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Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

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Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qua Mar 16, 2016 10:32 am

Blankie Jackson

Fonte: http://mjfanfics.ativoforum.com/t652-michael-e-buffy-a-sociedade-de-cain-ii





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Última edição por Mimijak em Qui Mar 17, 2016 8:44 am, editado 1 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qua Mar 16, 2016 11:03 am

Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II





Enigmas








Michael e Buffy – A Sociedade de Cain II

I Capítulo – Mistérios



Após o sumiço de Michael as coisas no Clã ficaram insustentáveis, muitas teorias surgiram e nenhuma se confirmava. Andrei temia que algum Clã com dons do sangue descobrissem através do sangue de Michael algo mais do que não deveriam saber.  Michael, Andrei, Angel e eu éramos a chave de tudo que mais temíamos no mundo. As coisas estavam cada vez mais complicadas e a tendência era só piorar. Angel e eu queríamos explicações e as teríamos do principal responsável por tudo por bem ou por mal.
_ Ok Andrei hora de falar tudo o que você sabe agora. Quero respostas pra ontem – Berrava Angel furiosa enquanto Andrei estava pensativo – Porque levaram o Michael?
_ Sei que tenho muitas explicações pra dar e.... – Interrompido
_ Já pode começar a falar não me esconda nada – Dizia ela olhando olho no olho de Andrei em tom ameaçador.
_ Vamos sair daqui, não quero que sejamos ouvidos.
Seguimos Andrei a contra gosto ate um lugar afastado da cidade e de qualquer um que pudesse se ocultar para ouvir o que não deviam. O fato de ser a luz do sol impossibilitava qualquer um a nos seguir ou morreria no trajeto, mas o mundo das sombras tinha muita coisa pra me mostrar e aprender também. Quando chegamos ao local seguro Andrei usou um de seus dons pra falar diretamente a nossas almas o que ele sabia. Quem nos visse juntos parecia que tínhamos ido aquele lugar para apenas apreciar a paisagem diurna. Que alias era magnífica daquele ponto.
_ Quero que me ouçam com muita atenção. Michael foi pego por acidente.
_ Acidente? Como assim acidente? – Respondeu Angel da mesma forma que Andrei, como não sabia usar fiquei apenas ouvindo tudo.
_Sim, ele estava no lugar errado e na hora errada. É importante que nenhum de nós deve ser pego daqui pra frente ou a harmonia do nosso mundo está comprometida seriamente.
_ Porque esse medo todo? – Pensei e sem querer descobrir como participar da conversa
_ Não sou um descendente comum dos outros vampiros e vocês três também não.  – Me respondeu serio.
_ Como Assim Andrei?
_ Buffy vocês já devem ter estudado sobre a idade das trevas na Grécia antiga?
_ O que a historia da Grécia tem haver com nós quatro?
_ Tudo Buffy. Cain voltou em 1200 a.c naquela época a Grécia quase foi extinta com a sua sede. Ele matou 99% dos habitantes gregos e os que conseguiram sobreviver tiveram que migrar para outras áreas mais seguras.  Desde troia a Gaza civilizações inteiras sumiram do mapa. Tudo foi obra de Cain e sua sede implacável. No meio dos humanos haviam vampiros antidiluvianos que também foram secados por ele e deixados ao sol para não terem como sobreviver, não restaram mais nenhum desde então.  Meu sangue contém a historia de como tudo aconteceu e de como conseguimos detê-lo e pior, e pior onde ele está escondido. Michael sabe da verdade e por isso é tão importante conseguirmos resgata-lo, o sangue dele tem todas as minhas lembranças e enquanto suas reservas de sangue estiverem altas ele tem como se defender com a Aurora. Minha maior preocupação é Michael ficar sem sangue antes de conseguirmos resgata-lo. – Despejou tudo que sabia.
_ Você não está contando tudo Andrei. Como você contém a historia de como Cain acordou? – Perguntei sem esperar muita coisa como resposta ate que Angel matou a charada. – ao menos....
_ ....Ao menos que Cain tenha criado você Andrei.  – observou Angel.
_ Exatamente Angel. Cain é o nosso Criador direto. Nós quatro somos crias diretas dele, somos primeiras gerações que formaram desde extinção dos antidiluvianos desde 1200 a.c. Se ele acordar novamente o mundo que conhecemos hoje será varrido do mapa e a nossa menor preocupação será um bando de vampiros revoltados querendo confusão.
_ E como conseguimos evitar isso se não sabermos onde Michael está? – Observou Angel.
_ Evitamos resgatando Michael. Eu tenho contato com a consciência dele, estão o levando para uma caverna ao norte daqui. – Completou - E Buffy você precisa aprender a usar seus dons de vampira  e combinar suas habilidades como caçadora sua técnica é magnífica e se você associar ambos dons você será imbatível, mas pra isso você tem que parar de fugir do que é agora. A nossa sobrevivência depende disso. – Andrei falou serio.
_ Chegou a hora de você ser uma caçadora completa Buffy – observou Angel – Não tem mais como fugir. Unindo o melhor dos dois mundos em uma só.
_ E se eu não quiser ser uma caçadora completa?
_ Você não tem escolha, a transformação não tem volta. Ou você aceita seu destino ou terá que tirar sua própria vida para sair dessa vida.
_ Eu não pedi pra me transformarem.
_ Também não fiquei feliz quando aconteceu, mas já que não tem volta o melhor que podemos fazer é lidar com situação da melhor forma possível. Se depois disso você quiser morrer ou sumir pelo mundo ninguém aqui será do contra. O sangue do Michael tem a maior concentração de informações minhas por ele ter sido o segundo criado após mim – observou Andrei – Se ele for tomado e a localização do verdadeiro Cain for descoberta o mundo está perdido.
_ Quem foi o primeiro?
_ Primeira. Eu fui a primeira sou cria direta do Andrei depois eu criei o Michael.
_ Como foi que conseguiram parar Cain da ultima vez?
_ Não foi fácil. Quase metade da Europa foi varrida naquela época. A peste Afro-descendente, Ela foi apenas pra ocultar algumas mortes sem sentido.
_ Andrei, temos que correr, eles vão torturar o Michael.
_ Como Vamos encontra-lo?
_ Já tenho gente seguindo eles e Michael está me passando a localização apesar de estar desacordado.
_ Como ele consegue fazer isso? – Perguntei sem entender o que se passava.
_ Saberia como fazer se não se negasse a aprender os dons. – Angel praticamente jogou na minha cara que eu estava perdendo tempo
_ Então vamos. – Chamou Andrei. – Não podemos ficar aqui por muito tempo ou os nossos “amigos” irão nos achar, o sol está se pondo. Corremos riscos aqui.
Voltamos pelo mesmo caminho que viemos e Andrei convocou vários dos seus seguidores para encontrar Michael. Após a ajuda que ele havia dado a quase todos os Clãs não havia ninguém dentro de Sunnydale que não quisesse ajudar a achar o príncipe da cidade.  Um verdadeiro batalhão de vampiros se espalhou nos arredores da cidade. Não havia um Clã que não se arriscasse a achar Michael. Mesmo sabendo que o sol era um problema pra muitos eles deram o seu jeito de conseguir achar o rastro que durante o dia ficava mais visível, porem inalcançável para todos que não estivessem imunes aos maléficos do sol. A necessidade de carniçal foi enorme nessa ocasião, todos sabiam que Michael não aprovaria essa convocação, mas não havia nada que eles não pudessem fazer para evitar.  Somente os portadores da aurora podem andar durante o dia e mesmo assim é não por muito tempo sem ficarem fracos. Carniçal era necessidade extrema para todos.
_Está preocupado Andrei? – Pergunta Angel ao se aproximar dele – Vejo isso em sua áurea, o que te aflige?
_ Espero que não tenha nenhum vampiro de dons de sangue com eles?
_ Dons de sangue?
_Sim, esses vampiros conseguem arrancar qualquer segredo apenas provando o sangue da vitima. Enquanto nós ficamos com as lembranças das nossas vitimas eles conseguem captar o interior de seus inimigos e desvendar o pior dos segredos.
_ Isso vai ser um problemão.
_ Se chegar ao Michael sim. Vamos, temos que ver se algum membro do clã de sangue sumiu recentemente.
Uma patrulha comandada por mim foi a campo aberto em busca de algum clã que estivessem sem proteção, encontramos vários clãs que não foram protegidos e por consequência estavam sendo atacados pelos anarquistas, assim que consegui eliminar a ameaça em volta deles os levei para dentro da barreira formada em Sunnydale. Fiz um senso rápido em todos e ate o presente momento ninguém havia sentido falta de nenhum dos membros.
_ Angel, novidades?
_ Por aqui estão todos certos, ninguém sumiu. Os levei para a cidade, estão protegidos lá. – Observou ela com um olhar de alivio
_ E com você?
_ Tudo certo também.
_ Temos que rastrear Michael e logo...
_ Senhores? – chamava uma mulher  extremamente linda branca como um  fantasma – Um de nossos membros não foi encontrado em lugar nenhum. Receio que ele esteja em poder do grupo que vocês estão procurando.
_ Droga. Como é o nome dele?
_ Sailor.
_ Desde quando não o vê?
_ Desde o inicio da noite.  Quando o sol começou a baixar ele se dirigiu ate a entrada da caverna para poder verificar se o sol já havia sumido e desde então não foi mais visto. O sol já esta nascendo e eu posso ficar aqui não possuo o dom de vocês.
_ Sim senhora. A mansão do Michael está logo a final daquela rua. – Apontando para uma rua próxima. – Sigam por ela e se abriguem nos porões. Tem um pequeno estoque de sangue na dispensa. Usem o que tem lá Michael é o príncipe dessa cidade e ele não quer mortes sem explicação, sem chamar atenção.
_ Compreendemos a mensagem.
_ Amanhã chegará um novo carregamento de sangue divida igualmente entre vocês. E sem mortes.
_ Sim ficaremos bem.
A mulher e o grupo seguiram em direção a mansão o mais depressa que podiam. Vampiros sem resistências não sobrevivem muito tempo ao sol. Todos os carros que estava a disposição foram usando para transporta toda aquela população. A mansão ficou lotada e o estoque não duraria por muito tempo. Por via das duvida Angel pediu uma nova remessa dobrada de sangue para garantir que ninguém iria caçar e matar sem necessidade.
_ Antes que entrem na casa quero avisar uma coisa, aqui vocês têm comida e abrigo do perigo que nos ronda. Se houver uma morte sem explicação aqui por vampiros o poder que nos protege ira queima-lo. Essa é a regra. Amanhã chegará uma nova remessa de mantimentos aqueles que estiverem mais famintos tem a prioridade. Os demais esperem.
Angel fez questão de se fazer entender. Obvio que ninguém queria morrer sem necessidade, então todos obedeceriam sem pestanejar. Briga por comida que logo chegaria não seria admitidas e os lideres é quem teriam a responsabilidade de fazer a divisão sob os olhares rígidos meus, do meu Angel e de Andrei que não ira deixar barato qualquer injustiça.









Última edição por Mimijak em Sab Mar 26, 2016 11:12 pm, editado 4 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qua Mar 16, 2016 11:10 am


II Capítulo – Tremeres - Vampiros Magos Com Dons de Sangue




Vários Clãs estavam refugiados nos arredores de Sunnydale, entre eles um Clã de Dons de Sangue. A Aurora de Michael não conseguiu chegar ate eles, logo eles estavam vulneráveis sendo muito atacados pelos anarquistas queria acabar com todos os vampiros de alta geração que pudessem encontrar pela frente.
Com a captura de Michael as prioridades em cima desse Clã mudou agora o objetivo agora era pegar um vivo. Na caverna os anarquistas estavam tendo problemas em conseguir informações do seu “hospede.”
_ Conseguiu alguma coisa de nosso hospede? – Questionou o líder do bando enquanto degustava um copo de sangue fresco.
_ Não meu senhor. Ele é muito resistente, não cede a pressão.
_ Andrei tem que ceder ele é o único que sabe onde está nosso mestre. Ele tem que falar. Temos que encontrar o nosso criador e liberta-nos de nossa maldição de não termos poder suficiente para comandar nossos próprios domínios e vidas.
_ Ele não quer falar senhor, não importa o que façamos, ele não fala.
_ Sim ele vai, só existe um jeito dele falar.
_ Qual senhor?
_ Seu sangue. Conseguiram o vampiro de dons de sangue que eu mandei?
_ Sim senhor. O estão trazendo agora. Mas porque esse vampiro é tão importante?
_ Todo vampiro quando ataca uma presa fica com as lembranças e historias contida no sangue dele por algum tempo, depois o organismo ele elimina-as e não nos lembramos de mais nada de que nos alimentamos. Mas existe um clã que consegue ler essas mensagens no sangue dos vampiros. A Camarilha usa muito eles para seus propósitos.
_Então com esse vampiro seremos capazes de encontrar nosso mestre.
_Exatamente meu jovem. Mesmo que Andrei não diga uma palavra, o seu sangue nos dirá. Quando Cain foi punido ele desenvolveu todos os dons de todos os clãs. Dentre os quais os dons de Sangue. Todos os vampiros em se possuem esse dom, porem em menor grau. Mas um. Somente um clã desenvolveu o domínio sobre esse dom de sangue dado por Cain. Eles são os muito perigosos e difíceis de capturar, um Tremere não se deixa prender fácil.
_ Me leve ate o Tremere.
_ Sim senhor.
O jovem servo guiou o seu hospede capturado. Assim que entraram na cela o jovem carrasco notou que o prisioneiro era de alto grau. Para satisfação dele.
_ Ótimo ele é um ancião. - Constatou ao perceber os sinais no rosto dele. – Fizeste um bom trabalho meu jovem. Ele nos servirá bem.
_ E se ele não cooperar meu senhor?
_ Ele não tem escolha. Se não o fizer ele vai morrer no sol como qualquer vampiro comum. Isso é um fato. O medo vai domina-lo e ele vai cooperar.
_ Anciões tendem a serem pouco cooperativos.
_ Eu sei minha criança por isso mesmo que possuo um trunfo na manga. Observe. Abra a porta. – Assim como ordenado a porta da cela foi aberta dando passagem ao líder do movimento que desejava levantar dos mortos o seu mais poderoso líder.
_ Quem é você – Indagou o prisioneiro acorrentado a parede ao fundo da cela sedento.
_ Aquele que vai lhe garantir a vida ou a morte. A escolha é sua. – Sentenciou.
_ O que quer de mim?
_ Tenho um prisioneiro aqui que guarda consigo um segredo a qual eu quero saber e você vai me ajudar a descobrir tomando o seu sangue.
_ E se eu não quiser?
_ Vai pegar o ultimo banho seu ultimo banho de sol a séculos.
_ Não seria capaz disso.
_ Não me teste mago. Abra a fenda. – Ordenou o líder do movimento. – Sol nasce em exatas cinco horas meu cara escravo e ele bate exatamente onde você está.
_ Não vou me curvar a você seu verme de geração baixa.
_ Você tem cinco horas pra decidir e dentro em breve serei mais que um reles vampiro de baixa geração sem dons alguns.
_ Cain não pode dar a você poderes. A lenda de que ele estaria vivo adormecido em algum lugar do planeta é falsa, ninguém jamais conseguiu encontrar algum vestígio dele.
_ De fato os que me antecederam nunca encontraram vestígios, pois nunca souberam onde procurar. Eu sei. O que a lenda não diz é que Cain se levantou na idade das trevas e recompensou um de seus carniçais com a vida eterna. Depois esse verme o traiu o escondendo em um lugar que ninguém mais consegue achar. Por sorte esse traidor ainda está entre nós e aqui em Sunnydale. E você meu caro Ancião irá me ajudar a descobrir o paradeiro do nosso mestre.
_ Mesmo que o liberte, Cain está sedento. Há séculos que ele não bebe sangue ate saciar sua sede ele matará um planeta inteiro e quem o libertar será o primeiro em sua lista. Não se iluda achando que terá uma segunda chance, pois não vai. Nenhum vampiro pode ser abraçado duas vezes seja ele a geração que for, se o fizer é morte certa.
_ Você fala demais pra alguém que não está em condições de arriscar a vida por tão pouco a dizer. Quer mesmo me desafiar? Alem do mais eu tenho o primeiro descente de Cain na sela ao lado, não vou me dar ao luxo de ouvir devaneios de um escravo.
_ Sua confiança é o que te derrubará do trono.
_ Veremos. Deixe-o sem comida pelos próximos dias. Assim ele vai colaborar mais rápido conosco.
_ Não, - Gritou ele – Vocês estão brincando com fogo.
_ Tranque a porta. – Afastando da prisão e olhando a cela do lado. – Cain é benevolente, se não fosse jamais teríamos Andrei aqui nesse mundo.
O jovem líder anarquista passou anos ouvindo varias lendas sobre como os vampiros surgiram, inclusive a de que Cain já teria acordado e feito um grande estrago. Ninguém conseguiu ate hoje provar que a lenda era verdadeira e ele estava disposto a fazer isso mesmo que custasse sua vida. Quando se é um vampiro de Geração muito alta o sangue de Cain está muito diluído para poder fazer com que esses vampiros consigam ter algum dom ou ter presas. Esses vampiros na sociedade são vistos como pessoas satânicas que fazem rituais para conseguir sangue por meio de sacrifício humano ou animal. Muitos deles não aceitavam essa condição e não queria permanecer assim, como escravos dos mais fortes. O sol não era problema para eles, pois a maldição estava muito fraca no sangue deles para infringir qualquer dano. Vassalos perfeitos se não fosse a falta de dominância de muitos e a rebeldia de todos. Os que aceitavam essa condição eram maltratados pelos seus senhores que não tinham benevolência alguma com eles, só o laço de sangue fazia com que esses jovens sem dom e sem presas ficassem sob domínio de vampiros de geração mais baixa que tem o sangue de Cain vivo em suas veias.
_ O senhor já levou em consideração que ele pode estar certo? Cain não bebe a séculos, ele vai matar a todos que estiverem ao redor dele.
_ Se pra conseguirmos nossos dons de sangue temos que ter baixa que seja. Todos que se juntaram a mim estão cansados dessa escravidão e ser libertos.
_ Terá que ter um plano ara controlar o mestre de todos os vampiros.
_ Ele terá que me obedecer. A lenda fala que só quem pode deter Cain são os que têm o dom da aurora e Andrei com certeza deve de ter. Apenas dois vampiros nascem com esse dom quando são abraçados. Se Andrei ajudou a prender Caim no passado isso quer dizer que ele tem esse dom, só nos resta descobrir quem é a segunda pessoa para que possamos controla-la e assim ter o poder sob Caim.
_ Tenho medo que seus planos Deem errado e todos sofram com isso.
_ Não vai dar. Eu lhes garanto que não vai dar errado e aqueles que passarem pelo meu caminho pra atrapalhar não viverão pra contar a historia.
A confiança do jovem era tamanha que ate o cegava para a realidade da situação. Michael ouvia toda a conversa que vinha do corredor, tudo que ele pudesse guardar em sua mente para passar para os outros ele faria. Uma coisa era certa ali ele não ficaria e já tinha traçado um plano de fuga perfeito para a situação.
_ Bando de idiotas, vão todos morrer. – Disse o Tremere do outro lado da cela.
_ Eu conheço a lenda – Responde Michael – E ele está certo em uma coisa. Cain tem sim um descente.
_ É você.
_ Não sou eu. Eles pegaram o vampiro errado. Eu sei quem é o verdadeiro.
_ Esses loucos vão morrer se continuarem com isso.
_ Eu sei, mas eu posso sair daqui e evitar isso.
_ Então vá embora e evite que um genocídio em escala mundial aconteça.
_ Posso leva-lo comigo se quiser, mas terá que confiar em mim. - A oferta de Michael era tentadora que logo foi aceita pelo Tremere que não tinha nada a perder em aceitar a ajuda do desconhecido do lado.
_ Pra onde iremos?
_ Sunnydale. É o meu domínio todos estão seguros lá é aprova de Anarquistas. Estou resgatando todos que estão sendo perseguidos por eles. lá tem gado suficiente para manter a todos salvos por um bom tempo e consigo suprimentos necessários para que não haja mortes que levantem suspeitas da população.
_ Como consegue?
_ Tenho meus contatos vamos antes que voltem.
Enquanto os Anarquistas tentavam conseguir algo de concreto em relação ao local onde o mestre estava, um vassalo entra nos aposentos aos berros nitidamente aterrorizados.
_ Fogo, fogo. Ele fez surgir fogo com as mãos. Estão todos mortos. – Repetia desconexo – Não quero morrer, não quero morrer.
_ Como assim ele fez surgir fogo?
_ Ele comanda o fogo, estão todos mortos.
_ Ele está em pânico. Não diz coisa com coisa. – Gritos são ouvidos vindos do porão. Que algazarra é essa?
_ É ele, é ele. Ele está matando a todos.
_ Vamos ver o que está acontecendo lá em baixo.
Sem entender nada do que se passava lá, ambos foram ao calabouço onde Michael estava confinado e se depararam com uma cena que passava do aterrorizante. A cela estava vazia e com vários corpos carbonizados e outros ainda em chamas se debatiam em pânico e dor no chão. Estava mais que obvio que eles tinham pegado o cara errado e os fatos provavam isso. Isso era perigo para ambos os lados, pois se descobrissem que Michael não era quem eles pensaram todos os Anarquistas estariam mortos ou Michael. As chances maiores estavam para Michael se possuísse sangue o suficiente para queimar todos que cruzasse o seu caminho. O tempo estava correndo e Andrei sabia disso. Quanto mais rápido eles encontrasse Michael, mais seguros todos na cidade e no mundo estariam. O mundo provavelmente não sobreviveria a um segundo despertar de Cain. A sede de vingança com certeza o movia dessa vez e Andrei estaria entre seus alvos favoritos.
_ Onde ele está? Onde está Andrei? – Berrava o líder dos Anarquistas. – Encontrem-no. O tragam vivo pra mim ou mato todos vocês.
Todos obedeceram ao líder sem pestanejar. Michael era esperto e dificultaria as coisas para ambos os lados.




