto o motivo de seu passeio com o filho. Por mais que ela quisesse proteger seu filho ela não poderia ser presa caso contrario, seria impossível salvá-lo se ela fosse morta por Joe. Não teve outra alternativa a não ser fugir e se esconder nas proximidades do palácio. Claudia e as outros princesas percebendo que algo estava errado, resolveram fugir menos Lana.
_ Você esta louca Lana? O príncipe foi preso, a rainha está sumida e você quer ficar aqui? – Disse Claudia apreensiva com a decisão da jovem.
_ Não saio daqui sem o Michael.
_ Isso é loucura. Você pode morrer sabia? – Tentava convencer a amiga em vão.
_ Sei bem disso, mas vou arriscar. Não sossego enquanto não salvar o Michael.
_ Boa sorte Lana. Eu vi mais cedo uma mulher estranha chegando aqui. Isso não é bom.
_ Quem seria?
_ Não sei. E não vou ficar aqui pra descobrir. Torço por você. Adeus.
Elas se despediram indo cada uma foi pra um lado torcendo para que tudo desse certo para ambas. Lana movida pela curiosidade foi ate a área externa do castelo para ver se conseguia identificar a nova hospede do castelo. Para sua sorte ela não encontrou ninguém. Joe podia ter sido esperto ao esconder sua hospede, mas não por muito tempo. Lana sentia que precisava encontrar com Michael, mas não sabia como.  Ela ia procurar por ele ate o fim dos tempos se fosse necessário. Lana só não podia se descuidar de uma pessoa que poderia por um fim em seus planos com o príncipe. Joe. O pesadelo de qualquer um ser vivo que existia na terra.
Lana foi para o seu quarto para não levantar suspeitas do rei. Permaneceu lá por horas a fio se fazendo de morta, sabia que era perigoso. Com a alta noite chegando Lana estava ficando aflita com o que poderia ter acontecido com o príncipe. Embora ela tenha demonstrado muita coragem em ficar, ela se questionava se era mesmo seguro ficar e enfrentar o rei. A alta noite chegava rápido e muitos soldados mesmo sobre ordens do rei pra ficar em prontidão, mas devido a mansidão da noite os permitia que eles dormissem.  Aproveitando-se dessa falha na vigilância Kathe conseguiu entrar no palácio escondida. Se ocultando  dos soldados que resistiram a tentação do sono, ela conseguiu localizar onde Michael estava preso . Por sorte ele não estava acorrentado a parede. Isso facilitaria e muito ajuda-lo quando pudesse.
Assim que conseguiu sair da masmorra do castelo, ela seguiu para os aposentos de Lana. Precisava alerta-la sobre o perigo de ficar no palácio. Sabia o quanto era difícil convencer uma jovem apaixonada do que fazer pelo seu bem e de seu amado, mas Kathe precisava arriscar mesmo assim. No caminho ela ouviu passos que vinham do corredor leste. Kathe se ocultou em um dos aposentos e espreitou pela porta. Foi então que ela a viu. Aquela mulher não lhe era estranha. Já a vira antes, mas onde? Ela ficou a espreita apenas ouvindo a conversa:
_ Conseguiu pegar seu filho?
_ Aquele idiota não vai conseguir fugir do seu destino.
_ Lembre-se Joe o casamento tem que ser logo, não há mais tempo pra você.
_ Eu sei. Logo resolverei. Tenho apenas que garantir que a noiva dele esteja viva.
_ Espero que consiga. Mas quero lembra-lo que só existe uma outra forma pra conseguir seu novo corpo.
_ Michael não vai fugir ele está preso na masmorra como um preso qualquer. Quem iria soltá-lo com o lugar lotado de soldados?
_ Não subestime Kathe. Você a deixou viver demais Joe.
_ Eu sei. Geralmente elas morrem no parto não sei o que aconteceu que essa escapou, e o menino não queria ser desmamado de jeito nenhum.
_ Esse apego deles não foi bom e tem que ser revertido rápido.
_ Estou atrás dela, mas aquela maldita sumiu do mapa.
_Continue as buscar ela não pode estar longe sabendo que o filho está preso no castelo.
Ambos saíram de frente ao aposento onde Kathe se escondia. Aquela mulher não era estranha. Ela já a vira antes, mas quando e onde? Da mesma maneira que ela entrou ela saiu do quarto indo em direção ao de Lana. Precisava encontra-la de qualquer jeito Michael precisava das duas. Ela vasculhou todos os cômodos possíveis e não encontro ninguém. Um pensamento mórbido passou pela mente dela será que Joe tinha capturado Lana e iria obrigar Michael a se casar com ela? Eram duvidas que precisavam ser sanadas com urgência. Não só a vida dela como a de Michael corria perigo. Kathe logo deduziu que Joe sabia da debandada geral das princesas do castelo e isso deve de tê-lo irritado muito para jogar Michael na masmorra daquela forma.
Lana com certeza já estava ciente da situação de das duas uma ou ela conseguiu fugir com as demais, ou ficou pra resgata-lo e mesmo sabendo que corria perigo. Kathe contava com a esperteza de Lana pra se esconder de Joe e evitar o pior. Em meio as buscas Kathe encontra com Lana de surpresa em um dos corredores:
_ Graças a deus eu te encontrei – tampando a boca da garota e falando aos sussurros.
_ Kathe onde esteve? Michael foi preso e as meninas fugiram com a Claudia.
_ Eu sei. Michael está em uma cela próxima a saída leste do castelo, será fácil soltá-lo, mas preciso de sua ajuda. – Desconfiada que estavam sendo observadas. – Porque não fugiu com as outras?
_ Nunca sem o Michael – Disse Lana decidida – Minha vida é com ele e nada vai me separar do Michael......