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:32 am, editado 3 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qua Mar 16, 2016 11:14 am

III Capítulo – A fuga






Michael nunca ficou sem um estoque de sangue escondido em seu casaco por precaução. Essa sua mania de prever seu futuro lhe salvou varias vezes em diversas situações complicadas, e dessa vez não seria diferente Mas tinha um preço alto a ser pago, isso lhe deixava sem rastros, o tornando quase impossível de localizar para os inimigos, o que era bom, como também para os aliados, o que acabava causando sérios problemas. Angel e Andrei sabiam que Michael estava por conta própria e teria que se virar pra encontrar o caminho de volta.
Assim que perceberam que o ilustre hospede havia sumido o “Clã” inteiro se pôs atrás dele, era obvio que ninguém esperava que um vampiro dominasse o poder do sol. Estava claro que os anarquistas não queria perder sua preciosa fonte de informações. Enquanto Michael lutava para conseguir achar o caminho de volta. Andrei e Angel estavam tentando localiza-lo para resgata-lo. Os sinais de Michael haviam sumido próximo a entrada de uma gruta a mais de 20 km de distancia da cidade.
_ Onde estamos? Não conheço esse lugar - Constatei que nunca havia estado ali antes enquanto observava o lugar em que estava – Ainda estamos em Sunnydale?
_ Sim, é um acesso a antiga cidade de Sunnydale, a muito séculos a cidade sofreu um abalo sísmico muito forte que abriu uma fenda que engoliu toda a cidade a soterrando a uns três séculos a trás mais ou menos. A população abandonou o local e seguiu para acidade atual a reconstruindo.
_ Nunca soube disso, não tem nada nos livros de escola.
_ Ninguém sabe, a população na época era composta de analfabetos ou com pouca instrução os que sabiam ler e escrever mal sabiam fazer o próprio nome. Esses tuneis ficaram esquecidos por séculos ate eu e Michael virmos pra cá e encontrar a saída.
_ como assim encontrar a saída?
_ Por onde você acha que viemos nesse sol a pino ai fora? – olhando atônita – Esses tuneis são bem extensos e profundos. São cheios de labirintos, quanto mais andamos mais passagens encontramos. Viemos pra cá desse jeito. Vê aquela marca na entrada daquela abertura?
_ Sim, o que tem ela?
_ Se seguir por ela vai sair na fronteira da Noruega.
_ Mas isso é do outro lado do continente Andrei.
_ sim,você tem ideia de quanto é extenso essas cavernas? Enquanto a cidade dormia Michael e eu mapeamos cada túnel desse. Agora é só encontrar o que ele está preso.
_ Vocês fizeram isso em uma noite? Conseguiram mapear tudo em uma noite?
_ Sim Buffy somos vampiros isso para nós é fichinha, o trabalho que um humano levaria anos pra fazer, nós fazemos em horas.
_Consegue rastrear Michael?
_ Eu não, mas você consegue.
_ Eu? – espantada – como?
_ Ele é o seu criador Buffy, a conexão entre vocês é muito forte e só pode ser quebrada se um dos dois tiver a morte absoluta.
_ Morte absoluta?
_ Michael não te ensinou nada não? – Pergunta Andrei abismado como meu nível de ignorância.
Obvio que Michael havia me ensinado, mas eu como sempre não estava nem ai para as informações que fizessem aquele mundo menos esquisito e malévolo. Agora elas me faziam falta.
_ Morte absoluta é a morte humana, tecnicamente somos mortos vivos, diferentes dos zumbis que apodrecem ate sumirem, nós estamos vivos e o sangue que bebemos deixa nossos órgãos e pele iguais ao que éramos antes de sermos abraçados por séculos ou milênios. Se conseguem nos matar morremos como qualquer humano com a diferença que ninguém vai chorar a nossa morte pois não sobra nada pra ser enterrado, viramos pó como se nunca tivéssemos existido.
_ isso é horrível.
_ Não necessariamente Buffy, quando morremos cem, duzentos, trezentos anos depois de entramos nessa vida tudo o que realmente nos importa já está morto. Nossos descentes diretos nunca saberão de nossa existência, ninguém vai lamentar a nossa perda ou falta de alguém que sumiu a anos ou que nunca conheceram – Observou enquanto procurava atentamente sinais de Michael – Já sentiu ele?
_ Ele quem? – Distraída.
_ Buffy não viemos aqui pra fazer turismo – Repreende serio – Sei que não quer estar aqui e muito menos nessa situação, mas eu não vou deixar que acabe com tudo por uma mania de querer fazer do seu jeito ou não se envolver em uma causa que agora também é sua.
_ O que eu deveria sentir?
_ Michael deve ter deixado algum sinal por menor que seja, algum rastro de fogo ou ate mesmo de sangue que você deveria sentir. – Alterado.
_ Não sinto nada.
_ Nada?
_ Nada.
_ .... - Suspiro pesado tentando desviar do clima pesado já que Buffy estava se tornando insuportável com o seu jeito – Espero que a Angel tenha mais sorte do que nós.
Por sorte Angel estava conseguindo ver os rastros de Michael. Para Angel os rastros de seu marido eram como setas que brilhavam no escuro que só ela conseguia ver. Ao longe ela conseguia ver perfeitamente onde Michael estava e o tempo que levaria para chegar ate ele. Todo cuidado era pouco nesse momento. Angel não poderia ser pega ou tudo se complicaria.
Andrei não era de desistir fácil e mesmo contra minha vontade ele a força a concluir as buscas. Ao contrario de Michael, que era muito paciente embora tenha perdido a cabeça algumas vezes, Andrei era bem mais exigente que o mestre de Buffy e ele iria nem que tivesse que matá-la para isso despertar o seu lado vampiro. Seguimos o caminho de volta, não havia mais nada a se fazer ali, não havia sinal de Michael que eu pudesse detectar, e isso deixava Andrei bem irritado. Michael precisa de toda ajuda possível para conseguir escapar, mas não de alguém que não queria nem estar ali.
_ Buffy, Michael precisa de você e a cidade também. – Andrei argumenta com um tom sereno ate de mais na voz.
_ Não precisava ter me transformado nisso. – Sussurrei Ra mim mesma sem reparar que ele me ouviu.
_ Precisava. Há mais que um grupo de malucos sanguessugas por ai que querem matar as pessoas, não chegamos agindo como aqueles que você destruiu. – Completou.
_ E porque eu que tinha que estar envolvida nessa confusão? – Questionei sem muita esperança de resposta concreta.
_ Você é mais esperta que as outras caçadoras. Nenhuma delas queria saber de nos ajudar a salvar a nossa sociedade. Não é de hoje que vem essa guerra nos bastidores. As outras queriam que nós morrêssemos e ate ajudava a nós matar.
Andrei discutia comigo durante o trajeto, não estava a fim de me envolver em nada que fosse relacionado a vampiros. Pouco me importava se tinha ou não uma sociedade secreta criada por vampiros. Ele estava a fim de acabar com a minha rebeldia, só que eu não imaginava o que poderia acontecer. Assim que entramos na cidade de volta de nosso “passeio”, não percebi os olhares que estavam sobre mim. Nunca aprendi a ler as mentes, embora Michael tenha tentado me ensinar varias vezes. Agora esse dom estava me fazendo falta. Andrei se afastou de mim e foi então que notei o que iria acontecer. Quatro brutamontes me agarraram a força. Me levaram de volta a masmorra onde Michael havia me mantido quando eu quase morri de fome. Andrei queria me dar uma lição para que e pudesse acordar a minha condição ou morrêssemos tentando.
Angel buscava sentir todos os sinais de seu amado. Enquanto Andrei lutava para conseguir me tirar do meu perigoso apatismo de todas as formas que ele podia, e me manter presa incomunicável era a forma mais fácil que ele encontrará para me fazer cair na realidade. Angel conseguiu rastrear Michael em lugares que poucos conseguiriam perceber. Pelos sinais ela sabia que seu amor estava bem. E pelos rastros deixados o caminho que ele havia seguido era direto para a cidade na parte sul que era justamento por onde passaria o carregamento de suprimentos que ele havia pedido para a cidade. Era perfeito para ele voltar sem ser visto por ninguém.
_ Então meu morceguinho foi atrás de comida? Ok, querido. Nos encontramos lá então. – Angel seguiu em direção aonde o sinal levava, era obvio que ele estaria lá já que ele conhecia bem quem estava a cargo da encomenda. Ao contrario de mim, Michael era esperto e sabia muito bem como se cuidar. Ele tinha uma arma fatal para qualquer um, o conhecimento, algo que para mim sempre era superfulo, mas que agora me mostraria o real valor de não o telo. Michael iria chegar pela mesma trilha a qual os outros chegaram. Apesar da cidade não ser longe a trilha era de difícil acesso e praticamente impossível de ser vencida durante o dia. O perigo era a pior parte de tudo.
Os dons da Aurora de Michael e Angel era uma boa vantagem para eles, não precisavam se esconder do sol como os outros vampiros tinham. Durante a sua caminha no final da noite Michael encontra um vampiro de um sub-clã criado apenas com um objetivo na vida, servir. Ele estava amarrado em um tronco no meio da clareira a céu aberto sem nenhuma proteção do sol, jogado a própria sorte. Obviamente o viajante quis conhecer a historia do prisioneiro. Ele se aproximou para velo melhor e questionar o rapaz que trazia em seu rosto uma expressão triste, como que aceitando a sua condenação.
_ Olá?
_ Olá. – Tom de voz triste.
_ O que faz aqui amarrado desse jeito, logo vai amanhecer? – Tenta puxar assunto mesmo achando que a pergunta foi meio idiota, mas precisava começar a conversa.
_ Estou aqui tomando meu banho de sol – Resposta irônica.
_ Ok, eu sei que minha pergunta foi um pouco idiota, mas eu posso te ajudar, se quiser.
_ Consegue encontrar a minha senhora?
_ Se eu souber quem é e ela estiver “viva” talvez eu possa.
_ Talvez não é suficiente.
_ Mas é melhor que nada. Então quer que eu te ajude?
¬_ Qual o seu nome?
_ Michael.
_ Então, Michael, eu pertenço ao clã do lírio Afro - descendente, Ele é afro-descendente.
_ Não conheço nenhum clã com esse nome.
_ E não é pra conhecer. Nosso Clã é um sub clã criando apenas pra ser escravo de clãs principais, não temos dons nenhum, temos apenas força e a submissão forçada. Só se pode quebrar um vinculo após a morte do senhor que me transformou ou o que me fez cativo.
_ Através de laço de sangue?
_ Sim, mas em bem menos quantidade do que se precisa com um humano.
_ Minha oferta de ajuda ainda está de pé – Observou Michael. – Eu tenho uma vantagem que nenhum ouro clã tem.
_ Qual vantagem Senhor?
_ Imunidade ao sol. Seu tempo está acabando – Michael aponta para o céu que começa a alaranjar de forma muito perigosa ara um vampiro sem os Dons da aurora....




Última edição por Mimijak em Sab Mar 26, 2016 11:13 pm, editado 2 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qua Mar 16, 2016 1:07 pm

IV Capítulo - Aliados......







Obviamente que o prisioneiro não iria rejeitar a ajuda tendo em vista que ele iria morrer logo e Michael era a sua única saída. Ele faz sim de que aceita a proposta do ilustre desconhecido. Michael corta o seu pulso e deixa algumas gotas de sangue generosas de sangue na boca do jovem. A Aurora logo começa a fazer efeito lhe dando imunidade ao sol e tempo suficiente para desamarra-lo do chão. Assim que se ver livre de seu cárcere o jovem aliado se Poe aos pés de seu novo senhor.
_ Levante-se não há necessidade disso.
_ O senhor é meu mestre agora, lhe devo meu respeito.
_ Dei-me seu respeito sendo fiel a mim.
_ Pode contar com isso, enquanto seu sangue estiver em mim serei sempre fiel.
_ Otimo. Qual o seu nome?
_ Adrian senhor.
_ O meu é Michael. Quero que saiba que você tem que se proteger do sol a cada 6 horas ou você sofrerá queimaduras graves, enquanto o meu sangue estiver em você os danos que o sol lhe causaram será apenas estes. Não teste ele. Danos pelo sol são muito difíceis de se fechar sozinhos e requer muito sangue no processo e eu preciso de você inteiro.
_ Mas você pode andar de dia.
_ Mas eu sou apenas um. Não posso estar em mais de um lugar ao mesmo tempo pra resolver coisas pequenas, um mensageiro nessas horas é de grande valia. É ai que você entra na historia.
_ O que quer que eu faça?
_ Por enquanto quero que me ajude em uma missão.
_ Qual a missão?
_ Preciso voltar para a cidade logo acima dessa trilha, mas eu não posso ser visto ate que eu entre lá. Há um carregamento de suprimentos que irá passar por aqui amanhã e eu estarei nele. Quero que me ajude a chegar ate o porto, tem uma mulher me rastreando. Não consegui saber com precisão quem é.
_ E se ela for perigosa?
_ Ela não é. Só duas pessoas que podem em rastrear assim, uma delas é minha cria e a outra a que criou. A minha cria não tem interesse em aprender nada desse mundo. A outra foi quem me ensinou tudo que sei hoje, só preciso ter certeza se é a Angel que está me procurando.
_ Quer que a encontre?
_ Ainda não. Vamos descer ate porto e nos abrigar, o sol vai ficar forte de mais pra sairmos desprotegidos sem ter algum dano. Se for a Angel ela me encontrar no porto.
Os dois seguiram em frente ate o porto da cidade vizinha para enfim conseguirem voltar escondidos no meio do carregamento. Chegaram antes de meio dia e assim que identificaram a carga da cidade se esconderam nelas ate que a viagem começasse. Para Angel era mais fácil rastrea-los pela aurora do que pelos sinais deixados por Michael. Ate esse momento ela não sabia que ele havia encontrado um lacaio pra lhe servir em suas estratégias. No quesito ficar invisível ninguém batia Michael Se não fosse pela forma a qual ele se apresentou a caçadora da cidade provavelmente o clã de Michael passaria séculos sem se quer ter imaginado que ele estaria ali.Vantagens que a Aurora dava a eles que caçador nenhum poderia prever. Aurora também deixava o sangue levemente aquecido o que fazia com que a pessoa ficasse em estado de frio intenso exatamente como se ela estivesse acabado de sair de um banho gelado. Essa mascara é perfeita para se infiltrar no meio de uma população, pois em nenhum momento os membros lembravam mortos vivos.
Enquanto Michael conseguia escapar sem deixar rastros dos seus algozes, Angel consegue chegar rápido ate o porto. Parecia que ela previa que algo estava errado e queria encontrar seu amado o mais rápido possível. Já Buffy na ausência de Michael aprenderia que não seria fácil viver como vampira em uma sociedade com costumes e hábitos diferente dos humanos. Andrei a obrigaria a tomar uma posição em relação a sua condição ou não lhe serviria para nada, seria apenas um risco de descobrirem onde está escondido Cain nos dias atuais. Esse risco ninguém gostaria de correr e se mesmo assim Buffy não acordasse ela teria que ser morta.
Ao passar pelos portões da cidade Buffy foi levada pelos guardas que serviam a Andrei, a jovem caça-vampiro vampira foi presa na mesma masmorra a qual Michael a levou da primeira vez. Ela não entendia nada do que se passava com ela naquele momento. O que ela havia feito de errado para receber aquele tratamento? Buffy seria obrigada a se aceitar como vampira e assumir sua posição ou Michael quem arcaria com a desagradável função de por fim a sua existência. Neutralidade não é opção no mundo vampirico. Não dá pra servir a dois mundos, ou se é humano ou vampiro os dois não há como existir.
_ Que está acontecendo Andrei? Porque estou sendo presa?
_ Buffy estamos cansados dessa sua apatia pelo mundo dos vampiros, também na gostamos de ter uma caçadora entre nós, mas a questão é que se o nosso criador Cain for libertado nesse mundo de novo não haverá nada para se proteger nem humanos e nem vampiros e fazer com que nós fiquemos jogados ao leu e nos viremos sem a sua ajuda não vai salvar seus preciosos humanos. Cain tem uma sede enlouquecedora. Ele não vai parar de beber a todos ate que não tenha mais nenhum ser vivo na face da terra. Não vou deixar que uma jovem indecisa destrua tudo por que não quer se aceitar.
Era obvio que tudo que Buffy mais queria era acordar daquele pesado, ser vampira não era seu objetivo de vida. Aceitar não era uma questão de escolha. Andrei sabia que se ela não aceitasse a melhor coisa a se fazer era se livrar de um peso morto e Buffy estava se tornando um. Por ele ela já estaria morta, mas como Michael viu algo nela que ninguém mais vê ele lhe deu uma segunda chance. Agora não seria por muito tempo.
_ Andrei o que pretende fazer se ela não mudar?
_ O que o Michael já deveria ter feito a muito tempo.
_ Ele não vai gostar se sacrificar a cria dele.
_ Eu sei Angel, mas ela não pode ficar apática a vida toda, ou ela acorda ou a vida dela vai acabar. Não podemos correr o risco de acordar Cain e ela ficar como está. Vamos precisar de toda ajuda possível, o que nos salvou da outra vez foi o meu dom da Aurora. Precisamos de quatro para detê-lo e não temos tempo para encontrar outra com esse dom a Buffy precisa entender isso. Vamos deixa-la passar fome por um tempo pra entender o tamanho do perigo que se corre caso Cain acorde.
_ Não vai soltá-la na cidade depois dela passar fome vai?
_ É exatamente isso que pretendo fazer. A fome vai enlouquecê-la. Quando ela for solta vai matar tudo que ver pela frente que tenha sangue quente nas veias. Quando ela conseguir saciar a fome ela vai se dar conta da besteira que fez ou ela acorda ou ela se perde de vez. – Andrei segue pelo corredor da masmorra com a certeza que tudo iria mudar, principalmente quando encontrassem Michael.
Enquanto Andrei colocava ordem nas coisas entre a rebelde Buffy, Michael procurava conhecer mais de seu novo Carniçal. O Clã do Lírio Afro - descendente, Ele é afro-descendente era desconhecido para muitos no muno das sombras, porem muito usado pelos anciãos que querem passar por despercebidos em algum lugar. Esse Clã foi criado através de uma linhagem de humanos suscetíveis a laços de sangue, bastava apenas uma dose de sangue para que eles ficassem sobre o controle do mestre, esses humanos foram transformando durante o domínio dos seus dominadores dando assim origem ao clã que não era necessário muito para mantê-los sobdomínio. A necessidade de lhes dar sangue era menos frequente. Apenas uma vez a cada seis meses de posse dessas informações Michael sabia que poderia ser útil em muitas ocasiões. Seu sangue poderia seria ser armazenado em frascos que ele poderia dar-lhe sem perder o poder de seu servo. Angel conseguia ser precisa quando queria e não teve dificuldade de encontrar Michael e seu novo escudeiro.
_ Graças a Deus eu te achei. – Exclama aliviada ao ver Michael com um desconhecido escondido em um dos carros que levavam mantimentos para a cidade.
¬_ Angel? Onde está a Buffy? Era pra ela me encontrar. – Fala surpreso ao ver a parceira de pé a sua frente, Michael se levanta e a abraça com força.
_ Eu sei, mas ela não ajudar em nada Michael. Não enxerga a gravidade da situação e não desenvolve seus dons. Ela e nada é a mesma coisa.
_ Ah se arrependimento matasse – Resmunga Michael com a mão na cabeça em sinal claro de decepção.
_ Quem é ele Michael?
_ Um aliado, um vampiro com dons de sangue e submissão. Nos será muito útil.
_ Maravilha.
_ E o Andrei?
_ Ele saiu com a Buffy pra tentar te rastrear nas montanhas. Se a Buffy não conseguisse ou não quisesse rastrear você ele vai dar um jeito de acorda-la pra sua realidade.
_ Ótimo, fique de olho na Buffy e no Andrei. As coisas estão ficando serias e precisaremos de toda a ajuda possível.
_ Temos que voltar para a cidade você não pode ficar exposto.
_ Eu sei me virar Angel, o problema é Andrei.
_ como assim?
_ Eles me pegaram achando que eu era o Andrei.
_ Pelo visto eles não leem jornais.
_ Não mesmo. Eles querem o Andrei por acreditarem que o sangue dele está guardado do local onde Cain esta confinado.
_ E eles estão certos. O sangue de Andrei tem mais poder que o nosso pra mostrar onde Cain está. Se o pegarem será catastrófico.
_ Por isso não podemos deixar ele ser pego. Não posso voltar ainda.
_ Michael a cidade precisa dos 4 dons pra poder manter a proteção. A proteção esta fraca sem você ela vai cair e as coisas ficaram piores que já estão.
_ Droga, eu havia me esquecido desse detalhe.
_ Desculpa me intrometer no assunto, mas eu posso ajudar.
_ Como você pode ajudar.
_ Espera, espera – diz Michael tendo uma ideia – Ele pode. Você vai ficar de Guarda próximo a eles e não deixem que o vejam. Quero a posição deles em volta da cidade logo eu trago mais alimento para que o nosso laço não se quebre. Durante o dia você me traz as informações dele e a noite fica de olho no esconderijo. – Ao terminar de falar Michael cai quase inconsciente nos braços de Angel.
_ Michael !!!! - Grita Angel assustada.
_ Estou bem, estou bem.
_ Você precisa descansar, está exausto.
_ eu vou ficar bem. – sustenta Michael sem força alguma nas pernas é ai que Angel percebe que as garrafas de mantimentos de sua cria haviam se esgotado. Ela conhecia bem os símbolos das cargas e sabiam que eram pra Sunnydale que elas iriam. De longe os homens que estavam encarregados de entregar mercadoria apenas observavam sem entender nada do que se passava lá. O mercador que havia fechado o negocio reconhecer o seu cliente e prontamente o ajuda a se esconder e a se recuperar.
_ Tragam-no pra cá rápido. – Grita o velho senhor que observa a cena de pé enfrente a um prédio próximo ao mantimento.
Angel não pensa duas vezes e corre pra onde o senhor estava levando Michael e seu novo carniçal junto....




Última edição por Mimijak em Sab Mar 26, 2016 11:21 pm, editado 3 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Qui Mar 17, 2016 12:53 pm

V Capítulo – Limitações.










Por sorte o velho era um vampiro que sabia bem como era está em uma situação perigosa na vida, e o seu dom de permanecer ao som era Michael que tinha ensinado. Ao perceber o que estava acontecendo não pensou duas vezes em ajudar.
_ Sei que vocês têm dons acima do meu e que podem ficar mais tempo ao sol, mas isso já é suicídio sabiam? - Esbraveja trancando a porta por trás de si assim que eles entram no prédio.
_ Estou ciente disso Emeth, mas eu precisava. Estava fugindo de um bando de Anarquista que me sequestraram. –entregando a Michael um copo generoso do liquido vermelho especo que tanto lhes era valioso. – Bebá.
_ Bem que eu gostaria que não fosse, mas é. – Dando um gole grande no copo. – Eles acreditam que um dos nossos tem a chave de onde Cain está.
_ Já ouvi varias historias sobre essa ascensão na idade media, não sobrou muito da Europa naquela época pra contar a historia.
_ As historias da idade media são muito vagas e quase sempre imprecisas.
_ Meu jovem você pode não ter tido conhecimento disso antes, mas bem antes de você nascer para a escuridão Cain despertou e nada na face da terra ficou seguro enquanto ele não foi detido. O único que conseguiu segurá-lo naquela época foi o carniçal que ele veio a transforma antes de ser traído. Ele é o único que sabe como entrá-lo e como detê-lo tampem.
_ O que esses alienados querem com você? Não me diga que é aquela fabula besta de que Cain está escondido por ai e eles querem acorda-lo.
_ E você sabe quem é?
_ Ninguém sabe quem é, Michael não pode ser porque qualquer retardado que veja TV Sabe quem ele é em qualquer parte do mundo não tem com esconde-lo. O cara tem que ser bem velho e escondido no mundo das sombras a séculos pra ser achado.
_ Esses não sabem. – Retruca Angel – Não o reconheceram.
_ O sol está a pino agora, fiquem aqui por enquanto a carga logo chega a cidade de vocês poderão partir nela. Vou providenciar o carro para vocês, só saiam quando eu chamar.
Enquanto Michael garante a volta pra casa em segurança, Angel soube que sua Amada Buffy foi levada da masmorra novamente e dessa vez estava incomunicável. Ele faz de tudo para conseguir falar com ela sem muita opção ele recorre a Andrei.
_ Porque a Buffy está presa dessa vez?
_ Não desconfia Angel? Ela não quer acordar pra sua nova realidade, então vou dar uma forcinha pra ela sair de seu campo de conforto.
_ E como pretende fazer isso?
¬ _ Libertando a Besta que existe dentro dela.
_ Você sabe o quanto isso é perigoso não sabe?
_ Angelus você sabe melhor que eu que a Besta é perigosa que boa parte da sua vida pós-morte esteve sob o domínio dela, mas sua amada caçadora não sabe disso. Ela pensa que pode dar conta de tudo que aparecer e não será bem assim. Se Cain acordar não terá caçador na face desse planeta que o detenha.
_ Disso todos aqui sabem.
_ Por isso pretendo fazer com que Buffy prove da Besta. Quando o domínio dela passar ela vai se dar conta que ela tem que evitar tudo. Quando ela estiver enlouquecida de fome e de isolamento, vou soltá-la em Sunnydale e deixa-la fazer o que a besta quiser ate a fome ser saciada. Deixarei que ela veja de perto o que ela fez tanto aos cidadãos humanos que tanto ama e aos vampiros que ela era pra proteger, depois disso quero ver se ela não sai de sua ostra de proteção e não se mexe pra nos ajudar.
_ Se ela não acordar?
_ Se ela não acordar infelizmente não nos servirá pra nada, espero que você tenha outra noiva em vista.
_ Posso falar com ela um ultima vez? – Pede Angel com o coração na mão.
_ Não deveria, mas vou lhe abrir uma exceção por que pode ser a ultima vez que se vejam. – Andrei chama um dos jovens e o manda levar ate a masmorra – Mas ficar do lado de fora da porta. Ela a muito tempo se comer não sei se ela vai te atacar. Ela quase não se alimenta e em breve ela vai perder o controle. Não ficaria no caminho dela se fosse você. Sabe que ao fazer isso está quebrando o seu segredo não sabe? Ela deveria não saber de você por enquanto. Mudou de ideia?
_ Não, deixe quando ela estiver perdendo a noção de realidade e a mente. Vai ficar parecendo que ela tive um sonho.
Essas palavras soaram como facas afiadas no coração do jovem. Angel apesar de quase ter sido morto conseguira escapar graças a uma aliada que lhe conseguirá movê-lo tão rápido que pareceu que ele realmente havia sido destruído. Andrei percebeu o truque mas guardou para si o segredo.
_ Andrei me disse que você é um vampiro suicida – Sentenciou ele serio - O que pensa que está fazendo Buffy?
_ Angel? Você está morto. Eu vi você morrer.
_Não, não morri ainda. Você não me respondeu. É verdade o que ele me disse?
_Não sou suicida. - Berrei – Não sou. Porque você mentiu pra mim?
_ Não? E quanto tempo faz que não se alimentar? Um dia? Dois? – Silencio - Uma semana? Duas? – Silencio - Não pensei que fosse capaz disso. Se matar assim?
_ Não estou me matando, já estou morta desde o dia que aquele monstro cravou os dentes em mim. – Joguei toda a minha raiva nele – Morri naquele dia. Só quero terminar logo com isso.
_ Não é justo Buffy.
_ Justo? Justo? Não é justo o que Angel? Eu viver matando pra me manter viva? Sendo o monstro que eu sempre cacei?
_ Pensei que finalmente poderíamos ficar juntos, mas vejo que me enganei. Você não quer o mesmo que eu. É uma pena, poderíamos finalmente ser felizes juntos eternamente sem nos preocupar com a morte, mas vejo que esse sonho era apenas de um de nós. Não se preocupe, não te procurarei mais.
_Porque mentiu pra mim? – Berra Buffy. - Porque me fez acreditar que estava morto? Porque?
_ Você está completamente fora de tudo Buffy, não tem ideia do que pode acontecer a sua volta precisava acordar você, mas nada funciona. Parece que não me ama mais, não quer ficar mais comigo. Essa não é a Buffy que conheci.
_ Eu vi você morrer, eu vi você morrer.
_ A Besta está tirando o sentido de realidade, a fome está dominado. – Diz Andrei fora do alcance de visão de todos. - Em breve ela vai ser libertada.
_ Não queria vela assim, mas não posso interferir em suas escolhas.
_ A vida nos obriga a fazer escolhas e a Buffy tem que fazer a dela ou vai sofrer as consequências de sua apatia. – Advertiu Andrei serio.
_ Saia da minha vida seu fantasma, eu vi você morrer – Gritava Buffy enlouquecida se debatendo nas paredes da sela. – Angel meu amor me perdoe por não poder te ajudar.
_ Vamos Angel, está chegando o momento de liberta-la.
Ambos saíram de perto da porta, Buffy estava a três dias sem comer e não tinha nenhuma forma para ela enganar a sua fome. Andrei dá ordens para seus capatazes para abrirem a porta da masmorra e sumissem da frente dela o mais rápido possível. A ordem era deixar que ela ganhasse a rua e avisassem a todos não humanos que ficassem fora das ruas uma vampira dominada pela besta da fome estaria solta e quem quisesse sobreviver ficasse longe dela. Enquanto procuram abrigo seguro Angel tenta saber mais sobre essa tal Besta. Andrei explica que A Besta era uma forma de punição de Deus para que os vampiros se mantivessem humanos. O fardo de nossa não vida é controlar esse espirito animal que mora dentro de nós. Quando Angel foi transformado foi por um descontrolado pela Besta por isso que ele era tão descontrolado por sangue até encontrar um índio que a fez adormecer. A Besta é funciona como o vício em um viciado em drogas, o menor deslize ela poderia dominar a vítima e causar um estrago maior do que nunca. A Besta precisa de apenas de 3 dias para causar um estrago considerável em uma cidade, agora imagine isso em alguém que ficou séculos sem beber. E Buffy aprenderia isso da pior forma possível.
_ Senhor já está tudo pronto pra liberta-la. – Avisa um dos jovens apreensivo.
_ Ela como está?
_ Sentindo o cheiro de sangue e tentando destruir a sela.
_ Otimo. A fome já a enlouqueceu. Abram as portas que dão passagem a rua. Avise a todos não quero baixas entre os meus.
Andrei conseguiu uma conexão com Angel para avisar que Buffy iria se descontrolar e que seria mais seguro ficando longe ate tudo se acalmar.
_ O que foi? – pergunta Michael estranhando a pausa estranha de Angel – Algum problema?
_ Andrei conseguiu contato comigo. Disse que a burra da Buffy não se alimenta e que está presa na masmorra.
_ Aquela maluca ta querendo se matar? – Michael fala indignado com a forma que Buffy age. – Vão acabar a matando.
_ Andrei quer mostrar a aquela que quanto mais ela lutar contra mais problemas ela tem.
_ E deixando a Besta tomar conta dela ele vai conseguiu? - Questiona incrédulo o plano do amigo
_ Andrei sabe o que faz.
_ Amor eu tenho minhas duvidas quanto a isso. Sei que ele e sábio, mas isso é atestar a morte dele.
_ Confie nele Michael.
_ Confiar eu confio, mas mesmo assim ainda quero voltar pra cidade. – fala Michael se virando para o caminho que dá acesso a cidade.
_ Andrei pediu para que esperássemos aqui ate as coisas se acalmarem na cidade.
_ Se eu esperar aqui não vai ter nada pra mim resgatar da Buffy.
_ Se não ficarmos a Buffy é que mata a gente.
_ Quanto Tempo?
_ Ate a noite cair.
Estava obvio que Michael não aprovava o que Andrei estava fazendo e entendeu que ele faria o mesmo se estivesse na cidade. Não tinha outra opção a não ser esperar. Buffy era teimosa, e só iria aprender quebrando a cara. Não adianta ninguém falar ou orientar ela só fazia o que queria, quando queria e como queria. Angel nunca foi a favor de ter trazido Buffy para esse lado, mas ela sabia que seria uma ajuda necessária. Obviamente ela não ajudou com sua rebeldia. O descontrole dela seria um mal necessário, mas se servisse para a mudança dela era valido.
_ Chegou a hora, temos que subir agora.
Eles levantaram acampamento rápido. Michael ordena que comecem a levar os mantimento para a cidade porem presa para a cidade. Ele advertem que ao avistar a cidade não entrem sem serem convidados a vida dos homens de Emeth estava em perigo e ele não queira perder ninguém. Já na cidade, Buffy rompe a sela onde estava presa e começa a correr atrás de alguma vitima pra poder secar sua fome de três dias, ela tinha alucinações fortes que a faziam perder a noção de realidade, ela percorre os corredores vazio do lugar ate conseguir achar a saída para a rua. O mal estava feito e era tarde demais pra voltar atrás....