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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:02 pm


Capitulo VIIIA bruxa





Kathe ficou satisfeita com o que ouviu de Lana, mas ela sabia que era quase impossível disso acontecer nas atuais circunstancias.
_ Sabe algo da mulher que está com o Joe? – perguntou aflita a Lana.
_ Não sei de nada. Só vi que ela chegou antes do sol raiar e estava próximo ao rei na festa. Porque? Algo de errado?
_ Ela não me é estranha. E sinto que não é boa coisa.
_ Melhor a gente ficar de olho nela.
As suspeitas de Kathe não eram em vão. A mulher misteriosa que ela tinha visto já esteve frente a frente com ela no passado. Enquanto as duas tentavam um jeito de conseguir tira Michael do castelo sem serem percebidas. Joe e a sua misteriosa amiga se dirigiram a masmorra do palácio para conhecer o que seria o novo corpo de Joe. Ao chegarem ela se surpreende com o que vê:
_ Esse é o seu filho?
_ Ele mesmo. Que tal?
_ Uau. Dessa vez você caprichou Joe. As mulheres vão enlouquecer com esse corpo.
_ Pena que é tão rebelde se já teria acaba com isso a muito tempo.
_ Você antes de assumir esse corpo também era assim, lutou ate o ultimo segundo.
_ Quero que isso acabe logo. – Esbravejou o velho – Estou cansado desse joguinho inúteis.
_ Logo irá acabar e você recuperará a sua juventude. Agora temos que encontrar a noiva antes que seja tarde de mais.
Michael ouvia tudo calado como se estivesse desacordado. Ele não concordava com nada que seu pai pretendia fazer e contava que todas as meninas tivessem fugido a tempo. O que ele não sabia era que Lana tinha ficado pra trás na esperança de conseguir salvá-lo. Sabia decisão a dela? Talvez. Michael estava mais decidido do que nunca em sair dali e iria usar de todas as formas pra conseguir. Mas como? Era algo que ele iria descobrir em breve. Pra felicidade de Michael, ele tinha uma mãe que era capaz de fazer tudo por ele. Isso era obvio em Kathe. Ela não perderia o filho assim tão facilmente. Não dessa vez.
Kathe voltou ao seu esconderijo, mas antes combinou com Lana. Elas tinham que arrumar uma forma de tirar Michael dali o mais rápido possível. Kathe precisava descobrir também quem era aquela mulher. Que não era estranha. Alguma coisa aconteceu que ela não se lembra dela. Kathe voltou a sua antiga casa. Lá ela conseguiu abrigo que precisava e também informações que só o seu pai sabia:
_ Kathe o que faz aqui? – Diz Salomon espantado com a presença da filha. – aconteceu alguma coisa?
_ Vai começar tudo de novo. – Disse ela com lagrimas nos olhos – Joe vai roubar o corpo de Michael.
_ Onde está Michael?
_ Preso na masmorra. E aquela mulher.... Eu a conheço de algum lugar, mas não sei de onde.
_ Não pode ser. – Diz o rei surpreso – Lilith está de volta.
_ Lilith? Quem é ela? Não me lembro nada desse nome.
_ Foi ela quem ajudou a Joe a roubar o corpo de Davon anos atrás, você não se lembrar, mas foi ela.
Como um flash Kathe se recordou de tudo que aconteceu a quase vinte anos. lembranças a muito tempo esquecidas voltaram com toda força. A dor que a muito foi sufocada apareceram pra assombrar o presente de Kathe.
Flash back

_ Davon o que está acontecendo? – Uma fêmea do meu pai acabou de chegar.
_ Fêmea? Do seu pai? O que é o seu pai? – pergunta ela confusa enquanto Davon a arrasta floresta a dentro.
_ Te conto tudo depois, antes temos que estar seguros. – Eles corriam mata a dentro tentando fugir do futuro que lhe reservava. Davon estavam desesperado com a chegada de Lilith. Ela seria um verdadeiro problema e tanto.
Joe e Lilith são os chamados Paraphapton. São seres que não possuem corpo próprio e vivem mudando de hospedeiro em um período que varia de 20 a 200 anos. Essas criaturas são cruéis e não tem a menos chance de recuperar o corpo do hospedeiro. Eles são dotados de um enorme poder de destruição espiritual. O espírito do hospedeiro é devorado pela fêmea da espécie que troca de corpo sempre que necessário. Lilith tem um poder sobre humano. E uma crueldade que transcende o limite do aceitável. Os espíritos das cidades onde eles passavam era todos drenados. Quanto mais almas eles roubam, mais fortes ele são.
_ E o que eles querem aqui?
_ Um novo corpo e mais almas pra alimenta-los. Eles podem passar anos sem precisar se alimentar de almas. Você não pode ficar aqui.
_ Eu não quero ir. Não sem você.
_ Eu vou ficar bem. Fuja Kathe salve-se. Você e sua aldeia, se não conseguirem nada aqui iram irão pra outro lugar.
_ mas o que você tem haver com isso Davon?
_ Eu sou apenas uma peça disso Kathe. Você é a outra. Sem uma noiva eles não poderão concluir o ritual para a troca de corpo.
_ Davon, como podemos quebrar isso? Não quero perder você.
_ Kathe eles precisam me casar e a minha mulher precisa ter um filho meu. Assim o hospedeiro poderá suportar o parasita. Se eles conseguirem eu morro e você também quando o bebê nascer.
_ Eu não vou permitir que isso aconteça.
_ Então avise ao seu rei e a todos que puderem fugir. Não excite vá com eles. Não pense apenas vá com ele. – Implorava Davon com desespero no olhar.
_ E quanto a você? – Questionava Kathe receosa.
_ Fuja. Eu vou ficar bem. Alcanço vocês quando puder. – Dizia ele beijando a testa dela e abraçando forte. – Preciso voltar agora. Cuide-se, por favor, por mim e por ele.
_ Estarei esperando por você. – Disse ela com medo do que poderia acontecer.
Mas não adiantaria nada eles lutarem. Joe havia seguido os dois e havia conseguido captura-la pouco depois dela se separar de Davon. Kathe fora levada a força ate a masmorra do castelo onde ficou presa ate o ritual. Seu pai conseguiu entrar na prisão já que fora ele que projetou o palácio e conhecia todas as passagens secretas. Kathe estava presa pelos pulsos e não havia chave fácil sem antes derrubar um dos soldados e chamar a atenção. Mesmo assim ela o avisou:
_ Filha o que fizeram com você?
_ Pai! Eu estou bem, mas preciso que me escute com atenção. – Dizia ela olhando fixo nos olhos de seu pai.
_ Sim minha filha.
_ Eles não são bons. Eles querem matar a todos aqui. Fuja com a aldeia não deixem que os peguem ou todos morrem.
_ O que é isso minha filha que absurdo é esse? – dizia o pai surpreso com a informação, mas mesmo assim resolveu seguir o que a filha dizia.
_ Não é absurdo é verdade, amanhã haverá o casamento. E quando Joe trocar de corpo com Davon, todos vão morrer. Fuja o mais rápido que puderem. As vidas de vocês dependem disso.
Tempos atuais

_ Está tudo se repetindo de novo pai. – Dizia desesperada – Temos que tirar o Michael de lá a Lana não saiu do castelo.
_ O que está dizendo Kathe? Isso não pode acontecer. Se os dois forem forçados a se casar tudo aqui será destruído como da primeira vez.
_ Pai com Lilith de volta as coisas vão piorar. Temos que tirar ele de lá.
_ Kathe te ajudaremos a tirar ele de lá. Só nos diga quando.
_ Hoje de madrugada. Eles querem o casamento o mais rápido possível. Temos que ser mais rápidos que eles. – Disse Kathe – Terei que encontrar Lana antes deles ou tudo estará perdido.
_ Vá Kathe e leve John com você ele é bom em rastreamento e percepção. Ele vai te ajudar a não ser pega por eles.
Kathe e John saíram disparados para o castelo. O tempo urgia como um leão, as coisas estavam serias. John conseguiu rastrear a presença de todos os que os perseguiam e encontrou um caminho mais seguro para o castelo. Tudo que eles menos podiam ser eram pegos por Joe. Mas havia algo que Kathe não sabia sobre John.
_ Minha senhora preciso lhe falar – dizia aos sussurros o jovem enquanto se escondiam em cima de uma arvore. – É importante.
_ Temo que não seja uma boa hora John. – Respondeu Kathe atenta para a movimentação logo a baixo.
_ Eu sei minha senhora, mas temo que não terei uma terceira chance em lhe dizer que lhe amo desde o muito tempo. – Proferiu o rapaz sem dar muita chance de Kathe lhe repreender por sua audácia.
Kathe desviou seu olhar por alguns segundo de seu objetivo sem entender o que ele queria dizer aquela altura dos acontecimentos. Seu coração não deixou de disparar pelo que ouvirá, Kathe nunca havia recebido uma declaração dessas. Principalmente de John que era apenas um servo fiel. Durante anos ela desconfiava que John escondia algo dela, mas nunca desconfiava o que seria. Eles não poderiam de forma alguma se descuidar ou o pior aconteceria.
_ Vamos John, conversamos depois. Meu filho depende de nós agora.
_ Sim senhora.
Contrariado ele sabia que a hora não era boa pra esse tipo de conversa. O tempo estava contra eles e assim que a guarnição do rei desapareceu no horizonte da floresta escura. Kathe e John retomaram o seu destino. Pelo alto das arvores, de copa em copa. Eles de escondiam de qualquer um que pudesse denuncia-los ao rei. Nada era mais importante que a vida de Michael e ela como uma boa mãe faria de tudo pra conseguir o seu bem estar. Kathe não ligava se ela fosse pega tentando libertar seu filho, desde que ela conseguisse era o que importava.
Foi por negligencia de Kathe no passado que ela se encontra hoje nessa situação. Se ela tivesse fugido como Davon havia lhe pedido ao invés de tentar reverter a situação talvez metade de seu reino não tivesse virado cinza. Talvez ela e Davon ainda estivessem juntos. Kathe amarga a dor de ver o corpo de seu amado sendo habitado por uma criatura tão imunda como Joe era. Kathe não permitiria que seu filho tivesse o mesmo destino que Davon. Mas o coração de Kathe guardava muitos segredos daquele passado horrendo da qual ela sobreviveu. Segredo esse ao qual Joe não poderia jamais descobrir ou seria a morte de todos os envolvidos. Ante de qualquer coisa ela tinha que tirar Michael do calabouço custasse o que custasse:
“Davon, eu não vou deixar Joe destruir a única lembrança viva que me restou de você. Farei o que for preciso para resgata-lo, nem que pra isso eu tenha que morrer. A única coisa que ainda me faz ser livre é ele e não permitirei que o machuquem nunca prometo isso a você meu amor. Ele ficará são e salvo” – pensou Kathe antes de invadir seu próprio quarto com John....