VI Capítulo – Consequências





Buffy ganha as ruas com os olhos vermelhos pelo domínio da Besta. Sua mente, sua alma e seu corpo estão sobre o comando da Besta que está faminta de sangue. A doce e jovem caçadora agora está inconsciente dentro de um corpo sem domínio são de suas decisões. Por mais que Buffy tente lutar dentro de sua prisão mental ela apenas poderá assistir a tudo sem nada poder fazer. Dessa vez ela entenderia que tudo que um dia amou estava correndo perigo mortal e se os fatos não fossem impedidos a tempo o mundo deixaria e existir.
Andrei apenas observava da janela o que a sua prisioneira agora solta estava fazendo nas suas lotadas de mortais de SunnyDale. Por mais que ela tente não avançar em alguém suas tentativas são em vão. As vítimas de uma sede infernal apenas vão se amontoando por onde Buffy passa. Não existe distinção para a sua fome, homem, mulher ou criança todos eram vítimas dela. Gritos e mais gritos eram ouvidos em todos os lugares da cidade não havia lugar seguro na cidade. Onde houvesse alguém de coração batendo escondido ela o acharia. Para os cidadãos de SunnyDale a única alternativa viável era fugir da cidade. Os que não conseguiram sair a tempo agora jazia se vida nas ruas da cidade.
No caminho da cidade Michael e Angel apenas ouviam de longe os gritos e tiros vindo da cidade. O trajeto já era complicado para ser feito a luz do dia com calma, a noite é que não ajudaria quanto mais na situação que estava a cidade.
_ Espero que após essa loucura de Andrei a gente ainda tenha um abrigo na cidade. – observa Michael com os olhos fixos na bola de fogo que se formava a cima de suas cabeças.
_ Eu também espero isso Michael.
_ Vamos continuar a subir, qualquer coisa eu corrijo – Observa para Angel que toma alguma distancia de seu amado que completa – Assim espero.
A caminhada segue morro acima para a cidade. Enquanto Andrei avista de longe sua cria com o seu mais novo príncipe da cidade. Por mais que eles se apressassem não conseguiriam chegar a tempo de impedir o massacre que Buffy estava promovendo. O cheiro de morte e sangue estava por toda parte.
_ Hora da segunda parte. Solte os nosso prisioneiros traidores.
_ Senhor se ela os encontrar será a morte deles – Observa um.
_ Tenho ciência disso, por isso mesmo quero que os libertem. Soltem-nos na rua onde Buffy está. O sangue deles por ser de vampiro ´mais forte e corta mais rápido o domínio da Besta. Antes que ela termine o ultimo ela está consciente e verá o tamanho das consequências erradas podem ter na vida da gente.
_ Compreendo. Assim será feito.
Os companheiros de Andrei correram para salvar o pouco que sobrou da cidade libertando os prisioneiros anarquistas. O que para os traidores eram uma espécie de benção por ser libertado na verdade se tornou em um perigo castigo. Os anarquistas se gabavam de sua libertação que pra ninguém pareceu estranha. O quatro prisioneiros correram pela rua que os levavam direto a enlouquecida Buffy. Assim que saíram a caçadora saltou por cima de um dos jovens que lutava pra conseguir se libertar de seu agressor. Ele se jogava contra a parede para fazer com que ela o largasse sem sucesso. O jovem teve seu pescoço dilacerado e seu sangue drenado ate a ultima gota. Ela passou para o próximo dos quatro fazendo o mesmo com todos, um com mais ou menos violência. Aqueles jovens haviam saciado a fome de Buffy a tempo pelos cálculos de Andrei, mas não foi bem isso que aconteceu. O sangue deles apenas aumentou ainda mais a fome dela, que largou os humanos e passou a perseguir os vampiros que cruzasse o seu caminho. Todos começaram a fugir do local o mais depressa possível. Ninguém queria morrer nas mãos dela.
Michael conseguiu alcançar a cidade a tempo, mas ele não tinha ideia do que estava acontecendo. Ao adentrar a cidade ele é surpreendido com um ataque por trás. Para espanto do agressor Michael era esperto e já sabia quem era e como se defender também. Buffy tenta atacar Michael da mesma forma que atacou suas vitimas anteriores porem foi sem sucesso, já que seu mestre havia pressentido a sua presença e soube se virar a tempo de joga-la longe. Se dá ai uma luta desigual entre a cria e seu criador.
_ Andrei, o que foi que você fez com ela? – Questionou Michael vendo suas cria de olhos vermelhos e sem o brilho de um vampiro normal. Michael usava seus dons pra conseguir se esquivar.
_ Eu não fiz nada, ela já está saciada ela precisar apenas controlar a Besta dentro dela, a raiva que ela sente está a dominando por isso que ela não desmaiou ainda. – Gritou Andrei na mente de Michael.
_ Ah! Mas ela vai cair. – Falou Michael olhando Buffy nos olhos enquanto se defendia dela. – Está com raiva Buffy? – Pergunta Michael a segurando nos pulsos – Está com raiva de mim pôr a ter posto você nesse mundo? – Se movimentando tão rápido quanto piscar de olhos – Vamos descarregue em mim – chamando pra cima – Bata-me, xingue-me, rasgue-me. – Provocava.
_ Michael não faça isso ela pode matar você – Gritava Angel pra o amado advertindo-o para o perigo.
_ Eu preciso Angel. Ela só vai voltar ao normal quando for posta a nocaute. – Explicou ele. Foi em um descuido dele que Buffy conseguiu o derrubar e ficar por cima dele. Mas ela não o atacou. Ficou olhando fixa pra ele como se o tivesse reconhecido.
_ Michael? – perguntou ela olhando em volta sem entender nada do que via. – O que aconteceu aqui? – Chorosa – Quem fez isso?
_ Você, Buffy. – respondeu uma voz ao fundo caminhando lentamente e saindo das sombras. – Essa chacina é culpa sua.
_ Eu não fiz isso. Eu não me lembro de nada.
_ Não deveria lembrar. Estava sobre o domínio da Besta. Nem que quisesse conseguiria parar o que aconteceu.
_ Eu não sou esse monstro. Tem pessoas mortas aqui. Eu não as matei. – Falava ela desesperada.
_ Quando não se alimenta Buffy o vampiro dar lugar a uma fera selvagem sem qualquer controle, que as chamamos de Besta. – Explicou Michael – Não adianta fugir da sua natureza vampírica. Uma hora ela reivindica seu lugar. Hoje ela pediu o seu lugar. É isso que vai acontecer se Cain acordar. Se isso aconteceu com um vampiro pequeno com poucos dias de fome imagine com um vampiro com séculos de fome? Você quase acabou com a vida em uma cidade pequena. Ele vi ser no mundo. – Observou Michael – Ainda quer ficar apática dessa realidade? - Questionou ele.
Buffy ouvia tudo calada enquanto Michael despejava mais uma lição do mundo sombrio a qual ela pertencia. O olhar inquisidor de Michael já deixava tudo bem claro que ai era um ponto sem volta, ou Buffy se decidia se ia ou não continuar com aquilo. A caçadora andou por entre os mortos da cidade vendo a devastação causada por ela, era obvio que ela não aceitaria fácil isso, mas tinha que reconhecer que havia um perigo eminente ali. Perguntas e mis perguntas pipocavam em sua mente confusa.
_ Então Buffy? – indaga Michael a seguindo de perto - Vai parar de bancar a rebelde sem causa e aceitar que as coisas desse lado são piores que do lado humano?
_ Vocês são uns monstros
_ Não Buffy você é. – rebate Michael – Em qualquer lugar que se viva tem regras e você não segue nenhuma. Queria o que? O seu mundo agora pediu passagem da pior forma que se podia ter, mas você prefere o lado difícil da coisa. Não come, não treina, não evolui prefere parasitar por ai. Você não quer ajudar, nem se ajudar e nem nos ajudar, vai ficar assim até quando? Se Cain despertar hoje você seria a primeira a ser morta. Mas porque eu devo me preocupar se é isso que você quer. – O sarcasmo de Michael chegou a ser cortante em Buffy.
_ Você faz tudo pra me irritar não é Michael?
_ Você é que me irrita Buffy. – Michael da um golpe forte em Buffy que a faz voar para longe dele. Ele se levanta e calmamente retira com leves batidas em sua roupa a poeira do chão misturada com sangue. – Levem ela daqui – Ordena Michael a um grupo que observava a cena, Buffy estava caída em baixo de uma arvore, ela estava inconsciente. Seu mestre havia cansado de brincar de gato e rato com ela. Agora era a vez dela sofrer para aprender. – Mulherzinha irritante. – Resmunga Michael visivelmente irritado.
_ Não deu certo a tentativa de Andrei não foi?
_ Deu sim, mas ela é orgulhosa de mais pra admitir. – Levando a mão sobre uma das têmpora – Eu dei muito trabalho nessa fase?
_ Não, não deu trabalho nenhum, você era muito aplicado e curioso isso te deu um diferencial dos outros Michael. – Michael permaneceu calado com o elogio de sua amada, mas ela percebeu algo nele. Angel o conhecia bem e sabia que ele escondia algo dela. – O que você tem Michael?
_ Nada não.
_ Eu te conheço bem o que aconteceu? – Michael olha nos olhos de Angel e dispara uma pergunta que no mínimo a deixa surpresa.
_ É normal vampiros se sentirem atraídos por outros.
_ Mulheres?
_ Sim.
_ É normal sim Michael. O ritual que passamos mostra apenas a quem você pertence como cria e criador. Se você não quiser seguir com o seu mestre nada lhe impe de sair.
_ Mas eu não quero outra, não quero sair. E também não quero ter uma segunda esposa ou seja lá como chamam aqui.
_ Te entendo Michael. Fico feliz por você pensar assim.
_Eu sou um homem tradicional, fui criado pra ter apenas uma mulher em minha vida. Tenho respeito pelas regras do casamento.
_ Não somos oficialmente casados Michael. Pelas leis tradicionais não. Aquele ritual não conta como casamento.
_ Pra mim sim. Não importa o que ele signifique pra vocês, pra mim conta como um casamento.
_ Vamos fazer o seguinte. Não vou exigir de você nada e vice versa? Saia com ela tente se relacionar com ela se no final você tiver certeza de quem você quer, mesmo que seja ela da minha parte não haverá ressentimentos.
_ Angel.....
_ Não Michael eu te devo isso. Eu te apresentei e te trouxe pro meu mundo sabendo exatamente o que você sentia por mim quando era humano. Agora você é outro ser, um vampiro no meu mundo. Se o seu amor humano por mim morreu ou vive após aquele acidente é o seu coração que tem que saber. Não vou exigir fidelidade de você. Se a sua cria te amar de verdade e for a ela que quiser desejo felicidades.
_ Como você sabe que é a Buffy? – Surpreso.
_ Não preciso saber Michael. É natural os mestres sentirem-se atraídos por suas crianças recém nascidas. Porque com você seria diferente? Vai Michael tente se entender com ela qualquer coisa me diga ok? – Michael concorda com Angel mesmo que a contra gosto, mas ele precisava saber a verdade e volta pra Angel ou não. O tempo que iria dá a resposta aos dois.



VII Capítulo – Despertando





Buffy foi levada de volta masmorra para ser mantida em segurança não só por ela, mas também para os que a cercavam. Buffy foi mantida amarrada em fortes corretes de ferro puro muito bem firme em seus pulso, qualquer descuido poderia ser fatal. A caçadora ainda não estava complemente sã após o domínio da besta, então todo cuidado era pouco. Pelo próximos 5 dias Buffy alternaria seu estado de lucidez. Michael sentiu a dor de Buffy ao vela pelos dias seguintes que se passaram do domínio da Besta. Michael não deixou de visita-la um dia se quer. O jovem vampiro se sentiu culpado por ter colocado a jovem que agora se debatia descontrolada nas paredes tentando soltar-se das amarras que a prendia. O olhar perdido de Michael para o interior da cela chamou a atenção de Andrei.
_ Michael seu ritual ainda não foi consumado com a Buffy. – Lembra Andrei preocupado com a expressão do rosto dele.
_ Você tinha que me lembra disso – Lamenta Michael desviando o olhar de Buffy se afastando do local coçando sua têmpora.
_ Quem sabe após o ritual ela não fica mais submissa a você. – Tenta consolar o jovem príncipe que o olha cético.
¬_ Duvido. Ela é teimosa. – Afirma ele – Já cansei de tentar por juízo nela e nada dela se ajudar. Não queria que as coisas chegassem a esse ponto.
_ O ritual tem seus mistérios, assim que o efeito da Besta passar ela será ela novamente. Então o ritual poderá acalma-la e confirmar o seu domínio sobre ela.
_ Domínio esse que eu nunca tive – observa
_ Não desanime, ela vai voltar a ser o que era ai você poderá resolver melhor as coisas
_ .... Suspiro pesado – Voltar a ser rebelde, chata, teimosa. Ai – Gemido longo. – Só não a sacrifico porque agora toda a força da Aurora disponível nos será extremamente necessário.
_ Só notou isso nela Michael?
_ Está tão na minha cara assim? – Questiona - Angel também percebeu. – Responde olhando para o chão.
_ Ora Michael você gosta de desafios. Mulheres fáceis não fazem seu gênero. Diga-me o que fez você se unir a minha Angel?
_ Meu amor por ela nasceu quando eu a vi no beco escuro quando eu ainda era humano. Não sei explicar. Não sei porque ela não me atacou naquele dia. Tudo que eu queria era morrer e acabar com a minha dor. Ela me salvou duas vezes. Quando eu era um morto vivo que vagava de evento em evento esperando a minha morte e no dia que finalmente a minha morte chegou.
_ Você ama a Angel mesmo Michael ou é só gratidão?
_ Não é só gratidão Andrei. Eu tenho uma cumplicidade com ela que não tive com mulher nenhuma. A Angel é diferente de tudo. Consigo passar horas conversando com ela sem me cansar. Fazemos coisas juntos que eu nunca consegui fazer com ninguém.
_ Ela te deu trabalho não foi pra você segurar ela?
_ Sim – Cabisbaixo. – Não tanto quanto a Buffy.
_ Não se canse da sua discípula. – Adverte Andrei - Buffy ainda vai ficar um tempo presa aqui ainda, passe algum tempo com a Angel. Acho que vocês precisam de um a sós.
_ Eu sei o que eu sinto pela Angel. – Exclama tristonho – Só queria entender o que sinto por essa caçadora.
_ Que bom, mas vocês não ficam a sós desde que tudo isso começou, eu fico de olho na Buffy enquanto vocês se distraem. – Sugere Andrei. – Não se preocupe Michael antes do ritual eu também ficava assim com a Angel. Após o ritual tudo mudou. – Tom de lamento na voz.
_ E porque vocês não ficaram juntos?
_ Ela me rejeitou como seu mestre, por direito o mestre do clã a deixou sob os meus cuidados até alguém ter força o suficiente para doma-la. Ensinei tudo que sabia para ela enquanto podia. Até que ..... – Pausa
_ Até que eu entrei na história….
_ E mudou tudo. Você passou a ser o “mestre” dela sem saber de nada. Teve que aprender tudo e ainda por cima bancar ela perante o clã.
_ Não queria estragar tudo entre vocês.
_ Estragar o que nunca existiu? Relaxa – Tenta expressar uma gargalhada – Vá se divertir com a sua mestra, e deixe que dessa birrenta aqui eu cuido.
Michael para pensar um pouco no que Andrei falou afinal fazia um bom tempo que os dois não tinham nada mais íntimo. Desde o sequestro e a volta para cidade haviam passado algumas semanas e antes de tudo acontecer já faziam meses que eles não estavam juntos. Um tempo sozinho com sua amada seria uma boa. Ninguém sabia qual era os sentimentos de Buffy, se amava ou não o Angel, se ela estava ou não abalada pelo Michael. Era impossível definir o que a caçadora sentia em relação as coisas que lhe aconteciam. Uma coisa Michael tinha certeza que ela não estava feliz no seu novo mundo e ao que tudo indica Buffy seria a escolha mais óbvia para o sacrifício final. Nuca na história houve mais deu um vampiro com dons da Aurora vivo no mundo para ser guardião, bem como nunca houve quatro ao mesmo tempo. Ninguém havia ideia de como proceder nessa situação. Um fato era certo quanto mais vampiros com esse dom melhor, toda ajuda para derrotar Cain seria bem-vinda.
Nos dias que se seguiram Michael não apareceu mais na masmorra. Buffy ainda tinha dois dias de Besta a serem cumpridos e Michael não estava disposto a perder o seu tempo cuidando de alguém que ele não sabia se tinha chance, seu instinto de criador e cria estava aguçados, mas não queria esperar por algo que só teria a força. Michael seguiu por algumas ruas ate que encontrou Angel de guarda na entrada da cidade enquanto a carga que havia chegado a pouco era descarregada e distribuída pela cidade.
_ A carga chegou – Diz ela sentindo a presença da sua mais ilustre cria.
_ Já não era sem tempo. – Se aproximando de Angel olhando seu rosto enquanto ela não tirava os olhos do carregamento – Onde foi que tudo esfriou entre nós? – Questionou.
_ O que? – pergunta confusa.
– Onde foi que tudo esfriou entre nós? Sinto que estamos tão longe um do outro quanto antes de te conhecer. Estamos perto e ao mesmo tempo tão longe. Como chegamos a isso?
_ Não sei Michael, talvez a sua responsabilidade como príncipe tenha feio isso com a gente.
_ Não, não foi isso. Nunca me neguei a ficar com você mesmo depois de ter conquistado esse titulo que eu nunca almejei.
_ Sinto sua falta
_ Eu também, vem comigo.
_ Não posso, tenho que vigiar a entrega da carga. – Michael faz um sinal e um jovem sentinela aparece a frente dos dois.
_ Cuide para que as entregas sejam feitas nos lugares e quantidades certas. – Ordena ao rapaz.
_ Sim senhor.
_ Vamos Angel, vem comigo. – pegando pelo braço
_ Pra onde vamos?
_ Surpresa.
_ Que mistério é esse todo senhor Jackson? Questiona a jovem sem entender bem o que o seu jovem discípulo tramava. Mesmo assim o seguiu curiosa com que ele pretendia.
Michael havia preparado uma noite romântica perto dali. Como Buffy não iria ser preocupação dele por uns dias Michael resolveu reacender a chama que ele tinha pro Angel em um jantar abeira de um lago. Tudo estava pronto para que eles levassem a vida como pediram a Deus em uma paz.
_ Uau morcegão um pick nick a luz da lua. – diz Angel surpresa com a mesa que estava a sua frente.
_ É, especialmente pra você – Michael toma os lábios de sua amada com sede – Queria poder recordar os momentos que éramos humanos, mas infelizmente já basta um de nós sob o domínio da Besta por hoje.
_ Qualquer cosa com você Michael se torna perfeito.
_ Que bom.
_ Trouxe uma safra especial pra nós.
_ Você nunca caça Michael, mas consegue sempre o melhor.
_ Quem disse que nunca caço? Só em extrema necessidade. O que não vem ao caso em todas as vezes que eu saio.
_ Por isso o torna tão invisível e ao mesmo tempo fatal.
_ Só mato em ocasiões especiais, você sabe. – Michael tem um jeito todo sedutor de agir com Angel que sabe que ela gosta. Desliza as mãos por suas curvas pousando estrategicamente em sua escapula a trazendo um pouco mais para si olhando-a fundo nos olhos negros. Tanto o corpo de Michael e Angel ansiavam pelo toque um do outro. Michael toma os lábios de sua mestra com mais sede que o normal, na mesma velocidade em que se tocavam as peças de roupas de ambos sumiam.
Enquanto Michael e Angel se divertiam em sua noite romântica. Buffy se recupera de sua crise da Besta, ela é liberta por Andrei que está a porta da sela a espera dela para ver como ela estava.
_ Como você está? – Pergunta Andrei vendo Buffy se levantando no fundo da sela coberta de sangue e com grandes ferimentos nos pulsos após ser solta das algemas.
_ Estou bem, embora com muita dor de cabeça.
_ Beba. – Andrei entrega uma garrafa de sangue fresco, enquanto a caçadora olha para o recipiente nas mãos de seu anfitrião.
_ Não estou com fome – Declara ela seca.
_ Não seja turrona garota. Esqueceu de sua crise por não comer? – Buffy pega a garrafa com um certa ignorância e bebe de cara feia.
_ Onde está o Michael? – Dando um gole grande na garrafa – Ele sempre esteve aqui nos últimos três dias e desde ontem ele não aparece.
_ Michael tem uma vida minha cara. – Fala Andrei se afastando dela – Onde mais ele estaria se não fosse com a sua mestra. Michael tem mais o que fazer do que esperar um cria desobediente e arrogante, que por mais gentis que sejamos com ela não quer aprender nada que a sua nova realidade proporciona.
_ Não pedi pra ser vampira.
_ Minha querida eu também não pedi você nesse mundo. Por mim você estaria morta e enterrada, mas Michael não sei porque razão viu algo em você que não sei explicar. Então eu te aturo. Não por você, mas por ele. – Andrei joga na cara de Buffy tudo o que vinha na sua mente. – quer saber do seu mestre? Vá até o lago que o encontrou da primeira vez. Espero que esteja preparada para o que vai ver, pois em breve o seu ritual terá que acontecer querendo você ou não.
Buffy ouviu tudo calada e embora sentisse algo por Michael que ela não sabia o que era. Ela sempre o achou atraente de sedutor, mas nunca soube definir o que exatamente. Ela então resolve procurar Michael onde Andrei disse que eles estariam. Mas o que ela sentiu ao velo se relacionando com Angel de forma tão intima fez com que a caçadora tivesse um segundo surto de raiva que nem ela mesmo entenderia no final.