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:07 pm


Capitulo IXA fuga





_ Michael está na masmorra próximo a porta de saída. Se formos rápidos conseguiremos tirar ele de lá sem sermos vistos pelos guardas.
_ Vou mandar uma equipe ficar de prontidão nas arvores de prontidão qualquer. Ao menor sinal eles nos avisaram.
_ temos que encontrar Lana e leva-la junto com ele. Não podemos deixar ninguém pra trás. – disse ela enquanto colocava alguns pertences dentro de malas e as passava pela janela para uns soldados do seu pai esconder.
Sob as ordens de John os soldados correrem para atender as orientações de Kathe. Cada um se camuflou e se posicionou de forma que a movimentação dos soldados de Joe não espaçasse de nenhum deles. John e Kathe desceram ate a masmorra tomando cuidado para não serem vistos ou sentidos por Joe e sua amiga Lilith. Uma sensação horrível se instalou no coração de Kathe. Algo dizia que Lana não estava bem. Mas agora não era hora de se preocupar, Michael era sua prioridade agora.
O tempo era curto e eles sabiam disso.
_ Vá Kathe atrás de seu filho eu vou atrás de Lana. Não podemos perder tempo aqui. – disse John próximo ao acesso a masmorra.
_ Sim, mas tome cuidado. Não podemos ser descobertos aqui.
_ Eu ocultarei minha presença e ninguém vai saber que estive aqui. Nem mesmo aquela bruxa.
_ nos encontramos na floresta.
Kathe seguiu com outros seguidores para a masmorra usando o seu poder de ocultação nela e seus subordinados. Chegar ao seu objetivo seria fácil. Difícil seria sair de La com ele sem serem descobertos por Joe. Eles avançaram rápido pela passagem secreta que dava acesso ao subterrâneo do castelo. Lá eles encontrariam uma segunda passagem que dava acesso direto a masmorra. Kathe conhecia bem o local. Ela mesma ajudou muitos escravos que sobreviveram ao massacre a fugir. Não havia ninguém em toda região que conhecesse melhor aqueles tuneis que Kathe. As teias de aranha davam indícios que fazia anos que ninguém vinha ate ali. O que de certa forma causou uma tranquilidade em Kathe. Era um esconderijo perfeito após a fuga. Procurando não fazer muito barulhos eles alcançaram a porta que separava a masmorra da passagem.
_ chegamos a porta. Agora temos que tomar cuidado com os soldados do Joe.
_ Sim senhora. Teremos.
_ Vão pra entrada principal e cuide pra que ninguém venha ate nós. Os demais vêm comigo. Preciso de ajuda com a porta da cela.
Kathe abriu a porta que dava acesso ao lado sul da masmorra. Era o lado oposto de onde Michael estava preso. Os soldados que a acompanhavam entram sorrateiramente sem chamar atenção. Não havia presos na masmorra o que ajudou a não serem deletados. Desceram pelo corredor principal. Assim que avistaram a sela notaram que havia um guarda de prontidão. Problemas a vista. Michael estava acordado porem preso a parede da sela. Soltá-lo rápido seria um problema.
_ Distraiam o soldado. Precisamos tirar ele daqui logo antes que Joe apareça.
_ Sim senhora.
_ Sejam rápidos.
Uma dos soldados tirou parte de sua roupa e se pôs a seduzir o guarda, que aparentemente não tinha uma namorada a muito tempo. Presa perfeita pra situação. Ela saracoteou ate o rapaz, exibindo os seus dotes femininos. O soldado observou abismado a mulher que surgia a sua frente. Era linda.
_ Por favor, senhor pode me ajudar? Estou perdida – dizia ela com uma voz doce.
_ Desculpe-me senhorita. Não posso deixar o meu posto.
_ Ah vai. É rapidinho. Seu prisioneiro não sairá daí mesmo.
_ Tudo bem. – O puxou pelo braço e fez sinal para os soldados seguirem.
Enquanto ela agia. Kathe corria com o restante dos soldados em direção a sela. Com muita agilidade e com os seus dons eles conseguiram abrir a porta sem fazerem barulho. Michael havia apanhado muito de Joe. Ele mal conseguia ficar acordado, mas conseguiu notar a chegada de sua mãe.
_ Mamãe...
_ Sim querido. Estou aqui pra te salvar. Libertem-no.
Os soldados quebraram os grilhões que o prendia a parede. Kathe viu que Joe só não o matou porque precisava de Michael vivo para a troca de corpos. Apesar da aparente fragilidade de Kathe ela tinha muita força e sozinha conseguiu levar Michael para fora da sela e junto com os seus soldados levaram seu filho pra longe dali. Ela não deixaria que seu filho sofresse o mesmo fim de seu pai. Custe o que custar ela conseguiria tirar Michael de lá. Dessa vez Joe não teria sucesso.
Ao retornarem para a passagem Kathe tomou um rumo diferente do que haviam vindo. Causando estranheza nos seus homens.
_ Senhora o caminho é por ali. – observou um dos soldados.
_ Não podemos ir por ali. Viemos por dentro do castelo e será muito arriscado pra que o rei nos pegue. Esse caminho vai dar direto na floresta próximo a nossa aldeia. – esclareceu ela. – sempre que eu precisei ver meu pai usei ele e nunca fui pega. Vamos logo antes que descubram-nos aqui e seja nosso fim.
Assim como Kathe orientava-os eles seguiram pela passagem que dava para a floresta. Os soldados que estavam de prontidão ao redor do castelo foram avisados logo pelos outros pelo êxito da missão. Um a um sem chamar a atenção foram se retirando e se unindo ao grupo. Eles teriam que sair depressa d aldeia próxima a passagem para não serem pegos. Era uma verdadeira ação de guerra.
_ Mãe onde está Lana?
_ John foio ver se a encontra.
_ Não posso ir sem ela.
_ Michael escute. Precisamos ir com ou sem ela. Se Joe pega vocês dois juntos o pior vai acontecer. É melhor que você esteja longe para o seu bem e de Lana. Se a ama de verdade vai esperar por ela onde estiver entendeu?
_ Sim.
_ Agora descanse. Você não esta em condições de andar. Precisa se recuperar dos seus ferimentos.
Michael ia mais seu coração permanecia no castelo. John se esforçou muito para encontrar Lana e não a encontrou em lugar nenhum. Temendo ser descoberto e desconfiando que Joe já sabia da fuga de Michael. Ele volto ao grupo o mais rápido que pode. Sendo um bom rastreador ele conseguiu alcançar o grupo ainda na metade do caminho. E asa noticias não eram boas.
_ John onde está Lana?
_ Desculpe-me senhora não a encontrei em lugar nenhum do castelo e nem nas proximidades.
_ Isso não é bom John. Se o Joe não encontra Michael pode matar Lana.
_ Achei melhor não arriscar e voltei o mais depressa que pude sem deixar rastro.
_ Fez bem. Só espero que Michael não se desespere ao saber e não faça nenhuma loucura pra resgata-la ou tudo será em vão.
_ Só espero que a bruxa não dê um jeito de conseguir um novo corpo através de Lana. - dizia John a Kathe a informação que colherá.
_ O que está dizendo John.
_Ouvir uma conversa entre ela e Joe assim que entrei no castelo. Ela disse que se tiver a mulher que Michael ama em mão. Ela é capaz de criar um novo corpo para ele.
_ Isso não é bom.
_ Lana sumiu depois disse.
_ Precisamos voltar e resgata-la e rápido........

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:11 pm


Capitulo X  – A armadilha




A situação era problemática e não tinha como ser resolvida de impulso. Com o sumiço de Lana as coisas ficariam difíceis, muito difíceis. Quando Kathe saiu da masmorra do palácio não percebeu uma prisioneira presa em uma sela próxima a Michael. Lana havia sido amordaçada e posta uma mascara, suas roupas foram mudadas e ela presa em uma parede oposta a ele. Os saldados de Kathe passaram por ela e não a viram. Se viram não a reconheceram. Sendo apenas Michael resgatado com sucesso naquele dia. Michael também não a reconheceu. O que dificultou ainda mais a localização de Lana.
_ Senhor – entrou o soldado correndo quase sem fôlego. – invadiram a masmorra e levaram o príncipe.
_ Como disse?
_ Eles entraram na masmorra e tiraram o príncipe de lá.
_ Enquanto a Lana?
_ Não a encontraram senhora
_ maldita Kathe. Devia tê-la matado quando tive chance.
_ Esqueça ela e aquele imbecil do príncipe. Já tenho o que preciso. Hoje a meia noite aquela idiota do amor do Michael ira conceber um filho seu. E este seja seu novo corpo com a minha ajuda é claro.
_ Como pretende fazer isso.
_ Conheço um feitiço que vai lhe ajudar. Você vai iludi-la muito bem.
_O que seria de mim sem você. – Diz Joe dando um selinho em Lilith.
_ A entrará em seu ponto alto exatamente a meia noite. Não temos muito tempo. Preparem o ritual e deixem a garota pronta. Se houver algum empecilho eu mato todos vocês.
Os soldados obedeceram a bruxa. Preparam um quarto onde tudo se daria. Lana fora levada para esse aposento onde foi preparada para o rei. Joe por sua vez fora preparado para o ato com Lana. Com um feitiço feito sob a luz da lua Lilith metamorfou Joe com a imagem e voz do seu filho. Lilith mostrou lhe o resultado
_ Isso é perfeito Lilith, ninguém me reconhecerá assim inclusive a idiota da namoradinha do meu filho.
_ Sim ate a voz e jeito de falar é idêntico. Mas tome cuidado - Advertiu lhe - O feitiço só funciona por duas horas. Seja rápido ou será descoberto.
_ Odeio essa voz de moleque. – esbravejou o rei – Ok já entende. Mas como aquele imbecil é, é capaz de se entregar a mim antes mesmo desse tempo acabar.
_ Mas uma coisa. Lembre-se precisamos dela viva. Nada de mata-la se não conseguir por bem. Use a força se for necessário. – Observou Lilith.
_ Ham. Ate parece que será necessário. Mas cuidarei para que ela cumpra seu objetivo o quanto antes.
_ Aprese-se. Saíram junto com os soldados para o lado externo do palácio se posicionando de baixo da janela do cárcere de Lana. – Suba. Você tem que da impressão que conseguiu fugir da masmorra. Se ela ouviu a fuga diga que voltou pra busca-la. Não deixe que desconfie.
_ tenho mesmo que escalar? – olhando para a altura da janela.
_ Quer que ela desconfie que não é ele? Sobe logo.
O falso príncipe tentou subir e não conseguiu. Não tento outra alternativa gritou por Lana para que ela o ajudasse.
_ Lana. – chamou uma vez. – Lana chamou a segunda. Na terceira a moça saiu na janela e o viu de pé em baixo de sua janela – eu vim lhe salvar. – disse ele com ar de inocência.
_ Vá embora ou eles vão te descobrir. Salve-se.
_ Não sem você. – Insistiu.
_ Você é louco.
_ Sim meu amor. Sou louco por você. Agora me ajude, preciso subir.
_ Mas como não tem nada aqui.
_ Veja uma corda ou algo assim perto da cama.
_ Não tem nada. Vou ter que fazer uma com os lençóis aqui.
_ Ande rápido temos pouco tempo.
Assim Lana fez. Teceu uma corda com os lençóis que encontrou nos armários. Assim que ficou ponta ela jogou para aquele que ela pensava ser Michael. O falso príncipe subiu com certa dificuldade pela corda, ao chegar ao topo foi recebida aos beijos por Lana.
_ me tira daqui meu amor. Eu estou com medo.
_ fique calma.
_ Eles me prenderam na masmorra não sei por quê. Eu estava presa lá e não via nada. Acho que ouvi a Kathe vindo te pegar. – Lana falava sem parar.
_ Sim ela veio me salvar, mas eu não podia ir sem você. Não sem consumar nosso amor. Voltei por você meu amor.
_ tenho medo de morrer Michael.
_ Não vai minha querida. Confie em mim. Você confia?
_ Confio Michael. Confio sim.
_Lana, não sei se sairemos vivos daqui. Meu pai quer meu corpo e um filho. Por isso o que tenho a te pedir não será fácil pra você.
_ O que quiser Michael. O que quiser.
_ Seja minha. Se entregue a mim hoje. Não me perdoarei se você morrer e eu não a tiver como minha mulher.
_ Posso Michael. Não somos casados.
_ Eu me caso com você quando tudo isso acabar. Eu prometo. Seja minha agora.
_ Vamos ficar juntos mesmo? – Pergunta ela aflita.
_ Sim vamos. Quando tudo acabar.
_ Eu tenho medo Michael.
_ Eu não vou te machucar Lana confie em mim.
Confiando que aquele que estava a sua frente era mesmo Michael Lana se entrega a ele. Mal sabia ela que Joe conseguiria o que queria a custa de seu amor e de sua vida. Quando finalmente Michael conseguisse voltar para busca-la teria uma desagradável surpresa. A entrega de Lana fora como um sonho que se realizará. O feitiço de Lilith fez com que Joe agisse exatamente como seu filho agiria para conseguir seus objetivos nada bons.
Ao termino do ato Lana adormeceu minutos antes que o feitiço fosse quebrado dando assim tempo de Joe sair sem ser notado pela porta do quarto de Lana. A garota não iria entender o que ainda fazia ali já que Michael tinha vindo salvá-la e de que tudo não passasse de um sonho. Mas não era. Tinha provas mais que suficientes ali de que alguém estivera ali. Porem não com o objetivo de resgata-la. A dor maior seria quando ela descobrisse que o filho que carrega não é de Michael. Lilith por sua vez apenas esperava que tudo desse certo para prosseguir com o seu plano.
_ Conseguiu se deitar com ela? – Pergunta aflita.
_ A sonsa caiu direitinho – Ambos riem juntos – agora é só esperar que a natureza siga o seu curso e ela nem vai perceber que o filho que ela espera é meu – Comemora o rei.