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:34 am, editado 7 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 8:06 am

VIII Capítulo – O Ritual







Buffy sentiu seu sangue ferver ao ver Michael e Angel a beira do lago completamente nus. Ela sabia que Michael e sua mestra eram bem mais que amigos, só não imaginava que seria assim nesse nível. Era notável que Buffy havia sofrido mudanças significativas com a sua experiência com a Besta. Uma delas foi descobrir o que realmente sentia por Michael e velo com Buffy foi a gota d’água pra tudo vir pra fora.
_ Michael – Um grito é ouvido vindo do meio de um arbusto. Era Buffy que não se conforma com a visão de Michael e Angel entrelaçados. A inveja e a cobiça da jovem caçadora cresciam a cada segundo que via aquela cena. Michael ao perceber o que ou melhor quem estava ali. O mestre concluiu o que estava fazendo e surgiu como um fantasma na frente de sua cria.
_ Olha só quem saiu da jaula – Ironiza Michael completamente sem roupa na frente da caçadora.
_ Não sou nenhum animal pra está em jaula.
_ Serio? Não foi eu que com teimosia dizimou quase Sunnydale inteira por está com fome. Para de se iludir que você não é perfeita.
_ Já disse que não pedi pra ser uma vampira.
_ Você pensa que todos aqui tiveram escolha? Ninguém aqui teve. Conforme-se. Já prometi a você que se quiser morrer eu lhe ajudo perfeitamente, mas por hora as regras do jogo são essa me ajude que eu te ajudo. Caso contrário minha cara ficará a eternidade aqui.
_ Não se eu puder evitar.
_ Sabe o que tem que fazer pra sair dessa. E só pra consta o ritual acontecerá amanhã você querendo ou não. – Diz Michael se afastando de volta para Buffy que o esperava a beira do lago. Buffy não conseguiu dormir naquela noite, a visão de Michael a sua frente não saia da sua mente. Na manhã seguinte bateram a porta dos aposentos da caçadora. Era hora do ritual. Ela foi levada até o local por um corredor extenso onde encontraria seu mestre.
Michael sabia que por mais que ele e Buffy tentassem fugir do ritual uma hora ou outra ele teria que acontecer. No mundo dos vampiros quando há um nascimento o ritual tem que ser feito o mais rápido possível para que não houve um problema e rebeldia entre a cria e o criador, mas no caso de Buffy e Michael tudo deu errado desde o inicio. Agora nem que o mundo acabasse o ritual teria que acontecer. Ambos, mestre e cria forma conduzidos para a mesma cela a qual ocorre os rituais e que última tentativa de Michael e Buffy deu errado. Era visível no rosto de ambos que nenhum dos dois estava feliz com aquela situação. E Buffy pra variar não iria facilitar em dana para o seu mestre e muito menos Michael iria dá o gostinho de facilitar para Buffy. Ao entrar na cela Buffy tenta se refugiar na parte mais escura do local à espera de Michael não a visse mais em vão, ele usa seus dons pra localizar a sua cria. Um breve suspiro de Michael definia a situação. A presença da caçadora e sentida através da sala que estava com o deslocamento de ar diferente, o esconderijo da jovem em um canto a qual ela mesmo se encurralou foi descoberto. Michael tem o dom de surpreender.
_ Não adianta se esconder Buffy. Eu já achei você. – Diz ele ao pé do ouvido de sua cria, que o ataca o mais rápido possível quase como uma bala, mas Michael consegue desviar do golpe certeiro de Buffy tão rápido quanto foi atacado. – Eu estou tentando não ser tão rude, mas você não está ajudando.
_ Não quero ser ajudada Michael.
_ Tem certeza? – Michel sussurra de uma forma que deixa a caçadora com os pelos completamente de pé. Dando a certeza a Michael que a turrona a sua frente não era tão forte assim. – olha só, está arrepiada? Vejo que sente algo por mim não é mesmo?
_ Sinto ódio.
_ Não é isso que seu corpo me diz. – Michael sentia um prazer mórbido em provocar sua cria que nem ele conseguia explicar.
_ Não seja convencido – Michael ri.
_ Seu coração está acelerado, e ele mesmo não era pra está batendo, sua respiração está ofegante, mas como se o seus pulmões não eram pra bombear o ar e eu não vou nem comentar das suas partes intimas....
_ Você me dá nojo.
_ Não dou não, seu corpo não me diz isso Buffy. Admita que me quer?
_ Eu quero você morto.
_ Admita – Se aproximando dela. – Admita Buffy.
_ Eu não sinto nada por você
_ Pode mentir pra você mesma se quiser, mas vai ter que admitir.
_ Eu vou te matar.
_ Então morra tentando – Michael toma de assalto os lábios de Buffy com uma lascividade sem tamanho que a tira do chão. Buffy tenta com toda as forças se livrar das garras de Michael que usa todo o seu charme para dominar sua cria. Ela tenta resistir bravamente aos seus instintos em vão. A caçadora retribui com vontade aos beijos de Michael fazendo o corpo se acender como pira acessa em noite de lua. Os beijos de Michael foram a fagulha que faltava para ela se render totalmente. Sua mente incondicionalmente obedecia e seu corpo agia. Buffy não pensava, não raciocinava apenas agia. As mão de Michael bailavam no corpo de Buffy.
_ Ainda quer me matar caçadora? – Michael a prensava contra o seu corpo a fazendo sentir todo o calor do seu corpo e o volume que ele ostentava logo a baixo da linha da cintura, acendendo ainda mais o fogo que ele havia acendido em Buffy.
_ Me beija. – Implorava ela. – Me beija. – Michael obedece a ela tomando seus lábios com mais intensidade. A caçadora estava completamente rendida aos encantos dele.
O Clã inteiro observava a ação dos dois com profundo interesse. Todos sabiam que Buffy era dura na queda e era uma ótima opção para ser parceira de um vampiro. Michael era por direito uma opção que não daria trégua. Ninguém tinha certeza ao certo se Michael iria conseguir segura-la, mas de uma coisa todos tinham certeza todos queriam tentar sua vez com ela. Embora Angel odiasse a cena Michael estava se saindo muito bem com Buffy. As peças de roupas de Michel iam sumindo rápido conforme as mãos de sua cria iam deslizando no corpo dele. Michael deixava ela solta sem controla-la. Ele não fazia esforço nenhum para conseguir o que queria dela. Os beijos de Buffy ia descendo por todo o corpo de Michael com mais malicia que ela poderia sentir.
_ Hoje eu quero me vingar de você.
_ Desculpe-me se eu for rude mas você realmente não colabora.
Michael rasga as veste de Buffy sem usar as mãos. Antes que a caçadora se dê conta do que está acontecendo Michael a invade de tal maneira que mais parece que um está tentando matar o outro. Os movimentos são rápido, agressivos e precisos, cada passo é feito rápido para que tudo tenha validade verdadeira. O ato acontece mais rápido que o habitual, a troca de sangue entre mestre e cria é feita com sucesso em todas as etapas. Michael mais parecia que queria se ver livre dela do que a possuir como dava sinais um tempo atrás. Nem ele mesmo entendeu o que se passou lá dentro.
Apesar de muitos não entenderem o que aconteceu Michael saiu ovacionado da cela, Buffy ficou algum tempo caída no interior da sala como que exaurida. Michael se vestia enquanto saia pelos corredores do local tentando compreender os últimos acontecimentos. Todos estão confusos e principalmente Michael. Angel presente que algo incomoda o sua cria, ela correu pra ver se conseguia acalma-lo.
_ Michael precisamos conversar. – Tenta segura-lo em vão.
_ Não quero conversar, quero esquecer o dia de hoje. - Michael se desvencilha de Angel e sai correndo pelos corredores do local tentando fugir da sua dor.
_ Foi tão ruim assim? – Questiona Angel sem entender nada do eu tinha se passado. – Michael fale comigo? Michael?
_ Acho que perdi a minha alma – Observa ele com lagrimas nos olhos ele a abraça sentindo seu coração que um dia já bateu forte por ela doer.
_ Não diga isso Michael, você sempre teve alma. E sempre terá. – Declara ela abraçada a Michael que est perdido no mundo depois do ritual. – Michael é normal você ficar confuso após o ritual eu também fiquei. Mas escolhi você, afaste-se de nós se quiser e faça a sua escolha. Estarei esperando por você.
Enquanto Michael tentava entender tudo que se passou no ritual, Buffy estava enfrentando um turbilhão de sentimentos em sua mente. Ela foi levada para o quarto onde ela passaria a ficar após o ritual. O local era muito diferente da masmorra onde ela passara todos os meses. A cama estava bem arrumada, roupas limpas tinham no armário tudo bem organizado. Tudo aquilo era diferente do que estava acostumada causando estranheza em Buffy. Michael não foi mais visto por semanas após o ritual por ninguém até mesmo Angel não tinha visto sua cria e isso já estava ficando preocupante para ela.
_ Andrei você viu o Michael? Não o encontro em lugar nenhum depois o ritual. – Questiona ela com uma dor no peito.
_ Não o vi, mas eu sei onde está. E ele não quer ser visto Angel deixe-o pensar e descansar.
_ Andrei está tudo tão confuso depois do ritual, Michael não é assim. Sempre estávamos juntos e agora não o vejo mais.
_ Não se preocupe ele está seguro e sozinho.
_ Onde ele está Andrei? Preciso velo.
_ Está trancado na masmorra e dentro de um caixão, não vai conseguir falar com ele. Michael não quer ser incomodado.
_ Por que ele entrou em Topor assim? Sem avisar.
_ Michael está lutando contra esse sentimento estranho que ele sente. Ele precisa de descanso também. Vá descansar Angel. Sua cria está bem e segura, quando ele quiser ele vai falar com você nem que seja para pedir para ser liberto.
_ Nunca o prendia a mim Andrei. Ele sempre teve liberdade pra me deixar, mas ele nunca o quis.
_ As coisas estão mudando Angel. Descanse. Tudo vai resolver com o tempo. – aconselha Andrei tentando passar alguma confiança a sua amada cria.
_ Eu vou Andrei, mas me deixe ao menos velo de longe. Prometo que ele nem vai me sentir lá. – implora ela para o mestre com uma nítida dor nos olhos.
Andrei cedeu ao pedido de Angel pois sabia que aquela situação fazia a sua cria sofre e ele não queria isso. O amor de Andrei nunca diminuiu mesmo quando Michael entrou em cena. Pelo contrário, só aumentou com o passar do tempo. Ele a levou até o local, Buffy observou seu amado dentro de um caixão aparentemente selado ao fundo de uma cripta. Lagrimas viera ao olhos da jovem mestra, se tomar uma decisão de Michael era complicado imagine para Angel.
As semanas vão se passando enquanto Buffy tenta entender tudo que aconteceu no ritual. A caçadora tentou por algum tempo ignorar o que se passará, mas ela não podia negar que ela esperava mais daquilo. Ela ousou sonhar com um momento romântico, que não houve. Tudo foi tão frio e sem sentido que não havia explicações plausíveis para toda aquela situação. Buffy tentava se convencer que aquilo era convencional par ao tal ritual, mas uma coisa ela não poderia negar. Havia uma ligação entre ela e Michael que não podia ser explicada, ela via e sentia ele como se estivesse ao lado dela o tempo todo. Angel passou pela mesma situação. Uma sensação de paz e tranquilidade se alojou nela de tal forma que chegava a assustar. Buffy mal conseguia se lembrar do que acontecerá antes do ritual, tudo parecia ter sido apagado de sua mente. Ela parecia que acabara de renascer a confusão se instalou em sua mente e quanto mais o tempo passava menos ela lembrava do seu passado.




IX Capítulo – O Dia Seguinte








Enquanto Michael tentava por sua mente em ordem em um Topor profundo, Buffy tentava entender tudo que havia acontecido naquele Ritual e também como vinha esquecendo tudo nas ultimas horas, quanto mais ela tentava se lembrar mais ela esquecia do seu passado recente. Nada do tenha se passado com ela antes do evento estava sendo apagado de sua mente como se toda a vida da caçadora tivesse passado em branco. Toda as brigas, desentendimento com Michael, aprendizagem de lutas pra ser caçadora de vampiros, a quase morte de Angel e o encontro dela com Michael, tudo estava sumindo e ela não entendia porque, sua mente pipocava de perguntas sem respostas.
_ Olá Buffy. – Diz Angel caminhando calmamente em direção da caçadora saindo das sombras surpreendendo a jovem.
_ Angel? O que faz aqui?
_ Eu que te pergunto. Ninguém conhece esse lugar além de Michael e eu. Como chegou aqui?
_ Não sei, apenas vim andando até aqui – Explicou confuso.
_ Está sentindo ele não está?
_ Ele quem?
_ Michael Buffy. Quem mais seria? Não se lembra dele? Seu mestre? Seu tutor.
_ Não me lembro nem do que estou fazendo aqui.
_ Não seja dramática, todos passaram por isso quando foram abraçados. Logo você se adapta.
_ Adaptar a que?
Quando Michael sair do Topor dele, ele vai te lembrar. – Angel se afasta de Buffy sentido o chamado de Andrei que está enfrentando sérios problemas na entrada da cidade. Ela corre para tentar ajudar.
_ O que está acontecendo Andrei?
_ Estão tentando quebrar a barreira de proteção da Aurora.
_ Eles não vão conseguir.
_ Por enquanto ainda não ela é muito forte com nós quatros juntos. Meu medo é que alguém faça algo de errado de nos deixe vulneráveis.
_ Estou de olho nela. E Michael?
_ Ele está ciente do que está acontecendo, mas não pode sair ainda.
_ Porque não pode? Precisamos dele aqui.
_ Michael está tentando resolver alguns problemas, você não entenderia Angel. Apenas confie no seu discípulo, alguma vez ele te decepcionou?
_ Nunca, mas tenho medo de perde-lo.
_ Não se preocupe, se ele for seu mesmo ele vai voltar.
Enquanto eles conversavam um grupo de anarquista consegue invadir a cidade por um túnel não identificado. Um grupo de segurança é enviado ao local pra conter a invasão. Ninguém sabia ao certo quantos tinham conseguido entrar e era primordial capturar os estranhos. A vida de todos e a segurança do mundo dependiam disso. Uma verdadeira caçada começou dentro de Sunnydale. Com Michael fora de “combate” o poder a aurora estava se esvaindo rápido o que tornava a situação perigosa de mais para ser ignorada. Ninguém conseguia compreende o que se passava naquele momento. Todos corriam em busca de abrigo e principalmente de uma forma de se proteger das ameaças que invadiam a cidade. Era fato que Michael se fazia necessário ali antes que tudo viesse a baixo e novamente uma carnificina se instala-se na cidade. O tempo estava contra eles.
_ Onde está o Michael Andrei?
_ Já mandei chama-lo.
_ E por que ele não aparece?
_ Não sei, Eu vou atrás dele.
Andrei correu em direção ao esconderijo de Michael na esperança de encontra-lo fora de seu Topor. As coisas estavam feias na cidade a proteção estava se desfazendo e precisava ser refeita o mais rápido possível. A cada passo que Andrei andava surgiam mais e mais Anarquistas com o mesmo objetivo. Encontrar Cain. Chegar a Michael estava uma verdadeira batalha. Andrei tinha que fazer de tudo para que não descobrissem onde ele estava, ate porque o próprio Andrei teria que se abrigar lá em algum momento. O barulho de metal batendo no meio da noite chegava a ser aterrorizante, era questão de honra escapar vivo dali. Andrei tinha a certeza que se ele fosse pego ou reconhecido não teria como evitar o pior para o mundo. Seu sangue tem a maior concentração de informações que Angel, Buffy e Michael juntos, o que é um perigo pra todos.
Andrei consegue derrubar vários em seu caminho, mas fica preso em um beco próximo a entrada que da passagem para o esconderijo. Tudo que ele menos quer é ser pego ali ou dar acesso a passagem secreta. Ele lutava bravamente para sair de sua armadilha, quando tudo estava aparentemente perdido Buffy aparece para socorrê-lo.
_ Buffy.
_ Que isso Andrei, da uma festa e não me convida – A jovem se põe armada ao lado do mestre de Angel e Michael.
_ Fico feliz em te ver também.
_ Cadê o Michael?
_Estava indo atrás dele agora.
_ Precisamos dele aqui, não é hora dele tirar nenhuma soneca. – Estava obvio para Andrei que a caçadora não havia mudado nada. Enquanto Andrei escutava cético a afirmação de Buffy um estrondo pode ser ouvido bem próximo a eles vindo da entrada da passagem e um voz bem conhecida ecoou no beco.
_ Não sou você Buffy que não quer nada com a vida, ou melhor, não vida. – Era Michael que olhada sério para os dois. Mas aquele homem estava diferente do Michael que eles conheceram. Parecia mais decido que o normal e definitivamente não estava afim de levar desaforo para casa. E tão pouco deixar que um bando de alienados bagunçasse a paz da sua cidade.
_ Melhor se protegerem – Adverte Michael fazendo Buffy e Andrei se jogarem atrás de uma pedra solta no chão do beco.
_ Michael faz com que seus olhos queimem como duas enormes tochas de fogo, incinerando tudo que eles passassem. Onde houvesse um anarquista vivo lutando era imediatamente queimado sem chance de fuga. O maior medo de qualquer vampiro dentro ou fora de Sunnydale era o poder do sol em seus corpos e muitos não imaginavam que um vampiro poderia vir a controlar esse fogo e pior produzi-lo a noite e quando bem quisesse ou fosse necessário. O rumor se espalhou rápido por entre os Clãs e por entre os Anarquistas. Vários boatos foram levantados em relação a Michael.
_ Como você fez isso? – pergunta Buffy quase sem reação com o que Michael havia feito a pouco.
_ Da mesma forma que você fez quando achou que o teu namorado tinha sido morto. Com uma diferença básica. – lhe estendo a mão para levantarem. – Eu sei usar e você não.
_ Michael sempre tentou lhe ensinar, mas você não queria.
_ Estou disposta a aprender.
_ Agora quem não esta disposto a ensinar sou eu e não tenho tempo a perder também. Procure outro professor. – Fala Michael dando as costa a Buffy e seguindo para fora do beco calmamente. A caçadora corre atrás dele e logo percebe que algo mudou drasticamente em seu mestre.
_ Você é meu mestre Michael. É você que tem que me ensinar. – Michael se vira para a aprendiz após um longo suspiro expressando cansaço.
_ Sou. Infelizmente sou. Mas o temo de aprender das coisas fáceis já passou. Agora a palavra de ordem é te vira.
_ mas quem vai me ensinar se não for você?
_ Somos em 4, eu, você, Andrei e Angel. Você não sabe usar, eu não vou te ensinar sobraram dois, se vira com eles. – Michael fala olhando fundo nos olhos de Buffy praticamente a desafiando a conseguir algo dele. Eles praticamente mandavam ela a conquista-lo. – Ah. – disse ele se virando para a saída. – Percebi que durante o nosso pequeno ato você me ama, pelo seus antecedente não pense que vai me ter fácil Buffy. Não vou me permitir magoar tão fácil como antes. Se me quiser de verdade vai ter que fazer por merecer.
_ Alguém acordou do lado esquerdo do caixão hoje – Tentou ironizar sendo corrigida imediatamente.
_ Vampiros civilizados não usam caixão devia saber disso.
Era obvio que Michael tinha visto bem mais do que queria falar, o que deixava Andrei ainda mais preocupado com tudo que estava acontecendo. Por alguma razão Michael tentava deixar todos que ele tinha algum sentimento afastado. Desde o começo ele notou que além de Angel Michael estava balançado por Buffy. E se esforçava para conseguir mantê-la longe. E Andrei iria descobrir o que era, enquanto Buffy o seguia ao longe apenas observando como Michael ficava muito bem de preto com um longo sobre tudo que faltava pouco para tocar no chão e um calça preta de couro reluzente com botas grossas ate o tornozelo e uma camisa de malha justa que não dava deixar de perceber o peito marcado sob o tecido. Os cabelos de Michael estavam jogados sob os ombros com uma parte presa na parte de trás deixando todo seu rosto visível. Era a primeira vez que ele surgia assim na frente de Buffy. Um desejo louco tomou conta dela de um jeito que nem ela mesma sabia explicar.
Andrei aperta o passo para acompanhar Michael e saber o que mais ele sabia que não queria contar:
¬¬_ Michael?
_ Sim?
_ Sei que você viu alguma coisa no ritual, alguns vampiros têm visões durante o ato, o que você viu? – Michael fica calado pensativo – Você prometeu que me contaria quando saísse da masmorra. O que você viu? – Ele olha para trás e vê Buffy se aproximando rápido.
_ Não posso falar aqui, me encontre no lago assim que a proteção for refeita e te conto tudo. Não deixe nem a Buffy nem a Angel te seguirem.
Michael surge por meio da multidão majestoso como sempre foi deixando todos que defendiam a cidade em silencio com a sua presença. Nunca se havia se quer cogitado que um príncipe teria um poder tão destrutivo no meio dos vampiros. Esse fato deixou muitos apreensivo com o que poderia acontecer com a ordem atual do mundo dos vampiros. Explicações precisavam ser dadas isso não se podia negar.
_ Sei que explicações precisam ser dadas, mas por enquanto temos que prezar pelo bem de todos aqui. A proteção da cidade está enfraquecendo e precisa ser refeita para que ataques como esse não possam afetar-nos novamente. Se depois do que viram aqui quiserem ir embora não os impedirei, mas devo-lhe alertar que aqui estão mais seguros do que lá foram. Qualquer Clã que tenha vinculo com Cain será alvo desses ratos de nível mais baixo do sangue do nosso criador. – um breve silencio se fez para que alguns tomassem suas decisões após um curto período Michael completou – Sabia escolha. Amanhã a meia noite na praça da cidade eu direi tudo o que precisam saber sobre o que viram por aqui. Esse fenômeno que viram hoje é uma das causas dessas perseguições. Sigam para os seus Clãs descansem tempos difíceis são chegando. – Todos obedeceram as ordens de Michael sem questionar ninguém sabia o que poderia lhe acontecer se fossem contra o que o jovem príncipe dizia. O melhor era espera e ver o que o futuro lhe ofertavam de melhor.




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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 10:27 am

X Capítulo – De Volta a Escola.