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:15 pm


Capitulo XI O novo filho e a morte de Lana  





Na manhã seguinte Lana acorda se sentindo meio estranha, como se seu corpo pesasse uma tonelada. Ela olha em volta e tudo está quieto. Ela se levanta e percebe que ainda está em seu cárcere e Michael desapareceu como fumaça levada pelo vento. Ela procurou por todo quarto.
_ Michael? Cadê você meu amor? – vasculhando o banheiro dos aposentos. – Michael onde você está? Não fuja de mim.
Ninguém no quarto alem dela. Lana sentiu uma tontura tomar conta de seu corpo que ela teve que se sentar pra não cair. Lana não entendia porque daquilo. Nunca havia passado por algo parecido, então não sabia o que fazer. Preferiu ficar deitada em seu leito enquanto aquela tontura passava. Lana acabou dormindo. Joe e Lilith comemoravam o seu feito com muita luxuria de ambas as partes.
_ O vai acontecer se aquele moleque aparecer?
_ Esqueça ele. Eu já tenho a solução para ele. Michael verá seu grande amor morrer enquanto ele vive com uma maldição em seu corpo. – risada maquiavélica.
_ Você é má Lilith, gosto disso em você.
_ Seu filho verá que não vale a pena lutar contra o seu destino. E nem desafiar você.
_ Ele vira manso feito um gatinho pra mim.
_ Senhor – Interrompidos por um soldado – a garota está passando mal.
¬_ Já começou. Vamos receber o seu mais novo herdeiro. – Disse Lilith depositando mais um beijo nos lábios do rei. – levem-na para a pedra de sacrifício. – ordenou Lilith.
Assim como ordenado Lana fora levada para a pedra do sacrifício. Ela se encontrava desesperada, pois seu ventre havia crescido em questão de horas e agora ela estava prestes a dar a luz. Ela não entendia nada do que se passava com ela ate ver Joe e Lilith se aproximando dela com um sorriso sombrio nos lábios.
_ Deitem-na e amarrem os braços – Ordenou Lilith.
_ O que fizeram comigo? Onde está Michael.
_ Não se preocupe sua tolinha. Você não vai sentir nenhuma dor.
_ Eu não quero morrer. – Gritava Lana a plenos pulmões.
Os gritos de Lana deram pra ser ouvido do outro lado da floresta onde Michael e Kathe estavam escondidos.
_ Lana – diz Michael acordando bruscamente de seu sono – Preciso salvá-la.
_ Michael você precisa descansar ou não terá forças pra enfrentar Joe.
_ Eu a vi mãe. Ela esta presa na pedra do sacrifico.
_ Ah pedra não.
_ Vão mata-la.
_ Precisamos salvá-la. Mas você fica aqui.
Kathe reuniu seus homens e deu ordens claras para eles irem para a pedra do sacrifício. Uma verdadeira legião com mais de mil homens se dirigiram ao local. Dessa vez eles trariam Lana custasse o que custasse. Mesmo contrariando as ordens de sua mãe Michael seguiu escondido no meio dos soldados. Ele não iria deixar a sua amada morrer. Pra isso iria salvá-la mesmo que tivesse que morrer pra isso. A cavalaria avançava rápido pela floresta o tempo era curto e o feitiço não poderia ser concluído ou Lana morreria. Lilith sabia que não tinha muito tempo se Michael e Kathe tentassem salvar Lana. Por isso ela corria com os preparativos do ritual.
_ Joe deite-se do outro lado, assim que o bebe nascer o feitiço precisara ser concluído. – Orientava Lilith. – Cuidem para que ela não morra, precisamos dela viva para o ritual ser completado.
Kathe fazia tudo que podia para chegar a tempo. Desde que Joe atacou pela ultima vez quase todos os poderes de seu povo fora drenado. Os que restaram não davam pra fazer muita coisa. Isso era frustrante para todos e aquele monstro precisava ser morto para que a ordem das coisas voltasse ao que era antes. “Ah como seria bom se pudéssemos nos teletransportar agora” pensava Kathe enquanto seus cavalos galopavam o mais rápido que podiam na escuridão da floresta. A pedra do sacrifício ficava a meio do caminho de onde eles se encontravam escondidos. Seria fácil chegar se os soldados de Joe não estivem se prontidão para impedir.
Um ataque surpresa foi lançado em cima do exercito de Kathe. Todos procuravam se defender e ao mesmo tempo avançar em direção a pedra do sacrifício. O tempo era curto e nada poderia impedi-los agora ou Lana morreria. Kathe e alguns soldados conseguiram avançar a multidão de soldados que vinham contra eles, Michael os seguiu a distancia defendendo-se como podia.
Lilith ao perceber a aproximação apressou-se em terminar o feitiço. Lana tentava fazer de tudo para se soltar em vão. Michael se esforçava ao maximo pra conseguir chega a tempo junto com Kathe, que ao perceber a presença do filho tentou impedi-lo de prosseguir naquela loucura.
_ Michael o que faz aqui?
_ Não me impeça mãe eu vim ajudar Lana.
_ Saia daqui. Quer morrer e mata ela? Se Joe te pega aqui vocês dois vão morrer.
_ Não me importo em morrer eu quero Lana de volta viva.
_ Não vai ajudar em nada se matar a todos nós. – Fala seria com o filho – Não o deixem sair daqui, não tivemos tanto trabalho pra resgata-lo para ele se entregar de mão beijada ao Joe.
_ Mas mãe.... – interrompido por Kathe.
_ Sem, mas mãe Michael. Iremos salva Lana sem mais perda de tempo. Lilith já começou o ritual.
_ Como? Eles precisam de mim para o Ritual.
_Não precisam mais. Veja por você mesmo Michael, Lana carrega no ventre o que era pra ser seu. Joe a enganou.
_ Não pode ser.
_ Temos que matar aquela criança antes que nasça ou tudo vai estar perdido Michael.
_ Não vou deixar que Lana morra.
_ Tudo vai ser em vão se eles conseguirem pegar você. Fique aqui não estou pedindo estou mandando.
Kathe se afasta do filho que fica sob os cuidados de uma pequena guarnição de guerreiros. Lilith prossegue com o encantamento que é bem sucedido. A criança nasce antes que Kathe pudesse alcançar os degraus da pedra. Lilith toma o bebe em seu braços e o mostra a Lana.
_ Veja que coisinha mais fofa. – Ironiza a bruxa – guarde bem esse rosto porque é a ultima vez que o verá de novo.
_ Não – grita Lana a plenos pulmões - Michael
Ignorando os apelos de Lana ou as ações de Kathe Lilith inicia um segundo feitiço.
¬ _ Trevas e escuridão, ódio e rancor, façam que esse velho homem se torne belo e jovem novamente. – Tocando a testa na de Joe e o bebe – E que a mãe de hoje seja a vida do filho amanhã. – O processo de transfiguração começa. O corpo de Joe começa a se desfazer e o ser que habita dentro dele incorpora no corpo da criança. Lana que tem os pulsos presos por Lilith tem toda a sua essência sugada pela bruxa e passada para Joe. Em questão de minutos o bebe vira um homem adulto com pouco mais de vinte anos de idade diante de todos.
_ Chegamos tarde de mais – Diz Kathe decepcionada.
Lana jaz sem vida na pedra do sacrifício enquanto Joe e a bruxa comemoram mais uma de suas artimanhas, mas Michael assistiu a tudo e não deixaria barato a morte de sua amada.

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:21 pm

Capitulo XIIO feitiço de Michael.



[size=16]Tomando por desespero sem tamanho Michael faz um ato de loucura saindo de onde estava investindo contra Lilith.
_ Michael, não – Grita Kathe desesperada pelo ato impensado do filho.
_ Morra miserável. – Michael tentava atingi-la saltando pra cima dela com uma espada em punho. Lilith por sua vez estava preparada para a investida do príncipe, que foi pego por uma luz muito intensa a milímetros de seu objetivo.
Michael permanece suspenso no ar com Lilith gargalhando da situação.
_ Então o príncipe fujão achou que conseguiria me atingir? Que pena que não precisamos mais de você. - Nesse momento Lilith joga um feitiço que mudaria para sempre a vida de todos. – A partir de hoje você não vivera mais como humano. Amargara a sua perda a eternidade.
Uma dor insuportável toma conta de Michael, que começa a se transformar na frente de todos inclusive. As mãos e pés de Michael aos poucos começam a ganhar pelos e transformar em garras em meios as gritos do príncipe. Suas roupas são rasgadas e seu corpo nu ganha pelos por todas as partes e toma forma de uma animal, seu rosto em questão de segundo se transforma. Michael em questão de minutos é uma enorme pantera de pelo mais Afro - descendente, Ele é afro-descendente que a noite sem lua.
Um descuido de Lilith, Kathe consegue golpear a feiticeira por trás atingindo o coração da bruxa.
_ Não ouse a tocar no meu filho sua maldita. – Ela gira a espada no peito dela abrindo um buraco do tamanho de uma mão humana. Assim que ela cai Kathe corta a cabeça de Lilith. Joe assistia tudo escondido e em silencio. Assim que se vestiu com roupas adequadas a seu novo corpo ele desapareceu nas sombras lamentando a perda da amante e jurando vingança.
Michael se encontra desacordado ao chão. Kate ordena que seus homens procurem Joe por toda a região. Ela não pode quebrar a maldição de Lilith a não ser ela mesma. Como estava morta, não seria possível. Kathe apenas podia modifica-la.
_ Meu querido, não posso cortar seu sofrimento, mas posso ameniza-lo. – Dizia Kate as lagrimas – você reencontrar sua amada em outra vida, mesmo que leve mil anos você a encontrará com outro nome e outra vida e o amor dela o libertará dessa sina.
Com a morte de Lilith todos do reino recuperaram seus poderes, o que facilitou a fuga de todos e a busca de Joe que não foi encontrado em lugar nenhum.
_ Não o encontramos senhora. – Disse um soldado – parece que foi tragado pela terra.
_ Ele precisa mudar de corpo com frequência. Ele vai ter que aparecer e quando aparecer estaremos esperando por ele, leve o tempo que levar, mas eu vou mata-lo nem que seja a ultima coisa que eu faça na minha vida. – jurou a rainha. – vamos voltar ao esconderijo, Michael precisa de cuidados.
O exercito de Kathe bateu em retirada, mas sem antes levar o corpo de Lana para um funeral descente. Michael permaneceu desacordado por quase um mês. A fera que ele havia se transformado causava medo em todos que o vissem. Podia ate ser estratégia do príncipe para não o verem assim por conta de sua nova forma e encarar o horror nos olhos dos outros. O fato é que nada poderia ser mudado ainda e tudo que todos poderiam fazer era esperar que dias melhores viessem. Joe ainda estava a solta, porem sem sua escudeira e amante. Logo ele iria precisar agir para continuar se mantendo vivo, mas os soldados Do reino de Kathe não davam descanso. Com a morte de Lilith todos haviam recuperados seus poderes o que ajudava muito na busca. Mas ate quando esse mal imperaria na terra? Ate quando eles viveriam a mercê desse tirando cruel? Será que Michael conseguiria quebrar o encanto algum dia? O certo é que todos iriam permanecer lutando... Ate o fim....