Sai da praça com a cabeça a mil. Andrei era quem ia me ensinar a lidar com o meu novo eu e aprender a mexer com os meus poderes. Michael estava com mais problemas do que poderíamos imaginar. Ninguém queria está a mercê de um tirano com poderes estranhos. Enquanto Michael tentava resolver os seus problemas eu começava a lidar com os meus. Andei tentou ser o mais doce possível ao modo dele, começando por me tirar da cama no meu primeiro dia de aula.
_ Ei! Isso machuca. – disse me levantando depois de ter sido jogada violentamente contra a parede do meu quarto.
_ Atrasada como sempre.
_ Ninguém combinou horário comigo.
_ Seu príncipe está ocupado não vai vir hoje Buffy. E já começou errando, um vampiro nunca fica desligado do mundo e você estava completamente fora dele.
_ Então vampiros nunca descansam?
_ Descansamos Buffy, mas não ficamos vulneráveis como você. O modo como estava sem conexão com o mundo exterior poderia ser morta facilmente e nem perceberia. Você é um risco pra si mesma e não sabe.
_ Veio aqui pra me ensinar alguma coisa ou pra me da um sermão?
_ As aulas já começaram no momento em que te acordei.
A frieza de Andrei me assustava. Ele não estava afim de brincar e o fato de Michael ter me deixado aos cuidados dele mostrava que Michael estava cansado de me aturar. Acho que passei dos limites não querendo me envolver nas questões daquele modelo de mundo paralelo que se abriu diante de mim. Os treinos eram cada vez mais fortes e intensos. Cada vez que eu era arremessada na parede um ódio sem tamanho me consumia.
_ De novo Buffy.
Essa frase de Andrei me causava nojo, ele não parava ate ter certeza que não havia um osso inteiro no meu corpo que ele não tivesse quebrado. Ele parecia sentir um prazer mórbido em torturar. Ele não parava ate que eu estivesse completamente imóvel no chão.
_ Você pode achar que estou sendo cruel em te treinar desse jeito, mas os inimigos de agora não vão querer saber se você tem ou não dons. O objetivo aqui é matar ou morrer e se estiver despreparada ou não dominar o básico é morte na certa. - discursa ele ajoelhado a minha frente com olhos que pareciam sentir prazer no que fazia. – Beba isso – me jogando uma garrafa cheia de um liquido viscoso familiar. – continuaremos amanhã sem atrasos.
_ Olá Buffy?
_ Angel? O que faz aqui?
_ Vim te ajudar, o Andrei tá acabando com você – pegando a garrafa e tirando a tampa do frasco e pondo em mina boca. – vamos beba tudo. Quanto mais sangue você tomar mais rápido você se cura.
_ Pelo que vejo ninguém aqui gosta de mim.
_ não diga isso Buffy, o Michael gosta de você.
_ Como? Se é ele quem pior me trata.
_ Você sempre está na defensiva, nunca dá abertura pra ele se aproximar.
_ ele tem foco em outra pessoa.
_ Já deixei de ser importante pra ele a muito tempo Buffy. Michael é senhor de si e pode escolher com quem ele quer ficar e essa não sou eu. Se você gosta mesmo dele como eu sei que gosta vi parar com esse cabo de guerra sem fundamentos e conquista-lo pra você. Michael tem que sacrificar alguém para que Cain volte a dormir novamente e acredite não facilite a escolha dele pra sacrificar você.
_ E ele pode fazer isso?
_ Pode, se a pessoa não o ajudar. Acredite você trouxe pra ele mais problemas que solução. Se ele tiver que te sacrificar pra dar um fim nas dores de cabeça que você o causou, com certeza ele o fará se pensar.
_ Eu não quero isso.
_ Então faça por merecê-lo. Ou vai perdê-lo. A decisão é sua.
As palavras de Angel nunca fizeram tanto sentido na minha vida quanto agora. Michael sempre tentou ser paciente e educado comigo mesmo quando humana e eu nunca o ajudei retribuindo o carinho. Mesmo depois do Abraço continuei sendo rude com ele e não é pra menos ele está sendo igual comigo. Ele só estava devolvendo o que eu estava lhe oferecendo. Depois de tomar o ultimo gole da garrafa meu corpo estava regenerado o suficiente para que eu pudesse andar. Fui orientada por Angel a beber mais antes de me recolher. Andrei ia vir com tudo no dia seguinte e se eu não estivesse curada o suficiente ele poderia me matar sem nem perceber. Ate parece mesmo que o objetivo dele era me matar. Andrei se empenhava pra isso. Por sorte eu consegui entender o recado e aprendi rápido a me defender e cada dia se tornava mais difícil me deixar imóvel no chão.
_ Está aprendendo a se defender, mas ainda não consegue ficar alerta o suficiente para não ser atacada enquanto dorme. – Observou ele.
_ Você já esta querendo o impossível Andrei.
_ Qualquer vampiro ate mesmo de níveis inferiores consegue se antecipar ao seu agressor Buffy, não me venha com desculpas.
As bofetadas verbais de Andrei doíam mais do que as surras constantes dele. O treinamento de Andrei era estilo treino de lutador de boxe profissional. Ele ensinava tudo que eu precisava saber de depois me forçava a repetir exatamente como ensinou e se eu errasse tudo começava do zero ate que eu acertasse e continuaria repetindo ate que o meu punho fosse dilacerado ai sim tudo parava. Michael passou semana sem se quer da as caras próximo do treinamento. Era somente eu e Andrei treinando. Angel era quem aparecia sempre.
_ Estou vendo que está avançando nos treinamentos.
_ Faz muito tempo que está olhando?
_ Não mesmo, bem, só um pouco.
_ E Michael?
_ No mesmo de sempre, cuidando da própria vida.
_ Oh.
_ Acho mesmo que ele correria atrás de você por toda eternidade? Michael não é assim Buffy. Ele se cansa fácil.
­_ Não sou difícil.
_ Não é o que parece. Sempre na defensiva, nunca baixa a guarda. Isso não é atitude de alguém que é fácil de se conquistar.
Angel as vezes me assusta com suas analises. Eu tinha aprendendo vários dons, despertei coisas que nem sabia que existia. Angel com certeza tinha mais dons que eu desconhecia e que iria querer aprender.
_ Está se curando rápido, está se alimentando bem?
_ Só o necessário.
_ O necessário não é o suficiente. Sabe disso. Não ignore as coisas, sabe que em batalha se não estiver bem alimentando bem pode sucumbir ao inimigo. Ainda está no objetivo de morrer pra se livrar dessa vida.
_ Não.
_ Não sente confiança em você. Michael não vai gostar de saber disso.
_ Vai contar pra ele?
_ Me de um bom motivo pra não contar? Buffy no final disso tudo alguém tem que morrer e acredite você está facilitando as coisas para ele em quem ele vai mandar a morte. Não quer fica com ele Buffy? Sei que você nos observa. Se o quiser já sabe o que tem que fazer pra isso.
_ Enquanto a você?
_ Não se preocupe comigo. Preocupe-se em como vai dobrar Michael.
_ Você o ama.
_ Mas sempre soube que nesse mundo ele não seria meu ao menos que fosse vontade dele. O que está claro pra mim que não é.
Angel era sincera e bem realista. Michael era muito temperamental e tinha minha atitude, nada do que dissesse a ele mudaria sua ideia. Aprende isso a duras penas. Após os treinos fiquei andando pela cidade sem rumo enquanto me “alimentava” pra recuperar dos ferimentos dos treinos. As palavras de Angel vinham na minha mente sem parar, ate eu uma trombada me fez parar e sair dos meus pensamentos.
_ Olha por onde anda – fala Michael serio depois de um suspiro pesado ao reconhecer quem era a distraída da noite.
_ Boa noite pra você também Michael. – Me levantando de onde eu havia parado.
_ Pense que estava treinando com o Andrei, e pelo que to vendo o básico você não aprendeu.
_ Ô saco, porque todo mundo pega pesado na minha percepção das coisas.
_ Deixa eu vê – pondo a mão no queixo – porque ela pode salvar a sua vida?
_ Vou me esforçar mais.
_ Acho bom.
_ Para onde vai? – perguntei ao percebe que ele se afastava rápido do lugar.
_ Ficar longe de você.
_ Espera Michael.
Michael para e fica esperando que Buffy se aproxime para dizer o que queria. Ela vem de cabeça baixa e para bem próximo a ele. Michael continuou parado esperando que eu dissesse algo para mudar a situação que nos encontravamos. Eu nada disse, apenas o beijei. Esperava qualquer reação dele pra me rejeitar naquele momento, apenas senti que ele ficou sem ação ao que estava fazendo e apenas deixou rolar a principio. Ele me surpreendeu com uma de suas mão na minha nuca e intensificando ainda mais o beijo, Michael estava deixando claro que aquilo era apenas o começo pra muita coisa e que não iria parar por ali. Naquela altura estávamos ofegantes.
_ Temos uma trégua?
_ Nunca estive em guerra com você.
_ Não era o que parecia
_ Eu salvei a sua vida Buffy. Se você não se tornasse o que é agora Andrei iria matar você. Se você não gostou do que fiz, saiba que eu também não gostei, mas não tive escolha era isso ou você não estaria aqui. – Michael passa a mão em meu rosto e sai o mais rápido que consigo ver, algo o angustiava e eu não sabia exatamente o que era. Por essa eu não esperava mesmo Andrei queria me matar? Isso explica do porque dele me deixar sempre em más condições após os treinos.
Michael tem seus mistérios deve ser por isso que Angel o ama tanto. Depois dos treinos eu estou conseguindo ver algo nas pessoas que antes eu não enxergava. Com certeza a vida ou melhor a não vida de vampiro era interessante. Tentei o seguir, mas ele como sempre conseguia fazer qualquer um perder seu rastro antes mesmo de entender o que tinha acontecido. Sem muita alternativa comecei a me dirigir ao centro da cidade onde um grande numero de pessoas se reuniam esperando por explicações que Michael e Andrei teriam que dar e não demoraria muito para isso acontecer. A multidão estava impaciente querendo respostas para suas perguntas. Ninguém queria virar refém de ninguém, principalmente de alguém que tem uma poder tão destrutivo quando o da Aurora. O medo tomava conta de todos na cidade, ninguém conseguia entender o que estava acontecendo e Michael tinha que esclarecer o que era para o pior medo de todos.





XI Capítulo – Explicações








A meia noite em ponto a praça principal estava cheia, todos queriam uma explicação do que estava acontecendo. Michael, Andrei e Angel estavam lá com todas as respostas que eles tinham e poderiam dá. Michael mantinha a cabeça baixa como que estivesse pensando no que dizer, era nítido o ar de angustia no rosto não só dele, mas também de todos a sua volta.
_ Ouçam todos, sei que estão com medo e não querem ser prisioneiros aqui. Nós também não queremos. – Andreí começou o discurso.
_ Ninguém é prisioneiro? E essa coluna de fogo que nos cerca? Não faz isso do ligar uma prisão?
_ Não, não faz. – explica Michael. – Quem quiser sair pode sair quando quiser, é apenas uma barreira de proteção para quem nos persegue.
_ Como o fogo entra nessa historia? Eu vi gente sendo queimada viva aqui.
_ Só sofrem esse tipo de consequência se você não for convidado, se ainda está aqui é porque você é um convidado meu.
_ Nos foi prometido que estaríamos seguros aqui e em menos de uma semana dois ataques aconteceram, todos com fogo.
_ Como todos sabem há um inimigo que vem nos caçando sem pena. Eu fui sequestrado por ele nesse período e quase foi morto – Todos ficaram chocados. – Por sorte consegui escapar e voltar para cidade. Aqueles que foram atacados foram justamente os que me perseguiam. – Explicou Michael.
_ Senhor – Pede atenção uma mulher – Todos nos somos vampiros a séculos e nunca vimos um vampiros controlar o fogo como você e ela controlam – Apontando para Buffy. O que você é?
_ Um vampiro como qualquer outro – Explica Andrei – Mas eles tem um dom.
_ Que dom é esse?
_ Quando Caim foi punido por matar seu irmão três anjos vieram a ele para conceder-lhe perdão. Um deles era Rafael. Esse anjo lhe afligiu a maldição que todos têm ciência que é a mais fatal para nós. Porem Rafael não deixou apenas uma maldição, mas também uma arma de ataque ou proteção. Após Caim ser amaldiçoado é que se teve noticias do primeiro escolhido de Rafael.
_ Escolhido de Rafael?
_ A cada 300 anos Rafael escolhe um humano para carregar a chama dele em seu corpo, assim que ele é abraçado essa chama se manifesta. Os antigos a Chamam de Aurora. A Aurora só se manifesta em pessoas de coração justo e de boa índole. O portador passa a ser defensor de um Clã. Em grandes batalhas ele pode evitar a extinção de um Clã inteiro, o Clã dos Capadocian sobreviveram a tantos ataques por que alguém do seu meio manifestou esse dom. Novamente esse Clã fora agraciado com não só um mais quatro portadores desse dom.
_ E pra quê precisamos de seres assim.
_ há uma lenda muito antiga que Cain acordou na época da idade das trevas, antiga idade media, na Grécia antiga. Ele cometeu uma devastação tão grande na região que praticamente não sobrou ninguém vivo ou não vivo para contar a historia. O desempenho de um grupo conseguiu por novamente em Topor. Entre um deles tinha um ser com dom da Aurora. Essa mesma lenda diz que apenas um sabe a localização correta de onde Cain estar e que ele pode mudar o Clã e quem conseguir desperta-lo terá esse presente. O que muitos não sabem é que com a fome de Cain um verdadeiro genocídio. É isso que estamos tentando evitar. Quanto mais escondidos ficarmos melhor. Menos riscos corremos.
_ Quem são essas ameaças?
_ Anarquistas.
_ vampiros de classe baixa? É isso?
_ Sim, é isso.
_ Não queremos ser prisioneiras aqui.
_ E não são – Afirma Michael – Podem ir quando quiserem, mas não vale a pena sair la fora com esses homens mal intencionados. Um deles me sequestrou e está sendo ajudado por um Tremeres e se só não descobriram quem eu era e os segredos de Andreí se não tivesse conseguido fugir. Então eu os aviso, quem quiser ir embora podem quando quiserem, mas é por sua conta e risco. La fora serão alvos fáceis.
_ O que podemos fazer para ajudar?
_ A única forma é que vocês lutem pelas próprias vidas, muitos Clãs não são lutadores, mas podemos transforma-los. Não será fácil sobreviver, pois a cada duzentos anos aparecem mais e mais Anarquistas querendo desperta o nosso criador. E como já foi dito antes há um risco muito grande de se tornar uma carnificina.
_ Nesse mundo senhor Jackson tudo há um preço. Nada vem de graça. O que quer em troca?
_ Apenas o que vocês sabem fazer melhor. Sobreviver.
_ Temos dons que podem ser uteis a você. Podemos ensina-lo?
_ Sua oferta foi aceita, nada será mudado. A mesma proteção que estão recebendo continuar igual. Quem não quiser continuar aqui não será impedido, mas eu não poderei protegê-los lá fora. Eu criei uma barreira de fogo invisível que os que não foram convidados a entrar não podem ultrapassar. Estão seguros. Darei um tempo para decidirem se querem ou não ficar. Quem quiser sair poderá sem empecilhos, mas terão que caçar seu próprio suprimento.
Michael saiu da praça com a mesma velocidade que chegou, Buffy não conseguiu acompanha-lo, nada poderia ser explicado melhor do que fora. Andrei e Angel tiravam todas as duvidas dos que ainda tinham questões em suas mentes não esclarecidas. Muitos queriam ir embora, outras sabiam que a melhor opção era ficar. No meio daquele fogo cruzado todos tinham alguém que haviam perdido alguém na caminha e não estava fácil. Vários Anciões não entendiam o tamanho do problema e preferia que o seu Clã fosse jogado ao leões para tentar a sorte.
_ Michael temos um Clã pronto pra partir. Eles não podem sair.
_ Não vou impedir que saiam, também não vou pedir para que fiquem se essa foi a escolha deles.
_ Eles serão mortos lá foram.
_ O Clã não é dos grandes, o numero deles aqui é pequeno com certeza deve ter mais deles lá fora não será de grande perda.
_ Alguns estão sendo forçados a ir contra a vontade.
_ Se conseguir que algum fique escondido não iriei repreender ninguém.
_ Michael você está tão diferente, o que houve? – pergunta Angel tentando ser o mais sensual possível pra conseguir que ele fale – Quer me contar? Deslizando as mãos por entre o pescoço e peito de Michael que chega a pender a cabeça pra trás com a caricia.
_ Você sempre consegue o que quer? – pergunta ele com o olhar fixo no dela.
_ As vezes. – riso de canto de lábio.
_ chame Andrei pra mim e eu conto tudo pra vocês. Seja discreta.
As coisas estavam se complicando com o passar do tempo. Muita coisa precisava ser feita antes que tudo tivesse um desfecho eu ele não gostaria de ver. Angel trouxe Andrei como Michael havia pedido ate o local onde ele estava. Tudo precisava ser feito o mais discreto possível ou tudo estaria perdido para sempre.
_ Porque me chamou aqui Michael?
_ Andrei Cain vai ser liberto hoje a noite.
_ Como? Não entende.
_ Eu vi em meu ritual com a Buffy que ele vai ser liberto pelas mãos dela.
_ Ela vai nos trair?
_ Ao que parece sim.
_ Há como impedir isso?
_ Ela não pode ficar sozinha de forma nenhuma. Não a deixem sair da cidade e não a percam de vista.
_ Ela devera ter morrido naquele dia que viemos pra cá.
_ Não Andreí, ela era a única que tem o poder da Aurora forte o suficiente pra impedir que Caim se levante. Nenhum outro humano que visitei tinha um poder assim. Precisamos dela. Por isso não podemos deixa-la sozinha.
_ Eu vou atrás dela – Se prontifica Angel sentindo que o amado está escondendo mais do que está contando.
_ Tem certeza que viu certo?
_ Parecia um filme Andreí. Vi tudo que se passava. Eu a quero aqui.
Angel se dirigiu ate onde a caçadora estava pra leva-la ate Michael.
_ Onde está Buffy?
_ Ela foi com o Clã ate os portões de fogo da cidade.
_ Droga.
Angel correu por toda a cidade atrás de Buffy. Todos os becos e vielas possível para ver se a viam em algum lugar antes de chegar a saída da cidade. Um grito pode ser ouvido a uma distancia não muito longa de onde ela estava.
_ Buffy.
A jovem vampira queima toda sua fonte de energia pra poder chegar antes que o pior aconteça com a caçadora. Através dos seus poderem ela tenta avisar Michael e Andrei para que eles a ajudem a salva a Buffy. Angel ver a cena em que a caçadora tenta se defender dos seus agressores. O mesmo Clã que não concordavam em ter um vampiro de Dons superiores ao dele no comando.
_ Não acredito que vocês estão fazendo isso. – Esbravejou a caçadora – Ele os protegeu e é assim que retribuem?
_ Pequena criança você não sabe de absolutamente nada. Você só esta viva ainda por que o seu mestre precisa de seu sangue pra o inevitável. Mas eu posso ajudar, junte-se a mim e eu lhe darei sua vida humana de volta.
_ Ninguém tem esse dom. Nunca vi um vampiro voltar a ser humano. Nem depois de morto. – Grita a caçadora enquanto tenta se defender.
_ como queira. Mas você virar comigo por bem ou por mal.
_ Não Buffy, não.
Angel conseguiu chegar a tempo de evitar um sequestro, mas foi em vão. Ela se jogou na direção deles, que contra atacaram com um dos seus dons que a jogaram longe em uma parede cheia de lanças que serviam de guarda para uma propriedade. Um golpe foi desferido na cabeça de Buffy que desmaia imediatamente. Os rebeldes saem da cidade e a levam consigo. Michael e Andrei chegam logo após eles desaparecerem na escuridão.
_ Não Angel, não. – Gritou Michael em desespero ao ver sua precisa mestre se esvaindo em sangue presa a uma parede de estacas. – O que fizeram com você – Em lagrimas.
_ Eles a levaram.
_ Eles quem?
_ O clã que estava saindo da cidade, foram eles que me atacara e a levaram – Falando com dificuldade.
_ Eu vou curar você meu anjo.
_ Você não pode, meu fim chegou Michael. Não deixem que libertem ele. Me promete que fará isso por mim. – Angel pende a cabeça para o lado nos braços de Michael e se transforma em pó dourado que é soprado pelo ar. - Começou Andrei, o nosso fim começou. Caim vai se levantar.....




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:38 am, editado 4 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 10:34 am

XII Capítulo – Traições.









Michael permanece ajoelhado chorando a morte de sua mestra tão prematura. Muitas das lendas em que se diziam que ao matar um vampiro que foi gerador de outro a sua cria voltava a ser humana. Mas com a “morte” de Angel isso não aconteceu.
_ Trás ela de volta Andrei, trás Ela de volta, por favor. – Implora Michael ao mestre de sua mestra.
_ Não posso Michael, me desculpe.
_ Porque não pode? Porquê? – Grita ele exteriorizando toda a sua dor presa em seu peito. – Não pode ou não quer? – interroga ele.
_ Angel não quer voltar.
_ Está mentindo.
_ A situação é mais seria que possamos imaginar. Eu explico depois.
_ Por isso que ela nunca gostou de você, só pensa em si mesmo.
_ Michael?
_ Pode me deixar Andrei não preciso de você. Quando tudo isso acabar não serei obrigado a olhar pra você nunca mais.
Andrei tinha os seus segredos sombrios , mas ele sabia lidar com situações complicadas. As coisas não estavam fáceis para o quarteto, Buffy foi levada a força e precisava voltar e logo, a única que conhecia camuflagem e táticas de invasão ser Angel e com certeza Michael não iria permitir que nada de ruim acontecesse a ela. Ciente disse Andrei tinha que arrumar uma forma de que Buffy fosse resgatada. Andrei ver Michael se afastando rápido do local visivelmente abatido, tudo estava dando errado naquele momento.
_ Já pode sair Angel. – Lhe jogando uma garrafa de sangue fresco. – Ele me odeia sabia?
_ Ele vai superar no final.
_ Vai deixar a Buffy ficar com ele assim de graça?
_ Aquela retardada gosta dele e vice versa. Michael gosta de desafios, mas se cansa rápido. E eu precisava saber o que ele realmente sentia em relação a mim. E claro que é só atração por ela nada mais. – dispara ela enquanto toma dose generosa da garrafa.
_ Desde que não sobre para mim ter que explicar pra ele o porque dessa loucura tudo bem. – Observa Andrei com os olhos fixo no nada. O velho mestre sabia que seria difícil explicar para todos os fatos.
_ Está preocupado com o que Andrei? Você foi um ótimo mestre. – Conforta a jovem que observa o mestre ao longe.
_ Tive que ensinar você e ele ao mesmo tempo lembra? – Recorda Andrei com dor em sua face. – não foi nada fácil ter dois discípulos, mas não podia te negar ajuda.
_ Eu sei Andrei. Mas você conseguiu. Michael não me sentiu enquanto conversávamos. – explica ela orgulhosa de si mesma pelo feito.
_ É, mas quase te descobriu porque não queria ir embora. Quase não consigo manter o disfarce.
_ Mas deu tudo certo, o tempo é curto temos que correr antes que eles descubram onde Caim está.
_ Você fará tudo por ele não é mesmo Angel.
_ Não o tirei do inferno astral em vida dele para acabarmos assim.
_ Seja rápida. Michael é esperto não vai aceitar por muito tempo essa historia. – observou Andrei preocupado.
_ Arrependeu?
_ De que?
_ De ter me abraçado? – Observa a expressão do velho caçador – Já que não fiquei com você como era previsto.
_ Nunca me arrependo de nada que fiz Angel. Perder você não foi fácil, mas já aceitei que não posso ter tudo que quero sempre. Devia saber disso.
_ Eu sei, mas vejo que Michael anda arrependido de mais de alguma coisa que não sei o que é.
_ Ele quer você isso é um fato.
_ Mas também quer ela – observou.
_ Isso nunca foi problema pra você minha cara, preocupada agora?
_ Se eu tiver que dividir ele faço sem problema.
_ Você vai ter que libertar seu discípulo um dia Angel. Não pode segura-lo por muito tempo. – Constatou Andrei. – Eu tampem não pude te segurar. Não o force a ficar com você.
_ Não o forço Andrei, se ele quiser ficar ele vai ficar porque quer não porque o obriguei. – desabafa ela – mas não sei se fui boa o suficiente para ele continuar comigo.
_ Você é sim, nunca vi uma relação durar tanto quanto Michael e você. – consola – muitos novatos matam seus mestres ou assim que eles os libertam some e ninguém se quer tem noticia.
_ Era pra eu ter feito isso com voe não é?
_ Só que não o fez. Vamos para de perder tempo com coisas fúteis e vamos resgatar a cabeça oca antes que o mundo acabe.
Angel era mais que uma vampira comum como muitos imaginavam. Ela era uma caçadora de Anarquistas e uma das melhores que já existiu. Suas habilidades eram de espantar ate mesmo o mais experiente caçador treinado. Seus olhos conseguiam ver o que ninguém mais enxergava. Angel conhecia cada clã com muito mais detalhes que nenhum outro caçador conhecia. O modo como cada uma agia e se comportavam ela conseguia ver e identificar por quanto tempo eles haviam passado. Enquanto a oculta vampira segue atrás de rastros de Buffy. Os Anarquistas seguem com o seu plano mesquinho. Eles perderam muito tempo com Michael preso sem tirar o sangue dele e localizar Caim e não cometeriam esse erro novamente.
A caçadora e levada para o Tremeres que assim que a vê bebe seu sangue com vontade. Buffy ainda esta desacordada e não oferece nenhum risco de escapar para eles a dose de verbena injetada no corpo dela foi alta o suficiente para causar a morte de qualquer vampiro normal sem os Dons da Aurora. O Tremeres quase seca a caçadora na sua sede, já que desde a fuga de Michael que ele não era alimentado. Ele começa a falar em estase.
_ Fogo, escuridão.
_ Fogo e escuridão? O que isso quer dizer?
_ Deixe ele falar.
_ Uma tumba de pedra jaz uma caixão, dentro dele há um homem acorrentado.
_ É Caim, onde ele está?
_ Vejo uma cidade em ruínas, queimando em fogo.
_ Queimando em fogo? Onde fica isso.
_ Montanha cuspindo fogo. Pessoas morrendo. Sepulcro aos pés da montanha
_ Que lugar é esse?
_ temos que descobrir, pois é lá que Cain está.
Uma busca desenfreada foi feita para conseguir localizar o local que o tremeres se referiu se deu inicio. Angel estava quase próximo ao local do esconderijo deles, sabia que não poderia falhar. A vida de todos dependia de seus atos. Por sorte Buffy ouviu tudo que se passou ali, o efeito da verbena estava passando e devido a quantidade de sangue que lhe fora retirado ela não conseguia se mover ou falar alguma coisa, mas a caçadora sabia exatamente onde era o local. Pompéia. Para a sorte de Angel Buffy era fácil de se rastrear e ela não teve dificuldade para encontrá-la. Angel consegue entrar o esconderijo e começa a se esgueirar por entre os recintos em busca de sua missão. Jogada no chão de um dos locais lá está Buffy inerte.
_ Ai você sempre dando trabalho não é Buffy? – Se aproximando da bela caçadora. – Vamos embora antes que arrume mais problemas. - A pondo em suas costas.
_ Eles descobriram onde um tal de Cain está. – Revela
_ O que? Como assim.
_ Eles viram no meu sangue uma cidade em chamas.
_ Isso não é bom, isso não é bom. – Angel sai com Buffy nas costas da mesma forma que ela entrou. Ela se movimentava o mais rápido que podia com um peso extra nas costas, a velocidade só poderia ser aumentada se Angel se alimentasse mais, mas com Buffy quase inerte em seus braços o tempo era muito curto pra pequenas regalias.
Angel chega a cidade como um raio em busca de Andrei e com Buffy nos braços.
_ Andrei, encontraram ele – Gritava ela - Encontraram ele. – Angel não se deu conta de que Michael poderia está próximo
_ Angel? Você ainda está aqui? Como? – Surpreso.
_ Eu explico tudo depois Michael, temos problemas descobriram o local onde Cain está.
_ Como eles conseguiram.
_ Pelo sangue da Buffy.
_ Droga – Xinga ele.
_ O sangue dela está muito diluído as informações eles demoraram pra descobrir. – disse Andrei constatando a relação de níveis de abraço.
_ Eu sei onde ele está. – Disse Buffy se arrastando do chão com dificuldade.
_ Onde Buffy? Onde?
_ Eles falaram de uma montanha que cuspia fogo e um sepulcro.
_ Droga é Pompéia.
_ O que tem Pompéia?
_ Quando a cidade desapareceu em 79. A.c com a erupção do Vesúvio. Tomamos a decisão esconde-lo aos pés do vulcão em uma parte que seria impossível um ser humano ou vampiro chegar. Com o passar do século o vulcão teve outras erupções menores que selaram a entrada do sepulcro. Mesmo que consigam chegar lá demoraram muito tempo para encontrar a entrada o loca é muito vasto e o vulcão está inativo, mas se for feito algum tipo de investida do na base ele pode desertar e fazer uma tragédia ainda maior. Cain seria apenas mais um problema perto da catástrofe dele.
_ Temos que ir pra Pompéia logo.
_ Eu faço as malas e os outros?
_ Enquanto eles estiverem dentro do domo de fogo da aurora estarão seguros.
_ Gente? Eu preciso de ajuda aqui – Pede Buffy caída no chão quase imóvel.
_ Ah, alguém da uma garrafa de sangue pra ela.
Uma correria toma conta do grupo, o tempo não poderia ser perdido de jeito nenhum, as coisas estavam complicando e nada poderia dar errado. Michael estava feliz porem queria respostas. Angel teria que dar. Buffy por sua vez tinha se alimentado e já estava melhor pronta para a briga. Ela vai ate o seu mestre para saber se pode ser util.
_ Posso ajudar em algo?
_ Pode.
_ Pode falar.
_ Pode ajudar ficando longe de encrenca Buffy. – Pegando no rosto dela com força – Desde que te abracei não teve um dia que eu não me arrependesse desse ato. E você não tem feito nada para que eu mude de idéia. – Michael a larga com violência e sai de perto dela.
_ Eu te amo Michael.
_ Me convença – Diz ele sem olhar pra trás. – Porque eu duvido muito que seja verdade.