Continua.....

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Re: Entre o belo e a fera

Mensagem por Mimijak em Qui Abr 14, 2016 7:23 pm

Capitulo  XIIO feitiço de Michael.





Tomando por desespero sem tamanho Michael faz um ato de loucura saindo de onde estava investindo contra Lilith.
_ Michael, não – Grita Kathe desesperada pelo ato impensado do filho.
_ Morra miserável. – Michael tentava atingi-la saltando pra cima dela com uma espada em punho. Lilith por sua vez estava preparada para a investida do príncipe, que foi pego por uma luz muito intensa a milímetros de seu objetivo.
Michael permanece suspenso no ar com Lilith gargalhando da situação.
_ Então o príncipe fujão achou que conseguiria me atingir? Que pena que não precisamos mais de você. - Nesse momento Lilith joga um feitiço que mudaria para sempre a vida de todos. – A partir de hoje você não vivera mais como humano. Amargara a sua perda a eternidade.
Uma dor insuportável toma conta de Michael, que começa a se transformar na frente de todos inclusive. As mãos e pés de Michael aos poucos começam a ganhar pelos e transformar em garras em meios as gritos do príncipe. Suas roupas são rasgadas e seu corpo nu ganha pelos por todas as partes e toma forma de uma animal, seu rosto em questão de segundo se transforma. Michael em questão de minutos é uma enorme pantera de pelo mais Afro - descendente, Ele é afro-descendente que a noite sem lua.
Um descuido de Lilith, Kathe consegue golpear a feiticeira por trás atingindo o coração da bruxa.
_ Não ouse a tocar no meu filho sua maldita. – Ela gira a espada no peito dela abrindo um buraco do tamanho de uma mão humana. Assim que ela cai Kathe corta a cabeça de Lilith. Joe assistia tudo escondido e em silencio. Assim que se vestiu com roupas adequadas a seu novo corpo ele desapareceu nas sombras lamentando a perda da amante e jurando vingança.
Michael se encontra desacordado ao chão. Kate ordena que seus homens procurem Joe por toda a região. Ela não pode quebrar a maldição de Lilith a não ser ela mesma. Como estava morta, não seria possível. Kathe apenas podia modifica-la.
_ Meu querido, não posso cortar seu sofrimento, mas posso ameniza-lo. – Dizia Kate as lagrimas – você reencontrar sua amada em outra vida, mesmo que leve mil anos você a encontrará com outro nome e outra vida e o amor dela o libertará dessa sina.
Com a morte de Lilith todos do reino recuperaram seus poderes, o que facilitou a fuga de todos e a busca de Joe que não foi encontrado em lugar nenhum.
_ Não o encontramos senhora. – Disse um soldado – parece que foi tragado pela terra.
_ Ele precisa mudar de corpo com frequência. Ele vai ter que aparecer e quando aparecer estaremos esperando por ele, leve o tempo que levar, mas eu vou mata-lo nem que seja a ultima coisa que eu faça na minha vida. – jurou a rainha. – vamos voltar ao esconderijo, Michael precisa de cuidados.
O exercito de Kathe bateu em retirada, mas sem antes levar o corpo de Lana para um funeral descente. Michael permaneceu desacordado por quase um mês. A fera que ele havia se transformado causava medo em todos que o vissem. Podia ate ser estratégia do príncipe para não o verem assim por conta de sua nova forma e encarar o horror nos olhos dos outros. O fato é que nada poderia ser mudado ainda e tudo que todos poderiam fazer era esperar que dias melhores viessem. Joe ainda estava a solta, porem sem sua escudeira e amante. Logo ele iria precisar agir para continuar se mantendo vivo, mas os soldados Do reino de Kathe não davam descanso. Com a morte de Lilith todos haviam recuperados seus poderes o que ajudava muito na busca. Mas ate quando esse mal imperaria na terra? Ate quando eles viveriam a mercê desse tirando cruel? Será que Michael conseguiria quebrar o encanto algum dia? O certo é que todos iriam permanecer lutando... Ate o fim....

Continua.....



Para Sempre

Michael Jackson - For All Time



O sol surge nesta nova manhã
Dissipando as sombras, um pássaro canta
E se estas palavras pudessem te manter feliz
Eu faria qualquer coisa

E se você se sentir só, eu serei seu ombro
Com o toque suave, que você conhece tão bem
Alguém disse uma vez, é a alma que importa
Baby, é ela quem realmente pode dizer,
Quando dois corações se pertencem

E talvez as paredes caiam
E o sol se recuse a brilhar
Quando eu disser, eu te amo
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)

A lua brilha neste lindo anoitecer
Um beijo morno no ar frio da noite
E por causa desse amor que estou recebendo
Eu vou pra qualquer lugar
O lugar mais longe que você estiver

E talvez as paredes caiam
E o sol se recuse a brilhar
Quando eu disser, eu te amo
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)

Todas essas palavras que os jovens amantes dizem...
Onde as almas abraçam
Então, silenciosamente
Oh, a chuva pode lavar
Todas estas palavras que jovens amantes dizem

E talvez as paredes se esmigalhem
E o sol se recuse a brilhar
Quando eu disser, eu preciso de você
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)

Diga que você nunca percebeu
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)
(Saiba que é para sempre)
(Saiba que é para sempre)
Diga que você nunca percebeu
(É para sempre)
Baby, você tem que saber
(É para sempre)


fim


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