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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 10:47 am

XIII Capítulo – Libertação







A irritação de Michael não era só porque Buffy pra varia não estava ajudando o grupo e sim porque Angel havia o enganado. A jovem sabia que havia pisado na bola com o pupilo, mas era por uma boa causa, será que ele entenderia? Michael olha serio para Angel que entra calada nos aposentos dele, estava visivelmente de cabeça baixa.
_ Mandou me chamar?
_ Porque fez isso?
_ Desculpe-me, não queria que fosse assim.
_ Não gosto que me traiam Angel.
_ Eu sei, mas a missão era suicida e não queria que você se preocupasse mais do que já está. – tenta justificar ela enquanto Michael olha atônito com tudo.
_ Me destruindo por dentro não iria causar dor?
_ Perdão Michael.
_ Você foi tudo que me restou Angel. Não tenho mais ninguém nesse mundo, não posso voltar para a minha família, para os meus fãs, só me restou você.
_ Eu sei Michael.
_ Não, não sabe. Porque me faz sofrer.
_ Me perdoa Michael?
Michael não disse mais nada, apenas se virou e saiu de frente da sua mestra. Seus olhos estavam vermelhos e seu rosto tinha rastros de lagrimas sangrentas. Era visível que ele estava ferido em seu coração, Angel tinha certeza que iria demora muito ate ele a perdoar e isso levaria o tempo que fosse necessário. Michael se tranca dentro de seus aposentos e passa algum tempo pensativo sobre tudo o que está acontecendo, a traição não era das maiores que ele já tinha passado, mas mesmo assim doía muito. Enquanto tudo acontecia em paralelo, Andrei procurava agir o mais rápido que podia após os últimos ocorridos. Uma caravana foi montada as pressas com o suprimento suficiente para a viagem. Era imprescindível chegar antes dos Anarquistas ate as ruínas de Pompéia . Tudo estava pronto para partirem.
_ Como estão as coisas Andrei?
_ Está tudo pronto. Já podemos partir.
_ Então vamos – pegando a mochila e saindo encontrando com Angel na entrada do veiculo. – onde pensa que vai?
_ Vocês vão pra Pompéia e eu também vou.
_ Não você não vai.
_ Porque Michael?
_ Por dois motivos Angel.Você não foi convocada.
_ convocada? Não preciso ser convocada pra uma missão Michael, ainda mais essa que é muito importante para nós.
_ Voce não vai.
_ E porque que a Buffy vai? – Apontando pra caçadora que chega correndo visivelmente atrasada.
_ Eu a chamei Angel.
_ Você está fazendo isso pra me punir não e mesmo Michael?
_ E se tiver? – olhar fixo nos dela.
_ Você não é assim. Não foi esse Michael que eu conhece.
_ As pessoas mudam Angel, aprende isso a duras penas.
_ Está acontecendo alguma coisa Michael e eu vou descobrir, você não era assim a poucos dias está mudando ate comigo muito alem do que esconde.
_ Faça o que quiser, a cidade precisa de uma guardiã e você vai ficar querendo ou não. – Michael entra do veiculo e manda sair dai, Angel fica olhando sem ter o que fazer ate quando senti uma mão familiar em seu ombro. Andrei.
_ Michael está magoado com a gente.
_ Falou. Expliquei pra ele, mas ele queria que fosse comunicado a ele.
_ Eu não quero ficar.
_ então não fique, Michael não precisa saber, nos dê uma dianteira e siga a gente. A Buffy não tem experiência pra lidar com isso, você tem. Toda ajuda será bem vinda.
_ Ele vai me matar.
_ Não vai não. Ele ainda te ama Angel. Vai ser difícil ele substituí-la no coração dele. Faça o que for necessário para que tudo volte ao normal. Ele é duro na queda, mas vai ceder. Lembre-se nos de uma dianteira e vá atrás. Tome essa é a localização exata de Pompéia - entregando uma coordenadas em um pedaço de papel – É pra lá que estamos indo chegue lá antes da gente. Sabe como não é? Não deixe que a sigam, ainda tem muitos inimigos infiltrados entre nós.
_ Eu sei.
_ Boa sorte.
Andrei aperta o passo para acompanhar a comitiva de Michael que já estava a um distancia considerável. Era obvio que o novato estava ofendido para com sua amada e que estava tentando de uma maneira nada ortodoxa castigar ela e Andrei sabia que aquele cabo de guerra iria longe.
_ Disse o que a ela? – Vendo Andrei se sentar ao surgir do nada ao seu lado no veiculo.
_ Nada que você não saiba Michael. – Michael suspira pesado ao lado de Andrei. – Não seja dramático Michael, você já foi traído pior que isso e sobreviveu. A Angel não te traiu pra você está cm esse mago toda. E já parou pra pensar que para o mundo de onde saiu você estando vivo também está enganado a todos?
_ Eu sei – Cabisbaixo.
_ Então decida o que você quer da sua não vida. Ficar de olho grudado na Buffy praticamente a comendo com os olhos e torturando a Angel por não saber quem você quer não ajuda em nada. Você tem uma eternidade pra viver e não pode passar a vida nesse chove não molha. – Michael mantém o olhar fixo em Andrei, parecia que o jovem/antigo vampiro estava vendo o seu coração.
A viagem segue sem muitos problemas, Michael e Andrei conseguem chegar as províncias romanas antigas, era obvio que algo de ruim estava acontecendo. Andrei viu alguns enterros coletivos sendo feitos e uma expressão de terror nos rostos dos habitantes locais.
_ Isso não é bom, não é nada bom.
_ O que foi pergunta Buffy sentindo uma tensão no ar.
_ Anarquistas. Já chegaram aqui. – Constata Andrei observando um corpo caído do lado de uma lixeira em um beco. Haviam marcas por todo o corpo de todo tipo de ferimento. Dentes, facas, agulhas e outros materiais perfuros cortante.
_ Temos que nós apressar.
A localização de Pompéia era distante de onde estavam. E pelo rasto deixado eles já poderiam ter chegado. Todos usaram seus Dons para conseguirem chegar a temo de impedir o pior. A noite já ia alta na antiga cidade quando eles chegaram tudo estava quieto, quieto de mais pra um local semi habitado e com visitação de turistas.
_ Está ouvindo isso? – Pergunta Andrei atento a toda movimentação do local.
_ Não tem nada aqui. Não há nenhum animal aqui – responde Michael procurando algum ruído.
_ Temos que ficar alertas, estão aqui em algum lugar nos observando de longe para que o levemos a entrada.
_ Você sabe onde está Cain?
_ A região mudou muito Michael não tenho certeza se a entrada da caverna ainda está acessível. No dia que o prendemos o vulcão explodiu e varreu tudo que está a sua volta. Pessoas ficaram sepultadas em lava fervente e após o resfriamento as foras e só ossos delas sobraram pra conta a historia.
_ Não podemos ser vistos Andrei, ou irão saber o lugar se o encontramos.
Os anarquistas estavam a espreita como Michael suspeitava todo cuidado era pouco para eles. A região era vasta e não havia como localizar essa tumba sem algo que pudesse ter como referencia. Andrei sabia localização, mas como a suspeita de que eles estavam sendo observados era enorme obviamente que não poderiam entregar onde era. Andrei também tinha a plena certeza que não poderia ser capturado ou seria o fim. Um jovem rebelde estava próximo ouvindo tudo e não tardaria em repassar a informação.
_ Mestre? – Aparece correndo do nada um jovem que estava vigiando a região.
_ O que foi? – Diz o líder dos Anarquistas.
_ Sim, Andrei está aqui com um amigo.
_ O que ele faz aqui? – Espantando com a noticia.
_ Se Andrei está aqui é porque estamos no lugar certo, Cain está aqui. – Diz uma aliada dos rebeldes.
_ Temos que localizar a tumba.
_ Eu os ouvi dizendo que era próximo ao vulcão a entrada da tumba. – Completa o jovem com um precisa informação.
_ Se a tumba está aos pés do vulcão então iremos encontrar, estamos em maior numero acharemos fácil essa entrada. Vasculhem tudo só parem quando achar estrada da tumba. Hoje o nosso criador será liberto de sua prisão e nós finalmente teremos nossos dons.
Michael e Andrei patrulhavam as redondezas do vulcão e ouviram alguns gritos e som de espadas se chocando. Alguns anarquistas conseguiram achar a porta de entrada e estava conseguindo abrir a tumba onde Cain estava Angel que já fazia algum tempo que os observava resolveu impedir, mas sozinha ela não daria conta. Michael viu Angel lutando e não acreditou no que viu.
_ Que abertura é aquela li no pé do vulcão – Apontou Buffy percebendo que a luta ali travada por Angel não era tão em vão assim.
_ Essa não é a entrada da Tumba. Temos que ajudar ela a impedir que abram.
A caverna internamente havia ficado intacta, nada havia acontecido ao habitante em seu interior. Um Urro pode ser ouvido vindo de dentro da tumba indicava que o seu morador estava vivo e bem acordado.
_ Temos que ser rápidos Cain está acordado ele não pode sair da caverna.
_ Outra erupção não seria uma má idéia. – Completa Angel se juntando ao grupo.
_ Eu pedi par que não viesse Angel.
_ Não é hora pra DR Michael. Depois conversamos sobre isso.
Na entrada da caverna havia uma inscrição que fora cunhada por Andrei em 79. a.c quando Pompéia fora destruída. Que dizia “apenas o sangue puro antigo poderá abrir essas portas”. Se os Anarquistas descobrissem o que significava aquelas palavras o mundo estaria perdido, Andrei era o único que poderia abrir as portas. Enquanto eles vigiavam a entrada da tumba. Andrei sofreu um ataque misterioso no meio da noite sendo ferido gravemente e perdendo uma quantidade de sangue significativa. Por sorte Angel viu o que aconteceu embora não conseguirá ver quem o atacou. A reserva de sangue que ela trouxe ajudou o seu mestre a se recuperar. Mas o pior havia acontecido.
_ Conseguiu o que eu pedi?
_ Sim meu senhor. – Entregando recipiente com o sangue de Andre as portas das tumba ele passou o liquido viscoso onde fundia a porta que logo começou a estremecer o local.
_ Que o nosso criador se levante e que o mundo conheça a irá de Cain....



XIV Capítulo – Desolação







As portas da tumba se abrem como que por pura magia, um urro fero se houve do interior da caverna causando receio em quem assistia a cena. Pouco tempo depois uma criatura com formas humanas surge a porta se arrastando para fora. Sua atual aparência pouco lembra de um jovem d vinte e poucos anos que matou seu irmão com crueldade no inicio dos tempos. Ele se arrasta ate m dos Anarquistas que o olha com desdém sem saber a real noção do perigo em qe enfrenta.
_ Foi atrás disso que viemos? Um velho que na se agüenta de pé? – Zombou ele pela ultima vez.
O Velho voa sobre o Anarquista que é pego de surpresa sem chance de escapatória, Caim lhe quebra o pescoço e o arranca dôo tronco com uma facilidade que chega assustar. Michael, Angel, Andrei e Buffy apenas observam tudo sem reação. Caim seca o Anarquista que tem o corpo lançado aos pés de seus companheiros estrebuchando pela dor da morte o antigo mestre permanece com o coração do jovem na mão. A crueldade da cena choca todos que estão ali alguns tentam recuar com receio do que pode lhes acontecer.
_ Vamos sir daqui – sussurra Angel para os demais de vão se afastando lentamente para não serem visto.
_ E agora, o que faremos? – Questiona Michael.
_ Não há o que ser feito a não ser colocá-lo de volta naquela tumba. – Analisa a situação Andrei com recordações vividas em sua mente.
Andrei fora o único que escapou com vida da ultima vez em que Cain se levantou no mundo, mas ele pagou um preço muito alto pela libertação do mundo naqueles dias e iria pagar outro ainda maior nos dias atuais. Todos algum dia já tiveram famílias e por alguma razão tiveram que abrir mão dela. Os olhos de Andrei se fixam e Angel e uma lagrima sangrenta começa a escorrer em seu rosto.
_ Eu não vou te perder dessa vez – Diz Andrei com uma das mãos no rosto de Angel – De novo não. – O abraço dele chega a ser to forte que parece que ele quer que ela entre em seu corpo. Michael assiste a tudo sem entender absolutamente nada do que se passava ali. Será que o homem sensato, cheio de sabedoria e conhecimento e as vezes frio já teve algum passado que ele nunca contou. E o que a Angel tem haver com isso. Porque essa demonstração de carinho e sentimento assim tão do nada. Perguntas pipocavam na cabeça de todos naquele momento, mas a prioridade agora era conseguir um lugar para se esconder.
_ E aqueles anarquistas? – Pergunta Buffy inocentemente.
_ Eles escolherão destino deles. – Correndo ate a cidade mais próxima – Apaguem seus rastros e tentem ocultar Maximo de cidade que puderem essas pessoas não merecem o fim que se aproxima.
Andrei não estava errado quanto a escolha dos Anarquistas. A sede cega de Cain secou e matou todos os que estavam a porta da tumba. O antigo mestre não era mais um velho indefesa sem forças agora ele estava com sua forma inicial e tinha muita fome.
_ Ora, ora, ora. Meu antigo carniçal está de volta e pelo que vejo trouxe sua descendência junto. Que ótimo Andrei temos nossas contas para ajustar e será um prazer matar sua família de novo.
_ Não se eu puder evitar – diz aos berros causando medo em todos a sua volta que pararam de correr quando Andrei cai de joelhos com as mãos na cabeça.
_ Tudo bem Andrei?
_ Ele está na minha mente, assim como fazia no passado – tentando se levantar. – não podemos ficar aqui temos que ir embora.
_ Não podemos deixar Caim solto. – rebate Buffy.
_ Não podemos ser mortos por ele temos que ter um plano para vencê-lo antes. A besta dentro vai demorar alguns dias para se acalmar ate querer sangue humano. Eu vi alguns vampiros aqui, eles serão suficientes para alimentá-lo. Não podemos ficar em se caminho enquanto a fome fala por si.
_ Andrei está certo, se ficarmos aqui eles nos mata. – Correndo par o mais longe que podia de Cain.
_ E aqueles anarquistas? Tinha uma boa quantidade lá. – Andrei se levanta e dá uma baita tapa no rosto de Buffy que cai no chão sobre as pedras.
_ Criança burra, você acha que ainda tem alguém vivo lá com um vampiro que está a mais de 1900 anos sem beber sangue? – Berra Andrei na cara de Buffy que segura o rosto dolorido da pancada - Se quiser se matar vá sozinha. Alias não serei cúmplice nesse seu suicídio, você nunca quiser ser uma vampira então vá e morra nas mãos de Cain. E me poupe o trabalho de cuidar de alguém que não sabe a que mundo pertence. - Era obvio que algo teria ser feito, mas não poderia ser de qualquer forma. Sobreviver era fundamental naquele momento e nenhum tipo de besteira feita poderia custar a vida. Michael estava igualmente perdido nos fatos recentes.
_ Então o que devemos fazer? Não podemos deixar o mundo acabar assim. – Questiona Angel tentando encontrar uma luz em tudo aquilo.
_ Eu sei Angel. Não podemos morrer aqui isso é um fato, ou nada do que fizemos valerá a pena. Por hora vamos nos manter vivos e sem confronto com Cain. Cain é um vampiro novo de sangue muito puro, ele tem todos os dons de todos os Clãs se tentarmos enfrentá-lo sem um plano ou ficarmos muito tempo no mesmo lugar seremos secados .
_ Assim seremos covardes.
_ Buffy caa essa boca. Você só enfrentou vampiro meia boca e acha que todos sã iguais, nem parece que viu o que aconteceu com aquele rebelde La trás. Você acha mesmo que com água benta e uma estaca vai conseguir por ele pra dormir, ô sem noção? Eu perdi meio continente europeu na idade media antes de conseguir prende-lo aqui em Pompéia. Essa mulher me irrita. – Esbraveja Andrei. Alguém cala a boca dela antes que eu o faça. Angel faz um sinal para Michael que bufa diante da situação
_ Detesto, mas é preciso. – Diz Michael olhando fixo para Buffy. – Buffy você está proibida de falar o menos que tenha algo útil a dizer. E só será autorizada se pedir permissão com a mão pra cima. Vai ficar assim ate que aprenda a ser mais prudente ao analisar a cena. – com um gesto das mãos Michael retira a voz de Buffy que permanece muda pra alivio do grupo.
_ Deve ter sido o descolorante que a deixou burra assim, só pode. – Observa Andrei.
_ Ela não é loira natural? - Pergunta Michael surpreso.
_ Não, é morena, não viu a raiz preta?
Sem poder falar Buffy tem que ouvir tudo calada. As piadinhas dos dois chegavam a ser maldosa. A única coisa que Buffy poderia era jogar algo neles. O tempo estava passando e Cain seguia rápido no rastro deles. Se eles fossem encontrados seria a morte de todos. Os quatro conseguiram chegar a uma clareira longe da cidade mais próxima e com eles Cain.
_ Como galinhas em um galinheiro correndo em círculos, adoro isso – Desdenha Cain ao se deparar com o grupo.
_ Cain
_ E o meu ex discípulo Andrei.
_ O que quer de nós?
_ Nada de mais. Apenas seu sangue – O milenar Vampiro plana pra cima de seu antigo aprendiz mirando em seu pescoço. Andrei consegue se esquivar dele que segue em seu encalço. O jovem saca um sabre com o qual ele se defende dos ataques de seu criador. Cain já não era o velho que sairá da caverna, sua figura estava restaurada ao que era na época da criação e sua força era maior que de todos os Clãs juntos. Com um golpe certeiro ele consegue imobilizar Buffy e com um gesto ele a puxa para si. Ele a segura pela garganta e crava os seus dentes na jugular e começa a drena-la, mas ao sentir o gosto de seu sangue ele a arremessa longe. A Aurora que corre nos sangue de Buffy queima a boca de Cain causando um ferimento horrendo.
_ A maldição de Raphael? Como? – Questiona Cain ainda mais confuso.
_ Sim Cain. A minha maldição corre no sangue deles. – Surge um anjo entre eles empunhando uma espada celestial com cara de poucos amigos – Não vou deixar que acaba com tudo.
_ Não se cansa de me perseguir anjo? – Desdenha Cain na presença do seu amaldiçoador.
_ Não enquanto existir nesse mundo. – O anjo com destreza desfere vários golpes contra Cain e Ordena – Saiam já daqui. – Ordena sem tirar os olhos do seu alvo. Andrei correu para junto dos demais afim de conseguir sair de lá. Michael pega Buffy que está desacordada aos pés de uma arvore. Angel aguarda Andrei para enfim fugiram dali, dando assim uma cobertura para a fuga de Michael que tem um contra peso. O embate seguia feroz atrás do quarteto que não tinha outra alternativa alem de correr.
_ Não vou pedir perdão Raphael sabe disso. – Desenha Cain.
_ Não vim pedir nada Cain.
_ Então veio me por mais uma maldição? Já tenho maldição suficiente mandada dos Ceus. – Cain destila o seu veneno com ódio – Deus me rejeitou pelo meu irmão Abel que nunca foi nda perante a mim. Sempre fui melhor que ele.
_ Vim acabar com isso em definitivo. – solta o anjo – Abel sempre deu o melhor dele para Deus ao contrario de você que sempre deu migalhas.
_ Como se não podem me matar? Sabe bem que essa foi a condição do criador para o meu castigo eterno. Aquele que me matar será sete vezes amaldiçoado. Como pretende fugir disso?
_ Ah sempre um jeito Cain.
_ Então dê um jeito nisso. – Ele consegue por o anjo no chão que com um golpe rápido consegue evitar um golpe fatal. Andrei ao ver que o anjo precisava de ajuda invoca seu poder da Aurora desferindo um potente golpe contra Cain que consegue se defender. Raphael embora contrariado agradece a ajuda e tenta impedir que o voraz vampiro tente alcançá-lo. Embora Buffy fosse encrenqueira e as vezes arrogante ela tinha razão fugir não era esperto. Não podia ser pra sempre também. Uma coisa Andrei tinha razão sem um plano não tem como acabar com aquilo ou era suicido. Raphael conhecia bem a fúria de Cain através dos séculos e não poderia permitir que o mundo passasse de novo pelo horror que foi quando ele dizimou suas primeiras gerações por pura rebeldia.
Raphael foi quem conseguiu prende-lo e esconde-lo por século ate que alguns insanos souberam da lenda e se puseram em incursão para localizar e libertar Cain. Todo o trabalho de séculos para libertar o mundo da ira de Cain fora jogado foras quando houve a sua libertação em 69 D.C. E graças a ajuda de Andrei que ele pode ser preso novamente ate aquele presente momento. A fúria de Cain caia em cima daquele que ousassem a entrar em seu caminho. Cain invoca os dons dos Capadocian para transformar em pó todos eles. Raphael provoca uma explosão de nível quase catastrófica. Levando os quatros para longe de Pompéia, mas antes de conseguir sair com sucesso do lugar Caim consegue ferir gravemente o anjo que consegue ir o mais longe que pode com todos os separando na trajetória.
_ Raphael onde está o Michael e a Buffy? – pergunta Angel desesperada por não ver a dupla.
_ Eu não sei. Mas estão bem. Cain não vai achá-los. – Diz o anjo ante de cair em sono profundo com a dor que sentia.
_ Como Cain conseguiu ferir um anjo? Isso nunca foi possível antes. – indaga Andrei sem entender nada do que se passou. Angel leva o anjo pra um abrigo para onde pudessem cuidar dele e com esperança de um dia encontras o seu jovem aprendiz vivo e bem.  




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:41 am, editado 2 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 11:45 am

XV Capítulo – Guerra







Michael caiu próximo a uma fazenda que ele conhecia bem, estava nos estados unidos logo em los olivedos. Neverland. Buffy acordou com a queda.
_ Neverland – surpreso.
_ Onde estamos?
_ Na minha antiga casa. – Michael guia Buffy por entre uma falha da cerca da propriedade. – Eles não arrumaram essa falha como sempre. – ele conhecia o local como ninguém e consegui passar dias sem ser visto não seria difícil se esconder ali. Raphael pensou em tudo. Estavam seguros.
Andrei e Angel estava com Raphael que usava toda a sua força pra se restabelecer o mais depressa possível. O dia estava nascendo e eles conseguiriam uma vantagem sobre o mestre das sombras já que o sol era nocivo a ele. Raphael recobra a consciência  enquanto ele é levado em um carro, para a surpresa do anjo era dia e os dois vampiros que estava com ele ainda estavam lá.
_ Como isso é possível?
_ Isso o que?
_ Luz do sol e vocês na está queimando.
_ Da mesma forma que você foi ferido por Cain. A sua maldição nos protege do sol e dele e também nos dá uma proteção.
¬ _ Quem diria que ia ser uma arma. – Responde o anjo surpreso
_ Não é? Algo aconteceu quando você lançou a maldição em Cain.sem querer acabou criando uma raça inteira com esse dom.
_ Como conseguiram o carro? – Questiona confuso deitado no banco de trás.
_ Demos nosso jeitinho – Angel levanta um cartão de credito na direção do arcanjo.
Os tempos não seriam fáceis dali pra frente e todos sabiam disso.  A separação involuntária deles por Raphael era um mal necessário, não podia haver divisão naquela guerra e tudo que eles precisavam era aparar as arestas reunir o grupo e criar uma estratégia para conseguir vencer inimigo.  O grupo segue para um chalé isolado longe e tudo. Angel havia um porta mala cheio de mantimentos. Eles não estavam mais aos pés do vulcão Vesúvio na antiga Pompéia.  Eles se acomodam no chalé e Raphael tenta entender o que aconteceu naquele lugar .
_ Precisamos encontrar Michael e Buffy. – Pergunta a jovem preocupada com o discípulo e sua cria rebelde.
_ Calma Angel. Eles devem está bem. - Tenta consolar Andrei  - Ele sabe se cuidar sozinho.
_ Mas onde? E se Cain os pegou? – interroga Angel com medo de que algo ruim tivesse acontecido a eles.
_ Eles estão bem. – Fala o anjo
_ Onde? – Insiste.
_ Os mandei de volta para EUA, só não sei onde exatamente. Eles vão chegar na cidade em breve. – revelou o anjo se apoiando na parede sentindo dores.
_ Você não consegue se regenerar?
_ Não sou como vocês. - Observou  anjo -  Meu corpo reage como de um humano, porem não sou vulnerável a morte. Mas quando me regenero fico imune ao que me feriu anteriormente. – Concluiu.
_ Vamos esperar ele se recuperar e voltamos pra Sunnydale.  Espero que eles cheguem ate a cidade o mais rápido possível.
_ Eu posso viajar, posso voar.
_ Você não pode viajar por longas distancias Raphael. Se encontrarmos com Cain na trajetória você não terá chance. Ficaremos aqui ate que se curar. – Observa Andrei o estado do arcanjo. - Volte pra cama e descanse.
_ Cain está cada vez mais próximo de lugares habitados não podemos ficar aqui parados esperando.
_Ao menos que você se regenere como um vampiro Raphael vamos ficar aqui ate você se curar. – Diz Andrei autoritário com o teimoso Raphael.
_ Vou prepara algo pra você comer. – Diz Angel se dirigindo a cozinha deixando o anjo sem saber o que responder a aquela constatação. Ele possuía um corpo humano mesmo tendo dons celestial sua casca humana era lenta para se recuperar e ele precisava de tempo por mais que isso fosse péssimo para a situação.
_ Espero que Michael e Buffy estejam tendo mais sorte que nós.-  Concluiu o anjo voltando a se deitar. Angel levou um prato de sopa para Raphael que tomou tudo sem questionar. Enquanto o trio tentava entrar em um consenso, a dupla de pombinhos estavam tendo mais problemas do que os demais.
Em Neverland Michael procura uma foram de conseguir alimento. Ninguém havia trazido suprimentos o suficiente para que a Teimosa Buffy pudesse se regenerar. Ela se recusava a beber qualquer gota que fosse.
_ Bebe
_ Não estou com fome.
_ Bebe logo.
_ Já disse não estou com fome.
_ Para de me enganar e bebe de uma vez – Fala Michael alterado entregando uma garrafa de um liquido viscoso vermelho dentro. – Que saco. -  Resmunga ele – Se não toma essa porcaria agora eu vou te deixar onde você cair pra frita ao sol ate virar pó. – Fala estendendo o a mão para ela que pega o recipiente contrariada e bebendo tudo do seu interior. – Porque você tem que fazer tudo da maneira mais difícil?
_ Eu não gosto de você – desabafa Buffy.
_ Novidade pra você, eu muito menos de você. Buffy você não gosta nem de si mesma quanto mais dos outros. Você luta tão inconseqüentemente  que não liga se morrer durante o processo, o que te faz ser essa garotinha rebelde sem causa auto destrutiva? Que dor é essa que você sente que tem que destruir todos que querem o seu bem?
_ Bem? Que Bem? Todos vocês só me firam sofrer desde que m transformaram nessa aberração.
_ Buffy estamos tentando te ajudar.
_  O que você sabe Michael que me faz tão importante. Me ajudar? Você só quer ajudar a si mesmo.
_ Quem te iludiu? Eu penso em você e em qualquer um que passar na minha frente, mas se a pessoa não quer ser ajudada eu não vou interferir.  Você camicase se pra matar você precisar morrer você faz.
_ Foi por isso que me escolheu não foi? Sou um alvo fácil, uma isca?
_ Se você é uma isca Buffy não sou eu quem vai te dizer. Ate agora você age como uma isca fácil ah isso você age. Se quiser morrer então eu seja por uma causa justa.
_ Você perdeu sua alma humana Michael, mudou e mudou muito.
_ O meu lado humano nunca morreu, apenas o guardo pra quem o merece. Fato esse que não tem feito por merecer. Agora o seu já morreu a tempo, só vejo um mulher vazia, lamentando um passado vivendo um presente seguindo para um futuro que você não tem. O Angel nasceu de novo pra poder viver com você ao final de tudo e como ele foi pago? Não estou aqui pra te julgar Buffy quero te ajudar. Mas pelo visto não quer minha ajuda. – As palavras de Michael pareciam facas no coração de Buffy, a jovem sabia que o passado Afro - descendente, Ele é afro-descendente dela era complicado. Ela começa a entender que bancar a durona não iria colar.
_ Você lê mentes?
_ Seu sangue me mostra o que eu preciso saber de você e ele não tem me mostrado nada que me faça querer mantê-la viva.  – Completa Michael com um olhar desafiador que Buffy não conseguia negar que era implacável.
_ Eu quero saber porque você me transformou Michael? O que eu tenho de tão especial assim que você me querer em sua não vida?
_ Vai descobrir em breve.
_ Porque tanto mistério?
_ Eu sei de mais coisas do que imagina Buffy.
Que muitos não sabiam era que Michael tinha dois dons extra vindo da Aurora. Ele conseguia falar com os Anjos diretamente do céu, e conseguia ver o futuro de todos. Esse futuro era inalterável. Não tinha como ser mudado uma vez que já estava escrito e selado pelo Trono. E o único que pode alterar que estava escrito era ele.  Quando foi escrita a historia de Cain tudo foi selado e isso ficou registrado a mais de 2000 anos.

“E o Senhor disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?
Se bem fizeres, não é certo que serás aceito? E se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e sobre ti será o seu desejo, mas sobre ele deves dominar.
E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel, e o matou.
E disse o Senhor a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?
E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.
E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão.
Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e vagabundo serás na terra.
Então disse Caim ao Senhor: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada.
Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e vagabundo na terra, e será que todo aquele que me achar, me matará.

O Senhor, porém, disse-lhe: Portanto qualquer que matar a Caim, sete vezes será castigado. E pôs o Senhor um sinal em Caim, para que o não ferisse qualquer que o achasse.
E saiu Caim de diante da face do Senhor, e habitou na terra de Node, do lado oriental do Éden.
Gênesis 4:6-16”.


Michael tinha ciência que seria um sacrifício muito grande para alguém deixar essa vida passar e entrar de cara em um castigo que jamais fora aplicado na historia do mundo, Raphael estava encarregado de executar o castigo para aquele que se atrevesse a castigar Cain pelo seu crime. O anjo não gosta de cumprir esse papel de carrasco, mas sabia que era necessário. E ele torcia para que fosse necessário aplicar o que estava descrito no livro de Deus.
Em Neverland Michael conseguia um bom abrigo para se esconder de qualquer coisa, ele começou a ir pra seu lugar preferido em todo lugar.
_ Pra onde está indo?
_ Para a minha cama. - Subindo na sua arvore.
_ Onde é que eu vou dormir ai só tem espaço para um. – Observou ela. – Estou com fome.
_ Exatamente, por isso vou ficar aqui então boa caça pra você e bons sonhos.
_ Estou fraca Michael a ferida ainda está aberta. – Lamuriou ela.
_ Se você se alimenta-se como deveria não estaria perdendo tempo com recuperações lentas. Quer se curar? Beba sangue. O rancho entra muito tolo querendo suvenir você vai acha comida rápido, boa noite. - Se vira Michael a deixando só e com fome.


XVI Capítulo – Sobrevivência








A noite de Buffy foi péssima, muito, mal dormida escondida encolhida em uma espécie de casinha de cachorro, ela não matou ninguém aquele dia, se alimentou apenas de pequeno roedores que encontrou pelo caminho. Seu ferimento demorava a cicatrizar e gerava muitas dores embora ela fosse tecnicamente uma morta viva sem ligações nervosas, mas como seu corpo lutava a finco para manter suas características humanas e as dores eram uma das características mais marcantes. Ela passou boa parte da noite tentando aliviar sua dor. Michael por sua vez apenas observava sua cria ao longe.
_ Garota tola ainda não compreendeu que o sangue humano tem mais energia e nutrientes que o sangue animal – pensou o jovem príncipe assistindo a cena deprimente da sua cria.
Andrei era por vezes cruel com o seu modo de lidar com crias rebeldes, mas sabia como treina-las bem. O sangue animal é muito pobre em nutrientes e em células vivas do que as dos humanos o poder de regeneração também não era dos melhores. O que o sangue humano demorara segundos pra curar dependendo da extensão e da gravidade é praticamente indolor, já o animal demora ate mesmo semanas ou meses pra fechar. Michael sempre se negou a matar suas vitimas ate descobrir que poderá tirar somente o necessário delas para satisfazer as necessidades. Provocando apenas uma forte anemia, ele bebe sem matar, ele viu nisso uma maneira pratica de se alimentar sem deixar rastros. Ele acabou sendo conhecido como o príncipe invisível.
Outros príncipes só sabem de sua presença quando ele já foi a muito tempo. Varia vampiros já haviam tentado rastreá-lo se sucesso. Esse dom ou informação passou a ser útil ate mesmo para Andrei que logo conseguiu se adaptar e passando rapidamente ao Clã que passou a ser invisível ao resto dos Clãs que chegaram ate mesmo a pensar que eles estavam extintos, o que foi bom para o clã que conseguiu aumentar seu numero que estava reduzido a apenas 10 membros conhecidos antes de Michael chegar. Angel também aprendeu com sua cria esse truque e fazia largo uso dele. Buffy por sua vez se nega ate mesmo a deixar sua vitima viva. A força de um vampiro vem toda do conteúdo do sangue humano toda a informação e energia genética contida nesse  liquido passa para o vampiro. Quanto mais se bebe de um humano maior a força do vampiro e a necessidade de descanso diminui.
Sangue jovem vivo era a forma mais rápida de se regenerar a energia, força, juventude e energia de um vampiro, quando mais jovem o sangue melhor. Sangue morto tinha o efeito contraria, era a melhor maneira de encurtar a não vida. Esse tipo de sangue já possui celular que não se reproduzem e em estado decomposição, com o corpo vampírico não produz a próprias células ao menos que tenham células novas em seu sistema, seu corpo se destrói com esse tipo de conteúdo celular.
Vampiros são mortos vivos, ao contrario dos zumbis que com o tempo o corpo se deteriora os deixando com aspectos de cadáveres em decomposição, os vampiros possuem células vivas que trabalham acelerado que necessitam dos glóbulos brancos do sangue para continuarem vivas. Animais de sangue quente são os ideais para renovação quando maior o porte mais tempo essas células se mantem vivas. Animais de sangue frio necessitam de aquecer seu corpo e seu sangue ao sol o que acelerava a destruição das células dos sangue. Cobras, lagartos e outros repteis não servem para os vampiros para alimentação a longo prazo aumentando o estado letárgico de um vampiro. Buffy com a sua teimosia iria aprender isso da pior forma possível.
_ Quando estiver pronta para parar de bater a cabeça contra a parede me avisa para que eu possa te ensinar a importância do sangue humano. – Diz Michael serio olhando ajoelhado ara sua cria dentro do seu abrigo improvisado.
_ Meu corpo inteiro doí – Se queixa a caçadora.
_ Seu ferimento está infeccionado Buffy e comendo porcaria por ai – apontando para os roedores mortos do lado da casa – não vai te curar. Eu já desistir de tirar esse espirito suicida de você, agora eu sento e assisto.
_ Não cansa de dar sermões?
_ Não, se você parasse de bater a cabeça na parede talvez. Mas você parece que gosta de se auto flagelar então vai ouvir muitos.
_ Você não é meu pai Michael.
_ Pelo contrario Buffy. Posso não ter te feito como humana, mas te fiz como vampira então sim sou seu pai neste mundo. – Relembrou Michael.
_ Como viemos parar aqui?
_ Não sei, provavelmente foi Raphael nos mandou pra cá. – Tomando uma de suas garrafas de suprimento. – Temos que voltar pra Sunnydale, mas não com você assim.  
_ Eu vou me recuperar.
_ Não, não vai. Tomando essas porcarias que você encontra por ai, só vai piorar seu estado. Acredite, eu não vou ver isso.
_ Não vou mata ninguém Michael.
_ Eu também não mato Buffy, apenas pego o que é necessário pra mim.
_ Deixando a pessoa doente?
_ Você fala de um jeito Buffy como se a pessoa fosse morrer por conta de uma anemia profunda, nada que um bom tratamento com ferro e remédio por um tempo não resolva. Todos são beneficiados e ninguém morre.
_ Você não presta Michael.
_ Olha pra você Buffy, se deteriorando, empalidecendo parece um morto vivo andando por ai. Só toma sangue imundo que não te ajuda em nada. E eu que não presto? Você não se ajuda e eu que pago de ruim da historia, como sempre.
_ O que quer dizer?
_ Não sei me diz você. – olhando serio para ela – Bebe isso logo não podemos ficar aqui. Tem muito fã meu circulando por esse lugar, não quero que saibam que ainda estou vivo.
_ Pensei que o mundo soubesse que está vivo.
_ Deveria ler mais pra se informar - Sentencia ele – Bebe logo ou eu vu te deixar pra trás.
Buffy não excita e toma o conteúdo da garrafa que lhe faz um enorme bem, o sangue rapidamente lhe fez regenerar dando condições para ela ir embora. Ela não percebeu mais o sangue tinha um gosto diferente do normal que ela estava acostumada. Michael também tem os seus segredos. Michael não estava disposto a criar laços de sangue com Buffy, mas para ela era mais que uma necessidade era questão de via ou morte. Aquele frasco a manteria bem por algum tempo, só que Michael não podia se arriscar com essa necessidade dela.
_ De quem era esse sangue Michael?
_ Porque o interesse? –  De costas para Buffy escondendo um frasco cheio de sangue fresco recém colhido. Ele puxando a manga par esconder o corte no seu pulso. – Você não vai querer saber mesmo.
_ Como não? Vejo memorias na minha mente que não consigo identificar de quem são – explica ela.
_ Se não consegue identificar é porque não são importantes. – Michael se afasta dela sem a olhar nos olhos.
_ Me perdoe.
_ O que disse?
_ Disse que me perdoe. Não tenho sido muito amiga com você. Sei que não te ajudo muito e acho que boa parte da culpa é minha. – Michael ouve o que a caçadora fala parado de costa pra ela seu corpo nessa posição não expressa nenhuma reação ou emoção visível. – eu estou lutando contra um sentimento que vem crescendo em mim desde que você me mordeu...
_ Abracei. – corrigiu Michael.
_ O que?
_ Vampiros não mordem ninguém para virar um, eles abraçam.
_ Que seja – Bufa Michael ao ouvir o descaso de Buffy que prossegue. – Desculpe tirar a sua paciência Michael, mas não está sendo fácil pra mim entender esse mundo novo que se abriu pra mim, eu não te odeio, só não sei lidar com tudo isso. Estou com medo de tudo.
_ Não te traria para o meu mundo se não soubesse que se adaptaria.  Só não pensei que dificultaria tanto as coisas. – Revela Michael. – Se não gostasse de você de verdade não teria te abraçado. Não quero ser obrigado a te matar pela causa errada. Precisamos de toda a ajuda possível aqui. – Michael olhar pra Buffy sob o ombro com um olhar triste – Só peço que me ajude a não me arrepender depois.
_ Como vamos chegar a Sunnydale?
_ Caminhando, pra nós não será problema a distancia.
Michael sabe que para conseguir algo com Buffy teria que conseguir um laço de sangue com ela, mas com a fragilidade dos sentimentos deles a opção de adiar tudo ficou para segundo plano. Com o despertar de Caim qualquer questão ficaram pra depois. Michel e Buffy passam por lojas de tv que possui alguns aparelhos ligados ao quais dão a noticia que algumas cidades haviam sido devastadas em segundo. Tudo que existia próximo a Pompeia estava destruído. Todas as cidades estavam mortas completamente dizimadas.
_ Caim.
_ Temos que correr não podemos ficar expostos ou morremos.
Eles apertam o passo para chegar logo a Sunnydale, tanto Michael e Buffy quanto Andrei, Angel e Raphael tiveram que sair de onde estavam para se reunirem no seu destino inicial. Raphael conseguiu se recuperar quase que 80% de suas estruturas e já estava imune ao ataque de Caim. Todos viram o que haviam acontecido com as cidades da Europa e Andrei não estava contente com isso.
_ Está acontecendo de novo.
_ Calma Andrei.
_ Não vou deixar acontecer de novo.
_ Eu vou te ajudar a evitar. Daremos um jeito em Cain. _ Tenta consolar o anjo que sabia que para terminar aquilo era necessário um grande sacrifício. Será que um dos quatro estariam prontos pra um grande sacrifício?
_ Porque esse olhar Raphael? Sabe de algo que não sabemos? – Questiona Angel.
_ Só existe um jeito de acabar com isso, mas é um preço muito algo a ser pago. Os quatros tem um dom que não pode se perder se um de vocês fizer algo pra deter Cain. O Dom se perde para sempre.
_ Que sacrifício é esse?
_ Matando Cain.
_ A maldição que Deus pós nele? Como é que fica?
_ Esse é o problema, sou eu quem tem que aplicar o castigo. Não quero fazer isso com nenhum de vocês. – Revela o arcanjo que não tem mais o que dizer em relação a tudo que estava acontecendo. – Prometo tentar ajuda-los nisso, mas não eu sei como.
_ Caim vai pagar pelo fim eu deu a minha família. Custe o que custar. – Dispara Andrei com fúria na voz – Nem que para isso eu tenha que mata-lo.
_ Calma Andrei, não perca sua salvação por conta dele.
_ Eu já perdi a muito tempo quando ele me transformou nisso – Diz Andrei com as presas projetadas – Agora é hora dele pagar pelo seu pecado mortal – Sentencia enfurecido.




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:47 am, editado 2 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 12:32 pm

XVII Capítulo – Ama de Sangue






Buffy mostra a Michael a sua total falta de conhecimento sobre o mundo dos vampiros, deixando bem claro que ela não se deu o trabalho de perguntar ou de buscar nada sobre o assunto a cada momento Michael sentia que as suas aulas precisavam ser retomadas sem falta, durante o seu retorno para Sunnydale.
_ Sabia que pode se alimentar daqueles vampiros aos quais você matava? – tenta abordar o tema sem muito sucesso com Buffy.
_ La vem você com informações desnecessárias – Bufa a jovem cansada de tanta informação que para ela é pouco importante.
_ Informações desnecessárias? – Exclama indignado - Olha não sou eu quem está morrendo por não se alimentar direito. – Michael fica indignado como sempre j que sua cria pouca se importa com o que lhe acontece.
_ Tenho quem me alimente. – Fala orgulhosa deixando bem claro de quem se trata.
_ Não por muito tempo mocinha, - Se defende Michael revoltado - Se acontecer algo comigo você vai ter que aprender a se alimentar de outros e com certeza vai poder mata-los. Vampiros estão mortos, o que tem de mal você beber deles?
_ O que quer me contar? – Cara de desdém no olhar.
_ Porque você gosta das coisas mais difíceis Buffy. – Michael continua andando em direção a Sunnydale.
_ Eu não gosto de coisas difíceis Michael.
_ Não é o que parece.- Fala Michael – você gosta de complicar as coisas com essa sua indiferença, mas não vou insistir.
Esses dois às vezes pareciam cão e gato, mas não se largavam por nada. A caminha de volta para Sunnydale era longa e obviamente consumia mais de Buffy do que de seu adorável mestre que inúmeras vezes paravam para poder conseguir tê-la ao seu lado. Quanto mais rápido eles conseguissem chegar a cidade mais rápida era a organização de aliados para a batalha. Por sorte no caminho havia algumas arvores ao quais os dois poderiam descansar e se abrigarem para voltar o mais rápido possível para o caminho em um abrigo seguro. Michael permanecia sempre distante sem dar abertura a qualquer intimidade a sua pupila. Buffy tenta entender as atitudes de seu mestre que embora faça essas paradas a contra gosto. Não querendo de jeito nenhum, pois para ele era perda de tempo com a eminencia de Cain tomar conta do mundo em que vivíamos.
Michael muitas vezes ficava deitado em uma das arvores apenas observando sua cria ao longe tentando se virar sozinha. Ele não queria alimenta-la, pois sabia que ela ficaria sob laço de sangue e isso ele não quer. Michael as vezes se deixava aproximar. Por muitas vezes ele se pegava abraçado a Buffy.
_ Hora de irmos embora. – Michael a acorda abruptamente fazendo Buffy cair direto ao tronco o que causa um machucado nela.
_ O que deu em você? – Ríspida
_ Está amanhecendo e não podemos ficar aqui. – Alerta Michael – Caim está se aproximando rápido.
_ Está tudo bem, Cain não vai nos pegar.
_ Não estou preocupado com a gente e sim com o resto do mundo. É bom ter descansado bem, pois vamos tirar o atrasado. E não iremos como humanos – Advertiu Michael.
A longa caminhada foi tirada em meio dia pelos dois com os dons deles. Buffy chegou esgotada a entrada da cidade fazendo Michael parar enfurecido.
_ Não tenho mais forças pra andar. – resmunga a jovem.
_ Então você vai ficar ai porque eu não vou te alimentar mais. – Rebate Michael. – E vai torrar ao sol se não se mover para o abrigo mais próximo.
_ Estou no limite Michael.
_ Não, não está, ainda está de pé e falando, então para de reclamar e vamos entrar antes que sejamos pegos aqui. – Adverte.
_ Me leva, por favor. – Fala manhosa
_ Não vou, vou deixar a garrafa ali do outro lado. Vai ter que ir se arrastando pra pegar. – Michael andou e deixou a garrafa de sangue fresco do lado de dentro da barreira de proteção que ainda estava de pé bem visível. Buffy bufou de raiva e foi andando mesmo ate onde o vidro estava para ódio dela.
Assim que são vistos entrando na cidade vários líder de Clãs vieram ter com ele, prevendo tudo que se tratava.
_ Os boatos são verdadeiro s meu jovem? Que o nosso criador está liberto de sua prisão em Pompeia?
_ Infelizmente sim minha senhora – Diz Michael ajoelhado em sinal de reverencia a velha senhora a sua frente.
_ Levante-se meu rapaz, seus méritos durante esses anos o fizeram igual a nosso, você é um príncipe e devemos o tratar como tal.
_ Obrigado pela consideração senhora, não mereço meu posto.
_ Merece sim, tu já fizeste mais por nosso mundo em dois anos do que muitos que estão a séculos aqui.
_ O que soube do outro lado Michael?
_ Fomos para Pompeia tentar impedir a libertação do nosso criador. Em vão, eles conseguiram o libertar e quase não conseguimos sair sem a ajuda de um anjo. Já houve varias mortes desde então, não podemos mata-lo.
_ Isso significar que...?
_ Temos um problema a maldição de Cain não nos permite mata-lo. Se não tentarmos prende-lo novamente iremos morrer não só nós como o gado também.
_ Não podemos permitir isso.
_ Há clãs que não sabem lutar, os Toreadores, por exemplo, são belos e não guerreiros.
_ Sim, mas podemos tira-los daqui junto com os que não sabem lutar e treinar aqueles que têm alguma noção de luta. Os demais serão levados para um local seguro junto com o gado que puder sair.
_ Justo. Quanto tempo nós temos?
_ Não tempo, ele esta saindo da Europa e vindo para cá, os que ainda conseguem lutar vão conseguir segura-lo por algum tempo. Não sei quanto.
_ E quanto aos outros?
_ Estão vindo com o anjo para a cidade.
_ Quem é esse anjo?
_ Rafael, anjo que amaldiçoou Cain.
_ Ele ainda está vivo?
_ Sim, e quer ajudar.
_ Será bem vindo. Quando chegar nos chamem, queremos conhece-lo.
Michael assente com a cabeça em sinal de positivo e pede permissão para sair, precisava saber onde Buffy havia se enfiado já que não a virá desde que passaram pelo portão. Não precisou ir muito longe para encontrar a caçadora sentada em uma pedra na entrada da casa olhando ara o horizonte. Michael se aproximou calado e se sentou ao lado dela e permaneceu por um longo tempo sem ser percebido olhando sua cria. Buffy olha para o lado e da de cara com Michael a olhando fixo serio a assustando.
_ Ai, que susto Michael.
_ Desculpe – Pede Michael desviando o olhar. – Não quis te assustar.
_ Faz muito tempo que está ai? – Pergunta a caçadora.
_ Deveria saber já que Andrei te ensinou a detectar a presença de alguém – Rebateu Michael se levantando e dando batidinhas nas roupas para tirar a grama que estava presa em seu sobre tudo preto longo. Michael começa a se afastar.
_ Porque veio aqui?
_ Trouxe algo pra você. – Se levantando do lado dela com uma expressão rígida na face. – Se não desperdiça.
_ Não vi você com nada.
_ Olhe em volta. – Cutuca Michael cansado e tanta insolência por parte de Buffy, ele decide ir embora antes que perca a paciência.
_ Onde você vai? – Localizando a garrafa ao lado dela – Esse sangue não é o seu. – Observa ela sentindo o cheiro e o gosto do liquido no frasco.
_ Não vai ganhar nada de mim com essa sua atitude.
_ Nem se eu disser que amo?
_ Já disse pra me mostrar e não falar.
Uma atitude que beira o desespero ou a ousadia, Buffy consegue alcançar Michael e o prensa contra a parede para surpresa dele. Obviamente que não estava esperando essa atitude da caçadora, alias ele não esperavam atitude nenhuma dela. Ela não diz nada apenas avança em seu mestre com uma lasciva que o surpreende a tal ponto que ele fica indefeso deixando que a sua cria fizesse o que quisesse com ele. Buffy desliza as mãos ligeiras por sob as roupas de Michael que tenta buscar a pele dele por baixo daquelas camadas de roupas que o fazem parecer uma cebola humana do que o um homem.
_ Porque tantas roupas?
_ Eu gosto assim
_ Depois eu que dificulto as coisas.
_ Não quero e nem vou facilitar com você.
Estava obvio que eles estavam provocando um ao outro e naquela altura nenhum deles iria desistir. O premio era muito alto. E essa disputa de egos inflados não iria ter derrotados. Buffy o impressa contra a parede enquanto tira as roupas de Michael com vontade enquanto vários botões voam com a puxada que ela da em sua camisa e a jaqueta. Buffy é um pouco mais baixa que Michael. Para alcançar os lábios dele ela teria que praticamente escala-lo, fato esse que Michael não vai facilitar.
_ Não vai deixar te beijar?
_ Vai ter que conquistar pra ter.
O beco onde Michael e Buffy estavam não era muito claro e muito pouco iluminado o que deixava o lugar bem propicio a aventuras lascivas. O gatilho foi disparado e agora segurar caçadora seria praticamente impossível. Já que ela não obtinha muito sucesso com os lábios ela resolveu descer. As mãos delas tomaram o cos da calça de Michael que olha atônito para as mãos dela. Ela espera a autorização de Michael para continuar o que panejava fazer. Ela queria provar o gosto dele, ela ansiava por aquilo à semanas, meses a fio. O mais próximo de um carinho que ela conseguiu dele foi durante o ritual.
_ Queria muito que fosse diferente – Revela ela.
_ Então pare de lutar e aceite quem você é.
Buffy prossegue com a sua investida a Michael que continua imóvel esperando o que vai acontecer. O cinto que prendia a calça dele desaparece tão rápido que ele não consegue visualizar onde foi parar. Ele olha fixo nos olhos da caçadora que prossegue em sua investida rompendo os botões da calça de Michael que rapidamente descem pelas pernas dele deixando praticamente exposto no meio do beco pra quem quiser ver a cena. A caçadora se ajoelha aos pés do seu mestre e puxa a fina peça que cobre as suas partes. Ele não está excitado, mas a caçadora sabe exatamente como conseguir o que quer e não vai medir esforços para ter o que almeja. Lentamente ela leva o membro de Michael ate as sua boca, fazendo com que Michael solte um leve gemido de prazer o que dá a deixa para a jovem prosseguir no seu objetivo.



XVIII Capítulo – Provocações.






Michael permaneceu rendido ao atrevimento de Buffy que mostrava muito habilidade no que fazia. Ele gemia alto no beco escuro onde estava entrincheirado o prédio onde estavam apoiados estava completamente vazio o que deixava ainda mais excitante o que a caçadora fazia. Mas Michael não era bobo e sabia que Buffy queria algo dele com aquela ousadia toda, obvio que enquanto pudesse ele iria se aproveitar. Na hora do bote dela ele quem rebateu.
_ Michael?
_ Pensa que eu não sei o seu plano pra tirar o meu sangue? – Diz Michael se recompondo – Não mesmo. Vai aprender a caçar os de sangue fraco ou vou ter que pedir ao Andrei pra ensina-la a fazer novamente.
_ O Andrei não, por favor.
_ Então seja boazinha e vá caçar os de sangue fraco.
_ Mas você bem que gostou do que eu fiz não foi? – Michael se inclina a ela e diz ao pé do ouvido.
_ A Angel Faz melhor.
Michael se afasta em meio ao ódio da caçadora, ela não entende que ele a evita para o próprio bem dela. Se fosse formado um laço de sangue entre qualquer um dos quatro. Cain poderia usar contra eles esse trunfo. O tempo não poderia ser gasto com luxurias. Angel e Andrei estava observando a cena do alto do prédio e assim que sentiu a presença deles tratou logo de por um fim na tentativa frustrada de Buffy de Beber do seu mestre.
A viagem do trio ate que foi rápida vinda de carro de parte do país. Raphael já estava recuperado de seu ataque. O que muitos não sabem e que ele tem uma conexão com o primordial vampiro, isso pode ate ser uma vantagem para aqueles que ainda estão sofrendo com a ira do criador. Mas Andrei já havia percebido o que havia de errado com o anjo e não pouparia esforços para descobrir o que era e Michael iria ajudar.
_ Angel, Andrei, Raphael. Que bom ver vocês. – Diz Michael pousando na frente dos três – conseguiram despistar Cain?
_ Mas não por muito tempo. – Responde o Arcanjo. – Ele está vindo pra cá rápido.
_ Pensei que demoraria mais tempo.
_ Ele está me perseguindo, querendo se vingar.
_ Sei que você colocou a maldição em Cain por ter cometido o primeiro assassinato da historia da humanidade.
_ Só cumpria ordem Michael e como devo seguir agora, não posso desobedecer ou quem será punido sou eu.
_ Estamos juntos Raphael, queremos por um fim nesse inferno tanto quanto você.
_ Está reparado Michael pra carregar o peso do sacrifício de acabar com a vida de Cain? A palavra de Deus em Genesis é clara como agua.
_ Sete vezes será amaldiçoado aquele que matar a Caim, eu sei. Se esse for o preço a ser pago pra salvar ambos o mundo. Então que seja. Já enfrentei desafios e urubus piores que isso. Consigo lidar com isso.
_ Michael Cain te mais de 10 mil anos de vida e enlouqueceu com esse tempo todo de vida.
_ Raphael quando ele nasceu não havia nada a ser feito pra se distrair além de matar e trabalhar, não havia filmes, cinema, livros, viagens, musicas, profissões ou algo que ele pudesse aprender e aprimorar. Os tempos são outros por mais que um vampiro queira ficar sozinho nos dias de hoje ele não consegue. Caim se isolou do mundo involuntariamente não porque ele quis. Hoje há bilhões de pessoas no mundo, só ficarei isolado se eu quiser e além do mais todas as pessoas que tenho contato são vampiros, o que mais pode dar errado? – Diserta Michael o que pretende fazer se realmente consegui deter Cain.
_ Espero que não se arrependa do que está fazendo – Diz o anjo com a mão no ombro do astro que hoje faz parte de um mundo.
_ Eu também. – Responde pesaroso, sabendo que nem tudo na vida funciona como a gente planeja.
Ambos seguem de volta para a casa refugio de Michael na cidade, Andrei já estava a espera dos dois. Depois de um banho e de se recomporem Raphael explicou o que deveria ser feito para deter Cain. Michael o leva ate o representantes de cada Clã par conhecer o Arcanjo Raphael que assim que é formalmente apresentado começa a falar.
_ Sei que pra muitos de vocês não será fácil o que vou dizer, mas existe um jeito de deter Cain. Pra isso é exigido um sacrifício muito grande. Nesse sacrifício muitos Clãs podem ser extintos ou não. Não há como saber.
_ Cain é um perigo a todos inclusive ao gado eu é ainda mais vulnerável e o mundo não está preparado para enfrenar essa tragédia.
_ Sabemos, por isso temos duas opões: ou matamos Cain e passamos a maldição para outro mais forte ou o trancamos novamente em algum lugar que não posa ser encontrado outra vez. – explica Michael.
_ As duas são arriscadas. Porem a primeira é mais viável.
_ Cain já foi preso uma vez e pode ser preso de novo.
_ Também pode ser solto novamente, cada vez que ele volta ele vem mais forte. – pondera o arcanjo. – não podemos correr esse risco.
_ Não podemos mais ficar nesse medo da volta de Cain – Replica um membro da Camarilha.
_ Concordo, mas prende-lo também seria uma opção viável.
E quem prenderia Cain ate o fim dos tempos? Por mais vantajoso que seja mantê-los vivo, nenhum dos clãs tem estrutura para conseguir segura-lo e muitos que soubessem que ele ainda está vivo iriam querem liberta-lo novamente.
_ Enquanto esses infelizes de sangue fraco estiverem a solta sempre haverá risco deles tentarem liberta-lo.
_ Independente do que acontecer aqui temos que evitar pior com o melhor. – Se manifesta o anjo. – falarei com o meu pai para mudar o decreto da maldição para que seja feito o que for melhor .
_ Seu pai? Se seu pai quisesse já teria posto fim nisso a muito tempo. Cain cometeu um crime e todos estão pagando junto com ele.
_ Cain foi punido conforme seu crime minha senhora. O que o não arrependimento dele fez é consequência dos atos dele não do que meu pai deixou de fazer. Ninguém aqui com certeza não pediu para ser um imortal que bebe sangue. – esclarece Raphael.
_ Você em belas palavras...anjo, mas ela não podem nos salvar .
_ Podemos tentar.
_ O que sugerem que seja feito?
_ Matem Cain.
_ E a maldição? – Pergunta uma Ventue – alguém vai ter que ficar no lugar de Cain, mas quem.
_ Deixemos que a sorte dos que estão lutando nessa causa decida. Não darei ninguém o meu clã para pagar por um crime que não cometeu.
_ Nem eu.
_ Eu também não. – Grita outro do clã Nosferatus.
_ não vim aqui pedir nenhum sacrifício de vocês, os que têm que pagar o preço é os que possuem no Sangue o dom da Aurora. Mas precisamos de ajuda para que eles consigam fazer o que estão predestinados.
_ não sabemos lutar.
_ Vocês podem aprender e rápido o tempo está acabando e a cidade corre perigo.
_ Há uma lenda que diz que a cidade fica na entrada da boca do inferno.
_ Eu sei de todas as lendas e historias do mundo senhor – interrompe Raphael – eu vi e participei do nascimento de todas. Sei muito bem o que acontecerá se ele chegar aqui. Estão dispostos a nos ajudar? Aqueles que não tiverem habilidade de luta serão guiados para fora da cidade com suprimento suficiente para não precisarem caçar por algum tempo.
Vários clãs ofereceram membros para treinamento rápido, tempo era precioso naquela altura do campeonato não poderia ser desperdiçado com qualquer coisa. Problemas pessoais ou de relacionamento teriam que ficar pra trás agora. Michael tinha ciência que estava machucando Buffy quando lhe dava uns foras, pra recuperar o prejuízo precisaria de tempo. Embora as coisas estavam complicas entre eles era pra ela ter aparecido. Ao sair para saber porque sua cria não estava n reunião ele encontra uma pessoa que não estava em seus planos.
_ Angel? – abrindo um sorriso largo para a bela visão a sua frente. – Estava com saudade.
_ não parecia lá no beco – Externando a dor no peito que sentia.
_ não e isso que está pensando – Tenta se explicar
_ Não pens em nada Michael, parece que o que sentimos um pelo outro está morrendo e eu não sei o que fazer.
_ Claro que não está.
_ Então porque não me procura mais? Faz tempo que só conversamos. Sei que o período não está fácil pra ninguém, mas você não pode brincar assim com as pessoas.
_ Eu sei, a Buffy me tira do serio.
_ Ela te ama
_ E você também.
_ Mas e você Michael? Ama qual de nós? – Michael olha para o chão tentando encontrar a resposta pra aquela pergunta.
_ Olha Angel... – A jovem o interrompe
_ Shiii... Não sabe não é? Não precisa vir com um discurso pré-preparado. Decida logo Michael uma de nós pode não estar aqui para saber a resposta.
As palavras de Angel fizeram com que Michael sentisse uma dor no peito, nunca a possibilidade de perde uma das duas passou em sua cabeça, mas devido a como o mundo estava qualquer possibilidade não poderia ser descartada. Tentando corrigir o erro que cometerá mais cedo Michael saiu atrás de Buffy. Não foi difícil encontra-la deitada atrás de uma arvore com a cabeça apoiada em uma pedra. A cena comoveu-o tal ponto que ele não pensou no que fez apenas fez. Ele a tomou nos braços, Buffy não despertou de seu Tupor. Michael caminhou com a caçadora nos braços ate a sua mansão, enquanto vencia o caminho da praça e sua residência ele percebeu que os olhos de Buffy estavam vermelhos, fazendo-o notar que ela havia chorado.
Aquilo realmente partiu o coração de Michael, sabia que estava fazendo o mesmo com Angel, mas ele não sabia definir o que sentia pelas duas.
_ Perdão por te fazer sofrer, mas é preciso. Vocês vão entender depois eu prometo. – Ele a colocou na cama e cobriu e se afastou do quarto, ao se virar deu de cara com o arcanjo que logo o questionou.
_ Tem certeza que ainda quer fazer isso?
_ Tenho, o que conseguiu com ele – Apontando para cima se referindo a Deus.
_ não posso dizer ate a hora certa.
_ Ah. – entristeceu-se Michael com a frase do arcanjo. - Espero que não seja tão ruim assim.
_ Vai valer a pena. Eu garanto. Você precisa cortar as amarras que lhe prendem Michael ou não vai conseguir concluir sua missão – Observou o anjo antes de desaparecer na noite deixando Michael pensativo com a observação do ser alado. Ele sábia o que fazer...




Última edição por Mimijak em Dom Mar 27, 2016 1:49 am, editado 1 vez(es)
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Re: Michael e Buffy - A Sociedade de Cain II

Mensagem por Mimijak em Sex Mar 18, 2016 12:48 pm

XIX Capítulo – Arrestas






Michael estava decido a parar de feri as pessoas que amava, mas teria que ser franco com ambas as pontas soltas em sua vida. Buffy sabia que Michael era de Angel, mas não queria deixar a chance de tê-lo para si escapar e obvio que Angel também não. Os dois tinham um a historia que ambos não poderiam negar.  As coisas se complicavam cada vez mais Raphael tem que sair pra impedir o massacre na cidade mais próxima. O anjo teria muito trabalho para conseguir desviar o rumo de vários outros seguidores de Cain que estavam aproveitando a situação para matar humanos sem nenhum pouco de cuidado.
_ Raphael onde vai? – questiona Andrei ao ver o anjo abris suas asas em sinal de que iria sair.
_ As coisas estão feias, seguidores de Caim estão marcando o caminho para ele vir ate aqui, tenho que impedi-los.
_ Espere, eu irei com você. Vai precisar de ajuda.
_ Não Andrei não se preocupe eu dou conta sozinho.
_ Não estou pedindo Raphael, eu quero ir. Além do mais Michael consegue resolver os problemas da cidade sozinho ele tem experiência pra isso.
_ Vocês têm vários problemas que eu estou vendo. Não se suportam,  mas convivem juntos. Porque isso?
_ Longa historia.
_ Tem haver com ela não é? Apaixonou-se por ela e ela preferiu outro.
O silencio de Andrei contou tudo que Raphael precisava saber, o destino de todos o anjo conhecia bem. Sabia que cada escolha que eles fizessem os levaria a um destino diferente ou igual ao que ele tinha visto no céu. O arcanjo não poderia interferir nas escolhas e no destino que eles teriam. Apenas poderia entender o que se passava com eles e tentar ajudar a da melhor forma possível para que seus objetivos pudessem ser alcançados. O que Raphael não entendia é porque essas escolhas eram tão difíceis.
Tudo para o arcanjo era novo nesse mundo, vampiros que já foram humanos que não deveria ter problemas com decisões que para ele era fácil. Andrei estava impressionado com a percepção do anjo das coisas, era obvio que não tinha experiência amorosa par poder entender o que se passava.
_ Já se apaixonou Raphael?
_ Não compreendi a pergunta.
_ Já se apaixonou alguma vez na vida?
_ Anjos não têm sentimentos.
_ Não é o que parece, duvidas é um sentimento Raphael, confusão também. Quando amar alguém você vai entender o dilema de querer e não poder ter.
_ Pouco provável.
_ Um dia você vai entender.
Enquanto Andrei e Raphael iam para o encalço dos rebeldes, Michael tinha que resolver dois problemas maiores ainda, Buffy e Angel. Uma era a compreensão em pessoa e a outra totalmente o contrario. Não dava pra ignorar que eram desafios interessantes, mas o ditado popular diz tudo. Quem tem duas não tem nenhuma e ele precisava ficar com uma pra não perder as duas.
_ A brincadeira acabou. – suspirar Michael e sai em busca de Buffy. Ele chega na casa onde a jovem mora, ele sabe o caminho de cor afinal ele observava ela durante noites a fio, sempre a desejando. Michael queria fazer aquilo e descobrir se é isso mesmo que ele queria ou se era apenas um desejo de macho alpha da matilha. Obviamente ele não usaria a porta da frente sabia como chegar ao quarto dela. Buffy estava deitada depois de muito tempo fora de casa sua mãe estranhou a volta repentina dela e não queria perde-la de vista. Ao olhar pela janela ela tem uma surpresa que não dá pra dizer que foi agradável.
_ O que faz aqui? – Diz a caçadora confusa com a presença de Michael em sua janela. Ele apenas faz com a mão um sinal de silencio para ela, enquanto a janela se abre a sua frente sem ninguém tocar. Ela se afasta dando passagem para ele entrar.
Ao tocar o chão bem próximo a ela Michael simplesmente a toma nos braços e a beijou com vontade tão grande que parecia que a sua vida dependia disso. A caçadora não lhe ofereceu resistência. Parecia que era isso que ambos ansiavam a muito tempo. A fome estava era grande não de sangue e sim de algo maior que os dois sentam e que precisava ser saciado e não tinha sido saciado no ritual. Ele andou com ela ate a porta e a trancou garantindo que ninguém os visse. Ali mesmo ele continuou as suas investidas n caçadora, naquele lugar Michael tinha certeza que não seriam atrapalhados em nada e não teriam interrupções.
Peça após peça as roupas eram vencidas. Beijos e mais beijos eram dados por ambos. A parede estava ficando pequena para os dois, a cama era a melhor opção para eles. Com um giro rápido ela joga seu mestre na cama avançando feroz sobre ele. As caricias ofertas por ela são aceitas de bom grado e retribuídas por Michael com a mesma intensidade que ela. Era obvio que ambos estavam querendo aquilo muito tempo  tanto por Michael quanto por Buffy. As sensações trocadas pelos dois eram além do que ambos poderiam imaginar. Cada mulher que Michael pudesse ter, para ele teria uma nova sensação, novo paladar. Isso se não houver um controle pode haver consequências devastadoras para um vampiro. Michael sabia dos riscos e por isso evita se interessar com quem quer que seja além de Angel. Mas será que sua amada seria a mesma coisa após o que viveu com Buffy?
Os movimentos de ambos se intensificaram a ponto de sentirem a próprias almas saírem de seus corpos. A explosão de prazer entre os dois foi suficiente para sentir  mundo parar. As horas passaram como minutos para eles. Eles se separam e se depararam com a visão de Andrei próximo a eles observando a cena
_ Faz muito tempo que está ai? - Pergunta Michael visivelmente constrangido.
_ Cheguei a um tempinho, mas a Angel viu tudo.
_ Droga.
_ Deixa as questões familiares de vocês pra depois, Cain está aqui e precisamos de vocês.
_ Reúna a todos temos que evitar que a proteção caia ou seremos mortos.- Se vestindo em um golpe.
_ Já fiz isso.- Enfatiza Andrei - mandei a Angel para o outro lado para reforça a estrutura da barreira.
_ Conseguiu evacuar a cidade?
_ Sim, só ficaram aqueles que aprenderam a lutar.
_Mandou a Angel pra onde? – Chocado - Vamos lutar.
Buffy que ate então ouvia tudo de longe seguiu para onde estava o barulho forte na redoma. Todos se dirigiram para o local o mais rápido que podiam. Os três chegaram quando a redoma tinha sido posta a baixo por Cain que estava com a Angel presa pela garganta em suas mãos. Ela olhava apavorada para o grupo que chegava apressado para ver o que estava acontecendo naquele lugar. O olhar de Michael foi igualmente aterrador ao se deparar com o fim eminente de sua amada.
_ Angel não........... – Grita Michael sendo segurado com força por Andrei que tentava pensar em alguma maneira de salva-la de seu destino.

Continua........






Monstro


Você pode olhar para eles saindo das paredes
Você pode olhar para eles saindo dos arbustos
Você pode encontrá-los quando ataque da carta cair
Ele estará esperando com sua câmera em foco
Em todos os lugares que você parece girar
Há um monstro
Quando você olha no ar há um monstro
Paparazzi ficou com medo como um monstro

(Muito ruim)
Hollywood que tem você pulando como você deveria
Tem você saltar fora da parede
Tem você bebido o suficiente para cair
(Muito ruim)
Hollywood basta olhar no espelho
E me diga você gosta
Não se você não gostar dele

Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal
Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal

Ele está vindo até você
Chegando em ya demasiado rápido
Mama diz mãe tenho você em zig zag
E você está correndo
E você está correndo só para escapar
Mas eles estão atirando para o dinheiro
Assim, eles fingem que
Em todos os lugares que você parece girar
Há um monstro
Quando você olha no ar há um monstro
Quando você vê-los na rua
Isso é um monstro

(Muito ruim)
Hollywood que tem você pulando como você deveria
Tem você saltar fora da parede
Tem você bebido o suficiente para cair
(Muito ruim)
Hollywood basta olhar no espelho
E me diga você gosta
E me diga que você gosta do que vê

Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal
Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal

Por que eles estão, nunca satisfeito, e com tudo o que você dar
(Você deu-lhes todo o seu)
(Eles estão assistindo você cair)
E eles comem sua alma

(Muito ruim)
Oh oh hollywood que tem você pulando como você deveria
Tem você saltar fora da parede
Tem você bebido o suficiente para cair
(Muito ruim)
Oh oh hollywood apenas tornar mais clara
E me diga você gosta
Não se você não gostar dele

Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal
Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal
Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal
Monstro
Ele é um monstro
Ele é um animal

Fim





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